Aumenta a indexação dos salários

A combinação de preços em alta, menor credibilidade do Banco Central e desemprego baixo pode aumentar a indexação dos salários, alertam especialistas. Muitas categorias já pleiteiam reajustes acima de 10%. Cenário dificulta controle da inflação.

Dependência por crédito do governo sobe nas empresas

Cresceu a dependência de empresas por linhas de crédito com juros subsidiados — controladas pelo governo. Estudo do BC mostra que esses empréstimos foram de 25% para 30% do total eram seis anos. Economistas criticam a forma de escolha dos financiados…

Auditoria vê descontrole no Pronatec, vitrine petista

Uma das vitrines eleitorais da presidente Dilma (PT), o Pronatec enfrenta quadro de descontrole, segundo auditoria da Controladoria-Geral da União.
A fiscalização diz que a falta de registro de alunos desistentes do programa para formar técnicos permite pagamentos indevidos a instituições. O governo nega falhas. Houve R$ 4,5 bilhões em transferências em 2013 e 2014…

O Globo

Manchete: Dilma agora admite corrupção na Petrobras

Presidente diz que fará tudo para ressarcir dinheiro público desviado

Oposição classifica declaração como uma confissão de culpa

Ao reconhecer, pela primeira vez, que houve desvio de dinheiro público no esquema de corrupção na Petrobras, a presidente Dilma Rousseff afirmou que fará todo o possível para devolver os valores desviados: “Se houve desvio de dinheiro público, nós queremos ele de volta. Se houve, não; houve, viu?”, disse. O coordenador da campanha do senador Aécio Neves (PSDB), o também senador Agripino Maia (DEM-RN), classificou a afirmação de Dilma como uma confissão de culpa. (Págs. 1 e 3)

Um terço dos eleitos para a Alerj está sob investigação (Págs. 1 e 4)

No centro da disputa, 45 milhões de votos decisivos

Dilma e Aécio travarão luta acirrada por 45 milhões de votos em 2.900 municípios onde, segundo cruzamento do GLOBO, não há predominância clara de um candidato. (Págs. 1 e 6)

Novatos do Congresso já têm problemas na Justiça

Parte dos 198 deputados novatos chegará à Câmara respondendo a ações da desvio de verbas, benefícios a familiares, falsificação de documentos e espionagem de adversários. (Págs. 1 e 5)

Aumenta a indexação dos salários

A combinação de preços em alta, menor credibilidade do Banco Central e desemprego baixo pode aumentar a indexação dos salários, alertam especialistas. Muitas categorias já pleiteiam reajustes acima de 10%. Cenário dificulta controle da inflação. (Págs. 1 e 4)

Vinho mais caro

Imposto nada palatável

Mudança no ICMS dos vinhos deve elevar preço em até 50% às vésperas das festas de fim de ano, preveem empresários. (Págs. 1 e 41)

Elio Gaspari

Os cinco escândalos do PSDB citados por Dilma que eté hoje não deram em nada. (Págs. 1 e 18)

Merval Pereira

Marqueteiro americano foi pioneiro no uso da “propaganda negativa” para atacar adversários. (Págs. 1 e 4)

Dorrit Harazim

Retórica dos candidatos sugere soluções simplificadas para problemas amplificados. (Págs. 1 e 18)

Míriam Leitão

Como na obra de George Onwell, governo tenta reescrever a História recente do Brasil. (Págs. 1 e 42)

Editorial

Novo governo e as UPPs

O desafio é consolidar a nova política de segurança e não expandi-la sem bases firmes. (Págs. 1 e 18)

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Veja

Manchete: O doleiro fala

– A campanha presidencial de 2010 do PT levou dinheiro do petrolão;

– 28 deputados federais recebiam propinas mensais para apoiar o PT. (Pág. 1)

Eleições

Pela primeira vez em 25 anos, os indecisos vão definir quem será o presidente da República. (Pág. 1)

Visão 2030

O Brasil na encruzilhada entre a África e a Europa. (Pág. 1)

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Época

Manchete: Dilma vs Aécio – A eleição do vale-tudo

O clima de luta livre invade os debates, a campanha, as redes sociais – e divide o país.

E as propostas? – As ideias de Aloizio Mercadante e Arminio Fraga para a economia. (Pág. 1)

Ebola

O Brasil está preparado para enfrentar a ameaça do vírus? (Pág. 1)

Gays e divórcio

Como o papa Francisco tenta mudar a Igreja. (Pág. 1)

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ISTOÉ

Manchete: Você aceita isso?

Pesquisa IstoÉ/Sensus

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma. (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: Quatro anos depois…

O governo Dilma não cumpriu as metas do Plano Brasil Maior, de política industrial. Em vários pontos, como o investimento e o comércio exterior, houve retrocesso. Saiba por que os indicadores pioraram. (Pág. 1)

Gestão pública

Os pesados custos do aparelhamento do Estado pelos partidos. (Pág. 1)

Entrevista

“O ajuste tem de ser feito de forma gradual”, diz Armínio Fraga. (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Um mergulho nas águas do descaso

A história, os principais problemas e o que precisa ser feito para que o longo processo de degradação do Arroio Dilúvio, iniciado há mais de 50 anos, ganhe novo curso. (Págs. 1 e Sua Vida, 27 a 33)

Rumo ao Piratini: É isso mesmo, candidato?

Declarações de Sartori e Tarso em entrevistas são confrontadas com dados oficiais. (Págs. 1 e Notícias, 12 e 13)

Voto da discórdia: Separados pelas urnas

Polarização eleitoral tem se refletido em discussões acaloradas e rompimentos nas redes sociais. (Págs. 1 e Notícias, 14 e 15)

Os padrinhos são os ex-presidentes

Como FH e Lula estão atuando nos bastidores das campanhas de Aécio (PSDB) e Dilma (PT). (Págs. 1 e Notícias, 16 e 17)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Desmate da Amazônia na gestão Dilma volta a crescer

Alta em 2 meses é de 191% sobre 2013, diz ONG; governo segura dados até eleição

O desmatamento da Amazônia disparou. Dados da ONG Imazon mostram que em agosto e setembro a alta foi de 191% em relação ao mesmo período de 2013, relata Marcelo Leite. Considerado só o mês passado, o salto foi de 290% em 12 meses.

Um total de 838 km² de florestas, área equivalente a mais da metade da cidade de São Paulo, sofreu corte raso nesses dois meses, contra 288 km² em agosto e setembro do ano passado. As informações são colhidas com base em imagens de satélite. (Págs. 1 e Ciência, C8)

Auditoria vê descontrole no Pronatec, vitrine petista

Uma das vitrines eleitorais da presidente Dilma (PT), o Pronatec enfrenta quadro de descontrole, segundo auditoria da Controladoria-Geral da União.

A fiscalização diz que a falta de registro de alunos desistentes do programa para formar técnicos permite pagamentos indevidos a instituições. O governo nega falhas. Houve R$ 4,5 bilhões em transferências em 2013 e 2014. (Pág. 1 e Eleições 2014, 1)

Quem apostar na alta do dólar quebrará a cara, diz Mantega

De saída do governa no fim do ano, o ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que “vai quebrar a cara” quem apostar numa disparada do dólar e na queda da Bolsa como reação a uma vitória de Dilma Rousseff.

Ele criticou Armínio Fraga, que pode ser seu substituto caso Aécio Neves vença. Para Mantega, Armínio vem de um trabalho com banqueiros e adotará políticas que causarão recessão. (Pág. 1 e Mercado, B4)

TSE veta que Dilma critique aeroporto de Aécio na TV

O Tribunal Superior Eleitoral proibiu a campanha de Dilma Rousseff de exibir na TV propaganda que critica Aécio Neves pela construção de aeroporto em propriedade de parente. A decisão liminar diz que os programas devem ser “propositivos”. O TSE deu permissão ao PT para não divulgar seus programas com antecedência no site da corte. O PSDB estuda pedir a mesma dispensa. (Págs. 1 e Eleições 2014, 5)

Dependência por crédito do governo sobe nas empresas

Cresceu a dependência de empresas por linhas de crédito com juros subsidiados — controladas pelo governo. Estudo do BC mostra que esses empréstimos foram de 25% para 30% do total eram seis anos. Economistas criticam a forma de escolha dos financiados. (Págs. 1 e Mercado, B1)

José Antonio Dias Toffoli

Verba de empresa para campanha deve ter limite

É preciso ampliar e acelerar o debate sobre o financiamento da democracia. A cada eleição cresce a influência das doações de empresas para partidos e candidatos, o que é uma contradição, já que a cidadania e o voto não são exercidos por empresas, mas por cidadãos. (Págs. 1 e Opinião, A3)

Antonio Prata

Não, hoje eu não vou escrever sobre política

— Tem certeza de que não vai escrever sobre política?

— Absoluta.

— Por quê? Você não se interessa pelas eleições?

— Me interesso muito, o problema é esse. Fui instalado no caderno das eleições pra contribuir de forma “leve e divertida” com a cobertura, mas tá difícil achar leveza e diversão… (Págs. 1 e Eleições 2014, 2)

Editoriais

Leia “Desilusões”, acerca de propostas dos candidatos para a economia nos próximos quatro anos e das dificuldades que o eleitor enfrentará na área. (Págs. 1 e Opinião, A2)

EBC

Edição: Equipe Fenatracoop

Portal Cambé, site de informações e serviços de Cambé – PR.

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