Aumenta interesse em condomínios fechados nas cidades menores
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 14th setembro 2016

Fatores como a busca pela qualidade de vida e segurança estão entre as mais citadas pelas pessoas que desejam comprar sua casa própria. A dúvida entre adquirir um apartamento localizado em regiões centrais, consideradas mais seguras e movimentadas, entra em dissonância com o desejo de manter certas liberdades que somente uma casa oferece. Em apartamentos há a segurança, mas muitas vezes não há a liberdade para andarem nas ruas e socializar com os amigos, embora muitos ofereçam opções como o playground. A violência parece confinar a todos em suas próprias residências.

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Diante deste cenário, são muitos os que estão cada vez mais buscando alternativas que unam a segurança mantendo a liberdade em condomínios fechados. Esse movimento já é observado em grandes cidades, com construtoras investindo em unidades na região metropolitana. A tendência começa também a invadir as cidades pequenas. Os clientes das cidades menores tem um diferencial com relação aos das grandes embora a violência seja também o cerne do problema: muitos buscam sair de locais isolados, mas manter vínculos já conhecidos como a busca pela convivência com vizinhos e a tranqüilidade de ir e vir. Os empreendimentos oferecem dessa forma uma maneira de manter laços em segurança, mas muitos já enxergam tal tendência como uma forma de segregação social.

De qualquer maneira, a busca por condomínios horizontais cresceu muito nos últimos dez anos. Mas qual seria a melhor maneira de escolher sua residência dentre as tantas oferecidas pelo mercado? O site www.agenteimovel.com.br dá algumas dicas para ajudar na escolha. Uma delas é observar as características do local, analisando as opções de lazer oferecidas como sala de jogos, sala de festas, quadra de esportes, piscinas, playgrounds e área verde. Como a segurança é item primordial, deve-se procurar saber como funciona seu sistema e monitoramento, observando se os extintores e sinalização estão dentro das normas. Como a convivência, é preciso também saber sobre horários e regras de funcionamento das áreas em comum, verificando sempre se elas atendem às suas necessidades e da sua família.

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