Fêmeas do Aedes aegypti transmitem doenças como dengue e zika por meio da picada em seres humanos. Insetos geneticamente modificados podem reduzir a quantidade de larvas. Crédito: Divulgação / Portal Brasil/ em: http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/%E2%80%98aedes-do-bem%E2%80%99-liberado-pela-ctnbio-ajuda-a-combater-o-mosquito-da-dengue;jsessionid=1CD7C5D68ECE6E2EA95796A13A8E7405

As constantes chuvas ocorridas no Paraná nas últimas semanas aliadas às temperaturas elevadas exigem mais cuidado com o Aedes aegypti. O mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya utiliza focos de água parada para se reproduzir. Portanto, é necessária a vistoria constante de quintais das residências, empresas e outros locais para eliminar qualquer acumulo de água que possa facilitar o desenvolvimento do vetor.

”Não cansamos de reforçar que a melhor maneira de evitar a dengue e as outras doenças que também podem ser transmitidas pelo Aedes é por meio da eliminação de possíveis criadouros para o mosquito. Nosso apelo se estende a toda população do Estado para que cuidem de suas casas e alertem vizinhos e colegas sobre a situação”, fala a superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, Júlia Cordellini.

De acordo com o coordenador da Sala de Situação em Saúde da Secretaria, Raul Bely, a situação está sob controle no Estado, mas os cuidados não devem parar. De agosto de 2017 até esta terça-feira (16), foram confirmados 385 casos. No mesmo período, foram registrados sete casos de chikungunya e nenhum de zika. Desde o início de 2017 também não foi registrada nenhuma morte pelas doenças no Paraná.

Os municípios com maior número de casos confirmados são: Maringá (141), Foz do Iguaçu (39) e Cambé (20). Os municípios de Tamboara e Itaipulândia têm as maiores incidências do vírus, apresentando de 100 a 300 casos a cada 100 mil habitantes. “Com o calor, o mosquito também se desenvolve mais rápido. Por isso a limpeza dos jardins, varandas e qualquer espaço aberto deve ocorrer, no mínimo, a cada sete dias. Em 10 minutos já é possível eliminar os criadouros e evitar que a dengue esteja em sua própria casa”, ressalta Bely.

Com Agência Estadual de Notícias

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