Faltando mais de um ano para a votação, o cenário político paranaense vem sofrendo importantes movimentações nas últimas semanas. Sem esconder o interesse pelas vagas na disputa, Osmar Dias (PDT), Ratinho Junior (PSD) e Cida Borguetti (PP) estão percorrendo os municípios e procurando lideranças – em busca de visibilidade eleitoral e de apoio político.As informações são do Metro/Curitiba.

Hoje Ratinho Junior (PSD) deve anunciar oficialmente a sua saída do cargo de Secretária Estadual do Desenvolvimento Urbano. Sem guerra aberta, ele promove um movimento de afastamento do governo Beto Richa (PSDB), reassumindo a cadeira de deputado estadual. Ratinho foi o candidato mais votado em 2014, com 300 mil votos, e será o principal nome do PSD na Casa. Somada ao PSC, seu partido original, a bancada conta com 14 deputados.

Também velho conhecido dos paranaenses, Osmar Dias é outro nome que parece ter caminho aberto para a disputa. Na última semana ele recebeu um convite oficial para ingressar no PHS, “para que venha a ser candidato ao governo”, afirmou o deputado federal Diego Garcia, principal nome da agremiação no Paraná.

Osmar está no PDT, partido no qual mantém o apoio de Gustavo Fruet. Na última quinta-feira ambos estiveram juntos em Mandirituba “para construir uma agenda metropolitana no Paraná”, segundo Fruet.

Osmar diz que ainda aguarda a reforma política para definir seu partido em 2018. Uma das prioridades, segundo define, é a possibilidade de apoiar a candidatura de Álvaro Dias à presidência, pelo Podemos.

Já o apoio do grupo político do governador Beto Richa está cada vez mais perto da vice, Cida Borghetti – especialmente com a saída de Ratinho do governo. Na última semana ela ocupou interinamente o cargo, período que aproveitou para intensa agenda com prefeitos no interior.

Cida ainda depende, no entanto, da definição do futuro político de Richa. Caso ele pretenda disputar o Senado terá que deixar o cargo em abril, abrindo espaço para Cida. Para se viabilizar ao pleito, ela conta com o apoio do seu marido, o ministro Ricardo Barros, além da forte base política em Maringá.

(Com informações do Palavra Livre)

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