O Governo Federal vai investir R$ 4,5 bilhões aolongo dos próximos quatro anos em ações de fortalecimento da rede de prevenção,diagnóstico e tratamento do câncer de mama e do câncer de colo de útero. Anotícia, anunciada nesta semana pela presidenta Dilma Rousseff, foi recebidacom entusiasmo pela senadora Gleisi Hoffmann (PT). “Fico muito feliz ao ver quea presidenta Dilma deu prioridade a um compromisso que assumiu durante a suacampanha de olhar com mais atenção para a saúde da mulher”, destacou.
Os recursos, que compõem a Política Nacional deAtenção Oncológica, serão aplicados, até 2014, no fortalecimento da atençãoprimária e da rede ambulatorial e hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS) eem campanhas de informação e conscientização à sociedade. Quando detectadosprecocemente, estes tipos de câncer apresentam elevados potenciais de sobrevidae possibilidade de cura.

Para Gleisi, a iniciativa doGoverno Federal é de extrema importância porque garante acesso aos exames principalmenteàs mulheres de baixa renda. “Precisamos facilitar o processo e oferecer maiorconhecimento sobre o exame e a doença”, diz.

Segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer(Inca), neste ano, o país terá aproximadamente 18,5 mil novos casos de câncerde colo do útero e 49,2 mil de câncer de mama. O orçamento do Ministério daSaúde deste ano destina R$ 261,679 milhões a ações de prevenção de câncer.
CÂNCER DE MAMA

Um dos focos dofortalecimento da rede é a melhora da qualidade das mamografias. Em todo opaís, o SUS mantém em funcionamento 1.645 mamógrafos com comando simples,usados para detectar os nódulos, dos quais 50,87% estão abaixo de suacapacidade de realização de exames.

Para reverter este quadro e monitorar permanentemente a qualidade dosmamógrafos, será criada uma força-tarefa, com participação do governo federal,dos estados e dos municípios. Será instalado também um grupo de trabalho paradefinir parâmetros e critérios de avaliação do desempenho destes equipamentos,com participação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), do Inca,do Colégio Brasileiro de Radiologia e das Vigilâncias Sanitárias nos estados emunicípios.

O programa prevê a implantação de 50 centros para atendimentos em mastologia ouginecologia, que acelerarão o início do tratamento após a confirmação dodiagnóstico. A localização destes centos será definida entre o ministério e osestados, priorizando as regiões onde é menor o acesso.

No tratamento, o programa visa reduzir o déficit por assistência especializada,com a estruturação, até 2014, de 32 novos serviços avançados em hospitaishabilitados para o tratamento oncológico e a substituição de equipamentos em 48hospitais.

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