Manchete dos Jornais desta segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 14th setembro 2015

Drones terão de manter 30 metros das pessoas
Além de terem de permanecer a um raio de 30 metros de pessoas, os drones de pequeno porte terão altitude limitada a 200 pés (60 metros) do nível do solo. As medidas estão previstas na proposta de regulamentação apresentada pela Anac. As multas em caso de violação podem variar de R$ 800 a R$ 30 mil.


O Globo

Manchete:Dilma determina corte de R$ 20 bi nas despesas
Fazenda e Planejamento divergem sobre congelamento de salários de servidores
Proposta de reajuste zero, que economizaria R$ 15 bi, é uma das dez sugestões do Ministério da Fazenda para reduzir gastos
Após um fim de semana de reuniões com ministros para discutir formas de cobrir o déficit de R$ 30,5 bilhões no Orçamento de 2016, a presidente Dilma determinou uma redução de R$ 20 bilhões nas contas do governo, preservando os programas sociais de novos cortes. Há, porém, divergência quanto a uma das 10 propostas apresentadas pelo ministro da Fazenda. Joaquim Levy defende reajuste zero para os servidores, o que geraria economia de R$ 15 bilhões, mas o Ministério do Planejamento é contra. Entre outras sugestões, estão a volta da CPMF e mudanças na cobrança de outros impostos. (Pág. 3)

Crise no país afeta América Latina (Pág. 17)

Arrecadação cai com greve de auditores (Pág. 18)

Apreensões de fuzis sobem 31,5%
O número de fuzis apreendidos de janeiro a agosto deste ano no Rio pela PM cresceu 31,5% em relação a 2014. Especialistas criticam a falta de fiscalização nas fronteiras e as falhas de investigação, que facilitam a entrada de armas. (Pág. 6)

Ancelmo Gois: Detenções no Rio
Mais de 50% das prisões em flagrante são ilegais. (Pág. 10)

Crise hídrica: São Francisco em seca histórica
A seca do Rio São Francisco já dura dois anos e é a mais grave do último século. No Norte de Minas Gerais, um dos cinco estados que estão em sua trajetória, já é possível cruzar o leito a pé, informa André Miranda. (Pág. 4)


O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma amplia corte, mas só vai zerar déficit com imposto
Meta de redução de gasto sobe de R$ 15 bilhões para R$ 20 bilhões; ideia de congelar salário de servidor é descartada
Em nova rodada de reuniões, a presidente Dilma Rousseff decidiu ontem elevar de R$ 15 bilhões para até R$ 20 bilhões a meta de redução de gastos. Mais adiante, o plano é aumentar alíquotas de impostos já existentes para zerar o déficit de R$ 30,5 bilhões previsto no Orçamento de 2016. Esse arranjo abriria caminho no Congresso para negociar a criação de tributos e atingir superávit primário de 0,7% do PIB. Durante as discussões no fim de semana, a equipe econômica chegou a sugerir o congelamento dos salários dos servidores. Por ora, a ideia não será levada adiante. Na reunião de ontem, com Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil), Dilma descartou a ideia de “zerar” o déficit só com os cortes de gastos porque “pararia a máquina pública”. Por isso, o governo insistirá na elevação de alíquotas e na recriação de impostos, no valor estimado de até R$ 10 bilhões. (Política A4)

‘Pauta-bomba’ de R$ 283 bi
Formada por 19 projetos em tramitação no Congresso, a “pauta-bomba” pode impactar as contas públicas em ao menos R$ 283,8 bilhões em cinco anos, contando aumento de despesas e perda de receita. (Pág. A5)

‘É obrigatório enfrentar a incerteza’, afirma Levy
Em artigo para o Estado, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, diz que é preciso enfrentar a incerteza que afeta a disposição das empresas em investir. Para Levy, o País precisa de reformas que assegurem a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo, a começar pela discussão do Orçamento de 2016. “Sabemos para onde queremos ir”, diz. “Esse caminho só se realizará com segurança fiscal.” (Economia B4)

Entrevista: João Carlos Brega, presidente da Whirlpool América Latina
‘Não tem espaço para aumentar tributo’
Para executivo, Brasil vive crise de credibilidade e saída não é aumentar imposto. “Como qualquer empresa, o ajuste tem de ser pela despesa. Não tem milagre, a equação de impostos chegou ao limite.” Ele lembra que a carga fiscal é de quase 40% do PIB e, se o tributo subir, a receita cairá. Em vez de imposto provisório, defende “redução de despesa provisória”. (Economia B1 e B3)

Lei oficializa doação oculta de campanha política
A reforma política aprovada na Câmara prevê que todo financiamento empresarial de campanha seja feito por meio de doações ocultas. Pela nova regra, é impossível estabelecer vínculo entre empresas que doam e políticos financiados por elas. (Política A7)

Bogotá acusa Caracas de violar espaço aéreo (Internacional A9)

Caderneta de poupança perde da inflação (Economia B8)

O preço da doação eleitoral
Empresa não vota e, portanto, não deve influenciar quem detém o direito ao voto. (Pág. A3)

Dilma, pedalada e eleição
Somente depois das eleições, o eleitor foi informado de que havia um déficit previsto de R$ 20 bi. (Pág. A3)


Estado de Minas

Manchete: A redescoberta de Belo Horizonte
A terceira edição da Virada Cultural mostrou que BH tem vocação para promover eventos em seus espaços públicos. E semrestrição dehorário. Durante 24horas, danoite de sábado à de ontem,ruas e praças receberamcerca de 500milpessoas emcentenas de atrações. Em plena madrugada, a capital fervilhava com cadeiras de praia na Savassi, toalhas nos gramados do Parque Municipal, lounge no Viaduto Santa Tereza e samba na Praça Sete. Até a área boêmia da Rua Guaicurus, no Centro, foi ocupada, com funk,desfiles e performances pelo respeito à diversidade sexual,tudo com muita tranquilidade.Mas tambémocorreram assaltos e arrastõespontuaisna regiãoda Savassi,indicandoa necessidadede reforçona segurança.A programação prosseguiu durante todo o dia de ontem com muita música,dança, teatro, circo e eventos inusitados, como uma corrida de carrinhos de rolimã. Pág. 17,18 e 22

PLANALTO
Corrida para tentar evitar impeachment
A presidente Dilma passou o sábado e ontem em reuniões com ministros, principalmente da área econômica, para anunciar um pacote de corte de gastos e aumento de arrecadação. O objetivo é ordenar as contas e ganhar fôlego para tentar conter o avanço das articulações pelo impeachment. Pág. 3

Tempestade faz estragos na capital
Quedas de árvores e de muros de arrimo, alagamentos, carro arrastado para dentro de córrego e corte de energia. Temporal com ventos de até 63km/h causou transtornos. Faltou luz nas regiões da Pampulha e Venda Nova e em bairros de Betim, Contagem e Santa Luzia. Pág. 20


Gazeta do Povo

GOVERNO DO PARANÁ
Manchete: Projeto de Richa eleva imposto sobre herança e doações acima de R$ 375 mil
Anunciada como medida de redução do imposto sobre heranças e doações, a proposta do governo do Estado para mudar a cobrança do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Bens e Direitos (ITCMD) aumenta a tributação de bens com valores acima de R$ 375 mil. Em contrapartida, pessoas que herdarem ou receberem doações abaixo desse valor terão redução de imposto em relação ao que ocorre hoje ou continuarão pagando a mesma quantia. O governo argumenta que a atual tabela é injusta, ao taxar linearmente as transações em 4%. Contrárias ao projeto, entidades do setor produtivo paranaense criticam a medida.

CRISE
Alemanha fecha cerco a imigrantes
Menina síria (foto) na estação ferroviária de Schoenefeld, a sul de Berlim, na Alemanha. Com o aumento da chegada de refugiados, o governo alemão decidiu ontem restabelecer o controle temporário de entrada de estrangeiros em sua fronteira com a Áustria. A companhia ferroviária austríaca ÖBB anunciou a suspensão do tráfego entre os dois países. Seguindo a decisão alemã, a República Tcheca anunciou que vai reforçar o controle de passaportes na fronteira com a Áustria.

CONTAS PÚBLICAS
União venderá imóveis para aumentar receita
Com as contas no vermelho, o governo Dilma Rousseff quer acelerar a venda de 699 imóveis e terrenos do patrimônio público entre este ano e 2016. O plano foi divulgado pelo ministério do Planejamento no fim de agosto e pretende arrecadar R$ 1,7 bilhão para contribuir com a reestruturação fiscal. + Patrimônio da Rede Ferroviária Federal ainda aguarda um destino final.

SAÚDE PÚBLICA
Intervenção dá novo fôlego ao Evangélico
Nove meses após a intervenção, o ambiente no Hospital Evangélico ainda é de crise, mas a ameaça de a instituição fechar as portas está afastada. O pronto-socorro não parou em 2015 e as contas começaram a entrar nos eixos. O médico Fabrício Hito deixou o cargo de interventor neste mês. O substituto será nomeado em 30 dias.

REGULAMENTAÇÃO
Drones terão de manter 30 metros das pessoas
Além de terem de permanecer a um raio de 30 metros de pessoas, os drones de pequeno porte terão altitude limitada a 200 pés (60 metros) do nível do solo. As medidas estão previstas na proposta de regulamentação apresentada pela Anac. As multas em caso de violação podem variar de R$ 800 a R$ 30 mil.


Zero Hora

Manchete: Dilma corta despesas e reage a impeachment
Em resposta à perda do selo de bom pagador, governo planeja reduzir ao menos R$ 20 bilhões nos gastos. Em outra frente, monta tática para barrar pedidos de impedimento da presidente que aguardam análise na Câmara. (Págs. 10, 12, 13, 25, 26 e 27)

Segurança pública: Brigada tem menor efetivo em 33 anos (Págs. 8 e 9)

Senegalês é atacado no RS
Ele sofreu queimaduras quando dormia na rua, no centro de Santa Maria. (Págs. 16 e 17)


Folha de S. Paulo

Manchete: Dilma projeta fazer cortes de mais de R$ 22 bilhões
Anúncio será feito hoje, e programas sociais também poderão ser atingidos
A presidente Dilma Rousseff (PT) prepara um corte superior a R$ 22 bilhões nas despesas do governo federal como forma de evitar o agravamento da crise econômica.

Programas sociais também devem ser atingidos pela redução proposta.
O anúncio, que será feito nesta segunda-feira (14), é a primeira resposta do Palácio do Planalto às cobranças do mercado financeiro por ter enviado ao Congresso um Orçamento com deficit de R$ 30,5 bilhões para2016.

Segundo a Folha apurou, o governo também vai propor aumento de impostos e redução de subsídios e isenções fiscais. A proposta foi definida após reuniões com ministros no fim de semana.

Neste primeiro anúncio, a União venderá terrenos e imóveis, fará leilão de apartamentos funcionais, revisará contratos, diminuirá secretarias, diretorias e cargos comissionados. No último dia 9, a agência Standard &Poor’s tirou o selo de bom pagador do país, agravando a crise. (Poder A5)

PSDB discute seu papel em eventual governo Temer
Com o agravamento da crise no governo, aliados de Michel Temer (PMDB) intensificaram os contatos com a oposição, e o PSDB já discute que papel exercer caso Dilma saia e o vice assuma.
O partido vê necessidade de um pacto para dar sustentação no Congresso à nova gestão, com a contrapartida de Temer não tentar a reeleição, e se divide em relação a ocupar ministérios. (Poder A4)

Mesmo em crise, USP se mantém em 1°
A USP ampliou sua liderança no Ranking Universitário Folha, a mais extensa avaliação da qualidade de instituições de ensino superior do país, que chega neste ano à4a edição. Ainda na graduação, faculdades particulares ultrapassaram universidades públicas em alguns cursos. (Caderno especial)

Unifesp tem a pior queda entre as primeiras (Pág.13)

Moda desbanca filosofia e estreia no ranking (Pág.28)

Ex-secretário de Lula aborda em livro a gênese do mensalão (Ilustrada C1)

Gregorio Duvivier
A maconha já está descriminalizada; a pobreza é que não
Na luta pela descriminalização, postei uma selfe com um baseado apagado. Por que não vou preso? Cadê a polícia aqui na porta? Cadê meu esculacho? Quando você sair do armário, verá que a maconha já está descriminalizada. O que continua criminalizada é a pobreza. (Ilustrada C5)

Entrevista da 2ª: Ricardo Montezuma
Prioridade deve ser dos pedestres, não de ciclistas
O urbanista colombiano Ricardo Montezuma defende as ciclovias, mas diz que uma boa política pública para a bicicleta deveria começar com condições para pedestres, que devem ter prioridade sobre os veículos, inclusive as bikes. (Pág. A12)

EDITORIAIS
Leia “Operação de guerra”, a respeito de deterioração financeira da Petrobras, e “Problema mundial”, acerca de crise envolvendo refugiados. (Opinião A2)


Edição: Equipe Fenatracoop, 14 de Setembro de 2015, ás 08:15

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