No vermelho, maioria dos Estados terá ano de aperto

Os maiores déficits são de Rio de Janeiro (governo do PMDB), com R$ 7,3 bilhões negativos, e Paraná (PSDB), deficit de R$ 4,6 bilhões. Pelo programa do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para reequilibrar as contas públicas os Estados deveriam obter neste ano superavit de R$ 11 bilhões. Isso equivale a 17% dos R$ 66 bilhões de ajuste previstos para o setor governamental. Planalto e governos estaduais temem que aumente a resistência aos cortes, como ocorreu no Paraná…

Crise derruba salários e vagas no setor de óleo

Crise generalizada derruba salários e vagas no setor de óleo e gás
% no número de vagas para a área e um recuo médio de 30% nos salários de média e alta gerência. Presente em 36 países, a Michael Page é especializada…

O Globo

Manchete: Lava-Jato; Barbosa sugere a Dilma demitir Cardozo (pág. 5)

Ricardo Noblat

De promessas vãs fez-se o desengano

O Grêmio Escola de Samba O Povo Unido Jamais Será Vencido saúda este mui nobre e tropical ajuntamento e pede passagem. Não esperem um desfile de luxo, não mesmo. Afinal, foi- se o tempo do carnaval patrocinado por bicheiros, empresas privadas e estatais. Tem ditador africano capaz de meter a mão no bolso e financiar escola que cante as belezas do seu país. Mas isso é como acertar a mega-sena acumulada .

George Vidor

Economia ficou sem alavancas no curto prazo, mas real desvalorizado pode ajudar a mudar esse quadro. (Pág. 16)

Editorial

Um Cavalo de Troia

Tema em discussão : A política dos conselhos populares

Participação popular em decisões de governo não é tema a ser tratado por decreto-lei. (Pág.12)

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O Estado de S.Paulo

Manchete: 

Crise derruba salários e vagas no setor de óleo

Crise generalizada derruba salários e vagas no setor de óleo e gás
% no número de vagas para a área e um recuo médio de 30% nos salários de média e alta gerência. Presente em 36 países, a Michael Page é especializada…

Dinamarca mata suspeito de ataques

Com Fies, mensalidade fica mais cara

Blocos levam 500 mil ás ruas do Rio

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Zero Hora

Manchete : Ano letivo abre com falta de professores

Governo estima carência de até mil docentes em algumas disciplinas. Cpers fala em 10 mil e assegura que o problema é generalizado. (Notícias | 8 e 9)

STF manda soltar réu do caso das ações da ex-CRT

Maurício Dal Agnol estava preso em Passo Fundo desde setembro. (Notícias | 15)

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Folha de S. Paulo

Manchete : No vermelho, maioria dos Estados terá ano de aperto

Entre 27 governos, 18 fecharam 2014 com déficit, fato inédito desde 2000

Levantamento da Folha revela que 18 dos 27 governadores fecharam 2014 com as contas no vermelho, sem receitas suficientes para pagar pessoal, custeio, programas sociais e investimentos. Desde a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal, em 2000, nunca houve tantos Estados nessa condição. Em 2011, apenas dois deles tiveram saldos negativos. O deficit total foi de R$ 13,2 bilhões, segundo metodologia do Banco Central (ou R$ 11,7 bilhões, de acordo com os balanços locais). Os maiores deficits são de Rio de Janeiro (governo do PMDB), com R$ 7,3 bilhões negativos, e Paraná (PSDB), deficit de R$ 4,6 bilhões. Pelo programa do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para reequilibrar as contas públicas os Estados deveriam obter neste ano superavit de R$ 11 bilhões. Isso equivale a 17% dos R$ 66 bilhões de ajuste previstos para o setor governamental. Planalto e governos estaduais temem que aumente a resistência aos cortes, como ocorreu no Paraná. (Poder A4)

Agenda de ministro da Justiça omite compromissos

Apesar de José Eduardo Cardozo dizer que sua agenda está na internet, há omissão sobre 80 dias desde a deflagração da Lava Jato. Encontros de Cardozo foram criticados. Houve problema técnico, disse ele. Em rede social, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa defendeu a saída de Cardozo. (Poder A6)

Dólar turismo chega a R$ 3 e faz brasileiro rever plano de viagem (Mercado A10)

Leão Serva

Novos ônibus de São Paulo serão menos poluentes

Os ônibus municipais contratados pela prefeitura após a licitação a ser iniciada em março terão de ser, a partir de 2018, elétricos, híbridos e movidos a etanol ou biodiesel, e não a combustível fóssil )gasolina, óleo ou gás). Novos articulados deverão ser não poluentes já ao entrar em operação. (Cotidiano B2)

Vinicius Mota

‘Distritão’ proposto por PMDB merece receber atenção (Opinião A2)

Ditadura no Rio

Patrocínio de líder africano vira maior polêmica da Sapucaí (B1)

Editoriais

Leia “Energia em dia”, sobre custo do atraso em obras de usinas elétricas, e “Aprender com o erro”, acerca de evolução da epidemia de ebola na África. (Opinião A2)

 

EBC

 

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