Manchete dos Jornais deste domingo, 12 de julho de 2015
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 12th julho 2015

Crise corta renda e muda hábitos de consumo
Pressionados pela inflação, queda de renda e aumento do desemprego, brasileiros mudam hábitos de consumo para adequar o orçamento às despesas do dia a dia. Em pesquisa do Data Popular, 88% dos entrevistados afirmaram sentir a crise e 84% disseram ter cortado gastos com lazer e reduzido a lista do supermercado…


O Globo

Manchete: Nem lei consegue impedir tortura no país
Crime é praticado por agentes do Estado, traficantes, milícia e cidadãos comuns
Especialistas dizem que há subnotificação e que muitos casos ainda são registrados como lesão corporal ou maus-tratos, que têm penas mais brandas
Dezoito anos após a criação de lei específica para punir a tortura, o crime persiste em quartéis, delegacias e prisões, revelam ANTÔNIO WERNECK, BARBARA MARCOLINI e VERA ARAÚJO. Levantamento mostra que 699 processos por essa prática chegaram à Justiça do Rio desde 2005. Entre os acusados, estão agentes do Estado, bandidos e cidadãos comuns. De 219 ações julgadas, 90% (197) resultaram em condenação. Na Justiça Militar, casos de tortura são julgados como maus- tratos e lesão corporal. (Págs. 12 e 13)

País tem 1,6 milhão expulsos de casa
Pesquisa do Instituto Igarapé revela o tamanho e as causas de um drama social silencioso: o deslocamento forçado
O Brasil deve chegar a 2016 com pelo menos 1,6 milhão de deslocados — pessoas forçadas a deixar suas casas devido a desastres naturais, violência e obras de infraestrutura. Apesar da dimensão do drama, constatado por pesquisa divulgada na Universidade de Oxford, o país não tem legislação sobre o problema. (Pág. 3)

Lava-Jato: PF fecha cerco a firma de Dirceu
A PF incluiu a JD Consultoria, do ex-ministro José Dirceu, na lista de 31 empresas suspeitas de lavar dinheiro em contratos das obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Segundo a PF, um consórcio usou as empresas para elevar o valor da obra em R$ 650 milhões. (Pág. 10)

Lição do PMDB: Os dez mandamentos para fazer um sucessor (Pág. 6)

Peso no bolso: Inflação em serviços não cede (Págs. 29 e 30)

Elio Gaspari: Um teste para se saber quem tem o DNA golpista (Pág. 7)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo planeja ir ao STF caso TCU rejeite suas contas
Argumento seria o de que o relator, Augusto Nardes, tem declarado voto antes do julgamento do processo
Caso perca a votação no Tribunal de Contas da União (TCU) em processo que avalia as contas federais de 2014, o governo pretende ir ao Supremo Tribunal Federal para tentar anular o julgamento com base em declarações públicas do ministro Augusto Nardes, informam Fábio Fabrini e João Villaverde. Relator do caso, Nardes teria dado indicações prévias de seu voto. Embora não integrem o Judiciá-rio, os ministros do TCU estão sob a égide da Lei Orgânica da Magistratura, que proíbe que um magistrado antecipe seu voto ou mesmo emita opinião sobre processos pendentes. No momento, esse plano é considerado “alternativo” pelo governo, que também quer evitar o tema no Congresso. A prioridade agora é apresentar defesa ao tribunal e conseguir aprovação do Balanço Geral da União de 2014. O TCU apontou distorções de R$ 281 bilhões nas contas, entre elas as chamadas pedaladas fiscais. O Estado não conseguiu falar com Nardes, que está em férias. (Pág. Política/A4)

Recesso para esfriar a crise
Sob pressão, a presidente Dilma Rousseff vive os momentos de maior solidão no poder, revela Vera Rosa. Agora, o governo conta com o recesso no Congresso para esfriar a crise. (Pág. A6)

Ibope confirma tese de Lula sobre estar no “volume morto”
Pesquisa Ibope realizada na segunda quinzena de junho mostra que, se disputasse hoje eleição presidencial contra Aécio Neves (PSDB), Lula venceria apenas no eleitorado de menor renda e escolaridade, e em áreas geográficas que tradicionalmente votam no PT, relatam Daniel Bramatti e José Roberto de Toledo. Num eventual segundo turno, Aécio venceria por 48% a 33%. Se o adversário fosse Geraldo Alckmin, haveria empate técnico: 40% para o tucano e 39% para o petista. O lulismo, além de menor, está concentrado na população mais pobre. (Pág. Política A7)

STF nega liminar contra PEC que reduz maioridade
O ministro Celso de Mello, do STF, negou pedido de liminar para suspender a votação da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, aprovada em primeiro turno pela Câmara. Pedido foi feito por 102 parlamentares contrários à decisão. (Pág. Metrópole A19)

Dívida do Tesouro com BB chega a R$ 16,4 bilhões
A dívida do Tesouro Nacional com o Banco do Brasil cresceu 1.692% em dez anos, saindo de R$ 919,6 milhões para os atuais R$ 16,4 bilhões. No governo Dilma Rousseff, a partir de 2011, o avanço desse passivo foi de 182%. (Pág. Economia B1)
Crise força jovens a sair atrás de emprego (Pág. Economia B3)

Demanda por etanol dá ânimo a usinas (Pág. Economia B8)

Bruxelas reage com cautela à proposta da Grécia
Reunidos em Bruxelas, ministros das Finanças da zona do euro reagiram ontem com cautela à proposta de ajuda econômica feita pela Grécia. Autoridades europeias estimam que o país precisa de € 74 bilhões em recursos. (Pág. Economia B7)

País ignora lei que quer reformar
País descumpre ECA, que volta ao Congresso. Na Fundação Casa, a maioria dos internos foi criada sem pai. (Pág. Metrópole A18)

Pedro S. Malan: Narrativas – modo de usar
A narrativa lulopetista, que nunca foi considerada verdadeira por parte expressiva da população, deixou de ser verossímil para a grande maioria. (Pág. Espaço Aberto A2)

Notas & Informações
Um apelo à unidade nacional
Michel Temer prestará bom serviço ao País se neutralizar propostas legislativas retrógradas. (Pág. A3)

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Gazeta do Povo

SUCESSÃO ANTECIPADA
Debate sobre impeachment rouba a cena no Congresso
Queda da presidente domina pronunciamentos no plenário da Câmara dos Deputados. Nos bastidores, fala-se mais do futuro governo do que dos motivos para as mudanças
CONJUNTURA
Crise corta renda e muda hábitos de consumo
Pressionados pela inflação, queda de renda e aumento do desemprego, brasileiros mudam hábitos de consumo para adequar o orçamento às despesas do dia a dia. Em pesquisa do Data Popular, 88% dos entrevistados afirmaram sentir a crise e 84% disseram ter cortado gastos com lazer e reduzido a lista do supermercado
TECNOLOGIA
Tablets perdem espaço e têm futuro incerto
Com apenas cinco anos de existência, os tablets já começam a ter o futuro questionado. A venda desses aparelhos caiu 20% no primeiro trimestre deste ano, e a previsão é de que o encolhimento chegue a 15% em 2015. O grande desafio é enfrentar a preferência pelos smartphones de tela grande
VISITA AO PARAGUAI
No Paraguai, papa fala de problemas da imigração
Em Assunção, o papa Francisco disse neste sábado que muitos jovens migram atrás de promessas de prosperidade, mas que “não há oportunidades para todos”. Milhares de brasileiros viajaram para ver o Pontífice
O DIA ANTES DO FIM
Quarenta anos da manhã que mudou o Paraná
A Geada Negra, de 18 de julho de 1975, alterou em definitivo a economia, a geografia e a cultura do Paraná. Os cafezais – “ouro verde” que movia o estado – foram torrados pelo gelo e a soja tomou a dianteira do mercado agrícola. Na foto, Samuel Faustino Romero Sanches Filho no galpão que guarda as marcas dos tempos áureos do café, em Londrina
PESQUISA
Simpatia na mesma, estresse nas alturas
Pesquisa mostra que nada mudou no humor do curitibano nos últimos anos. Mais moderno e vaidoso, morador da cidade vive estressado
AUTOMÓVEIS
O luxo da s10
Chevrolet lança a linha 2016 da picape S10 com quatro versões inéditas. O destaque é a High Country, modelo luxuoso que passa a ocupar o topo da linha e chega ao mercado neste mês com preço de R$ 163,8 mil. As outras novidades do lançamento são a FreeRide (R$ 95,3 mil), Advantage e Chassis Cab

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Veja

Manchete: A insustentável leveza
Sem apoio popular e do Congresso, o governo Dilma flutua em um ambiente de incerteza, enquanto as suspeitas de corrupção chegam perigosamente perto do Planalto. (Pág. 1)

As cascas de banana no caminho do Juiz Moro (Pág. 1)
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Época

Manchete: A guarda do Palácio
Pode não parecer, mas é o PMDB de Renan, Temer e Eduardo Cunha que protegerá Dilma da ameaça do impeachment. (Pág. 1)
Pancadão: Será que o Brasil resiste à crise? (Pág. 1)

Música de elevador: Os tucanos sacodem as penas, mas não bicam (Pág. 1)
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ISTOÉ

Manchete: O brasileiro no limite da paciência
Desemprego em alta, inflação sem controle, uma sucessão de escândalos de corrupção e a incapacidade do governo diante de tudo isso provocam uma insatisfação geral e o desejo de mudanças. (Pág. 1)

Exclusivo: Como a Polícia Federal vai investigar a campanha de Dilma (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: O contra-ataque do varejo
Vale tudo para driblar a pior crise do comércio em 12 anos. Conheça as estratégias de vendas e de gestão de empresas como Walmart, Centauro, CVC, Magazine Luiza e Riachuelo para se esquivarem da recessão. (Pág 1)

Gestão: Por que a crise será educativa para a geração Y (Pág. 1)

Economia: Risco político cresce e paralisa investimentos (Pág. 1)

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Carta Capital

Manchete: O desafio da Grécia
As consequências geopolíticas do NÃO à austeridade.
CELSO AMORIM: Semelhanças entre a China e a Alemanha. (Pág. 1)

Editorial/Ficção: Um estadista enfrenta a crise para evitar o suicídio coletivo. (Pág. 1)

Lava Jato: Pedro Barusco, o mais detalhista e eficiente delator (Pág. 1)

MP do Futebol: A Bancada da Bola derruba as mudanças mais profundas (Pág. 1)
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Zero Hora

Manchete: Matopiba – O Nordeste que fala tchê
Historicamente castigada pela pobreza e falta de perspectivas, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia transformou-se em uma terra de prosperidade com a migração de agricultores do Sul- a maioria gaúchos. Depois de enfrentarem medo, resistência e condições precárias, produtores fizeram nascer a nova fronteira agrícola brasileira. (Pág. Caderno Especial)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Dilma poupará R$ 12 bi com nova regra de aposentadoria
Congresso ainda precisa aprovar mecanismo, que gera economia até 2030
Dados obtidos pela Folha mostram que a nova fórmula de cálculo das aposentadorias do INSS garantirá ao governo Dilma economia de R$ 12,2 bilhões até o final do mandato. Editada como medida provisória, ela precisa ainda de aval do Congresso.
A chamada regra 85/95, mecanismo alternativo ao fator previdenciário, também beneficiará sucessores da presidente petista. A redução das despesas com o pagamento de aposentadorias deve chegar a RS 26 bilhões entre 2019 e 2022.
Essa fórmula, que adota a soma da idade e do tempo de contribuição (85 para mulheres e 95 para homens), evoluirá até 90/100 em sete anos com base na expectativa de vida. Contrárias à progressividade, centrais sindicais atuarão para derruba-la.
O ministro Carlos Gabas (Previdência) disse que tentará convencer o Congresso a aprovar a MP como está. O modelo progressivo dá ao país alívio nas contas do setor pelos próximos 15 anos. A partir de 2031, ele gerará gastos extras. (Pág. Mercado A21)

Cunha prepara caminho para votar contas do governo Dilma
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, prepara a apreciação das contas presidenciais pendentes de anos anteriores. A medida abre caminho para a análise das contas de Dilma em 2014, a serem julgadas pelo Tribunal de Contas da União em agosto.
Uma eventual rejeição pelo TCU, tendência em razão de manobras fiscais, levaria a oposição a pedir o impeachment da presidente. (Pág. Poder A4)

“Nosso objetivo é manter meta fiscal”, afirma presidente (Pág. Mercado A27)

Elio Gaspari: Quebras da ordem foram golpes? Teste o seu DNA golpista
Golpe, a praga que envenenou a República, voltou ao cotidiano. Há genes golpistas nas almas mais puras.
Como ninguém gosta de ser chamado de golpista, derrubado o governo que se detesta, inventa-se outra palavra e saúda-se a nova ordem.
Desde o banimento do imperador, a ordem legal foi quebrada dez vezes. Qual delas foi golpe? (Pág. Poder A8)

Cumbica e Brasília aceleram pousos para ter mais voos
Os aeroportos de Cumbica (Grande SP) e de Brasília, os maiores do país em número de passageiros, adotam medidas para elevar a oferta de voos. O primeiro reduziu a “fila” de aviões para aterrissagem. O segundo irá implantar pousos simultâneos. As medidas são seguras, diz a Aeronáutica. (Pág. Cotidiano 1)

Equador enfrenta protestos por saída de Rafael Correa (Pág. Mundo A14)

5 olhares sobre a Grécia
O ECONOMISTA Alexandre Schwartsman
O DIPLOMATA Diogo Coelho
O ENSAÍSTA Marcelo Coelho
A TESTEMUNHA Nick Papandreou
O CARTUNISTA João Montanaro
(Págs. Mercado A24 e A25)

Boyhood Bolsa Família
Duas famílias beneficiárias do Bolsa Família, acompanhadas por uma década, como no filme “Boyhood”, trilharam caminhos opostos, relata Fernando Canzian. Em uma, os filhos sonham com a faculdade, apesar da escolarização precária. Na outra, os jovens abandonaram a escola e engravidaram na adolescência. (Pág. Poder A12)

Editoriais
Leia “Além do ajuste”, a respeito da crise econômica que assola o país e das iniciativas que deveriam ser adotadas a fim de superá-la no médio prazo. (Pág. Opinião A2)


 

Veja

Manchete: A insustentável leveza
Sem apoio popular e do Congresso, o governo Dilma flutua em um ambiente de incerteza, enquanto as suspeitas de corrupção chegam perigosamente perto do Planalto. (Pág. 1)

As cascas de banana no caminho do Juiz Moro (Pág. 1)
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Época

Manchete: A guarda do Palácio
Pode não parecer, mas é o PMDB de Renan, Temer e Eduardo Cunha que protegerá Dilma da ameaça do impeachment. (Pág. 1)
Pancadão: Será que o Brasil resiste à crise? (Pág. 1)

Música de elevador: Os tucanos sacodem as penas, mas não bicam (Pág. 1)
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ISTOÉ

Manchete: O brasileiro no limite da paciência
Desemprego em alta, inflação sem controle, uma sucessão de escândalos de corrupção e a incapacidade do governo diante de tudo isso provocam uma insatisfação geral e o desejo de mudanças. (Pág. 1)

Exclusivo: Como a Polícia Federal vai investigar a campanha de Dilma (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: O contra-ataque do varejo
Vale tudo para driblar a pior crise do comércio em 12 anos. Conheça as estratégias de vendas e de gestão de empresas como Walmart, Centauro, CVC, Magazine Luiza e Riachuelo para se esquivarem da recessão. (Pág 1)

Gestão: Por que a crise será educativa para a geração Y (Pág. 1)

Economia: Risco político cresce e paralisa investimentos (Pág. 1)

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Carta Capital

Manchete: O desafio da Grécia
As consequências geopolíticas do NÃO à austeridade.
CELSO AMORIM: Semelhanças entre a China e a Alemanha. (Pág. 1)

Editorial/Ficção: Um estadista enfrenta a crise para evitar o suicídio coletivo. (Pág. 1)

Lava Jato: Pedro Barusco, o mais detalhista e eficiente delator (Pág. 1)

MP do Futebol: A Bancada da Bola derruba as mudanças mais profundas (Pág. 1)
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Zero Hora

Manchete: Matopiba – O Nordeste que fala tchê
Historicamente castigada pela pobreza e falta de perspectivas, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia transformou-se em uma terra de prosperidade com a migração de agricultores do Sul- a maioria gaúchos. Depois de enfrentarem medo, resistência e condições precárias, produtores fizeram nascer a nova fronteira agrícola brasileira. (Pág. Caderno Especial)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Dilma poupará R$ 12 bi com nova regra de aposentadoria
Congresso ainda precisa aprovar mecanismo, que gera economia até 2030
Dados obtidos pela Folha mostram que a nova fórmula de cálculo das aposentadorias do INSS garantirá ao governo Dilma economia de R$ 12,2 bilhões até o final do mandato. Editada como medida provisória, ela precisa ainda de aval do Congresso.
A chamada regra 85/95, mecanismo alternativo ao fator previdenciário, também beneficiará sucessores da presidente petista. A redução das despesas com o pagamento de aposentadorias deve chegar a RS 26 bilhões entre 2019 e 2022.
Essa fórmula, que adota a soma da idade e do tempo de contribuição (85 para mulheres e 95 para homens), evoluirá até 90/100 em sete anos com base na expectativa de vida. Contrárias à progressividade, centrais sindicais atuarão para derruba-la.
O ministro Carlos Gabas (Previdência) disse que tentará convencer o Congresso a aprovar a MP como está. O modelo progressivo dá ao país alívio nas contas do setor pelos próximos 15 anos. A partir de 2031, ele gerará gastos extras. (Pág. Mercado A21)

Cunha prepara caminho para votar contas do governo Dilma
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, prepara a apreciação das contas presidenciais pendentes de anos anteriores. A medida abre caminho para a análise das contas de Dilma em 2014, a serem julgadas pelo Tribunal de Contas da União em agosto.
Uma eventual rejeição pelo TCU, tendência em razão de manobras fiscais, levaria a oposição a pedir o impeachment da presidente. (Pág. Poder A4)

“Nosso objetivo é manter meta fiscal”, afirma presidente (Pág. Mercado A27)

Elio Gaspari: Quebras da ordem foram golpes? Teste o seu DNA golpista
Golpe, a praga que envenenou a República, voltou ao cotidiano. Há genes golpistas nas almas mais puras.
Como ninguém gosta de ser chamado de golpista, derrubado o governo que se detesta, inventa-se outra palavra e saúda-se a nova ordem.
Desde o banimento do imperador, a ordem legal foi quebrada dez vezes. Qual delas foi golpe? (Pág. Poder A8)

Cumbica e Brasília aceleram pousos para ter mais voos
Os aeroportos de Cumbica (Grande SP) e de Brasília, os maiores do país em número de passageiros, adotam medidas para elevar a oferta de voos. O primeiro reduziu a “fila” de aviões para aterrissagem. O segundo irá implantar pousos simultâneos. As medidas são seguras, diz a Aeronáutica. (Pág. Cotidiano 1)

Equador enfrenta protestos por saída de Rafael Correa (Pág. Mundo A14)

5 olhares sobre a Grécia
O ECONOMISTA Alexandre Schwartsman
O DIPLOMATA Diogo Coelho
O ENSAÍSTA Marcelo Coelho
A TESTEMUNHA Nick Papandreou
O CARTUNISTA João Montanaro
(Págs. Mercado A24 e A25)

Boyhood Bolsa Família
Duas famílias beneficiárias do Bolsa Família, acompanhadas por uma década, como no filme “Boyhood”, trilharam caminhos opostos, relata Fernando Canzian. Em uma, os filhos sonham com a faculdade, apesar da escolarização precária. Na outra, os jovens abandonaram a escola e engravidaram na adolescência. (Pág. Poder A12)

Editoriais
Leia “Além do ajuste”, a respeito da crise econômica que assola o país e das iniciativas que deveriam ser adotadas a fim de superá-la no médio prazo. (Pág. Opinião A2)


Edição: Equipe Fenatracoop, 12 de Julho de 2015

 

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