Manchete dos Jornais deste sábado, 02 de maio de 2015

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Dissintonia perigosa

A diferença de ritmo entre os processos que estão correndo em Curitiba, sob a batuta do juiz Sérgio Moro, e os que subiram para o Supremo Tribunal Federal por ter em os envolvidos for o privilegiado por ser em políticos chama a atenção desde o início do processo…

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O Globo

Manchete : Privatizações sem regras claras inibem investidores

Dificuldade de financiamento é outro entrave a programa de concessões

Projetos que serão lançados este mês alteram modelo que já fora modificado antes. Idas e vindas confundem interessados

O programa de infraestrutura que o governo lança este mês terá como principal obstáculo a falta de clareza nas regras, dizem analistas. Após alterar, em 2012, o modelo de concessões de rodovias, um leilão realizado em 2013 não teve interessados e um terceiro foi vencido por empresa desconhecida no ramo. Agora, haverá nova mudança de regras. Nos aeroportos, a primeira leva de privatizações seguiu um modelo, alterado na segunda rodada e que será revisto agora para Salvador, Florianópolis e Porto Alegre. A escassez de financiamentos do BNDES é outro entrave. (Pág. 17)

Nos palanques, terceirização e ajuste

CUT e Força ficaram em lados opostos sobre proposta. Por temor de panelaços, Dilma só divulgou vídeos na internet, e Cunha disse que ela comete equívoco ao defender posição do PT contra a base aliada

Sem fazer o tradicional pronunciamento do 1º de Maio, a presidente Dilma divulgou vídeos na internet exaltando a política de valorização do salário mínimo e voltando a criticar, indiretamente, a terceirização da atividade-fim. No palanque da Força Sindical, que apoia a proposta, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recomendou cautela à presidente e disse que ela se equivoca ao seguir posição do PT contra demais partidos aliados. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, atacou Dilma por não ter discursado. Já no ato da CUT, contrária à terceirização, o ex-presidente Lula pediu paciência com a presidente e a defendeu. (Págs. 3 e 20)

Até governo desconhece ministro

Um exemplo da dificuldade de se ter 38 ministros: o Ministério da Saúde não conseguiu encontrar Helder Barbalho, titular da Pesca, e publicou edital de convocação para notificá-lo, ignorando que ele dá expediente a poucas quadras, em Brasília. (Pág. 6)

Ilimar Franco

PSDB e PT abraçados

Os petistas estão a um passo de aderir à proposta de voto distrital misto dos tucanos. As duas siglas, que têm 118 deputados, intensificaram os entendimentos nesta semana, revelam Marcus Pestana (PSDB ) e Carlos Zarattini (PT). O maior obstáculo é que a proposta não une seus integrantes e os tucanos não vão fechar questão. O projeto prevê cláusula de barreira de 1,5% dos votos nacionais para os eleitos na lista partidária. (Pág. 2)

Merval Pereira

Dissintonia perigosa

A diferença de ritmo entre os processos que estão correndo em Curitiba, sob a batuta do juiz Sérgio Moro, e os que subiram para o Supremo Tribunal Federal por ter em os envolvidos for o privilegiado por ser em políticos chama a atenção desde o início do processo. (Pág. 4)

Míriam Leitão

Prazo precioso

A estagnação dos EUA no primeiro trimestre abre um prazo precioso para o Brasil consolidar os ajustes este ano. O risco de alta dos juros por lá ficou menor no curto prazo. Se subissem, o dólar voltaria a se fortalecer, pressionando a inflação, e haveria fuga de capitais. Colocar a casa em ordem seria mais difícil. Mas o alerta de Joaquim Levy é verdadeiro: a ameaça de rebaixamento do rating não passou totalmente. (Pág. 18)

Editoriais

Brasil tem de ser mais produtivo também nos serviços

Na década de 1980, o país estava bem à frente da China e empatava com a Coreia do Sul nesses segmentos. Agora está ficando para trás, com raras exceções (Pág. 14)

Programa emperrado agrava déficit penitenciário

Superlotação do sistema carcerário mantém presídios brasileiros em permanente ponto de ebulição e é sério entrave para o país melhorar os indicadores de criminalidade (Pág. 14)

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Zero Hora

Manchete : Terceirização vira tema de palanques no Dia do Trabalho

Em eventos da Força Sindical, em São Paulo, oposição ataca Planalto e defende projeto. Nos atos da CUT no país, proposta é repudiada

DILMA FALA SÓ NA INTERNET E É DEFENDIDA POR LULA

AÉCIO E CUNHA CRITICAM POSTURA DA PRESIDENTE

(Notícias | 10 e 11)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Esvaziados, atos do 1 º de Maio opõem PT e PSDB

Em São Paulo, Lula defende Dilma, e Aécio critica governo da petista

Esvaziados em relação aos anos anteriores, os eventos das centrais sindicais em comemoração do Dia do Trabalho serviram de palco para a contenda entre PT e PSDB. A agressividade do debate partidário tomou os palanques na cidade de São Paulo, onde tucanos e petistas trocaram acusações. No ato da CUT, no retorno ao evento desde que deixou o Planalto, Lula prometeu “ir para a briga” contra opositores e defendeu a presidente Dilma. “Vou desafiar os que não se conformam com o resultado da democracia. Os que desde a vitória de Dilma pregam sua queda.” Já no evento da Força Sindical, o senador tucano Aécio Neves acusou o atual governo de ser “o mais corrupto da história do país”. “O 1º de Maio ficará lembrado como o dia da vergonha, o dia em que Dilma se acovardou e não teve coragem de olhar nos olhos do trabalhador”, criticou. Enquanto o ato da CUT foi marcado por uma reaproximação com Dilma, no evento da Força discursava-se pelo impeachment dela. Segundo a PM, participaram do ato da CUT 12 mil pessoas — organizadores falam em 50 mil. Em 2014, a central estimou em 80 mil. (Poder a4)

Oposição ataca Haddad por contato com traficantes

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), foi criticado pela oposição por falar com traficantes antes de desocupar a cracolândia. Para o vereador tucano Andrea Matarazzo, Haddad põe a cidade em risco ao “dialogar com o submundo”. O petista Paulo Fiorilo retrucou afirmando que quem deve combater o tráfico é a PM, vinculada ao governo Alckmin. (Cotidiano b1)

Empreiteiras tentam evitar recuperação judicial de estaleiro (Mercado A13)

Editoriais

Leia “Ruptura anunciada”, sobre a saída de Marta Suplicy do PT, e “Privatizar o casamento”, acerca de legalidade da união homossexual nos EUA. (Opinião A2)

EBC



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