Manchete dos Jornais nesta Quinta-feira, 02 Novembro de 2017

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O destino do ‘quadrilhão do PMDB’
Parte do inquérito que investiga o “quadrilhão do PMDB” foi enviada ao juiz Sergio Moro pelo ministro Edson Fachin, do STF. O presidente Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) integram o processo, mas a seção referente aos três está paralisada por decisão da Câmara.
144 carros roubados
Em setembro, essa foi a média diária de veículos levados por ladrões no estado. Número de homicídios também aumento…
Dodge diz não ter dúvida de repasse a ministro de Temer
Procuradora se manifesta em inquérito que apura se tucano Aloysio Nunes recebeu da Odebrecht em campanha em 2010…
Fachin envia casos do PMDB para Moro
O ministro Edson Fachin, do STF, desmembrou denúncia contra o presidente Michel Temer e enviou para o juiz Sérgio Moro os casos de Geddel Vieira Lima, Henrique Eduardo Alves, Rodrigo Rocha Loures e Eduardo Cunha, todos do núcleo do PMDB da Câmara…
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O Globo

Manchete: Pezão vai à Justiça contra ministro, e crise se aprofunda
Oficiais pressionaram por reação do governo
Choque provocado por acusação de Torquato Jardim de envolvimento de comandantes da PM do Rio com o crime atrapalha parcerias, diz Rodrigo Maia
O governo de Luiz Fernando Pezão subiu o tom e decidiu interpelar no STF o ministro da Justiça, Torquato Jardim, que afirmou que comandantes da Polícia Militar no estado são sócios do crime organizado. O contra-ataque, acertado em reunião convocada às pressas com a cúpula da Segurança fluminense e oficiais de 44 batalhões, mantém em alta temperatura a crise deflagrada anteontem. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PMDB), disse que as falas de Torquato atrapalham parcerias da União com o estado no combate ao crime. O ministro não se pronunciou, mas o governo federal admitiu o desgaste. (Pág. 6)

Novo corregedor da PM chefiava tropa acusada de crimes na Rocinha (Pág. 7)

O destino do ‘quadrilhão do PMDB’
Parte do inquérito que investiga o “quadrilhão do PMDB” foi enviada ao juiz Sergio Moro pelo ministro Edson Fachin, do STF. O presidente Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) integram o processo, mas a seção referente aos três está paralisada por decisão da Câmara. (Pág. 4)

Videoteca é doada a orfanato
A videoteca que seria instalada na cadeia onde está preso o ex-governador Sérgio Cabral foi doada a 40 crianças especiais e adolescentes que vivem em orfanato em Nova Iguaçu. (Pág. 3)

Retomada em debate
O crescimento econômico sustentável depende da volta de investimentos e das reformas, afirmam os economistas Arminio Fraga e Antonio Corrêa de Lacerda. (Págs. 18 a 21)

Regra sobre redação deve ser obedecida
O ministro Mendonça Filho (Educação) orientou quem fará o Enem a obedecer regras sobre o respeito aos direitos humanos na redação. O MEC tenta cassar liminar que proíbe dar zero a quem violar a norma. (Pág. 27)

144 carros roubados
Em setembro, essa foi a média diária de veículos levados por ladrões no estado. Número de homicídios também aumentou. (Pág. 8)

Chineses oferecem R$ 20 bi pela Oi
A China Telecom quer investir até R$ 20 bilhões na Oi, mas exige a aprovação do plano de recuperação da empresa. A estatal chinesa poderá ter até 70% das ações da tele. (Pág. 17)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Contra medidas, servidores vão à Justiça e ameaçam parar
Funcionalismo reage a adiamento de reajuste salarial e elevação da contribuição; auditores fazem operação-padrão
Sindicatos que representam funcionários públicos federais vão entrar na Justiça contra a medida provisória editada pelo governo que adia o reajuste salarial de 2018 para 2019 e eleva a contribuição previdenciária dos servidores. Em protesto, eles já iniciaram paralisações. Ontem, auditores fiscais, que também estavam insatisfeitos porque ficaram sem um bônus salarial, fizeram operação-padrão nos aeroportos e aduanas. Todas as cargas e bagagens são revistadas como forma de atrasar as liberações. Eles suspenderam ainda trabalhos em escritórios da Receita Federal, o que afeta fiscalizações e, consequentemente, a arrecadação de tributos. Para o próximo dia 10 está programada manifestação. O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que a Advocacia-Geral da União (AGU) está preparada para defender a decisão do governo de congelar o reajuste dos servidores. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Base vê problemas em medidas
O pacote fiscal enviado pelo governo enfrentará resistência não só da oposição como da própria base aliada no Congresso. Na avaliação de líderes de partidos da base, a maior dificuldade será aprovar as medidas que afetam o funcionalismo. (PÁG. B1)

Alckmin vira opção para presidir PSDB
O governador de São Paulo seria o nome defendido internamente por várias correntes do PSDB para chefiar o partido. A avaliação é de que esse seria o melhor caminho para que um pré-candidato ao Planalto viaje pelo Brasil antes do início da campanha. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Fachin envia casos do PMDB para Moro
O ministro Edson Fachin, do STF, desmembrou denúncia contra o presidente Michel Temer e enviou para o juiz Sérgio Moro os casos de Geddel Vieira Lima, Henrique Eduardo Alves, Rodrigo Rocha Loures e Eduardo Cunha, todos do núcleo do PMDB da Câmara. (POLÍTICA / PÁG. A8)

Foto- legenda: Mudanças no 1º escalão
João Doria anunciou ontem o vice, Bruno Covas, como titular da Casa Civil, nova pasta criada pela gestão do tucano. Ele deixa a coordenação das Prefeituras Regionais, responsável pela zeladoria. O prefeito disse ainda que vai reduzir o ritmo de viagens. (METRÓPOLE / PÁG. A13)

Para receber R$ 61 mil, ministra cita escravidão

Coluna do Estadão
A ministra Luislinda Valois (Direitos Humanos) apresentou ao governo pedido para acumular o seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria R$ 61,4 mil brutos, informa a Coluna do Estadão. Ela reclama que, por causa do teto constitucional, só pode ficar com R$ 33,7 mil e sua situação, “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo”. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Colunistas
Celso Ming
Além dos já existentes, as mutações no trabalho tendem a criar problemas adicionais. (ECONOMIA / PÁG. B2)

José Roberto de Toledo
Super-representação na internet faz candidatura de Bolsonaro parecer maior do que é. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Oi tem proposta chinesa e ações sobem (Economia / Pág. B8)

Notas & Informações
Emprego, reativação e política
O aumento da ocupação, combinado com o reforço do orçamento familiar, já se traduz em maior consumo e em condições mais favoráveis a novas contratações. (PÁG. A3)

Nomes aos bois
O ministro da Justiça, Torquato Jardim, comportou-se como se ministro não fosse. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Dodge diz não ter dúvida de repasse a ministro de Temer
Procuradora se manifesta em inquérito que apura se tucano Aloysio Nunes recebeu da Odebrecht em campanha em 2010
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse ao Supremo não ter dúvida de que o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB), recebeu R$ 500 mil da Odebrecht em esquema para financiar campanha ao Senado em 2010. “Ê fato incontroverso que houve o repasse”, escreveu Dodge a Gilmar Mendes, relator do caso. “Resta investigar a origem dos recursos e a finalidade do repasse.” O inquérito foi aberto em março a pedido do então procurador-geral, Rodrigo Janot, como um desdobramento do acordo de delação da Odebrecht. Dois delatores da empreiteira relataram o pagamento ao tucano.
Um deles disse ter feito entregas, de R$ 250 mil cada uma, para representante do então candidato tucano. Não há na Justiça Eleitoral registro de doação da Odebrecht a Aloysio em 2010. Também ê investigado no inquérito o senador José Serra (PSDB) —ligado a pagamentos ilegais em obras viárias em SP. Dodge sinalizou, porém, que eles poderão se livrar de parte das apurações. Crimes cometidos antes de 2010 estariam prescritos. A defesa de Aloysio diz que não houve verba ilícita na campanha. Serra tem negado irregularidades. (Poder A4)

PAINEL
MP vai rever concessão de superpoderes a procuradores. (Pág. A4)

Viagem de Maia tem cancelamentos e reuniões breves
A viagem do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e mais nove deputados a Israel teve várias mudanças de agenda e reuniões breves. Bancada com dinheiro público, a comitiva ainda passará por Itália e Portugal. Segundo Maia, os objetivos são fortalecer “diplomacia parlamentar” e debater temas de interesse do país. (Poder A6)

Aliados do Planalto defendem adiar nova Previdência
O governo admite que a votação da reforma da Previdência pode não ser concluída neste ano. Aliados políticos de Temer avaliam que a impopularidade do tema e a desorganização da base são entraves. Para eles, a solução seria antecipar reforma ministerial em troca de votos no Congresso. (Mercado A12)

Acidentes de trânsito custam R$ 19 bilhões ao Brasil a cada ano (Cotidiano-B1)

Banco Safra vai pagar US$ 10 mi a SP por desvios atribuídos a Maluf (Cotidiano B4)

Editoriais
Leia “Terror volante”, sobre atentado com uso de veículo em Nova York, e “Aplicativos na mira”, a respeito de regulamentação do Uber e congêneres. (Opinião A2)

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