Tropa não encerra clima de medo
Mesmo com a chegada das Forças Armadas, no último dia 29, a população de Natal ainda vive com medo por causa da paralisação da PM. Em 15 dias sem polícia, os homicídios no estado cresceram 35%….
O circo está sendo armado
PT pretende radicalizar o confronto a propósito do julgamento do ex-presidente Lula..
PF terá delegado contra as ‘fake news’ na eleição
A Polícia Federal vai instalar um grupo de trabalho para tentar coibir a disseminação das “fake news”, textos falsos veiculados em redes sociais, durante o período das eleições. Um delegado, um agente e um perito irão trabalhar com técnicos do TSE e da Procuradoria- Geral da República.

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O Globo

Manchete : Petrobras pagará 6 vezes o valor que conseguiu reaver
Estatal vai desembolsar R$ 9,5 bilhões para encerrar ação nos EUA
Com fim da incerteza sobre processo de investidores internacionais, papéis sobem 1,26% na Bols
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Três anos após a Operação Lava-Jato revelar o esquema de corrupção na Petrobras, a estatal assinou acordo para pagar US$ 2,95 bilhões (R$ 9,5 bilhões) a investidores estrangeiros. Trata-se do maior acordo desse tipo já fechado por uma empresa estrangeira nos EUA. São seis vezes o R$ 1,475 bilhão que a petroleira recuperou até agora no Brasil. O pagamento deve afetar o balanço do quarto trimestre, e parte dos analistas prevê prejuízo. Com o fim da incerteza sobre o processo, as ações da Petrobras subiram 1,26%. (PÁGINA 15)

MÍRIAM LEITÃO
Estatal deu o primeiro passo do longo trajeto para corrigir erros do passado. (PÁGINA 16)

Temer traz Jefferson de volta à cena política
Filha de condenado no mensalão é nomeada ministra
Doze anos após o escândalo do mensalão, em que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-deputado Roberto Jefferson voltou sorridente ao protagonismo da política em Brasília. Ele se reuniu com o presidente Temer no Palácio do Jaburu e obteve a nomeação da filha, a deputada Cristiane Brasil, para o Ministério do Trabalho, o que considerou “um resgate” do nome da família. Em 2016, Jefferson recebeu indulto do STF. Outro ministro, Marcos Pereira (PRB), pediu demissão, antecipando parte da reforma na Esplanada prevista para abril. (PÁGINA 3)

Montadoras vão investir mesmo sem incentivo
A indústria automobilística começou o ano, pela primeira vez em décadas, sem um programa de incentivo fiscal. A Fazenda anunciou que o novo regime de tributação do setor tardará 60 dias. Mesmo assim, as montadoras manterão os investimentos. A venda de veículos teve alta de 9% em 2017. (PÁGINA 18)

Rio tem 39% de escritórios vagos
O mercado carioca de espaços corporativos, usados para instalação de escritórios de empresas, encerrou 2017 com um patamar recorde de 39% de imóveis vagos. Para reduzir a oferta, empresas oferecem descontos de até 35%. (PÁGINA 19)

Estado reduz ações contra enchentes
Prefeitura e estado cortaram investimentos na prevenção de enchentes. Na cidade do Rio, nem 40% do orçado foram gastos em ações contra temporais. Em 12 cidades fluminenses, 180 comunidades estão sem sirenes de alerta de chuva forte. (PÁGINA 7)

Tropa não encerra clima de medo
Mesmo com a chegada das Forças Armadas, no último dia 29, a população de Natal ainda vive com medo por causa da paralisação da PM. Em 15 dias sem polícia, os homicídios no estado cresceram 35%. (PÁGINA 6)

Ancine de cara nova
Christian de Castro é nomeado para a presidência da agência (Segundo Caderno)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Apesar de ‘mágoa’, Planalto pode apoiar Alckmin, diz Marun
Para o ministro, defesa que o governador tem feito da reforma da Previdência reaproxima governo e PSDB, mas também cita Henrique Meirelles e Rodrigo Maia
O ministro da Secretaria de Governo desde dezembro, Carlos Marun, disse ao Estado que o governo começará a discutir nomes para a eleição presidencial somente depois que a reforma da Previdência for votada na Câmara. A votação está prevista para o mês que vem. Não descarta, porém, que o PMDB apoie uma eventual candidatura do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ao Planalto. Segundo Marun, apesar da mágoa em relação à postura do tucano durante a tramitação na Câmara das duas denúncias contra o presidente Michel Temer, a defesa que Alckmin – agora presidente do PSDB – tem feito das mudanças nas aposentadorias abre canal de reaproximação entre o governo e o partido. Além do governador, Marun cita o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como possíveis postulantes ao apoio do PMDB e do governo ao Planalto. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Temer perde outro ministro e nomeia filha de Jefferson
O presidente Michel Temer sofreu a terceira baixa ministerial em menos de um mês. Após as saídas de Antônio Imbassahy (PSDB), da Secretaria de Governo, e Ronaldo Nogueira (PTB), do Trabalho, agora foi a vez de Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio e Serviços. Ontem Temer confirmou a ida da deputada Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, para a pasta do Trabalho. O governo nega, porém, ter iniciado reforma no primeiro escalão. (POLÍTICA / PÁG. A5)

Petrobrás fecha acordo de US$ 2,95 bi em Nova York
A Petrobrás fechou acordo de US$ 2,95 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões) para encerrar ação coletiva movida por investidores em Nova York, que alegavam prejuízos com a corrupção na estatal. O acerto ainda precisa da aprovação da Justiça americana, mas já está entre os maiores 10 acordos envolvendo ações coletivas por perdas na bolsa da história dos EUA. O mercado financeiro viu a negociação como positiva, em razão do valor abaixo da expectativa. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)

Acerto anima brasileiros
O acordo nos EUA animou os investidores brasileiros que julgam ter sido prejudicados pelos casos de corrupção na Petrobrás. Eles esperam que a Justiça obrigue a estatal a ressarci-los. (PÁG. B3)

Preço de imóvel residencial caiu 17% durante a crise econômica
O preço dos imóveis residenciais prontos caiu em média 17%, já descontada a inflação, durante os anos de crise – entre 2014 e 2017 –, segundo o Índice Fipezap, feito com base no mercado de 20 cidades. De janeiro a dezembro último, a queda foi de 3,23%. Em termos reais, o valor médio de R$ 7.632 por metro quadrado é o mesmo que em 2011. Segundo analistas, a diminuição foi acentuada pela forte piora do mercado de trabalho e a redução na concessão de crédito. (ECONOMIA / PÁG. B10)

Para detentos, agentes não controlam presídio (METRÓPOLE / PÁG. A10)

Novo sindicato promete ‘proteção’ para motorista de app
Sob a justificativa de oferecer “proteção” contra assaltos em áreas violentas, sindicalistas ligados ao transporte coletivo de São Paulo e ao ex-vereador Vavá do Transporte (Podemos, ex-PT) estão montando um sindicato para agregar motoristas de aplicativos como Uber, 99 e Cabify. Segundo o futuro presidente da entidade, Leandro da Cruz Medeiros, “os motoristas não estavam tendo êxito em suas reivindicações” nas empresas. (METRÓPOLE / PÁG. A9)

Notas&Informações
As contas difíceis de 2018
O governo tem motivos muito especiais para torcer por crescimento econômico de pelo menos 3% em 2018. Maior prosperidade significará mais tributos. (PÁG. A3)

O circo está sendo armado
PT pretende radicalizar o confronto a propósito do julgamento do ex-presidente Lula. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Petrobras encerra ação nos EUA por R$ 9,5 bi
Investidores cobravam prejuízos decorrentes de descobertas da Lava Jato
A Petrobras fez acordo para encerrar ação de investidores americanos por prejuízos decorrentes das descobertas de corrupção da Operação Lava Jato. Irá pagar US$ 2,95 bilhões (R$ 9,54 bilhões) para se livrar do processo aberto há três anos. Para o escritório que representa os acionistas, o acerto “é o maior envolvendo uma ação coletiva na última década”. Em toda a história dos EUA, é o quinto mais vultoso. No Brasil, uma ação semelhante corre sob segredo de Justiça. A estatal afirmou que a decisão atende seus interesses e que não fez confissão de culpa: “Na condição de vítima, a Petrobras já recuperou R$ 1,475 bilhão no Brasil”. O pagamento de dividendos sobre seu lucro de 2017 deverá ser prejudicado. O petrolão, apurado no âmbito da Justiça Federal e que causou turbulência ainda inconclusa no Brasil, concentrou-se em casos de corrupção envolvendo executivos e funcionários da Petrobras, empreiteiras contratadas e políticos. (Mercado a11)

Filha de delator do mensalão assume pasta do Trabalho
A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do delator do mensalão, Roberto Jefferson, será a nova ministra do Trabalho. O pai fez, entre lágrimas, o anúncio, que foi confirmado pelo Planalto. Antes, o ministro da Indústria, Marcos Pereira (PRB), havia pedido demissão. Ele deve ser candidato à reeleição na Câmara. É a terceira baixa do governo Temer em um mês. (Poder a6)

Conselheiros do TCM-SP têm mordomias e supersalários
O Tribunal de Contas do Município de São Paulo, único do país sem técnicos entre seus conselheiros, tem mordomias e supersalários. Os cinco titulares, indicações políticas, ganham R$ 30.471 ao mês, mais do que o prefeito (R$ 24,1 mil). Dois deles ainda têm direito a auxílio-moradia (R$ 4.377),o que faz com que recebam acima do teto de R$ 33,7 mil de ministros do STF. O conselheiro Maurício Faria diz que o auxílio é vital para que “não-corruptos” vivam dignamente. (Cotidiano B1)

PF terá delegado contra as ‘fake news’ na eleição
A Polícia Federal vai instalar um grupo de trabalho para tentar coibir a disseminação das “fake news”, textos falsos veiculados em redes sociais, durante o período das eleições. Um delegado, um agente e um perito irão trabalhar com técnicos do TSE e da Procuradoria- Geral da República. (Poder a7)

Candidato pode ser Meirelles, Temer, Alckmin
Cacique do PSD, o ministro Gilberto Kassab diz que Henrique Meirelles é o “plano A” da sigla para disputar a Presidência. “Mas pode ser o Meirelles, o presidente Temer, por que não?, e pode ser o Alckmin”, diz. (Poder a4)

Xabier Coscojuela
Intervenção na Venezuela é inconveniente
A proposta de intervenção militar estrangeira na Venezuela, feita por Ricardo Hausmann, evidencia desespero ante a crise econômica e social. É alternativa totalmente inconveniente para o país, que geraria mais anos de instabilidade. (Mundo a8)

Editoriais
Leia “Insegurança estadual”, sobre novo caso de explosão da violência, agora no RN, e “O código das calendas”, acerca de drible em regra ambiental. (Opinião a2)

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