Manchete dos Jornais nesta quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 17th setembro 2015

Pacote tira mais verba da previdência estadual e reforça o caixa do governo
Pouco menos de cinco meses depois de reduzir em R$ 125 milhões o aporte mensal que faz à Paranaprevidência, o governo Richa pretende manter para si o dinheiro obtido com a venda aos bancos da gestão da folha dos inativos do estado. A medida está prevista no “pacote anticrise”, enviado à Assembleia Legislativa…


O Globo

Manchete : Governo avisa que não tem plano B
Ministro Edinho diz que mais cortes inviabilizariam a máquina
‘O ajuste resolve uma parte do problema’ , afirma ele, para quem o Estado brasileiro tem de passar por reformas e se adequar à realidade
O ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Edinho Silva, afirma que o governo não tem alternativa ao pacote de ajuste fiscal anunciado esta semana para enfrentar a crise fiscal, a recessão e a perda do selo de bom pagador. “O governo não tem um plano B”, disse, em entrevista a Catarina Alencastro. A grande maioria das propostas depende, porém, de aprovação do Congresso. Para o ministro, o governo não tem mais como cortar “sem prejudicar serviços públicos, programas, sem inviabilizar o funcionamento da máquina pública”. (Pág. 3)

CPMF deve atingir mais 29 milhões de pessoas
Número de correntistas cresceu 47% desde 2007. Para analistas, arrecadação será maior
A CPMF, se aprovada pelo Congresso, vai tributar mais 29 milhões de pessoas. Esse é o número de brasileiros que passaram a ter contas-correntes desde 2007, quando o tributo foi extinto. É uma expansão de 47% e, por isso , analistas acreditam que a arrecadação do governo será de R$ 50 bilhões, maior , portanto, que os R$ 32 bilhões previstos pela Fazenda, informa Ronaldo D’Ercole. (Pág. 23)

Ministro de Dilma, Armando Monteiro critica parte do ajuste
Ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro criticou o corte nos repasses ao Sistema S e a redução da alíquota de abatimento do Reintegra. Ele disse ainda que não participou da preparação do pacote. (Pág. 3)

Estados apoiam, e oposição fica contra
Governadores aliados pressionam o Congresso pela CPMF. Já a oposição criou frente contra alta de impostos. (Pág. 4)

Dilma: ‘Encurtar caminho é golpe’
A presidente Dilma disse ontem que “encurtar caminho da rotatividade democrática é golpe”. (Pág. 7 e Merval Pereira)

Presidente da BR renuncia
Presidente da BR desde 2009, José Lima Neto renunciou ao cargo. Seu nome fora motivo de divergência entre o presidente da estatal, Ademir Bendine, e Murilo Ferreira, que até esta semana comandava o conselho da petrolífera e pressionou pela saída de Lima Neto. (Pág. 25)

Gilmar ironiza PT : ‘Madre Teresa’
No julgamento do STF sobre doações privadas, que está em 6 a 2 pela proibição, o ministro Gilmar Mendes ironizou o fato de o PT agora ser contra: “Fico emocionado.” (Pág. 8)

Currículo comum
Base proposta pelo MEC deverá cobrir 60% do ensino na educação básica. (Pág. 28)


O Estado de S. Paulo

Manchete : Dilma aceita reduzir cortes para obter apoio ao pacote
Planalto admite rever adiamento do reajuste de servidores e tirar menos verba do Sistema S; articulação vai mudar
Na tentativa de salvar o pacote anunciado segunda-feira para reverter o rombo de R$ 30,5 bilhões no Orçamento de 2016 e atingir o superávit primário de 0,7% do PIB, a presidente Dilma Rousseff pode reduzir o adiamento do reajuste do funcionalismo de sete para três meses e o prazo de vigência da CPMF de quatro para dois anos. Também estuda tirar menos recursos do Sistema S e voltar atrás na proposta de vincular dinheiro de emendas parlamentares a obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os recuos podem diminuir em até R$ 14,6 bilhões a meta final dos cortes, estimada em R 26 bilhões, e comprometer R$ 6 bilhões dos R$ 45,6 bilhões previstos para elevar receita. Dilma também vai mexer no “núcleo duro” do governo e reforçara articulação política com o Congresso. PMDB e PT pressionam pela saída de Aloizio Mercadante (PT) da Casa Civil. (Política / Págs. A4 e A5)

Ministro critica propostas
O ministro Armando Monteiro (Desenvolvimento) disse que não foi consultado sobre decisão do governo de reduzir benefícios do Reintegra e recursos do Sistema S. Também criticou falta de diálogo. (Economia / Pág. B4)

Presidente diz que tentam ‘usar crise para golpe’
Em entrevista a rádio de Presidente Prudente (SP), a presidente Dilma Rousseff chamou de “versão moderna de golpe” o que apontou como tentativa de seus adversários de usar a crise para chegar ao poder. Num recado à oposição, Dilma disse que “qualquer forma de encurtar o caminho da rotatividade democrática é golpe, sim”. “Principalmente quando esse caminho é feito só de ata-lhos questionáveis.” (Política / Pág. A7)

Gilmar Mendes : ‘PT tenta usar STF para asfixiar oposição’
Em voto contra a proibição do financiamento empresarial de campanhas políticas, Gilmar Mendes, do STF, fez críticas ao PT e usou informações da Operação Lava Jato. Mendes sugeriu que o PT tenta se manter no poder pela “asfixia” da oposição e recebe “financiamento público” com esquema de corrupção na Petrobrás. (Política / Pág. A8)

Indústria prevê fim de 610 mil vagas neste ano
Seis grandes setores da indústria nacional preveem que pelo menos 610 mil vagas de emprego serão fechadas em 2015. O número é puxado pela construção civil, onde 500 mil pessoas deverão perder seus empregos. (Economia / Pág. B1)

Bicudo e FHC rebatem petista
Para o jurista Hélio Bicudo, “esse negócio de chamar de golpismo é golpismo de quem fala”. Já o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso avalia que “quem sofre a crise não quer dar golpe, quer se livrar da crise”. (Págs. A6 e A7)

USP congela 20% dos gastos de custeio (Metrópole/Pág. A17)

Varejo tem pior julho desde 2000, diz IBGE (Economia/Pág. B5)

Eugênio Bucci
O futuro de uma desilusão – A utopia petista de que a esperança venceria o medo sai de cena sem honra e sem elegância. O burlesco se confunde com o trágico (Espaço Aberto/Pág. A2)

Notas&Informações
Um desafio à coragem – Livre-se a presidente da gentalha de quem se cercou e a Nação reconhecerá seu esforço e a coragem (Pág. A3)

A advertência de Dilma – A petista considera que, por ocupar a cadeira presidencial, representa a democracia em pessoa (Pág. A3)


Gazeta do povo

Manchete: Crise obriga 72% dos curitibanos a mudarem hábitos de consumo
Inflação é apontada como o maior problema econômico para moradores da capital, conforme levantamento do Paraná Pesquisas. A crise já obrigou 72,4% dos curitibanos a mudarem hábitos de consumo por conta da alta dos preços, do desemprego e da queda na renda. É o que mostra o levantamento exclusivo feito pelo Paraná Pesquisas, a pedido da Gazeta do Povo. Para contornar a recessão, 36% dos moradores da capital optaram por cortar algum gasto mensal (como academia e telefone celular) e outros 33,8% dizem ter diminuído gastos com lazer. Parte dos curitibanos também está deixando de fazer algumas compras (25,8%) ou está saindo menos para jantar ou almoçar (24,4%).

EMPREENDEDORISMO
Marca curitibana de picolés planeja expansão
A Paleteca aposta no calor esperado para o verão de 2015/2016 e nas estratégias de vendas para alcançar um faturamento de R$ 30 milhões até o fim deste ano, com perspectiva de crescimento de 10% a 20% em 2016. Para atingir a meta, a empresa está investindo R$ 7 milhões.

MOBILIDADE URBANA
Rotas com aplicativos
Compartilhar fotos e dados e identificar bares, livrarias e restaurantes “amigos da bicicleta”. Essas são algumas das funções de aplicativos cada vez mais utilizados por ciclistas de Curitiba.

APOSENTADOS
Pacote tira mais verba da previdência estadual e reforça o caixa do governo
Pouco menos de cinco meses depois de reduzir em R$ 125 milhões o aporte mensal que faz à Paranaprevidência, o governo Richa pretende manter para si o dinheiro obtido com a venda aos bancos da gestão da folha dos inativos do estado. A medida está prevista no “pacote anticrise”, enviado à Assembleia Legislativa.

AJUSTE FISCAL
Ministro diz que Planalto não tem plano B para reprovação da CPMF
Edinho Silva, da Comunicação Social, afirmou ontem que o governo não tem outra proposta pronta para cobrir o rombo previsto para o orçamento de 2016, caso o Congresso Nacional rejeite a recriação da CPMF. Governadores fazem pressão para elevar de 0,20% para 0,38% a alíquota prevista na proposta de Dilma.


Estado de Minas

Manchete: Volta da CPMF vira novela
Governadores entram na batalha em favor do imposto, e oposição lança manifesto contra
Em reunião na Câmara dos Deputados, sete governadores aliados do governo defenderam publicamente o aumento da alíquota de 0,2% da nova CPMF proposta pela equipe econômica para 0,38%, com o acréscimo sendo repartido entre os estados e os municípios. Para ajudar a quebrarresistências, o Planalto sinalizou com uma vigência menor do novo tributo, de dois anos, em vez de quatro. Nada disso, porém, convence os que não aceitam a volta do imposto. Ontem, deputados e senadores de partidos de oposição e até da base governista divulgaram manifesto contrário a sua recriação, intitulado “Basta de imposto, não à CPMF”, com apoio de DEM, PSDB, PPS, PSC, PP e PMDB. O grupo é o mesmo que na semana passada lançou um movimento pelo impeachment da presidente Dilma. Pág. 3,4

DOAÇÕES
Ministro do STF:campanha de Dilma e PT sob suspeita
Em sessão para analisar a legalidade de doações de empresas às campanhas, o ministro Gilmar Mendes pôs em suspeição as contas de campanha da presidente Dilma nas últimas eleições, que teriam gastos “fictícios”.Edisse que a Lava-Jato deu alerta ao país para evitar a perpetuação do PT no governo. Pág. 5

Terremoto de grau 8,4  Sacode Chile
Terremoto atingiu ontem à noite a região central do país, incluindo a capital Santiago. Serviços geológicos emitiram alerta de tsunami e algumas regiões costeiras foram inundadas. O abalo foi sentido em estados do Sul do Brasil e até em São Paulo. Pelo menos três pessoas morreram, segundo levantamento parcial. Repórter do Estado de Minas que estava em Santiago relata pânico de turistas brasileiros. Pág. 13

Ônibus preço das passagens cai a partir da zero hora de hoje
Em cumprimento a liminar da Justiça, a Prefeitura de BH reduziu a tarifa. A mais usada na capital baixa de R$ 3,40 para R$ 3,10. As empresas recorreram para tentar derrubar a liminar. Pág.19

Turbulência na abertura do puxadinho
Ausência de fingers, demora no desembarque até a busca de escada adequada ao avião, defeito na esteira de bagagens e falta de caixas eletrônicos no saguão. Essas foram as principais queixas de passageiros no primeiro dia de funcionamento do Terminal 3 de Confins, inaugurado com um ano e meio de atraso. Pág. 10


Zero Hora

Manchete : Decisão histórica sem testemunhas
Com galerias esvaziadas, após o tumulto da terça-feira, Assembleia aprovou o projeto de PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR para futuros servidores que quiserem ganhar acima do teto do INSS

ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2016 É ENVIADO COM ROMBO DE R$ 6,2 BILHÕES

ROSANE DE OLIVEIRA – GOVERNADOR OPTOU POR ENCARAR DESGASTE COM FUNCIONÁRIOS
(Notícias | 8 a 10 e 12)

“Usar crise para chegar ao poder é golpe”, afirma Dilma
Presidente levantou o tom em resposta a ameaças de pedido de impeachment (Notícias 14)


Folha de S. Paulo

Manchete : Usar crise para chegar ao poder é golpe, diz Dilma
Presidente dá recado a empresários que admitem sua saída
A presidente Dilma falou em golpismo ao se referir ao movimento oposicionista que articula a abertura de processo de impeachment para afastá-la do cargo. Ela acusou adversários de explorar a crise econômica para desgastar o governo e impedi-la de concluir seu mandato, que vai até 2018. A petista esteve ontem em Presidente Prudente (SP) para entregar unidades do Minha Casa, Minha Vida. “Usar a crise como mecanismo para chegar ao poder é uma versão moderna do golpe”, disse a presidente. Segundo Dilma, agem assim as pessoas que “torcem para o quanto pior, melhor”. Segundo assessores de Dilma, ela quis enviar um recado a empresários que, na avaliação do Planalto, começam a admitir a saída da presidente se ela não conseguir reverter a crise. O jurista Hélio Bicudo, que assina um pedido de impeachment, disse agir de acordo com a Constituição. O ex-presidente FHC (PSDB) também reagiu às declarações. Para ele, as movimentações pela saída da petista não são golpistas. “Quem sofre a crise não quer dar golpe, quer se livrar da crise.” (Poder A4 e A5)

Rejeição das contas no TCU, que pode fundamentar o impeachment, já é considerada irreversível (Poder A9)
Foto-legenda : Enfim

Gilmar Mendes foi o 2° dos 11 ministros do STF a defender a manutenção das doações privadas nas campanhas eleitorais; ele votou 17 meses após pedir vistas do processo (Poder a10)

Expectativa sobre alta de juros nos EUA faz dólar cair
O Fed (banco central dos EUA) decide nesta quinta (17) se elevará pela primeira vez em sete anos a sua taxa básica de juros. Mas a expectativa sobre a mudança é baixa entre os investidores, o que fez o dólar perder força em países emergentes. No Brasil, a desvalorização foi de 1,03%, com o dólar a R$ 3,825 à vista. A tendência de queda, porém, não deve se manter. (Mercado A18)

Ministério propõe currículo flexível para ensino médio
O Ministério da Educação apresentou a primeira proposta para o conteúdo que deve ser ensinado em todas as escolas do país. Governos locais seriam responsáveis por 40% do currículo. No ensino médio, que amarga baixos indicadores, a grade deve ser flexível. (Cotidiano B1)

Elena Landau
A privatização parte da solução para crise atual
Os ajustes propostos não atacam erros fundamentais que levaram ao descalabro nas contas, entre eles o gigantismo do Estado. A privatização é parte da solução dessa crise. Nenhum governante gosta de vender empresas, mas a crise fiscal não será superada sem isso. (Opinião A3)

Matias Spektor
País perdeu poder ao se calar sobre radicalização do regime chavista
Nelson Jobim será o enviado especial de Dilma às eleições venezuelanas de dezembro. A missão é impossível. Faltam instrumentos para influenciar o regime venezuelano. O Planalto gastou o capital acumulado quando se calou diante da radicalização chavista. (Opinião A2)

Editoriais
Leia “A hora e a vez do MEC”, acerca de desafios da educação brasileira, e “A conta da Justiça”, a respeito de novos dados sobre o Judiciário. (Opinião A2)


Edição: Equipe Fenatracoop, 17 de Setembro de 2015, ás 09:00

Compartilhe nossa Matéria