Justiça decide barrar venda de ativos da JBS
A Justiça barrou o desbloqueio de bens da JBS que já haviam sido negociados com a rival Minerva. Em outra ação, a AGU pediu o bloqueio de bens da empresa e de responsáveis pelos financiamentos no BNDES. A JBS diz ser vítima de “retaliação”…
Planalto retalia senador do PMDB
O Planalto demitiu aliados do senador Hélio José, que votou contra a reforma trabalhista. O senador, que dissera que indicaria “até uma melancia” para cargo público, agora afirma que o governo virou “balcão de negócios”. ..
Fechando brechas dos regimes de Previdência
Nove Estados e sete municípios desviaram recursos de seus fundos previdenciários para pagar despesas correntes, segundo nota técnica da Secretaria de Previdência encaminhada à CPI da Previdência…

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O Globo

Manchete: STF indica que manterá regra sobre delação
Só dois ministros votaram, mas tendência é não rever acordo com JBS
Edson Fachin deve continuar como relator do caso, se os argumentos apresentados na sessão de ontem por ele e quatro colegas prevalecerem na retomada do julgamento, hoje, pelo Supremo
Na primeira sessão para analisar a validade da delação premiada da JBS, que provocou abertura de inquéritos contra o presidente Temer e o senador tucano Aécio Neves, ficou clara a tendência do STF de manter os termos do acordo de colaboração com os donos do grupo. Se confirmada hoje, o plenário ficará impedido de rever agora os benefícios garantidos à JBS. Só dois (Edson Fachin e Alexandre de Moraes) dos 11 ministros votaram ontem, ambos a favor da manutenção das delações como são aprovadas hoje. Nas discussões em plenário, outros três ministros sinalizaram que poderão votar da mesma forma. Um outro já se manifestara anteriormente contra a revisão do acordo do MP com a JBS, o que daria maioria a esta corrente. O caso deve permanecer com Fachin. (Págs. 3 e 4)

AGU agora pede para bloquear bens da JBS
Subordinada à Presidência da República, a Advocacia Geral da União pediu o bloqueio de bens da empresa do delator Joesley Batista ao Tribunal de Contas da União. O pedido foi feito em um processo que apura prejuízos de R$ 850 milhões ao BNDES por empréstimos feitos à JBS. (Pág. 5)

Joesley: Temer indicou amigo para atuar na J&F (Pág. 5)

Empresa muda estratégia para manter mercado (Pág. 17)

Planalto retalia senador do PMDB
O Planalto demitiu aliados do senador Hélio José, que votou contra a reforma trabalhista. O senador, que dissera que indicaria “até uma melancia” para cargo público, agora afirma que o governo virou “balcão de negócios”. (Pág. 19)

Benefícios irregulares consumiriam R$ 9 bi
A suspensão de benefícios sociais e previdenciários indevidos levou o governo a economizar R$ 9,32 bilhões em apenas 12 meses. (Pág. 20)

Acordo contra farra de partidos (Pág. 6)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: STF indica que confirmará delação de Joesley Batista
Em julgamento iniciado ontem, plenário do Supremo deve manter hoje Edson Fachin como relator do caso
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve confirmar hoje a homologação da delação do Grupo J&F e a manutenção de Edson Fachin como relator do caso. Em julgamento iniciado ontem, ministros indicaram que a maioria deve apoiar a decisão de Fachin e confirmar que cabe ao relator do caso dar a palavra na colaboração. Além de Fachin, Alexandre de Moraes votou e ressaltou que o ato de homologação é “formal”. Durante a sessão, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux indicaram que votarão para que a colaboração dos irmãos Joesley e Wesley Batista não seja revisada neste momento. O ministro Gilmar Mendes voltou a criticar ontem acordos firmados entre delatores e o Ministério Público. Para Gilmar, que passou a maior parte do julgamento fora do plenário, há notícias de acordos que ofendem o princípio da legalidade. A discussão no Supremo, hoje, deve girar em torno da possibilidade de análise, pelo Judiciário, do acordo firmado em delação premiada. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Joesley: ‘Temer sugeriu amigo’
Joesley Batista disse à PF que Temer tentou indicar o advogado José Yunes para conduzir acordo judicial com uma empresa em disputa contra o Grupo J&F. Yunes, que receberia R$ 50 milhões, nega. (PÁG. A5)

Justiça decide barrar venda de ativos da JBS
A Justiça barrou o desbloqueio de bens da JBS que já haviam sido negociados com a rival Minerva. Em outra ação, a AGU pediu o bloqueio de bens da empresa e de responsáveis pelos financiamentos no BNDES. A JBS diz ser vítima de “retaliação”. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Planalto exonera aliados de senador após derrota na trabalhista
O Planalto exonerou ontem dois servidores indicados pelo senador Hélio José (PMDB-DF), em reação à derrota na votação da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, anteontem. Pelo menos mais um corte deve ser feito hoje. O senador foi um dos três aliados que ajudaram a derrubar relatório a favor da reforma. A retaliação foi interpretada como uma forma de o governo tentar conter possível debandada da base. (POLÍTICA / PÁG. A8)

CCJ do Senado aprova ‘recall’ para presidente (Política / Pág. A9)

Colunistas
Coluna do Estadão
Para o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), “o termômetro da agonia” do governo Temer, numa escala de 1 a 10, “hoje, seria 8”. (PÁG. A4)

Celso Ming
Governo Temer passou a dar mais importância à sua sobrevivência do que à agenda das reformas. (ECONOMIA / PÁG. B2)

Verissimo
Nos países do Novo Mundo, o ambientalismo contradiz toda uma cultura empreendedora. (CADERNO2 / PÁG. C8)

Notas & Informações
Lições de uma derrota
A rejeição da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais do Senado serviu para reiterar a duvidosa qualidade da base de apoio a Michel Temer no Congresso. (PÁG. A3)

O horário gratuito e os nanicos
Sistema em vigor embute uma poderosa fonte de corrupção. (PÁG. A3)

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Valor Econômico

Manchete: Braskem investirá R$ 2,2 bi em sua 6ª fábrica nos EUA
A Braskem deu ontem um sinal de força ao anunciar investimento de US$ 675 milhões (aproximadamente de R$ 2,2 bilhões) na construção de uma nova fábrica de polipropileno nos Estados Unidos

Fibria entra na disputa pela Eldorado
O grupo Votorantim oficializou ontem que está na disputa pela aquisição da Eldorado Brasil Celulose, controlada pela J&F Investimentos e os fundos de pensão Funcef e Petros

Nove Estados desviaram fundos de previdência
Nove Estados e sete municípios desviaram recursos de seus fundos previdenciários para pagar despesas correntes. Essa prática teve início em 2013 e se intensificou a partir de 2015, justamente no auge da atual crise fiscal por que passam todos os entes da federação

Putin, o parceiro ideal de Temer
No último dia de sua visita à Rússia, Temer ouviu do presidente russo Vladimir Putin todas as promessas de investimento que almejava na viagem. Se o presidente brasileiro buscava um alento internacional para sua delicada conjuntura interna, encontrou na Rússia um parceiro ideal

WEG amplia presença nos Estados Unidos
A multinacional brasileira WEG acertou a compra de mais uma empresa americana, a CG Power, fabricante de transformadores. A aquisição faz parte da sua estratégia de internacionalização do negócio de geração, transmissão e distribuição (GTD) de energia elétrica

Relações externas Temer e Putin manifestam convergências convenientes
Encontro final surpreende por interesse russo em investimentos e declaração conjunta crítica a Trump
Na Noruega, presidente deve reforçar interesse em acordo de livre comércio
Crise política não afeta investimentos no Brasil, afirma executivo da Statoil

Fechando brechas dos regimes de Previdência
Nove Estados e sete municípios desviaram recursos de seus fundos previdenciários para pagar despesas correntes, segundo nota técnica da Secretaria de Previdência encaminhada à CPI da Previdência

IBGE quer ‘harmonizar’ pesquisas conjunturais e Contas Nacionais
Implementação levaria pelo menos mais dois anos, mas daria agilidade, diz presidente do órgão

Monitor do PIB mostra país ‘querendo sair do buraco’

Mineração Mil jazidas inativas podem ir a leilão este ano

Governo muda regras para oferta de áreas sem exploração que foram retomadas e planeja licitação

Nova metodologia pode baixar tarifa elétrica, diz ONS

BNDES quer facilitar renegociação de dívidas dos Estados
O banco pretende criar um conjunto padronizado de documentos a fim de acelerar a avaliação técnica do refinanciamento.

Desajustados O que o submundo pode ensinar sobre o futuro e a inovação
Pesquisadora ouviu gangues, hackers e falsificadores para entender a gestão na ilegalidade

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