O alto custo da violência
Entrevista : Daniel Cerqueira
Economista do Ipea, Daniel Cerqueira diz que o país perde 6% do PIB por causa da violência — em 2016, R$ 372 bilhões. O impacto inclui gastos com segurança e perda de vidas. Para o Rio, ele pede boas políticas públicas..
Coreia do Norte testa nova bomba
EUA ameaçam resposta militar ‘maciça’ contra ditadura comunista de Kim Jongun; ONU estuda novas sanções
A Coreia do Norte anunciou ter detonado uma bomba de hidrogênio capaz de ser instalada em míssil de alcance intercontinental na madrugada deste domingo (3).
Segundo estimativa do Parlamento sul-coreano, a bomba teria 100 quilotons, sete vezes mais potente do que a de Hiroshima em 1945. A maior detonação norte-coreana atê aqui havia sido de 10 quilotons.

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O Globo

Manchete : Teste nuclear da Coreia do Norte eleva tensão
País diz que usou bomba de hidrogênio, e explosão causa terremoto
Para ONU, ato é ‘profundamente desestabilizador’. EUA sobem o tom
O teste nuclear realizado pela Coreia do Norte, que afirma ter detonado uma potente bomba de hidrogênio, causou um terremoto de 6,3 graus de magnitude, sentido até na China, e levou os EUA a elevarem o tom na condenação do regime. O presidente Donald Trump ameaçou interromper negócios com qualquer país que tenha relações comerciais com a Coreia do Norte. O Conselho de Segurança da ONU convocou reunião de emergência para hoje, e a União Europeia ameaça endurecer a política de sanções contra o país. China e Rússia começaram o dia condenando o teste, mas amenizaram as críticas. (Pág. 19)

Bienal do Livro também sente efeito da crise
Em seu primeiro fim de semana, a 18ª Bienal do Livro, no Riocentro, sentiu os efeitos da recessão. Apesar de a organização apontar aumento no número médio de livros comprados por pessoa, grandes editoras, como Record, Sextante e Companhia das Letras, projetam queda nos negócios de 15% a 30% em relação ao mesmo período de 2015. Estandes com preços populares fazem sucesso. (Segundo Caderno)

Em 2022, orçamento só dará para as despesas
Sem reformas da Previdência e do funcionalismo, as despesas obrigatórias, aquelas que o governo não pode cortar, atingirão 101% do Orçamento já em 2022, alerta o Ministério do Planejamento. Este ano, o patamar é de 91,8%. O governo, com isso, não poderá mais fazer investimentos e terá de cortar gastos para cumprir a meta fiscal. (Pág. 15)

Governo infla fundo partidário
Planalto propõe ao Congresso fundo partidário de R$ 888,7 milhões, três vezes o de 2017. Com valor já no teto, governo tira de parlamentares desgaste de discutir aumento. (Pág. 3)

O alto custo da violência
Entrevista : Daniel Cerqueira
Economista do Ipea, Daniel Cerqueira diz que o país perde 6% do PIB por causa da violência — em 2016, R$ 372 bilhões. O impacto inclui gastos com segurança e perda de vidas. Para o Rio, ele pede boas políticas públicas. (Pág. 10)

Terceirizar mexe pouco em salário
Estudo de economistas da USP mostra que queda de salários é de 2,3% quando um empregado passa a ser terceirizado. (Pág. 17)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Doria recusa prévias com Alckmin e pode deixar PSDB
Presidenciável diz ao Estado que pretende continuar no partido “até que alguma circunstância” o impeça
O prefeito de São Paulo, João Doria, descartou, em entrevista a Pedro Venceslau, disputar prévias com o governador Geraldo Alckmin para a escolha do candidato do PSDB à Presidência em 2018. “Não faz o menor sentido. Não faria isso.
Desde já me excluo dessa condição, embora defenda as prévias”, disse o prefeito em sua passagem por Paris. Questionado sobre a possibilidade de deixar o PSDB para concorrer ao Planalto, Doria, que afirma ter recebido convites de quatro partidos, não descartou essa possibilidade: “Pretendo continuar, até que alguma circunstância me impeça disso”. Para o prefeito, as pesquisas de intenção de voto serão determinantes para a escolha do presidenciável tucano.
“Se alguém tiver dúvida em uma pesquisa, que faça duas. Se tiver dúvida em duas, que faça três. Não ouvir o povo pode ser um erro fatal para o PSDB”, disse Doria. (Política / Pág. A4)

Cláusula barraria R$ 64 mi
A proposta de emenda constitucional que estabelece mínimo de votos ou parlamentares eleitos para acesso ao Fundo Partidário ameaça repasses a 14 siglas. (Política / Pág. A6)

Endividamento de empresas cai depois de 6 anos
Indicadores apontam que caiu o nível de endividamento de empresas com ações na Bolsa. Dados da consultoria Economática mostram que elas encerraram o segundo trimestre com dívidas líquidas de R$ 533,5 bilhões, valor 1,4% inferior ao de igual período de 2016. Foi a primeira queda após seis anos de crescimento das dívidas. O valor exclui a Petrobrás, que reduziu seu endividamento em 11% no período. (Economia / Pág. B1)

Cida Damasco
O PIB reage, mas a crise fiscal se amplia e a tempestade política volta a ameaçar. (Economia / Pág. B8)

Lucia Guimarães
A terceirização é uma realidade, mas não se deve ignorar o risco crescente de desigualdade. (Caderno2 / Pág. C6)

Coreia do Norte testa bomba H; EUA falam em resposta militar
A Coreia do Norte testou ontem sua bomba atômica mais potente, um artefato termonuclear, que, diz o regime, pode ser instalado em um míssil intercontinental. Os Estados Unidos prometeram “resposta militar esmagadora” caso sofram “qualquer ameaça”. Aliada do regime, a China expressou sua “condenação enérgica” ao sexto teste nuclear do país. (Internacional / Págs. A10 a A12)

Editoriais
O controle das doações privadas
Controlar doações eleitorais privadas de pessoas físicas é perfeitamente possível, basta que se tenha a chamada “vontade política”. (Pág. A3)

A crise fiscal dos municípios
Muitos nem sequer deveriam existir. Não são capazes de gerar nem 20% de suas receitas. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Coreia do Norte testa nova bomba
EUA ameaçam resposta militar ‘maciça’ contra ditadura comunista de Kim Jongun; ONU estuda novas sanções
A Coreia do Norte anunciou ter detonado uma bomba de hidrogênio capaz de ser instalada em míssil de alcance intercontinental na madrugada deste domingo (3).
Com isso, a ditadura de Kim Jongun eleva ainda mais a tensão na disputa que trava com os Estados Unidos e seus aliados. Foi o sexto teste nuclear do país.
O presidente dos EUA, Donald Trump, chamou as ações do regime comunista de “hostis” em rede social.
“Não queremos aniquilar nenhum país, como a Coreia do Norte, mas temos muitas opções para fazê-lo”, afirmou o secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis.
Ele ameaçou recorrer a uma resposta militar “maciça” contra Pyongyang.
O Conselho de Segurança da ONU irá reunir-se nesta segunda (4) para discutir mais sanções contra o regime norte-coreano. O Japão afirma que o teste foi nuclear, embora não seja possível dizer se a bomba detonada era mesmo de hidrogênio. Houve tremor de 6,3 graus, sentido na região.
Segundo estimativa do Parlamento sul-coreano, a bomba teria 100 quilotons, sete vezes mais potente do que a de Hiroshima em 1945. A maior detonação norte-coreana atê aqui havia sido de 10 quilotons. (Mundo A13)

0 PSDB morreu, não existe mais como um partido
Entrevista da 2a. :: José A. Giannotti
Referência intelectual do PSDB, o professor aposentado da USP José Arthur Giannotti, 87, diz que “o partido morreu” e que falta nome para aglutinar todos na sigla. Para ele, a turbulência atual ê pior que a de 1964, quando houve o golpe militar. “Quem diz ter a solução para a crise? Ninguém.” (Pág. A20)

Parar a Lava Jato é perder pontos de PIB por nada
Se a Lava Jato for interrompida, teremos perdido alguns pontos de PIB em troca de nada. É improvável que o custo das revelações tenha sido zero. O capitalismo brasileiro funcionava na base da falcatrua. Mas é preciso deixar claro: a Lava Jato não é culpada por isso. (Poder A8)

Palestinos e Israelenses
As memórias de atentados e as de rotinas e propriedades deixadas para trás confluem na barreira que se tornou símbolo de um longo conflito entre palestinos e israelenses por terras e por religião. O bloqueio de 570 km, ora de concreto, ora de arame, foi bem-sucedido em evitar mortes em ataques terroristas. Paradoxalmente, entretanto, encobriu o horizonte para o prospecto de paz entre os dois povos. (Mundo A18 e folha.com/mundodemuros)

Editoriais
“A década que se esvai”, sobre queda da renda per capita do brasileiro, e “Meta ameaçada”, acerca da estagnação de matrículas em universidades. (Pág. A2 Opinião)

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