Manchete dos Jornais nesta segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 12th setembro 2016

Quatro são detidos em ato na Paulista
Com público menor que no último domingo, a Avenida Paulista teve ontem mais um protesto contra o governo Michel Temer. A PM deteve quatro pessoas…

Estados aderem à privatização do serviço de saneamento
Rio, Pará e Rondônia querem entrar na primeira etapa das concessões de saneamento, que o governo discute amanhã. Espírito Santo e Bahia podem aderir na segunda fase…


O Globo

Manchete : Após crítica de Temer, PMDB recua de reajuste
Senadores entenderam que não é o momento para gastos, avalia Planalto
Valdir Raupp, um dos defensores do reajuste, diz que a mudança de posição ‘já está sendo analisada’; Gilmar Mendes critica efeito cascata
Após a declaração do presidente Michel Temer, em entrevista ao GLOBO, de que é contra o reajuste para ministros do Supremo, aumentaram ontem as chances de a proposta ser rejeitada no Senado. No PMDB, senadores que defendiam o aumento, como Valdir Raupp, começaram a recuar, e o líder do governo na Casa, Aloysio Nunes (PSDB), disse que já não existe disposição de aprová-lo. A nova presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, é contra o reajuste neste momento. O ministro Gilmar Mendes, também do STF, defendeu o fim do efeito cascata por todo o Judiciário. (Pág. 6)

Cunha: cassação deve ter votos de pelo menos 300
Depois de conseguir arrastar o processo por 11 meses, usando todo tipo de manobras regimentais, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara, enfrenta hoje a votação da cassação de seu mandato por quebra de decoro. Até ontem, 300 deputados tinham revelado ao GLOBO que votarão a favor da perda do mandato, o que tornam mínimas as chances do peemedebista. (Pág. 3 a 5)

Estados aderem à privatização do serviço de saneamento
Rio, Pará e Rondônia querem entrar na primeira etapa das concessões de saneamento, que o governo discute amanhã. Espírito Santo e Bahia podem aderir na segunda fase. (Pág. 19)

Mosquito fora da agenda
Rio, Pará e Rondônia querem entrar na primeira etapa das concessões de saneamento, que o governo discute amanhã. Espírito Santo e Bahia podem aderir na segunda fase. (Pág. 19)


O Estado de S. Paulo

Manchete : Montadoras e revendas de carros cortam 200 mil vagas
Previsão é de que o número, que se refere aos últimos dois anos, continue crescendo no setor
A crise que levou à redução drástica nas vendas e na produção de veículos no Brasil provocou o fechamento, de 2014 até agora, de 31 mil vagas nas montadoras. Na esteira, também foram demitidos mais de 50 mil trabalhadores nas autopeças e mais de 124 mil nas concessionárias. A conta supera 200 mil cortes e os números vão seguir em alta, já que há ajustes a serem feitos em algumas fábricas, como as de Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR), com abertura de programas de demissão voluntária pela Volks. “O ambiente é de muita pressão”, afirma um funcionário de montadora que aderiu ao PDV. O presidente da Anfavea, Antonio Megale, vê uma recuperação lenta, com expectativa de início da retomada do mercado em 2017. Neste ano, a entidade estima nova queda de 19% nas vendas em relação a 2015. A crise no setor no Brasil provocou prejuízos bilionários aos fabricantes. (Economia B5)

Câmara vota cassação de Cunha; aliados manobram
Exatos 336 dias após PSOL e Rede protocolarem pedido de cassação no Conselho de Ética da Câmara, o plenário da Casa inicia hoje, às 19h, o julgamento do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Aliados vão tentar adiar a votação para depois das eleições municipais. Se não conseguirem o apoio da maioria para o adiamento, vão pedir que o plenário vote um projeto de resolução e não o parecer pela cassação. Isso abriria a possibilidade de inclusão de pena mais branda, como só a suspensão do mandato de Cunha. Ontem, o STF negou pedido do deputado para que a Câmara vote o projeto de resolução. (Política A4)

Haddad adia negociações de R$ 3,3 bi
O próximo prefeito de São Paulo terá de, logo nos primeiros meses da gestão, negociar contratos essenciais para a cidade no valor anual de R$ 3,3 bilhões. Por decisão política do prefeito Fernando Haddad (PT) ou por ação do Tribunal de Contas do Município eles tiveram a renovação arrastada. Circulação dos ônibus, varrição das ruas e manutenção da iluminação pública estão com contratos vencidos ou em vias de vencer. (Política A8)

Constituição deve ser revista, diz Serra
Para o ministro José Serra, problemas fiscais começaram com a Carta de 1988. Ele defende reformas. Série de reportagens do Estado mostra que o texto está na raiz de problemas. (Política A7)

Quatro são detidos em ato na Paulista
Com público menor que no último domingo, a Avenida Paulista teve ontem mais um protesto contra o governo Michel Temer. A PM deteve quatro pessoas. (Política A6)

Paralimpíada 2016 – Brasil conquista mais cinco medalhas (D6)

A vez das empreiteiras
Com 9 das 15 maiores empreiteiras do País envolvidas na Lava Jato, construtoras do chamado “grupo intermediário” começam a ocupar espaço estratégico e podem ditar nova configuração do setor. Na mira, estão as concessões. Algumas novatas, porém, já têm acusações de envolvimento em doações ilegais. (Economia B1 E B3)

Artigos e Colunas
Vera Magalhães – Eduardo Cunha usará o caso de José Dirceu para tentar escapar do juiz Sérgio Moro (Política A6)

Bernard Appy – Os benefícios de uma mudança abrangente do modelo tributário brasileiro são muito grandes (Economia B2)

Notas&Informações
Um Judiciário judicante – A ministra Cármen Lúcia tem os melhores qualificativos para assumir a presidência do STF (A3)

Seleção natural (A3)


Folha de S. Paulo

Manchete : Gestão Temer quer licitar de novo rodovias e aeroportos
Sem cumprir contratos, concessionárias dizem não ter obtido crédito já acertado
O governo Michel Temer (PMDB) decidiu refazer a licitação de concessões de rodovias e aeroportos realizadas pela gestão Dilma Rousseff (PT) que não estiverem cumprindo seus contratos. O plano, a ser levado nesta terça (13) à reunião inaugural do Conselho do Programa de Parceria em Investimentos, é editar medida provisória que permita ofertar essas concessões de novo. A maioria foi ganha entre 2013 e 2014 por grupos envolvidos na Operação Lava Jato. O objetivo é evitar que uma dívida de R$ 4 bilhões seja assumida por bancos privados e públicos garantidores do financiamento. A proposta prevê que os novos investidores indenizem as concessionárias pelos investimentos já realizados e que elas possam concorrer em novas disputas. As concessionárias dizem que o governo Dilma não cumpriu sua parte na oferta de crédito e que deixou de assumir despesas de sua responsabilidade. (Mercado pág. 1)

Ato contra Temer em SP reúne menos gente; 3 são detidos
Manifestantes contrários ao governo de Michel Temer voltaram a se reunir na avenida Paulista neste domingo (11). Organizado pelas frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, o ato teve adesão menor que a do fim de semana anterior, segundo a própria organização. Três foram detidos. A polícia afirma ter encontrado armas brancas com os jovens. (Poder A9)

Cunha afirma que sua cassação será troféu para o PT
Em entrevista à Folha, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que uma eventual cassação de seu mandato em sessão prevista para esta segunda (12) fortalecerá o discurso de que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi “golpe”: “É o que vai turbinar o PT para 2018”. Ele faz previsões pessimistas para o governo Temer. (Poder A4)

Entrevista da 2a. – Maria Silvia Bastos
Novas concessões vão ter taxas de retorno atrativas
O programa de concessões do governo Temer, a ser lançado nesta terça (13), terá modelos e taxas de retomo que atrairão os investidores, diz a presidente do BNDES. Segundo Maria Silvia Bastos, o valor da tarifa não será determinante e o banco não vai mais acomodar riscos. (A 14)

Oito em cada dez bebês brasileiros com microcefalia têm mães negras (Cotidiano B6)

Celso Rocha de Barros
PSDB, DEM e grupos pró-impeachment vão abandonar o governo? (Poder A6)

Editoriais
Leia “Tempo esgotado”, sobre processo de cassação de Eduardo Cunha, e “O Brasil no Antropoceno”, acerca de ratificação do Acordo de Paris. (Opinião A2)


Edição: Equipe Fenatracoop, Segunda-Feira, 12 de Setembro de 2016

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