Investigados duvidam de punição e já miram 2018
Dos 84 congressistas no alvo da Lava Jato, 54 descartam cassação
Deputados e senadores que são alvo da Lava Jato dizem duvidar de que sofrerão processo de cassação e almejam se reeleger em 2018.  A Folha procurou os 84 congressistas investigados a partir de pedidos da Procuradoria-Geral da República. Entre eles, 54 afirmaram não acreditar que correm o risco de serem cassados por seus pares. Três declararam que não irão mais disputar eleições; entretanto nenhum citou a operação judicial como motivo. Outros 30 não quiseram se manifestar. Objeto de 17 inquéritos, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) minimizou o risco de perder o mandato. “Há evidente falta de provas.” “Nem que a vaca tussa, medo nenhum [de ser cassado]”, disse o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) criticou o questionamento: “Estamos em uma fase de inquérito, que nem sequer se transformou em denúncia”. ..

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O Globo

Manchete : Lula foi alertado de suspeitas na Petrobras
Congresso mandou suspender obras, mas o então presidente vetou decisão
Em 2009, investimentos da estatal com graves indícios de irregularidades foram identificados pelo Tribunal de Contas da União, e Congresso cortou verba. Técnicos contestaram argumentos do governo para manter desembolso
Quase oito anos antes de afirmar ao juiz Sergio Moro que demitiria toda a direção da Petrobras se soubesse de corrupção na estatal, o ex-presidente Lula foi informado pelo Congresso que três obras hoje investigadas pela Lava-Jato apresentavam graves suspeitas e deveriam parar. O petista, no entanto, vetou a decisão, cujo relatório técnico já citava os executivos envolvidos no esquema de corrupção, informa Cleide Carvalho. (Página 3)

Petistas já não choram mais
Dia 11 de agosto de 2005. Na CPI dos Correios, o marqueteiro do PT Duda Mendonça admitia que recebera caixa dois no exterior. Petistas choravam pelo plenário. A imagem do partido começava a desmoronar. O que estes políticos pensam hoje? (Página 6)

Avalanche em 24 dias
Em menos de um mês, quatro ex-aliados de Lula atacaram as principais teses da defesa do petista e comprometeram a ex-presidente Dilma com denúncias de ilegalidades. (Página 4)

Construtoras retomam lançamentos
Com a queda na taxa básica de juros, a procura pela casa própria já tem alta de 30% este ano no Rio. Empresas voltam a lançar imóveis, apostando especialmente naqueles voltados para a classe média. (Página 35)

A perigosa rotina da Via Dutra
Além de ser uma rota do tráfico, a Dutra concentra 41,8% dos roubos de cargas em rodovias federais no Rio. A Força Nacional tentará reduzir a violência na via. (Páginas 12 e 14)

Venezuelanos na miséria no Brasil
Venezuelanos que buscaram Manaus como saída para a crise em seu país vivem como indigentes nas ruas da capital do Amazonas. Há pessoas com suspeita de tuberculose e de desnutrição. (Página 10)

Os desafios diante de Macron
Emmanuel Macron toma posse hoje com o desafio de unir a França e atrair aliados à esquerda e à direita do governo, dizem os pensadores Luc Ferry e Élisabeth Roudinesco. (Página 42)

Merval Pereira
Um método conhecido para mensagens clandestinas. (Página 4)

Lauro Jardim
Na delação, Eike quer falar de Cabral, Lula, Cunha… (Página 2)

Elio Gaspari
Gilmar Mendes já foi defendido pelo advogado de Eike. (Página 36)

Ancelmo Gois
Ildo Sauer: “O que parecia incompetência era crime”. (Página 16)

José Padilha
O princípio da reciprocidade ideológica está arraigado. (Página 8)

Fernando Gabeira
É desespero buscar a eleição para fugir da Justiça. (Segundo Caderno)

Cacá Diegues
Olhos de Lula revelam raiva de tudo o que havia em volta. (Página 21)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Temer condiciona sucesso de sua gestão à redução do desemprego
Entrevista. Presidente também voltou a defender ministros citados na Lava Jato: ‘É um custo-benefício que compensa’
O presidente Michel Temer condiciona o sucesso do seu governo à redução do número de desempregados, atualmente em 14,2 milhões de pessoas, de acordo o IBGE. Embora avalie que a aprovação das reformas trabalhista e da Previdência será muito importante para a retomada do emprego, uma eventual derrota no Congresso não definirá o sucesso do seu curto mandato. “O meu principal objetivo é combater o desemprego. Se não conseguir, aí, sim, você pode dizer que o governo não deu certo. Não é por causa da Previdência”, afirmou, em entrevista ao Estado. O presidente também voltou a defender os ministros citados nas delações da Lava Jato. “Aqui tem pessoas mencionadas que são da melhor qualificação administrativa, prestam um serviço extraordinário. É um custo-benefício que compensa.” Em relação ao seu papel na disputa presidencial de 2018, disse que vai depender do sucesso do governo. “Se eu estiver bem, é claro que todos virão me procurar em busca de apoio.” E afirmou que já não se incomoda com os movimentos que pedem a sua saída. “Aliás, ficou simpático este Fora, Temer.” (Política A10 e A11)

Marina busca nomes da Justiça para seu partido
Em busca de uma nova candidatura a presidente, a ex-senadora Marina Silva (Rede) tem se aproximado dos ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto e Joaquim Barbosa. Segundo ela, as conversas não tratam de questões eleitorais, mas eles seriam bem recebidos no partido fundado por Marina porque possuem “toda a legitimidade” para participar do processo eleitoral. (Política A7)

Investimento externo volta a crescer no País (Economia B5)

Para analistas, risco de calote da Venezuela chega a 87%
Analistas calculam que o risco de calote da Venezuela no vencimento da dívida da PDVSA, em outubro e novembro, estimado em US$ 3,5 bilhões, é de 43%. Nos próximos cinco anos, a probabilidade de o país não honrar compromissos chega a 87%. O cenário é preocupante porque a dívida aumenta, as receitas do petróleo caem e escasseiam as alternativas de o chavismo pagar as contas. (Internacional A14)

Vera Magalhães
Programa de TV dos tucanos foi de dar pena, um espetáculo constrangedor (Política A8)

Eliane Cantanhêde
Doria é contra prisão de Lula agora: “Primeiro, tem de ser derrotado pelo povo” (Política A6)

Celso Ming
A reforma deixou intacta a dinheirama do Sistema S, dos sindicatos empresariais (Economia B2)

Notas&Informações
Os males do marketing político – Pouco a pouco, os candidatos passaram a privilegiar o discurso que os eleitores gostariam de ouvir, e não o que precisava ser dito (A3)

O resgate da Petrobrás – O lucro da Petrobrás confirma a permanência no rumo fixado na mudança no governo federal (A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Investigados duvidam de punição e já miram 2018
Dos 84 congressistas no alvo da Lava Jato, 54 descartam cassação
Deputados e senadores que são alvo da Lava Jato dizem duvidar de que sofrerão processo de cassação e almejam se reeleger em 2018.
A Folha procurou os 84 congressistas investigados a partir de pedidos da Procuradoria-Geral da República. Entre eles, 54 afirmaram não acreditar que correm o risco de serem cassados por seus pares. Três declararam que não irão mais disputar eleições; entretanto nenhum citou a operação judicial como motivo. Outros 30 não quiseram se manifestar. Objeto de 17 inquéritos, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) minimizou o risco de perder o mandato. “Há evidente falta de provas.” “Nem que a vaca tussa, medo nenhum [de ser cassado]”, disse o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) criticou o questionamento: “Estamos em uma fase de inquérito, que nem sequer se transformou em denúncia”. (Poder A4)

Donos da JBS, sob investigação da Polícia Federal, estudam fazer acordo de delação premiada. (Mercado A25)

Mulheres e o abismo que só cresce
O abismo que separa os salários de homens e mulheres no Brasil dobra de tamanho nos primeiros 15 anos de carreira, indica estudo inédito. Segundo o levantamento, feito por três economistas, a diferença é explicada por interrupções frequentes na vida profissional delas. Eduardo Fraga (Yale), Gustavo Gonzaga (PUC-Rio) e Rodrigo Soares (Columbia) analisaram dados de milhões de trabalhadores. (Mercado A21)

Atrasos elevam insatisfação de colombianos com processo de paz (Mundo A13)

Luciano Huck
Não, não sou candidato, mas posso contribuir
Meu nome foi levado a esse debate porque disse que está na hora de minha geração ocupar espaços de poder. Não vou me furtar ã discussão, mas isso não significa que esteja me lançando a cargos. De onde estou, posso contribuir muito mais. (Opinião A3)

Editoriais
Leia “O balanço de Temer”, acerca do desempenho do governo, e “O ônus da maternidade”, sobre diferença salarial entre homens e mulheres. (Opinião A2)

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