1,5 bilhão de informações
é o quanto a ferramenta de cruzamento de dados Atlas, da PF, tem armazenadas

179 detenções
realizou a Lava Jato, a operação da PF que mais prendeu por corrupção no País…

Prisões por corrupção crescem 288% em três anos
Em 2013, antes da lei da delação premiada, ocorreram 135 detenções no País; em 2016, número subiu para 524
Números da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), da Polícia Federal, mostram que, em 2016, 524 pessoas foram presas por agentes federais em operações de combate ao desvio de verbas públicas. Em 2013, antes da aprovação da Lei 12.850, que regulou a colaboração premiada, foram 135 prisões – um crescimento de 288%. O Estado analisou os dados de 2.325 operações da PF no País de 1.º de janeiro de 2013 a 31 de março de 2017.

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O Globo

Manchete : Mercado de trabalho dá sinal de recuperação
Mesmo com 14 milhões de desempregados, salário inicial volta a subir
Alta chega a 3,82% em maio. Inflação baixa ajuda na oferta de vagas mais atraentes
Apesar da fila de 14 milhões de desempregados no país, o mercado de trabalho começa a dar sinal de recuperação. As empresas passaram a oferecer salários maiores no momento da contratação com carteira assinada. Após quedas consecutivas nos últimos dois anos, os salários de admissão voltaram a subir recentemente e avançaram 3,82% em maio, informa MARCELLO CORRÊA. Em média, ficaram em R$ 1.458,14. Para economistas, a inflação baixa ajuda o trabalhador a ter ganho real de renda e facilita a oferta de salários mais atraentes. Além disso, as contratações podem estar sendo puxadas por vagas de maior qualificação. (Pág. 27)

STF pode ampliar sigilo de delações
O Supremo poderá aumentar o período em que as delações são mantidas sob sigilo. Hoje, elas deixam de ser secretas logo que o inquérito é aberto. Pelo menos dois ministros da Segunda Turma defenderam só torná-las públicas após a abertura da ação penal. (Pág. 3)

Diretor da PF – O confuso dia do ‘fica’
Em entrevista, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, não confirmou Leandro Daiello na Polícia Federal. Em seguida, por telefone, Ministério disse que ele fica. (Pág. 6)

No rastro da conexão Angola
Brasileiro suspeito de fraude de US$ 45 milhões em contratos com o governo de Angola será investigado em ação conjunta do Brasil com a França. (Pág. 7)

Poderes gastaram mais R$ 1,3 bilhão
De 2014 a 2016, já com o Estado do Rio em crise, Alerj, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria aumentaram seus gastos em R$ 1,3 bi. (Pág. 10)

Merval Pereira
Plano do governo é trocar Daiello na PF. (Pág. 4)

Ancelmo Gois
Empresários rebatem Joesley sobre propina. (Pág. 12)

Elio Gaspari
Rio passa por esgotamento de fantasia. (Pág. 5)

Cacá Diegues
Criminosos roubaram o país e nossos sonhos. (Pág. 17)

Fernando Gabeira
Os bandidos comem, por ano, 2% do PIB. (Segundo Caderno)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Prisões por corrupção crescem 288% em três anos
Em 2013, antes da lei da delação premiada, ocorreram 135 detenções no País; em 2016, número subiu para 524
Números da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), da Polícia Federal, mostram que, em 2016, 524 pessoas foram presas por agentes federais em operações de combate ao desvio de verbas públicas. Em 2013, antes da aprovação da Lei 12.850, que regulou a colaboração premiada, foram 135 prisões – um crescimento de 288%. O Estado analisou os dados de 2.325 operações da PF no País de 1.º de janeiro de 2013 a 31 de março de 2017. “A lei foi aprovada no contexto da pressão popular.
Devem ter achado que era bom para prender traficante. Hoje, dificilmente, passaria”, afirma a delegada Tânia Prado, presidente do Sindicato dos Delegados da PF. Em 2013, a PF fez 302 operações em todo o País de combate a organizações criminosas. Três anos depois, esse número chegou a 922. Por trás do aumento das operações e das prisões, policiais e procuradores apontam avanços tecnológicos, como a criação de bancos de dados sobre desvios de verbas públicas e laboratórios de combate à lavagem de dinheiro.

1,5 bilhão de informações
é o quanto a ferramenta de cruzamento de dados Atlas, da PF, tem armazenadas

179 detenções
realizou a Lava Jato, a operação da PF que mais prendeu por corrupção no País. (Política / Pág. A4)

Depois de 11 anos, Brasil pode ter deflação
Se a previsão de analistas consultados no boletim Focus, do Banco Central, se confirmar, junho deve terminar com deflação, a primeira mensal desde 2006. A expectativa para o IPCA é de queda de 0,07%. O número é resultado de vários fatores, como o bom desempenho das safras agrícolas, a redução dos preços de combustíveis pela Petrobrás e a mudança da bandeira tarifária de energia de vermelha, mais cara, para verde. A inflação medida pelo IGP-M, usada para contratos de aluguel, por exemplo, em 12 meses até junho também deve recuar. (Economia / Pág. B1)

Popular, Putin deve tentar reeleição
Apesar de denúncias de corrupção, a popularidade de Vladimir Putin supera 80%, informa Andrei Netto, de Moscou. Se reeleito, o presidente russo completará 24 anos no poder. (Internacional / Pág. A10)

Vera Magalhães
Temer desembarca de volta de suas terras imaginárias em pior situação do que saiu. (Política / Pág. A8)

Celso Ming
Ideia é baixar meta da inflação para 4,25% em 2019. Há razões para ser mais ousado. (Economia / Pág. B2)

Eliane Cantanhêde
Com Temer em batalhas de vida ou morte, Sérgio Etchegoyen está cada vez mais forte. (Política / Pág. A6)

NOTAS & INFORMAÇOES
Como olhar a crise
A crise política, econômica, social e moral que tanto abate o ânimo dos brasileiros começou com o sr. Lula da Silva, com a apropriação da administração federal para fins partidários. (Pág. A3)

Problema imediato, a LDO
Congresso tem de votar o projeto da LDO, com indicações básicas para a programação financeira da União. (Pág. A3)

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