Manchete dos Jornais neste Domingo, 26 de Novembro de 2017

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Revisar o foro agilizará a Lava Jato, diz Cármen Lúcia
“Não dá para manter um sistema feito para que se possa protelar para sempre a finalização e o Judiciário não dar uma resposta a isso”, disse, defendendo a condenação em segunda instância. “Diante de evidências de que a pessoa se vale do direito para litigar indefinidamente, o Poder Judiciário deve usar os instrumentos de que dispõe para dar uma resposta.”…
O que é o ‘novo’
As eleições de 2018 representarão uma encruzilhada para a Nação. A depender dos resultados das urnas, problemas hoje muito graves poderão levar o País ao desastre…
Brasileiro se acha jovem até os 37 e velho após os 64
Pesquisa Datafolha inédita mostra como a população se relaciona com a idade e o próprio envelhecimento
Pesquisa feita pelo Datafolha mostra diferentes maneiras de encarar a idade entre os brasileiros.
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O Globo

Manchete : Apenas 20 PMs estão envolvidos em 10% das mortes em confrontos
Responsável por 356 homicídios em 6 anos, grupo representa 0,04% da tropa
Estatísticas de autos de resistência voltam a subir, e polícia promete maior controle de uso da força

Ao longo de seis anos, 20 PMs tiveram participação em 356 mortes classificadas como autos de resistência, ou seja, quando há registro de confronto. Lotados em diferentes batalhões, eles representam 0,04% de uma tropa de cerca de 45 mil homens, mas são responsáveis por mais de 10% de todos os casos registrados entre 2010 e 2015, revelam FÁBIO TEIXEIRA e IGOR MELLO. Levantamento do GLOBO a partir de cerca de duas mil páginas de documentos aponta que, em parte das ocorrências, há indícios de execução ou fraude processual. Com as estatísticas de autos de resistência voltando aos níveis pré-UPPs, o comando da Polícia Militar diz que está desenvolvendo um programa de controle do uso da força, cujo objetivo é reduzir, até o fim de 2018, as mortes violentas em 20% e os disparos de armas em 35%.(PÁGINAS 14 a 16)

Nova frente contra o desmatamento
Pela 1ª vez, Ministério Público e Ibama cruzaram imagens de satélite com cadastros de proprietários rurais e entraram com ações na Justiça contra os maiores responsáveis por devastar a Amazônia.(PÁGINA 3)

Petrobras quer sócio em refinarias
Petrolífera, que hoje detém 99% do refino no país, estuda vender participação em seis de suas 14 unidades, incluindo a Reduc, no Estado do Rio. As fatias seriam minoritárias. (PÁGINA 37)

Editorial
‘Previdência é uma usina de injustiças sociais’ (PÁGINA 22)

Colunistas
LAURO JARDIM
Huck anuncia amanhã que está fora do páreo. (PÁGINA 2)

MERVAL PEREIRA
A disputa de 2018 parece uma corrida maluca. (PÁGINA 4)

ELIO GASPARI
A direção do Pedro II e o caso de abuso sexual. (PÁGINA 6)

MÍRIAM LEITÃO
Primeiro gasto a cortar é o subsídio ao capital.(PÁGINA 38)

ANCELMO GOIS
Universitários descrentes com a política. (PÁGINA 18)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Revisar o foro agilizará a Lava Jato, diz Cármen Lúcia
Presidente do STF afirma que processos da operação precisam ser julgados e também defende as delações
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse que a revisão do foro privilegiado para parlamentares favorece a Lava Jato. Em entrevista a Eliane Cantanhêde e Rafael Moraes Moura, ela defendeu todas as outras medidas consideradas fundamentais pela força-tarefa para o êxito da operação: delação premiada, prisões preventivas e execução de pena após condenação em segunda instância. Nenhuma delas é unanimidade no STF. “Não dá para manter um sistema feito para que se possa protelar para sempre a finalização e o Judiciário não dar uma resposta a isso”, disse, defendendo a condenação em segunda instância. “Diante de evidências de que a pessoa se vale do direito para litigar indefinidamente, o Poder Judiciário deve usar os instrumentos de que dispõe para dar uma resposta.” Alvo de ataques pelo desempate no julgamento que delegou ao Legislativo autorizar ou não a suspensão de mandatos, Cármen fez uma autocrítica. Admitiu que seu voto foi “extremamente conturbado”: “Não consegui dar clareza ao princípio de que não se pode romper a separação de Poderes”. Isso, porém, não justifica os deputados do Rio usarem o julgamento do STF para soltar três colegas: “Confundiram para confundir”. POLÍTICA / (PÁG. A6)

Após reforma, demissões chegam aos sindicatos
O fim da contribuição obrigatória, extinta pela reforma trabalhista, forçou centrais e sindicatos a cortar custos. Eles têm demitido, vendido ativos e organizado planos de demissão voluntária para se adequar a uma perda estimada em um terço da receita. Segundo previsão do Dieese, 100 mil trabalhadores diretos e indiretos devem ser afetados até 2018. ECONOMIA / (PÁG. B1)

Cortes ameaçam satélites e previsão do tempo no Inpe
Previsto inicialmente para ser lançado no ano que vem, o satélite sino-brasileiro CBERS 4A é um dos que tiveram recursos reduzidos no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A crise ameaça paralisar projetos e serviços essenciais, como o monitoramento da Amazônia e até a previsão do tempo. METRÓPOLE (PÁG. A17)

Vale e Petrobrás dominam investimentos
Mais de dois terços dos investimentos previstos para o Brasil entre 2018 e 2021 sairão dos caixas de Vale e Petrobrás. Dos R$ 367 bilhões programados para o período, quase R$ 200 bilhões são do plano de negócios da estatal de petróleo e R$ 44 bilhões, da Vale. Com grandes projetos das duas empresas, quatro Estados ficarão com 76% dos investimentos previstos: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Espírito Santo. ECONOMIA / (PÁG. B8)

Colunistas
Eliane Cantanhêde
A eleição de 2018 está ameaçada por crime organizado, criptomoedas e ‘fake news’. POLÍTICA (PÁG. A8)

Vera Magalhães
Autenticidade, na política brasileira, muitas vezes se confunde com ingenuidade. POLÍTICA / (PÁG. A10)

Celso Ming
Rebarbas da reforma trabalhista exigem cautela de empresas, trabalhadores e Justiça. ECONOMIA / (PÁG. B2)

Notas&Informações
O que é o ‘novo’
As eleições de 2018 representarão uma encruzilhada para a Nação. A depender dos resultados das urnas, problemas hoje muito graves poderão levar o País ao desastre. (PÁG. A3)

Recuperação e impostos
Sem correção, volumes crescentes de recursos irão pelo ralo de aposentadorias e pensões. (PÁG. A3)

Bolsonaro suaviza discurso para ganhar eleitores
POLÍTICA / (PÁG. A8)

Transmissão de sessões alonga votos no Supremo POLÍTICA/( PÁG. A4)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Brasileiro se acha jovem até os 37 e velho após os 64
Pesquisa Datafolha inédita mostra como a população se relaciona com a idade e o próprio envelhecimento
Pesquisa feita pelo Datafolha mostra diferentes maneiras de encarar a idade entre os brasileiros.

Em média, a população do país se considera jovem até os 37 anos. Essa faixa fica cada vez mais elástica e chega aos 47 anos nas respostas dadas por mulheres que passaram dos 60.
A velhice, para a média dos brasileiros, começa aos 64. As respostas a essa pergunta variaram de 14 a 130 anos, e um a cada dez entrevistados não soube dizer quando começa essa fase.
A Folha estreia neste domingo (26) a publicação da série “Ao seu Tempo”. O primeiro capítulo, “Vida Nova”, aborda a relação com a idade em temas como valores e comportamento.
No Brasil do ano 2000 havia 9,7 milhões de pessoas com 65 anos ou mais — menos de 6% da população. A fatia superou 8°/o em 2017. Em 2030, 30 milhões (13%) estarão acima dos 65 anos, na estimativa do IBGE.
Também ê crescente a onda dos chamados “sem-idade”, que não escondem o tempo vivido nem seguem antigos rótulos associados à velhice. (Cotidiano BI a B6)

Temer esbarra em redução da base para votar reformas
O presidente Michel Temer (PMDB) busca destravar no Congresso temas considerados cruciais para a economia, como as reformas da Previdência e tributária. A base governista, porém, caiu para menos da metade dos 513 deputados. A aproximação das eleições também pode dificultar propostas controversas. (Poder A4)

Presidente tinha obstrução de 90% em três artérias, dizem médicos. (Poder A5)

Hélio Schwartsman
Presidente precisa ter caráter ou só fazer o que é certo? (Opinião A2)

Mulheres receberam 84% dos salários pagos a homens no ano passado (Pág. A21)

Problema súbito em submarino é única explicação, diz ex-tripulante (Mundo. A16)

Editoriais
“A falência do Rio”, sobre a derrocada política, econômica, social e institucional do Estado, resultante de anos de corrupção e gestões irresponsáveis. (Opinião A2)

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