O mapa dos votos no lulismo
A condenação de Lula pelo TRF-4 e um possível impedimento de sua candidatura abrirão uma disputa por cerca de 53 milhões de eleitores. Adversários precisarão transferir votos principalmente de cidades com até 50 mil habitantes.
Em queda livre, STF multiplica conflitos, afirma professor da USP
Protagonista de uma democracia em desencanto, 0 Supremo Tribunal Federal vive uma espiral de degradação. A corte passou de poder moderador a poder ten-sionador, que multiplica incertezas e acirra conflitos, escreve Conrado Hübner Mendes, professor de direito da USP.
Chacina deixa 14 mortos em Fortaleza
Homens fortemente armados invadiram, na madrugada de sábado, uma casa de forró na periferia de Fortaleza e atiraram contra os presentes. Segundo a polícia, 14 pessoas morreram e 6 ficaram gravemente feridas. A chacina, considerada a maior de Fortaleza, teria ligação com a guerra de facções criminosas.

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O Globo

Manchete : União de tráfico e milícia avança pelo Estado do Rio
Moradores de áreas dominadas são obrigados a conviver com o comércio de drogas e a pagar por serviços impostos por policiais e bombeiros

Vera Araújo
Aunião entre traficantes e milicianos extrapolou os limites de comunidades da Zona Oeste do Rio e chegou à Baixada Fluminense e Costa verde. Antes formado por rivais, o grupo agora obriga moradores das áreas sob seu domínio a conviver com a venda de drogas e a pagar por serviços impostos por policiais e bombeiros. Para o promotor Luiz Antonio Ayres, a associação entre tráfico e milícia pode resultar na mais perigosa facção criminosa do País. (pág. 12)

O mapa dos votos no lulismo
A condenação de Lula pelo TRF-4 e um possível impedimento de sua candidatura abrirão uma disputa por cerca de 53 milhões de eleitores. Adversários precisarão transferir votos principalmente de cidades com até 50 mil habitantes. (Págs. 6 e 7)

Elio Gaspari
O TRUQUE DE LULA
Manipulador do medo, Lula bota gente na rua e se oferece como pacificador. (Pág. 5)

PF: Rodrigo Maia foi à Odebrecht
Registros mostram que o presidente da Câmara esteve na empresa no dia em que foi liberado recurso a Cesar Maia, informa Aguirre Talento. Pai e filho negam. (Pág. 3)

Poucas mulheres chegam ao topo
Apesar de serem maioria no ensino superior, as mulheres têm menor participação nas bolsas de pesquisa e são minoria entre reitores. (Pág. 32)

Tarifas caíram, e queixas dobraram
Em dez anos de portabilidade na telefonia, tarifa caiu 65%. Concorrência, porém, não aumentou satisfação de clientes. Queixas subiram 128%. (Pág. 29)

Merval Pereira
Lula condenado faz com que alianças saiam do armário. (Pág. 4)

Lauro Jardim
Joaquim Barbosa adia, de novo, decisão sobre candidatura. (Pág. 2)

Ascânio Seleme
Discurso da desobediência do PT é estímulo à violência. (Pág. 9)

Miriam Leitão
STF precisa evitar impressão de agir por casuísmo. (Pág. 30)

Veríssimo
Voz de juízes falou mais alto do que gritos por Lula nas ruas. (Pág. 19)

Ancelmo Gois
Boicote atrapalha modelagem de privatização da Cedae. (Pág. 14)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Mulheres ocupam 30% dos cargos de comando no campo
Presença feminina no setor rural é impulsionada pelo uso da tecnologia; elas também estão mais preparadas
A presença feminina no campo cresceu rapidamente no País, impulsionada pelo aumento do uso da tecnologia, informa Douglas Gavras. Há cinco anos, as mulheres ocupavam funções de comando em 10% das propriedades rurais, número que já está em 30%. Os dados são de pesquisa feita em 2017 pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio com 2.090 agricultores e 717 pecuaristas de 15 Estados.
Elas também se preparam melhor: uma a cada quatro mulheres que atuam no setor rural tem formação superior, enquanto entre os homens esse índice cai para um em cada cinco. O aumento do uso da tecnologia, que torna a força física dispensável para muitas atividades, explica parte da “invasão feminina”. O levantamento mostra também que 81% dos entrevistados exercem exclusivamente atividades rurais e 56% têm única residência no campo. (Economia / Pág. B1)

PT quer frente de esquerda, mas partidos mantêm planos
Embora lideranças petistas falem na formação de uma ampla frente de esquerda, partidos que se aliaram ao PT em eleições passadas, como PCdoB e PDT, não estão dispostos a retirar os nomes que já lançaram para a Presidência da República – Manuela D’Ávila e Ciro Gomes, respectivamente. A tendência é de que haja pulverização de candidaturas de esquerda na sucessão de Michel Temer. Um dos objetivos dessas siglas é manter suas bancadas na Câmara. (Política / Pág. A4)

Chacina deixa 14 mortos em Fortaleza
Homens fortemente armados invadiram, na madrugada de sábado, uma casa de forró na periferia de Fortaleza e atiraram contra os presentes. Segundo a polícia, 14 pessoas morreram e 6 ficaram gravemente feridas. A chacina, considerada a maior de Fortaleza, teria ligação com a guerra de facções criminosas. (Metrópole / Pág. A14)

Referendo no Equador realça divisão política
O Equador vai às urnas em 4 de fevereiro para referendo que selará a separação entre o ex-presidente Rafael Correa e o atual, Lenín Moreno. Das 7 questões, duas afetam Correa: a proibição de alguém que já foi presidente se candidatar e o afastamento da vida pública de condenados por corrupção. (Internacional / Pág. A8)

Complexo de Deodoro reabre para canoagem (Esportes / Pág. A16)

Eliane Cantanhêde
Guerra insana
Ao bombardear a Justiça, o PT corre o risco de se isolar e virar um grupelho radical. (Política / Pág. A6)

Celso Ming
Desvio de rota
Afirmar que o rombo da Previdência foi criado pelas elites é ignorar a trombada que vem aí. (Economia / Pág. B2)

Notas & Informações
O Brasil de volta, segundo Temer
Presidente levou a Davos a mensagem necessária a respeito do País póspopulismo. O Brasil está de volta, disse ele. (Pág. A3)

A evolução da dívida
O controle e a redução do déficit público dependem de decisões econômicas e políticas. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Brasil patina na guerra tributária por empresa
Com imposto corporativo de 34%, país pode perder emprego e investimento
O Brasil corre o risco de ficar para trás, e perder empregos e investimentos, na guerra fiscal para atrair empresas, dizem especialistas em tributos e comércio exterior.
Diversos países reduziram recentemente os impostos que incidem sobre as pessoas jurídicas. Em dezembro, os EUA aprovaram redução da alíquota sobre lucro empresarial, de 35% para 21%. Depois, a Argentina diminuiu o imposto corporativo. A alíquota caiu de 35% para 30%e, em2020, será de25%.
Segundo a consultoria EY, o imposto médio corporativo cobrado por países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que era de 32% em 2000, passou para 24% neste ano. O Brasil cobra 34%.
Para Eduardo Fleury, do escritório FCRLaw, a desvantagem pode gerar deslocamento da produção e perda de postos para a Argentina. Segundo João Manoel Pinho, secretário do Ministério da Fazenda, mais importante que rever a carga tributária ê reduzir a complexidade do sistema para manter as firmas no país. (Mercado A15)

Tendência é da esquerda não ter apenas um candidato
Com a fragilização política do ex-presidente Lula, siglas de esquerda dizem que não pretendem se unir em tomo de candidatura única à Presidência na eleição deste ano.
A tendência de pulverização se intensificou após tribunal de segunda instância ter condenado 0 petista a 12 anos e um mês de prisão. PC do B e PDT já lançaram candidatos, e 0 PSOL anunciará 0 seu em março. (Poder A4)

Otávio Frias Filho
Com Lula fora de cena, talvez seja menos crispado o processo eleitoral
Parece sensato supor que a estratégia da vitimização de Lula (hoje lidei• naspesqtásas) garantirá ao partido colocar seu sucedâneo no segundo turno, até porque, com apro-liferação de candidatos, tende a cair a nota de corte. Com o petista fora de cena, mas atuante no pano de fundo, talvez seja menos ciispado um processo eleitoral que se previa belicoso. (Ilustríssima Pág. 2)

Em queda livre, STF multiplica conflitos, afirma professor da USP
Protagonista de uma democracia em desencanto, 0 Supremo Tribunal Federal vive uma espiral de degradação. A corte passou de poder moderador a poder ten-sionador, que multiplica incertezas e acirra conflitos, escreve Conrado Hübner Mendes, professor de direito da USP. (Ilustríssima pág. 4)

Maior chacina do Ceará tem 14 mortos em baile
Homens invadiram a tiros na madrugada de sábado (27) uma festa na periferia de Fortaleza e mataram ao menos 14 pessoas. É a maior chacina já ocorrida no Ceará. O ataque teria relação com uma disputa entre facções criminosas. (Cotidiano B6)

Sob pressão, Macri decide fragmentar reforma trabalhista (Mundo A13)

Editoriais
“A ficha de Lula”, sobre tensões na opinião pública geradas pela condenação do petista, e “Cruzada musical”, acerca de investidas contra o funk. (Opinião A2)

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