Manchete dos Jornais neste domingo, 29 de janeiro de 2017

322

Vida militar vira opção anticrise
Kauê dos Santos vê na carreira militar um caminho na crise. Como ele, muitos jovens deixaram de enxergar o alistamento como obrigação…

Após decreto anti-imigração, EUA começam a barrar visitante
Pelo menos 12 estrangeiros foram detidos no aeroporto JFK, em Nova York, na sexta, dia em que Donald Trump assinou decreto que barra a entrada nos EUA de refugiados e de cidadãos de sete países de maioria muçulmana. Até residentes e trabalhadores com “green card” estão sendo barrados…

—————————————————————————————–

O Globo

Manchete : Apenas 4% das fronteiras do Brasil são monitoradas
Sistema que deveria bloquear armas e drogas já custou R$ 1 bilhão
Plano do Exército prevê reforço de vigilância com equipamentos, como sensores e radares
Apontado como única alternativa efetiva para inibir a ação do tráfico internacional, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), iniciado em 2012, limita-se a um plano piloto em Mato Grosso do Sul, com despesas decrescentes, informa RENATA MARIZ.
O governo sustenta que o Sisfron não avança por falta de dinheiro, enquanto cresce o clamor por mais homens nos limites do Brasil para conter o avanço das organizações criminosas que atuam dentro e fora das prisões. O Ministério da Defesa anunciou que irá reavaliar o plano para definir um cronograma de conclusão do sistema. (Págs. 3 e 4)

Merval Pereira
Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. (Pág. 4)
Miriam Leitão
O risco para o mundo de uma guerra comercial. (Pág. 34)
Dorrit Harazim
Trump testa como fazer amigos e inimigos. (Pág. 10)
Ancelmo Gois
Mais uma ação contra Cunha vai para Moro. (Pág. 28)
Elio Gaspari
Prepotência embaça a visão dos corruptos. (Pág. 7)
Lauro Jardim
A Lava-Jato para Cabral ainda não acabou. (Pág. 2)

Reação unida contra Trump
A ordem do presidente Trump de barrar cidadãos de sete países islâmicos e refugiados causou protestos em Nova York, uma ação na Justiça dos EUA e condenações da ONU e de nações europeias. (Págs.39 e 40)

Venezuela deve US$ 6 bi no Brasil
A crise na Venezuela deixou para os exportadores brasileiros um calote de quase US$ 6 bilhões. Empresas agora exigem pagamento à vista ou garantia estrangeira. (Pág. 33)


O Estado de S. Paulo

Manchete : Safra recorde injetará mais de R$ 200 bi na economia
Produção de grãos no Centro-Sul do País deve superar 210 milhões de toneladas e reduzir preço de alimentos
Puxada por soja e milho, a safra de grãos deste ano deve bater recorde e render mais de R$ 200 bilhões aos produtores, informa Márcia De Chiara. Ajudada pelo clima, ela já começa a ser colhida no Centro-Sul.
A Confederação Nacional da Agricultura espera produção de 215 milhões de toneladas e projeta renda de R$ 237,7 bilhões, quase 14% mais que em 2016, descontada a inflação. Já o economista Fabio Silveira trabalha com projeção de 211,4 milhões de toneladas e receita de R$ 226,1 bilhões. O bom resultado deve impulsionar a economia e ser injeção de ânimo a comerciantes e prestadores de serviço de cidades do interior, por causa do aumento do dinheiro em circulação.
Segundo o IBGE, a agropecuária representou mais da metade da atividade econômica de 1.135 municípios do País em 2014. A safra recorde também deve reduzir preços de alimentos, que foram vilões do custo de vida no ano passado. (Economia / Pág. B1)

Realidade pé no chão
Cenário recessivo deixou o produtor mais realista e voltado para investir no próprio negócio. “Antes o agricultor trocava de carro a cada safra, agora não tem euforia”, diz Arthur Antônio Batistella, há 40 anos no ramo. (Pág. B1)

Contratos com a União ampliaram fortuna de Eunício Oliveira

Segundo senador mais rico no exercício do cargo, com patrimônio de R$ 99 milhões em 2014, Eunício Oliveira (PMDB-CE) ampliou sua fortuna em negócios com o governo federal enquanto exercia funções públicas. As duas principais empresas do favorito na eleição para a presidência do Senado têm contratos de R$ 703 milhões com bancos estatais. O valor corresponde aos pagamentos previstos para o período de 2011 a 2019. (Política / Pág. A4)

Matrizes enviam US$ 12 bilhões de socorro às montadoras
Montadoras brasileiras receberam no ano passado US$ 6,5 bilhões em injeção de capital de suas matrizes, o maior valor desde 2010. Somando o que entrou no País via empréstimo intercompanhia, a ajuda ao setor que teve em 2016 o menor volume de vendas em uma década foi de US$ 11,8 bilhões. Do lado oposto, a remessa de lucros totalizou US$ 86 milhões. Em anos de bonança, como 2008 e 2011, haviam superado US$ 5 bilhões. (Economia / Pág. B8)

Refugiados são detidos em aeroportos dos EUA. (Internacional / Pág. A14)

Reforma tributária será proposta em etapas. (Economia / Pág. B4)

Eliane Cantanhêde
Bandido ricaço da Operação Eficiência, Eike Batista foge e os mocinhos devem montes de explicações. (Política / Pág. A6)

Reconstrução do Brasil
A MODERNIZAÇÃO DOS SINDICATOS
Entre as várias reformas de que o País necessita, a sindical, uma das mais importantes, tem ficado à margem do debate. “Reforma trabalhista exige reforma sindical”, lembra o professor José Marcio Camargo. (Política / Pág. A12)

Vida militar vira opção anticrise
Kauê dos Santos vê na carreira militar um caminho na crise. Como ele, muitos jovens deixaram de enxergar o alistamento como obrigação. (Metrópole / Pág. A17)

NOTAS & INFORMAÇÕES
Atropelo da Constituição
A presidente do STF sustou efeitos de ato jurídico perfeito ao proibir o bloqueio de recursos do Rio. (Pág. A3)

Relutância irresponsável – Pág. A3)
————————————————————————————

Folha de S. Paulo

Manchete : Inadimplência aumenta e lança alerta sobre Fies
A inadimplência no Fies cresceu em 2016 e reforçou as apreensões sobre a sustentabilidade do programa de financiamento estudantil. Dos 526,2mil contratos em fase de pagamento, 53% estavam atrasados em setembro, o mês da última atualização.
A inadimplência no Fies, bandeira de Dilma Rousseff (PT), era de 47% em 2014 e de 49% em 2015, segundo levantamentos da Controladoria-Geral da União e do Tribunal de Contas da União. A Folha obteve os dados via Lei de Acesso à Informação.
No Fies, os alunos fazem faculdade privada, e a União se responsabiliza pelas mensalidades. A quitação da dívida começa só um ano e meio depois da formatura. Auditoria do TCU, com dados de 2015, apontou R$ 625milhões em prestações atrasadas.
“Como o curso já foi feito e não há grandes penas para quem não paga, a pessoa não se vê obrigada”, diz Celso Napolitano, da FGV. O Ministério da Educação afirma que “medidas mitigadoras pretendem equacionar a sustentabilidade” do Fies. (Cotidiano B1)

Após decreto anti-imigração, EUA começam a barrar visitante
Pelo menos 12 estrangeiros foram detidos no aeroporto JFK, em Nova York, na sexta, dia em que Donald Trump assinou decreto que barra a entrada nos EUA de refugiados e de cidadãos de sete países de maioria muçulmana. Até residentes e trabalhadores com “green card” estão sendo barrados. (Mundo A13)

Cupido de “TRUMP
Há 19 anos, o italiano Paolo Zampolli apresentou uma modelo a Donald Trump. Hoje, Melania é primeira-dama dos EUA. Casado com uma brasileira, o empresário planeja construir universidade na Flórida, em sociedade com o brasileiro Mário Garnero. Seria, diz ele, “o primeiro passo” para aproximar Trump do Brasil. (Mundo A14)

Elio Gaspari
A prepotência de Eike Batista servia à corrupção. (Poder A12)

A presidente do STF, Cármen Lúcia, em seu gabinete, neste sábado; ministros avaliam que homologação da delação da Odebrecht sai até terça-feira (Poder A7)

Multa de teles irá para plano de R$ 30 bi para internet
O governo lançará um plano de expansão da internet cuja meta é fazer com que, em dois anos, 75% dos domicílios estejam conectados. Atualmente são 60%.
Estimativas apontam a necessidade de R$ 30 bilhões para o projeto. Desse total, R$ 10 bilhões virão de multas às teles e R$ 20 bilhões da mudança dos atuais contratos de concessão da telefonia fixa. (Mercado A23)

Se o Judiciário faz gestão, por que temos as eleições? :: Marcos Lisboa
Em decisão de prefeito e governador, SP reajustou as tarifas de integração entre ônibus, metrô e trem. Uma liminar cancelou o ato. Se o Judiciário delibera sobre a gestão pública, para que mesmo servem as eleições? (Opinião A2)

Editoriais
“Há pressões e pressões”, sobre a sucessão no Supremo, e “Grafite tem limite”, a respeito da regulamentação da prática em São Paulo. (Opinião A2)

————————————————————————————




Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *