Infância perdida: Mão de obra infantil longe da erradicação; Apesar da redução do trabalho infantil no Brasil nas últimas décadas, comemorada ontem pela presidente Dilma, o país tem um longo caminho para tirar 3,5 milhões de crianças e adolescentes do mercado de trabalho, segundo especialistas…- Greve reduz concessão de empréstimo; A greve dos bancários, que chega hoje ao 21º dia, está afetando a concessão de crédito. Grandes bancos relatam queda nos desembolsos em setembro, tanto em linhas de pessoa física como para pequenas e médias empresas, causada pelo fechamento de agências…- Black blocs punidos com lei da ditadura; Polícia Civil de São Paulo recorre à Lei de Segurança Nacional para enquadrar casal preso em protesto. Segundo a PM, manifestantes teriam incentivado atos de vandalismo…

O Globo

Manchete: Batalha contra vândalos – SP usa Lei de Segurança e Rio promete endurecer

Casal flagrado em São Paulo foi enquadrado em lei do regime militar
No Rio, polícia vai mudar tipificação de baderneiros flagrados em manifestações, que responderão por envolvimento em organização criminosa e estarão sujeitos a pena mínima de três anos de prisão
Em reação aos protestos violentos da véspera, as policias de São Paulo e do Rio decidiram endurecer com os vândalos. Em São Paulo, Humberto Caporalli e Luana Bernardo Lopes, que participaram dos quebra-quebras, foram enquadrados na Lei de Segurança Nacional, promulgada no regime militar, que define como crime “depredar, provocar explosão ou incendiar para manifestar inconformismo político ou manter organizações subversivas”. No Rio, os baderneiros passarão a responder por envolvimento em organização criminosa. (Págs. 1 e 10 a 15)

Violência nos protestos já custou R$1,3 bilhão

Prejuízo desde junho inclui o que comércio deixou de faturar e gastos para reconstruir patrimônio público destruído por black blocs. (Págs. 1 e 15)

Paes não negocia mais com grevistas

Prefeito Eduardo Paes diz que só retoma diálogo quando professores voltarem às salas de aula. (Págs. 1 e 13)

Para Marina, na aliança não cabem todos

Questionada sobre a aliança PSB-Rede e apoiadores como Ronaldo Caiado (DEM-GO), Marina Silva disse que no projeto não há lugar para todos. O Senado aprovou projeto que reduz o tempo de TV dos futuros partidos e sua cota de verbas. A proposta afeta a Rede. (Págs. 1, 3 e 4)

Médicos trocam registro por carreira

O governo fechou com o Conselho Federal de Medicina (CFM) um acordo para aprovar a MP que lhe dá o poder de conceder registros aos profissionais formados no exterior. Em troca, a base aliada aceitou discutir a criação de uma carreira federal para médicos, antiga reivindicação da categoria. (Págs. 1 e 7)

Alerta do FMI: Brasil na lanterna de emergentes

Diante dos gargalos na infraestrutura, o Brasil terá em 2014 o menor crescimento entre os principais países emergentes (China, índia, Rússia, África do Sul e México), segundo o FMI. A previsão para a alta do PIB caiu a 2,5% no ano que vem, a mesma taxa para 2013. (Págs. 1, 21 e Míriam Leitão)

A escolha de Obama: Mulher comandará BC americano (Págs. 1 e 21)

Pesadelo argentino: Cirurgia agrava ano ruim de Cristina

A cirurgia na cabeça terminou sem complicações. Mas Cristina Kirchner vive o pior momento desde a morte do marido com panelaços, inflação e denúncias de corrupção. (Págs. 1 e 28)

Porões da contravenção: Delegado protegeu cúpula do bicho

Listado como torturador pelo “Brasil Nunca Mais”, o delegado Mauro Magalhães consta de lista de propina de bicheiros, a quem é acusado de proteger. (Págs. 1 e 8)

Nos 40 anos do choque: Gás de xisto cresce 30% e muda EUA

Com a alta de 30% na produção do gás de xisto, os EUA vivem revolução, nos 40 anos do choque do petróleo. O preço do gás caiu 54%, puxando o PIB. (Págs. 1 e 22)

Jon Lee Anderson: Em defesa das biografias não autorizadas

Biógrafo da Che Guevara diz que proibição aproxima Brasil de países repressivos. (Págs. 1 e Segundo Carderno)

Colunistas/ Ilimar Franco

Dilma vai contrariar aliados e montará equipe técnica na reforma ministerial. (Págs. 1 e 2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: SP vai usar contra vândalos lei que pune organização criminosa

Polícia fará prisões temporárias para averiguação; balas de borracha estão liberadas
No dia seguinte ao protesto que deixou rastro de destruição no centro, 7 feridos e 11 detidos, o governo paulista anunciou que vai endurecer contra manifestantes que praticarem vandalismo. Os suspeitos serão investigados em um único inquérito e enquadrados por associação criminosa. A utilização de balas de borracha está liberada. A polícia usou a Lei de Segurança Nacional para prender um casal acusado de depredar viatura. (Págs. 1 e metrópole A16)
Cabral defende polícia Diante das críticas à atuação da PM, o governador Sérgio Cabral defendeu a corporação: ação foi “correta”. (Págs. 1 e A17)

União com PSB foi ‘defesa da democracia’, afirma Marina

A ex-senadora Marina Silva condenou, em entrevista ao Estado, o “chavismo” do governo ao tentar impedir o surgimento de novas forças políticas e disse que o PT precisa ficar atento a desvios que podem levá-lo ao autoritarismo. Ela também afirmou que se aliou a Eduardo Campos, do PSB, em legítima defesa da democracia após ter a criação de sua Rede barrada no TSE. Por incompatibilidade de ideias, Marina não quer o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) no palanque. Ela nega desejo de vingança, mas diz que a sentença sobre sua decisão será dada pela história. Marina apresentará Campos a empresários que a apoiaram. (Págs. 1 e política A4, A6 e A7)
Restrições a novas siglas O Senado aprovou projeto que inibe a criação de novos partidos e restringe o acesso dos novatos ao tempo de TV. (Págs. 1 e A10)
Análise: Marcelo de Moraes Política de ‘empates’ Marina Silva buscou nos ensinamentos de Chico Mendes as bases de sua estratégia política. (Págs. 1 e A4)

Documento revela ação pré-Operação Condor

A Comissão da Verdade localizou no Arquivo Nacional de Brasília documentos secretos que ligam o desaparecimento, no fim de 1973, de três militantes de esquerda no Rio de Janeiro e dois em Buenos Aires, revela Roberto Simon. A descoberta reforça a tese de que os serviços de inteligência do Cone Sul cooperavam na luta contra a “subversão” antes mesmo da criação da Operação Condor. (Págs. 1 e política A11)

Entidades vão ao STF contra multa extra de 10% no FGTS

Confederações que representam o comércio, a indústria e o sistema financeiro entraram com Ação Direta de In-=constitucionalidade (ADI) contra a cobrança da multa adicional de 10% sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nos casos de demissão sem justa causa. Em setembro, parlamentares pressionaram para que o valor fosse revogado, mas o governo não quis abrir mão de uma receita de R$ 3 bilhões por ano. (Págs. 1 e economia B1)

Acordo aliviará dívidas de Estados

O governo fechou acordo com o Congresso sobre pacote de alívio financeiro para Estados e municípios, que beneficiará principalmente a Prefeitura de São Paulo. (Págs. 1 e política A10)

Cristina passa bem após cirurgia cerebral (Págs. 1 e internacional A12)

Feira de Frankfurt

BRASIL DESIGUAL Na abertura, o escritor Luiz Ruffato falou da violência e da pobreza do País. O vice Michel Temer recebeu vaias. (Págs. 1 e caderno2 C1)

Oliveiros S. Ferreira: Um exercício acadêmico

A importância geopolítica do Brasil, seja pela extensão territorial, seja pela posição que ocupa na América do Sul, seria a causa de interesse da NSA. (Págs. 1 e ESPAÇO ABERTO A2)

Dora Kramer: Uvas verdes

O PT passa recibo de que teme o horizonte sob efeitos da nova aliança política e avalia se houve ganhos na campanha de Dilma. (Págs. 1 e política A6)

Tutty Vasques: Mocinhos ou bandidos?

A opinião pública precisa definir: é a favor ou contra o Black Bloc? A ação da PM parece necessária para o brasileiro separar mocinhos de bandidos. (Págs. 1 e CADERNO2 C4)

Notas & Informações

É preciso dar nome às coisas
Podem não roubar e matar, embora ponham vidas em perigo, mas os black blocs são bandidos. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Marina afirma que apoia Reguffe para governador

A ex-ministra torce por uma união entre o deputado federal Antônio Reguffe (PDT-DF) e o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) na disputa pelo Buriti em 2014. Se isso não ocorrer, diz, apoiará Reguffe. “Obviamente, espero que eles tenham a sabedoria para ajudar a nossa sofrida Brasília, que é a minha segunda casa”, destaca Marina Silva, em entrevista ao Correio. Recém-filiada ao PSB, ela evita confirmar que será candidata a vice-presidente da República em chapa encabeçada por Eduardo Campos. “Nós não discutimos o lugar que eu iria ocupar em termos eleitorais”, justifica. Também nega que se trate de vingança contra o PT. “As pessoas confundem”, diz. “Indignação não é ódio.” (Págs. 1, 2, 4 e 19)

Voos de Ideli serão investigados

Fotolegenda: O Ministério Público Federal vai apurar se helicóptero da Polícia Rodoviária Federal — conveniado com o Samu para resgate de pacientes em estado grave — foi usado indevidamente pela ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, em Santa Catarina. O objetivo principal é saber se algum atendimento de urgência para socorrer vítimas de acidentes deixou de ser feito enquanto Ideli Savatti se deslocava em sua base eleitoral. A ministra alega que também está previsto o uso do helicóptero para “transporte de autoridades”. (Págs. 1 e 5)

Brasil deverá crescer apenas 2,5% em 2014

O FMI reduziu a expectativa de avanço da economia brasileira no próximo ano. Foi a pior projeção entre os países emergentes e ficou abaixo da média global, de 3,6%. (Págs. 1 e 9)

Obama prevê o apocalipse

O presidente norte-americano alertou: serão “catastróficas” as consequências, para os EUA e para o mundo, de uma eventual suspensão dos pagamentos da dívida pública. (Págs. 1 e 10)

Maduro quer governar sem parlamento (Págs. 1 e 14)

Criança morre afogada em ônibus inundado no DF

Chovia, à noite, quando o veículo da Secretaria de Educação, com cerca de 20 alunos de 5 a 13 anos abordo, quebrou sob um viaduto em Ceilândia. O ônibus foi invadido pela água até a altura das janelas. Uma menina de 6 anos se afogou. Outros dois estudantes foram levados ao hospital. (Págs. 1 e 24)

Os meninos explorados do Brasil

Ao defender ontem “ações firmes” de combate ao trabalho infantil, Dilma Rous-sef referia-se à triste realidade brasileira: os 3,5 milhões de crianças e adolescentes trabalhadores. (Págs. 1 e 6)

Black blocs punidos com lei da ditadura

Polícia Civil de São Paulo recorre à Lei de Segurança Nacional para enquadrar casal preso em protesto. Segundo a PM, manifestantes teriam incentivado atos de vandalismo. (Págs. 1 e 8)

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Valor Econômico

Manchete: Acordo suaviza pagamento de dívidas fiscais de múltis

O Ministério da Fazenda deu mais benefícios às multinacionais brasileiras que foram autuadas pela Receita por não pagarem tributos de suas coligadas e controladas no exterior. Além de perdoar multas e juros de quem pagar a dívida à vista, o governo permitirá que as empresas usem prejuízos fiscais acumulados em seus balanços como forma de quitar a dívida com a União.
Em reunião com a equipe econômica na semana passada, ficou acertado que até 30% do valor devido poderá ser compensado pelas empresas. O crédito fiscal será abatido do valor obtido após o desconto de multas e juros. Só o saldo remanescente será quitado em dinheiro. (Págs. 1, A3 e E1)

Municípios podem elevar o endividamento

Alegando fazer “justiça”, o Ministério da Fazenda recuou e aceitou mudar, com efeito retroativo, os juros cobrados nas dívidas estaduais e municipais refinanciadas pela União desde 1996. A medida permitirá a prefeitos de mais de cem municípios ampliar os limites de endividamento às vésperas de ano eleitoral. A principal beneficiária será a Prefeitura de São Paulo, nas mãos de Fernando Haddad (PT). O impacto sobre o superávit fiscal público virá à medida que as novas operações de crédito forem autorizadas pelo Tesouro e contratadas por governadores e prefeitos – haverá então aumento de dívida e redução do superávit primário. A mudança reduzirá a dívida dos Estados em R$ 1 bilhão e a dos municípios em um valor muito maior. (Págs. 1 e A10)

Greve reduz concessão de empréstimo

A greve dos bancários, que chega hoje ao 21º dia, está afetando a concessão de crédito. Grandes bancos relatam queda nos desembolsos em setembro, tanto em linhas de pessoa física como para pequenas e médias empresas, causada pelo fechamento de agências. De acordo com um executivo de um dos cinco maiores bancos de varejo do país, os desembolsos de empréstimos em setembro recuaram 11% na comparação com agosto. Com isso, a greve acentua um quadro de fraca demanda por crédito que se arrasta ao longo do ano.
Ao mesmo tempo, a perspectiva de ceder às demandas sindicais e aumentar os gastos com pessoal coloca em xeque a intenção do sistema bancário de aumentar sua eficiência neste ano com cortes de despesas. (Págs. 1 e C7)

Corrida contra o tempo

Fotolegenda: Eventual redução no ritmo das obras causado pelas chuvas do próximo verão preocupam Antonio Miguel Marques, da GRU Airport, responsável por aprontar o aeroporto de Guarulhos para a Copa. Faltam 42% das obras e 7 mil funcionários trabalham em três turnos para evitar contratempos. (Págs. 1 e B2)

Impasse fiscal nos EUA afeta as cotações agrícolas

O impasse fiscal nos Estados Unidos e a consequente paralisação de parte do governo deixaram o maior mercado de commodities agrícolas do mundo praticamente no escuro. Desde o começo do mês, tradings, processadoras, produtores rurais e fundos especulativos não têm qualquer informação oficial sobre oferta e demanda de grãos e carnes no país. “Estamos operando às cegas”, afirma Daniel D’Ávila, analista de commodities da corretora Newedge USA, em Nova York.
Restrito às suas funções essenciais, o Departamento de Agricultura (USDA) parou de comunicar os indicadores sobre a evolução semanal da colheita e das exportações de grãos. E suspendeu a divulgação, programada para sexta-feira, de seu famoso relatório mensal de oferta e demanda – que sai de maneira ininterrupta há 40 anos – com estimativas sobre produção, consumo, exportação e estoques de produtos agropecuários. (Págs. 1 e B14)

FMI recomenda alta dos juros no Brasil

O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomendou ao Brasil a continuidade do aumento dos juros para combater a inflação, elogiando as altas recentes da taxa Selic promovidas pelo Banco Central, por reiterar o compromisso com “o arranjo de política monetária”. Hoje haverá reunião do Comitê de Política Monetária e a expectativa do mercado é de alta da taxa de 9% para 9,5% ao ano.
O chefe de divisão do Departamento de Estudos Econômicos do FMI, Thomas Helbling, destacou como positiva a decisão do Banco Central de aumentar os juros “num ambiente em que a inflação se movia para o teto do intervalo de tolerância da meta”, por mostrar a determinação em “continuar com um arranjo de política monetária e reafirmar o fato de que esse arranjo está de pé e é crível”. (Págs. 1 e C12)

Obama deve anunciar hoje Yellen no Fed

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deve confirmar hoje a indicação da economista Janet Yellen para substituir Ben Bernanke na presidência do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Segundo informaram na noite de ontem jornais e agências internacionais, o anúncio deve ser feito nesta quarta-feira.
Yellen ocupa a vice-presidência do Fed e é tida como conselheira próxima de Bernanke. Ela é forte defensora da política monetária acomodatícia adotada para impulsionar a recuperação econômica dos EUA e terá o desafio de conduzir o desmonte do programa de compra de ativos de US$ 85 bilhões mensais, sem gerar riscos à economia americana. (Págs. 1 e A13)

Investidores estrangeiros voltam à bolsa

O investidor estrangeiro, que costuma ditar os rumos na bolsa brasileira, voltou ao país no terceiro trimestre com uma força que provocou a reversão no saldo aplicado na Bovespa e fez setembro registrar o segundo melhor resultado mensal do ano, atrás apenas de janeiro.
Mas, para analistas, esse movimento não representa uma tendência e não deve mais ser visto no quarto trimestre. As perspectivas não são negativas, mas o impasse fiscal nos Estados Unidos representa uma trava importante para todos os mercados, inclusive o brasileiro. (Págs. 1 e D1)

Quase 25 anos depois, Balbina tenta corrigir erros do passado (Págs. 1 e A16)

Dívida dos brasileiros é alerta para outros países emergentes (Págs. 1 e B11)

Movimentação antidumping

O Brasil deve encerrar o ano como o campeão mundial na abertura de investigações antidumping para frear importações com preços desleais. No total, o país tem 96 medidas antidumping em vigor. (Págs. 1 e A2)

Marina no PSB divide ruralistas

Adesão de Marina Silva ao PSB dividiu os ruralistas no Congresso, até então simpáticos à candidatura de Eduardo Campos. Parte da bancada vê com estranheza a filiação e pode aderir a Aécio Neves (PSDB-MG). (Págs. 1 e A8)

Novo fôlego para os negócios

Bancos de investimento esperam melhora no mercado de fusões e aquisições até o fim do ano, na esteira de negócios como a fusão entre Oi e Portugal Telecom e a compra da rede de farmácias Extrafarma pelo Ultra. (Págs. 1 e B1)

Eletrobras retoma investimentos

Em parceria com outras empresas e fundos de investimentos, a Eletrobras vai aplicar R$ 2 bilhões na construção de 31 parques eólicos no Nordeste e na hidrelétrica de Sinop, no Mato Grosso. O investimento total estimado é de R$ 4,1 milhões. (Págs. 1 e B3)

Fábrica de celulose em MS

O Mato Grosso do Sul vai receber investimento de até R$ 8 bilhões em uma fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo, com capacidade inicial de 1,5 milhão de toneladas anuais. Os nomes dos sócios no projeto, brasileiros e chineses, não foram divulgados. (Págs. 1 e B4)

Mais educação na bolsa

Duas empresas do setor de educação — Ser Educacional e Anima — vão disputar os mesmos investidores em suas ofertas públicas iniciais de ações. Juntas, as duas operações poderão movimentar quase R$ 1,5 milhão. (Págs. 1 e B6)

Ideias

Cristiano Romero
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, ainda não mudou a estratégia da política monetária. (Págs. 1 e A2)
Martin Wolf
O mundo agora está rumando para algo bem mais normal do que o estranho estado que persistiu desde 2007. (Págs. 1 e A15)

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Estado de Minas

Manchete: O clone

Programa registrado na Justiça Eleitoral pelo PROS, mais novo partido criado no Brasil, é idêntico ao do PTN, que foi fundado em 1997
A semelhança entre os estatutos do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) e do Partido Trabalhista Nacional (PTN) é tal que os oito temas com os quais se comprometem são descritos da mesma forma, até nos erros de concordância (veja abaixo). A cópia expõe a fragilidade do sistema partidário e a falta de ideologia das legendas. Isso, porém, parece não incomodar os políticos, já que o PROS filiou 21 parlamentares, oriundos, inclusive, de agremiações tradicionais como PSB, PR, PDT, PSDB e PP. Mas projeto aprovado ontem no Senado, à espera apenas de sanção presidencial, inibe a criação de partidos. Pela proposta, válida para as eleições de 2016, as novas siglas só passam a ter acesso ao fundo partidário e ao tempo de TV depois de elegerem deputados federais. (Págs. 1 e 3)

Demanda antiga: Novo cálculo reduz dívidas dos estados

O governo federal aceitou trocar o indexador de débitos com a União, o que na prática representará o perdão de algumas dívidas estaduais e municipais. Para Minas, economia seria de R$2,2 bilhões. Proposta será votada hoje no plenário da Câmara dos Deputados. (Págs. 1 e 7)

Entrevista Marina Silva: ‘Voto não se transfere’

Em entrevista aos Diários Associados, a ex- senadora Marina Silva afirma ser transitória sua filiação ao PSB e diz que considera “falta de respeito tratar o eleitor como propriedade”. Marina define sua decisão como legítima defesa e não uma vingança contra o PT. Sobre a possibilidade de sua disputa ao Palácio do Planalto como cabeça de chapa, garante: “O Eduardo (Campos) tem a candidatura dele, está posta”. (Págs. 1 e 4)

Justiça: Pai poderá ser multado se o filho beber

Além de bares, restaurantes e eventos abertos, os comissários de menores passarão a fiscalizar clubes, condomínios, casas de festas e sítios. Se encontrarem menores bebendo, pais, síndicos e organizadores serão multados em até 20 salários mínimos. É o que determina polêmica portaria da Vara Cível da Infância e da Juventude de BH. (Págs. 1, 17 e 18)

Infância perdida: Mão de obra infantil longe da erradicação

Apesar da redução do trabalho infantil no Brasil nas últimas décadas, comemorada ontem pela presidente Dilma, o país tem um longo caminho para tirar 3,5 milhões de crianças e adolescentes do mercado de trabalho, segundo especialistas. Em Minas, 350 mil estão nessa realidade. (Págs. 1, 11 e 12)

Esquadrão: Grupo de extermínio é preso no Vale do Rio Doce

Quadrilha conhecida como Ciranda da Morte é responsável por mais de 10 assassinatos em Central de Minas. Vereador detido chefiava o bando. (Págs. 1 e 18)

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Jornal do Commercio

Manchete: Livres do gelo-baiano

Prefeitura dá início hoje à retirada dos blocos de concreto de vários corredores do Recife. Embora o equipamento devesse ser usado apenas em caráter provisório, cidade tem hoje 4.300 desses “monstrengos” que pesam cerca de 500 kg. (Págs. 1 e cidades 1)

Apagão derrubou a indústria nordestina

Problema, em agosto, atingiu produção e região fechou mês com queda de 2,2%. Maior perda foi da Bahia. Recuo de Pernambuco ficou em 0,8%. (Págs. 1 e economia)

Só o aperto está crescendo no metrô

Eduardo quer “aposentar as raposas”

Justiça manda acabar a greve nos Correios. Bancos sem previsão (Págs. 1, 2 e 3)

Rede estadual reforça esquema de apoio a seus feras para o Enem (Págs. 1 e cidades)

Black blocs receberão tratamento de crime organizado no Sudeste (Págs. 1 e 8)

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Zero Hora

Manchete: Anúncio na bagagem: Metrô da Capital estará no roteiro de Dilma no Estado

Presidente, que desembarca em Porto Alegre na sexta-feira, deve detalhar como será a participação de União, Estado e município no financiamento da obra. (Págs. 1 e 6)

Duas capitais e muitos protestos

Um roteiro tem se repetido no Rio de Janeiro (foto) e em São Paulo: manifestações pacíficas seguidas de vandalismo. (Págs. 1 e 33)

Teste ZH: Como estão as estradas pós-concessão

ZH voltou a percorrer os 491,5 quilômetros assumidos por Estado e União. (Págs. 1, 30 e 31)

Pelo planeta: O que move a ativista gaúcha presa na Rússia

Família da bióloga Ana Paula Maciel conta como ela se tornou uma defensora do ambiente. (Págs. 1, 4 e 5)

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Brasil Econômico

Manchete: Indústria só terá ganhos com o câmbio em 2014

Desde que a cotação do dólar começou a subir, em maio, a importação pouco foi alterada. Dos 25 itens de maior peso, apenas cinco apresentaram queda contínua nas compras externas até agosto, último mês divulgado com detalhes pelo governo — hulha, gasolina, partes e acessórios para computadores, partes de aparelhos transmissores e receptores (utilizadas na montagem de celulares) e cloreto de potássio. (Págs. 1, 4 e 5)

Miro: ‘Cabeça de chapa será Eduardo’

Articulador do grupo político de Marina Silva, o deputado federal Miro Teixeira (Pros-RJ) revela que foi a ex-senadora quem procurou o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e anunciou sua decisão de se filiar ao PSB. (Págs. 1 e 3)

Copom: Alteração da Selic não deve afetar crédito

A competição entre as instituições e a redução dos juros pelos bancos oficiais devem impedir que qualquer mudança chegue ao consumidor. Depois de apostar em alta de 0,5 ponto, o mercado ontem já esperava que o BC suba apenas 0,25. (Págs. 1, 22 e 23)

Água Fria

Projeto de lei limita em R$ 120 mil o faturamento para start up receber benefício. (Págs. 1 e 17)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

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