Manchete nos Jornais desta Quarta-Feira, 12 de Agosto de 2015
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 12th agosto 2015

Aumenta pressão por salário menor de vereadores (Londrina)
Os movimentos pela redução dos salários dos vereadores, iniciados em Santo Antônio da Platina, chegaram à Câmara de Londrina, a segunda maior cidade do estado. Por meio de um projeto de iniciativa popular, Émerson Petriv propõe cortar os vencimentos dos vereadores dos atuais R$ 13 mil para cerca de R$ 1,2 mil


 O Globo

Manchete : Governo aposta em Renan, mas Cunha renova desafio
Dilma diz que pacote de medidas é ‘agenda positiva para o país’
Presidente da Câmara reage a aproximação do Planalto com o colega do Senado, afirma que não é incendiário, mas lembra que as propostas apresentadas também precisam da aprovação dos deputados
Depois do isolamento dos últimos dias, a presidente Dilma Rousseff tratou com entusiasmo a Agenda Brasil, pacote de 28 medidas anticrise propostas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros: “Essa sim é a agenda positiva para o país.” Em discurso, Renan disse que os parlamentares precisam “ser vistos como facilitador es e não como sabotadores da nação”. Já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reagiu à aliança do Planalto com o senador. Ele afirmou ontem que não é um “incendiário” e lembrou que nada pode ser aprovado sem o voto dos deputados: “Não adianta achar que tramitou no Senado, acabou, que não existe Câmara.” A constitucionalidade de projeto que muda a correção do FGTS foi aprovada ontem pela CCJ da Câmara. A proposta, que gera novos gastos para o governo, precisa passar pelo plenário. (Págs. 3 e 9)

Planalto tenta ampliar diálogo
A presidente Dilma fez um apelo para que o PDT volte à base aliada e tentou estreitar as relações com o Judiciário, em um jantar, ontem. (Pág. 4)

Senador deve ficar fora da 1ª denúncia
A primeira leva de denúncias da Lava-Jato, feitas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não deve incluir Renan Calheiros. (Pág. 3)

Dilma volta a criticar oposição
Os acenos do governo à oposição, feitos na semana passada, esbarraram ontem em críticas ao PSDB feitas pela presidente Dilma e por petistas. (Pág. 4)

Agenda complexa
A Agenda Brasil, apresentada pelo Senado, recoloca as reformas na ordem do dia, mas contempla propostas ambiciosas e de difícil aprovação. (Pág. 3)

Youssef deu dinheiro à firma ligada à obra de prédio de Lula
Corretora recebeu R$ 3,7 milhões de doleiro e pagou R$ 3,2 milhões à OAS, que concluiu edifício
Um grupo empresarial ligado às obras do edifício onde o ex-presidente Lula tem um apartamento, no Guarujá, no litoral de São Paulo, recebeu R$ 3,7 milhões de uma empresa-fantasma de um dos principais delatores da Operação Lava-Jato, o doleiro Alberto Youssef. A informação consta de documentos obtidos pelo GLOBO. Entre 2009 e 2013, a empresa de Youssef fez pagamentos para a Planner, uma corretora de valores mobiliários. A Planner pagou, em 2010, R$ 3,2 milhões à OAS, que concluiu a obra. O repasse para a Planner está sendo analisado pela Polícia Federal. Já a negociação financeira entre a OAS e a Planner consta do processo que investiga irregularidades na Bancoop. (Pág. 6)

Foto-legenda : Desagravo
Lula usa chapéu que ganhou na Marcha das Margaridas. Evento virou um ato pró-Dilma (Pág. 7)

Moody’ s rebaixa nota do Brasil
A agência Moody’s rebaixou a nota de crédito do Brasil para Baa3. Com isso, o país está a um degrau de perder a chancela de bom pagador. A Moody’s citou o fraco crescimento, os gastos públicos e a falta de consenso político. Analistas temiam a perda do grau de investimento e dizem que, agora, é preciso apressar o ajuste. (Págs. 19 e 20)

Governo gaúcho anuncia calote
Para conseguir pagar os salários de julho do funcionalismo, o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), vai deixar de pagar parcela da dívida do estado com a União. (Pág. 10)

Câmbio chinês abala mercados
O yuan caiu 1,8%, maior queda em 20 anos, após governo mudar regras do câmbio. Para analistas, impacto será maior para exportadores de matérias-primas, como o Brasil. (Pág. 21)

Conta de luz cairá só 1,6%
A presidente Dilma anunciou corte de até 20% na chamada bandeira vermelha, taxa extra que incide sobre a conta de luz. Mas, na prática, a tarifa deve cair só 1,6% no Rio. (Pág. 23)

Prisão de chefes do tráfico – Estado vai propor lei mais dura
Com a prisão de seis traficantes, dois deles for agidos após ganhar benefícios legais, estado levará ao Congresso propostas para manter chefes do tráfico mais tempo na cadeia. (Págs. 11 e 12)
Efeito Lava-Jato – Obra do Inca é abandonada (Pág. 14)

Ex de Chávez fica sem passaporte (Pág. 27)

Ilimar Franco
Dissidentes do PMDB recorrem a Temer para cobrar mais espaço (Pág. 2)
Merval Pereira
No momento atual da política, “a mão que afaga é a mesma que apedreja” (Pág. 4)
Elio Gaspari
Pautas de Cunha são bombas porque só servem para destruir (Pág. 16)
Míriam Leitão
Rebaixamento da nota também é reflexo da crise política no país (Pág. 20)


O Estado de S. Paulo

Manchete : Cunha resiste à pauta de Renan e Dilma contra crise
Presidente do Senado diz que pacote não é para salvar governo, mas não verá ‘Titanic afundar de camarote’
Tratada pelo governo como forma de conter a crise, a agenda de 29 propostas apresentada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi elogiada por Dilma Rousseff, mas incomodou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Também desorientou líderes da base, que procuram não perder espaço nas negociações com o Planalto. “Essa, sim, é a agenda positiva para o País. Mostra, por parte do Senado, disposição em contribuir para o Brasil”, disse Dilma. Já Cunha classificou a iniciativa como tentativa de criar constrangimento para a Câmara. “Não dá para se achar que só o Senado funciona ou só a Câmara funciona.” No primeiro discurso após apresentar o pacote, Renan disse que a agenda não tem objetivo de ajudar a petista. “Não vamos assistir ao Titanic afundar de camarote. O navio está indo na direção do iceberg e o que eu puder fazer para evitar vou fazer”, afirmou. “Se salvar a Dilma, salvou. O povo que vai dizer se vai jogá-la para fora do navio.” (Política/ Pág. A4 )

Câmara rejeita gasto extra
Deputados rejeitaram a inclusão de auditores fiscais trabalhistas e da Receita na PEC que vincula o salário da AGU, de procuradores e de delegados de polícia a 90,25% da remuneração dos ministros do STF. (Pág. A4)

Agência rebaixa nota do Brasil; perspectiva é ‘estável’
A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou o rating soberano do Brasil de “Baa2” para “Baa3”, último degrau na faixa considerada como grau de investimento, e alterou a perspectiva da nota de “negativa” para “estável”. Embora o rebaixamento seja visto como perda da confiança na economia, a perspectiva “estável” da Moody’s foi interpretada como sinal de que o País ganhou tempo para tentar evitar a perda do selo de bom pagador, referência para os investidores. “O desempenho econômico mais fraco do que o esperado, a tendência ascendente das despesas do governo e a falta de consenso político sobre as reformas fiscais impedirão as autoridades de atingir superávits primários elevados o suficiente para conter e reverter a tendência de aumento da dívida este ano e no próximo, e desafiar a sua capacidade de fazê-lo depois”, disse a Moody’s em nota. (Economia / Pág. B1)

‘Risco político considerado’
Em entrevista ao Broadcast, o vice-presidente da Moody’s, Mauro Leos, disse que, salvo surpresas, o rating do Brasil não deve mais ser alterado neste ano. (Pág. B1)

Sem novos planos, governo relança obras do setor de energia
O governo lançou ontem o Programa de Investimentos em Energia Elétrica. Sem novos projetos a serem apresentados, foi consolidado um conjunto de empreendimentos de geração e transmissão já planejados para o setor e que somam R$ 186 bilhões em investimentos até 2018. A novidade foi a promessa de medidas para reduzir os atrasos nas obras de geração e transmissão. A presidente Dilma Rousseff disse que não vai faltar energia: “Faremos todos os esforços no sentido de assegurar o abastecimento”. (Economia / Pág. B4)

Desconto pequeno na conta
O desligamento de 21 usinas térmicas trará desconto no preço cobrado na bandeira vermelha nas contas de luz, mas não levará a bandeira ao nível amarelo. (Pág. B4)

China desvaloriza yuan e derruba bolsas pelo mundo
Mercados financeiros internacionais enfrentaram dia de forte volatilidade ontem, depois que a China desvalorizou sua moeda, o yuan, em 1,9%. A maior desvalorização cambial no país em dois anos atingiu as bolsas de todos os países. (Economia / Pág. B6)

Gerente acusa cúpula da BR de favorecer a UTC
Acusado em auditoria da BR Distribuidora de ilegalidades em contratos de R$ 650 milhões com a UTC, o gerente adjunto de Instalações da subsidiária da Petrobrás Marcos Aurélio Frontin se diz “bode expiatório” e acusa o presidente, José Lima de Andrade Neto, e a antiga diretoria. (Política/ Pág. A8)

Novo Fies corta 32% do subsídio
O governo calculou em 32% a redução do subsídio por aluno no novo modelo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que banca o ensino superior. (Metrópole / Pág. A18)

Plano de Educação deixa termo ‘gênero’ de fora (Metrópole/Pág. A18)

RS atrasa dívida e União bloqueia R$ 265 milhões (Política/Pág. A9)

Eliane Cantanhêde
Qual é a sua, Renan?
O fato de Renan Calheiros estender a mão para Dilma é um fato político relevante. Ele divide o PMDB e o Congresso e afasta PMDB e PSDB. (Política/Pág. A8)

Celso Ming
Convulsões da China
O Banco do Povo da China desvalorizou o yuan em relação ao dólar. A medida tira ainda mais competitividade do produto brasileiro. (Economia/Pág. B2)

Notas&Informações
No palanque contra a crise
Terá Dilma dado uma olhada na folha-corrida de Renan Calheiros, com quem está encantada? (Pág. A3)


Estado de Minas

Manchete:Excelência ameaçada
Corte de verbas põe em risco atividades das escolas públicas de Minas mais bem colocadas no Enem. Dirigentes das instituições temem que, a médio prazo, a redução de recursos afete a manutenção e a ampliação de laboratórios, a aquisição de equipamentos para as aulas práticas e as pesquisas de ponta. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (Coluni) foi o segundo colocado no Brasil entre as escolas públicas e o primeiro em Minas no Enem 2014. Mas, dos R$ 120 mil de investimentos previstos para este ano, apenas R$ 61,5 mil foram liberados. O problema se repete no CEFET, que tem duas de suas nove unidades entre as 10 melhores do país. A instituição de ensino federal abriga cursos técnicos, graduações e pós-graduações. Somente R$ 20 milhões dos R$ 35 milhões esperados para obras e aquisição de equipamentos chegaram à escola. Pág. 13,14

Cunha ataca negociação entre Dilma e Renan
O presidente da Câmara disse que nenhum acordo entre o governo e senadores irá adiante sem o aval dos deputados. Renan Calheiros, presidente do Senado, rebateu ao afirmar que a proposta anti-crise que ele apresentou ataca problemas que existirão após o mandato de Dilma. Pág.3

‘Economia fraca’
Nota de risco brasileira é rebaixada
A agência MOODY’S citou “riscos de impasse político que levem a uma maior deterioração econômica e fiscal” para justificar a redução da classificação de risco do Brasil. Apesar da mudança, o país não perdeu o selo de bom pagador (grau de investimento) no mercado internacional. Pág. 8

Após calote, governo bloqueia as contas do RS Pág.4

Entrevista Paulo Rabello de castro
‘Proposta de ajuste fiscal nasce torta’ Crítico do descontrole nas contas públicas de todas as esferas do governo no Brasil, o economista repudia o ajuste fiscal feito pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e afirma: “O Brasil é uma grande nação, perdendo de 7a1”. Pág. 9

Sossego
A 250 quilômetros de Belo Horizonte, trânsito é palavra desconhecida dos 2,3 mil habitantes de Monjolos. Com apenas 230 veículos,acidade tem a menor frota de Minas. Apesar da falta de transporte público, como ônibus e táxi, moradores apontam as estradas de terra e ausência de posto e de oficinas como entraves para a compra de carros. Pág. 18

Agitação
Primeiro dia da proibição das conversões à direita na Praça Sete deixou motoristas confusos, mas agradou pedestres, que tiveram o tempo para atravessar as avenidas Afonso Pena e Amazonas triplicado. Próximas mudanças serão o fechamento de um quarteirão na Praça ABC, conforme antecipou o EM,e intervenções no corredor da Bias Fortes. Pág. 15


Gazeta do Povo

Manchete: Acordo de Dilma com Renan contra crise enfrenta resistência de aliados
Votação do ajuste fiscal é adiada, e ‘pacto’ de Dilma com Renan não passa no 1.º teste
“Agenda positiva” do presidente do Senado não é consensual nem no PT. Já a Câmara segue na briga com o governo e dá andamento à pauta-bomba. Sem consenso entre os líderes da Casa, o Senado adiou nesta terça a votação do projeto que acaba com a política de desoneração da folha de pagamento – uma das medidas do ajuste fiscal do governo. E, na Câmara Federal, o acerto entre Dilma e o Senado foi visto pela cúpula como uma afronta à Casa – uma tentativa de jogar no colo dos deputados a responsabilidade pela crise política.Apesar dessas declarações, Renan procurou descolar sua imagem da de Dilma. Fez questão de frisar que não está apoiando o governo, mas o país. “Não estamos estendendo a mão a um governo que é efêmero e falível”, disse…

PEDÁGIOS NO PARANÁ
Deputados são contra delegação de rodovias
O presidente da CPI do Pedágio na Assembleia Legislativa do Paraná, Nelson Luersen (PDT), protocolou no Ministério dos Transportes um ofício contra a prorrogação do convênio de delegação de 1,8 mil quilômetros de rodovias federais para o estado. O documento foi assinado por 27 dos 54 deputados estaduais

MOBILIDADE
Projeto do metrô não terá valor reajustado
O governo federal não vai aumentar a parcela proposta para o projeto do metrô de Curitiba. A informação é do Ministério das Cidades. Em abril, o prefeito Gustavo Fruet pediu ao ministro das Cidades, Gilberto Kassab, um reajuste de 26% na parcela já prometida pela União, o que representaria R$ 463 milhões a mais

CÂMARA MUNICIPAL
Aumenta pressão por salário menor de vereadores
Os movimentos pela redução dos salários dos vereadores, iniciados em Santo Antônio da Platina, chegaram à Câmara de Londrina, a segunda maior cidade do estado. Por meio de um projeto de iniciativa popular, Émerson Petriv propõe cortar os vencimentos dos vereadores dos atuais R$ 13 mil para cerca de R$ 1,2 mil

CHANCE
Padrinhos afetivos
O apadrinhamento afetivo é uma alternativa para quem deseja estreitar vínculos sem adotar e uma chance para crianças e adolescentes de instituições desenvolverem relações afetivas

IMPASSE
Governo federal bloqueia contas do RS para garantir pagamento da dívida

LAVA JATO
Ex-deputado cogita fazer delação após ser ameaçado

CÂMARA
CPI do BNDES começa com blindagem de Lula

TUCANOS
Aécio nega que PSDB esteja dividido sobre soluções para a crise

GOVERNO
Dilma afirma a Lupi que PDT pode indicar novo ministro do Trabalho

LAVA JATO
Advogados de Odebrecht dizem que Sergio Moro já prejulgou caso

RODOVIAS
Deputados pedem que União não renove os contratos do pedágio

LEGISLATIVO
Debate sobre redução de salários não chegou à Câmara de Curitiba

LEGISLATIVO
Ataque de deputado a repórter da RPC repercute na Assembleia

PROJETO POPULAR
Em Londrina, salário de vereador pode cair de R$ 13 mil para R$ 1,2 mil

VENCIMENTOS
Após pressão popular, outra cidade do Norte Pioneiro consegue baixar salário dos vereadores


Zero Hora

Manchete : Após atraso na dívida, União bloqueia contas do Estado
Sartori quitou salários de julho e, horas depois, teve recursos retidos. Hoje, em Brasília, ele buscará aval do STF para priorizar a folha.

ROSANE DE OLIVEIRA : PREVISÍVEL E DRAMÁTICO
(Notícias | 6, 7, 10, 20 e 21)

Dilma elogia as 27 propostas de Renan
Pacote prevê a melhoria da proteção social, do equilíbrio fiscal e do ambiente de negócios (Notícias | 11)

Agência rebaixa nota do Brasil
Selo de bom pagador do país foi mantido por agência de classificação de risco Moody’s. (Notícias | 16)


Folha de S. Paulo

Manchete : Dilma abraça pacote contra crise, que deve gerar atritos
Ao aceitar agenda de reformas do Senado, Planalto tenta isolar Cunha
Abalada pela crise política e econômica, a presidente Dilma Rousseff (PT) encampou o pacote de reformas apresentado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Com isso, ganhou fôlego dentro da base, apesar da falta de consenso em vários pontos. Ao aceitar a chamada “Agenda Brasil”, o governo obteve do Senado a promessa de barrar projetos aprovados pelos deputados que aumentam os gastos públicos, além da sinalização de que um possível processo de impeachment está fora de discussão, ao menos por ora. Aos olhos do Planalto, a iniciativa dos senadores, além da relativa reaproximação com Renan, isola o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), patrocinador de sucessivas derrotas do Executivo. O peemedebista criticou as negociações entre governo e Senado. Muitos dos 27 itens do documento, porém, não terão tramitação fácil no Congresso, já que desagradam à base aliada. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, se manifestou contra a proposta de cobrança no SUS por faixa de renda. Para ele, esse modelo não seria viável. (Poder A4)

País ganha mais tempo para manter selo de bom pagador
A agência de classificação de risco Moody’s cortou a nota de crédito do Brasil e mudou a perspectiva para a próxima revisão de negativa para neutra, dando alívio ao governo, que calcula ter de seis a nove meses para melhorar suas finanças. O país está agora a um nível de perder o selo de bom pagador. As razões para o rebaixamento da nota, segundo a Moody’s, são a atividade econômica mais fraca que o previsto, a deterioração fiscal e a dificuldade para reformas. A agência Standard& Poor’s também situa o país na última faixa antes do grau especulativo, que afastaria investidores. (Mercado A15 eA17)

Agricultores dão apoio a presidente em evento no DF
Ato em Brasília patrocinado por empresas públicas e organizado por confederação de trabalhadores agrícolas defendeu a continuidade de Dilma Rousseff no governo. “Golpe nunca mais”, gritaram. No domingo (16), manifestações pelo país pedirão o afastamento da petista da Presidência. (Poder A6)

Para Odebrecht, juiz da Lava Jato usurpou poderes
Na primeira defesa à Justiça de Marcelo Odebrecht, preso na Lava Jato, advogados fizeram críticas ao juiz Sergio Moro, afirmando que ele “usurpou” a competência do Supremo ao decidir que o caso deveria ficar com a Justiça Federal do Paraná. Para eles, Moro já prejulgou o caso e não concedeu acesso à íntegra de documentos da denúncia, classificada de “absurda”. (Poder A7)

Juro ‘pornográfico’ é um dos vilões, diz setor de máquinas
O presidente da Abimaq, Carlos Pastoriza, disse à Folha que os juros “pornográficos”, o sistema tributário “perverso” e o câmbio desequilibrado são fatores lesivos à indústria de máquinas. O setor, que protestará nas ruas amanhã, fechou 25 mil vagas de emprego no primeiro semestre. (Mercado A18)

Em defesa das drogas
O caso de um mecânico flagrado com 3g de maconha em detenção de Diadema (SP), em 2009, guiará o julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. A partir de sua pena, a corte vai começar a discutir amanhã (13) a constitucionalidade de um artigo da Lei Antidrogas. (Cotidiano B1)

LUÍS FRANCISCO CARVALHO FILHO
Recursos usados em prisões inúteis poderiam ir para a prevenção. (B1)

Documento dá chance a lobbies do Congresso
análise – Gustavo Patu
A “Agenda Brasil” aproveita a fragilidade do governo Dilma e cria oportunidades para uma série de lobbies abrigados no Congresso. Para um governo sem controle do Legislativo, qualquer agenda é melhor que agenda nenhuma. (Poder A5)

Alexandre Schwartsman
Já passa da hora de o BC deixar o câmbio flutuar
Se adultos querem comprar dólares acima de R$ 3,50, o problema é deles. O BC intervém no câmbio por temer os efeitos da alta do dólar sobre a inflação. Passou da hora de deixar o câmbio flutuar e tratar dos problemas com os instrumentos certos. (Mercado A20)

Editoriais
Leia “Liberdades supremas”, sobre julgamento de caso de posse de drogas no STF, e “Cenários argentinos”, a respeito de eleições primárias no país. (Opinião A2)


Edição: Equipe Fenatracoop, 12 de Agosto de 2015, ás 08:31

 

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