Cadastro lidera fraudes no Minha Casa Minha Vida; Levantamento de investigações do Ministério Público Federal revela que fraudes no cadastro de beneficiados são o problema mais comum no programa Minha Casa Minha Vida, bandeira eleitoral da presidente Dilma Rousseff, informa Erich Decat. Desde o lançamento, em 2009, os procuradores abriram 224 procedimentos, dos quais 82 são sobre as fraudes de cadastro. O segundo problema mais comum é a corrupção…

“Não tem muita gente produtiva dando sopa”; O povo tem que concluir o ensino médio pronto para o mercado de trabalho”, acredita. Ele não compactua com os críticos que temem o impacto nas contas públicas com a revisão da legislação de correção do salário-mínimo. Saboia diz que a fome fiscal dos governos tem sido excessiva e que duvida dos efeitos da Selic no combate à inflação….

Tecnologia: Agricultura usa GPS e big data; Máquinas agrícolas com dispositivo para localização por satélite reúnem informações sobre as plantações, que são utilizadas para mensurar a produtividade e até modificar processos nas lavouras…

IBGE: Nova pesquisa mostra taxa diferente para desemprego, que permanece estável …

Tropa de elite funcional; Eles já receberam do Palácio do Planalto a pecha de “sangue azul da administração pública”. Por isso, o Correio hoje mostra quem são e o que fazem profissionais que atuam em setores cruciais para a vida do país…

O Globo

Ficha Limpa puniu só 3 pessoas em 16 estadosLeis

foram criadas desde 2011, mas só SP e SC afastaram titulares de cargos

Com juros mais altos,

taxa do cheque especial chega a 256%Citibank e Santander cobram percentuais mais elevados, segundo a Proteste

Rolezinho frustrado:

shopping centers fecham no LeblonO grupo gritava palavras de ordem e fez um churrasco na calçada

Flamengo inicia Carioca com vitória:

1 a 0 no AudaxTorcidas organizadas, em protesto contra o preço cobrado para um jogo com reservas, não entraram no

O Estado de S. Paulo

Manchete: Núcleo fiel a Dilma na Câmara cai mais da metade

Apenas 123 deputados votaram com o governo 90% das vezes em 2013; no início do mandato eram 306 No segundo semestre de 2013, o governo da presidente Dilma Rousseff sofreu 11 derrotas em 37 votações na Câmara dos Deputados. Em 2011, foram só 3 derrotas; 5 em 2012; e outras 5 no primeiro semestre de 2013. Este resultado no Congresso é consequência da redução do núcleo de deputados mais fiéis ao governo – aqueles que votaram 90% das vezes nas propostas do Planalto. A perda de apoio vem de há algum tempo. No primeiro ano do governo Dilma eram 306 deputados. Em 2012, foram 134. No ano passado, o número caiu para 123 parlamentares, dos quais, 72% deles do PT. Nas 11 derrotas, os partidos da base aliada que mais traíram Dilma foram PSD e PSB, este último já em fase de afastamento em razão da candidatura presidencial de Eduardo Campos (PSB). Newton Cardoso (PMDB-MG), que apoiou o governo em apenas 47% das votações, diz que não abaixa “a cabeça para o que o governo quer”. (Págs. 1 e Política A4) Análise: José Roberto de Toledo Nas ondas do Congresso. (Págs. 1 e A6)

Cadastro lidera fraudes no Minha Casa Minha Vida

Levantamento de investigações do Ministério Público Federal revela que fraudes no cadastro de beneficiados são o problema mais comum no programa Minha Casa Minha Vida, bandeira eleitoral da presidente Dilma Rousseff, informa Erich Decat. Desde o lançamento, em 2009, os procuradores abriram 224 procedimentos, dos quais 82 são sobre as fraudes de cadastro. O segundo problema mais comum é a corrupção. (Págs. 1 e Política A6)

Esvaziado por ações do governo, MST faz 30 anos (Págs. 1 e Política A7)

Taleban ataca militares e mata 20 no Paquistão (Págs. 1 e Internacional A8)

Por ‘rolezinhos’, Rio tem baile funk na rua

Impedidos de entrar no Shopping Leblon e no Rio Design Center, manifestantes que protestavam pelas restrições aos ‘rolezinhos’ em SP, realizaram baile funk na rua. (Págs. 1 e Metrópole A14)

Casas de luxo descartam esgoto no litoral de SP

Cerca de 25 mil imóveis de luxo na praia descartam seu esgoto no litoral, apesar de a ligação à rede ser grátis, relata Fabiana Cambricoli. A adaptação na casa custa R$ 1,8 mil. (Págs. 1 e Metrópole A11 e A12)

Link: Espionagem

Em tempos pós-Snowden, privacidade é a palavra da vez na internet. (Págs. 1 e B10)

José Goldemberg

Ciência e tecnologia em SP O Estado tem bom sistema de ensino superior e bons institutos de pesquisa, mas que não se refletem em inovação no setor produtivo. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Elias Groll

Hollande é unanimidade O presidente francês mais popular dos tempos modernos descontenta a esquerda com uma guinada liberal; e os conservadores com um affair. (Págs. 1 e Visão Global A10)

Lúcia Guimarães

Feudalismo digital Inovações de comunicação passam pelo estágio da concentração de poder. Se não reagirmos, ficaremos à mercê dos senhores do digital. (Págs. 1 e Caderno 2, C8)

Notas & Informações

O fiasco dos incentivos É evidente o fracasso da política de estímulos à indústria e à recuperação econômica. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Idosos devem provar ao INSS que estão vivos

Pelo menos 4,7 milhões de aposentados e pensionistas têm pouco mais de um mês para recadastrar a senha bancária, imprescindível para continuarem a receber os benefícios. O prazo termina em 28 de fevereiro. Mesmo com os reiterados problemas, o governo e as instituições financeiras insistem na exigência de comparecimento às agências. (Págs. 1 e 9)

Gestão: Governos fracassam até na hora de investir

Administradores municipais e estaduais se mostraram incapazes de realizar projetos em benefício dos cidadãos e a União foi obrigada a reter nos seus cofres, desde 2008, mais de R$ 4 bilhões. (Págs. 1 e 2)

Só Genoino deve pagar multa hoje

Nem todos os cinco condenados no julgamento do mensalão quitarão os débitos com a Justiça — tanto por questões legais quanto por falta de dinheiro. O ex-deputado paulista conseguiu arrecadar os R$ 667,5 mil devidos, numa campanha desencadeada por amigos pela internet. (Págs. 1 e 4)

Enem assusta estudantes da rede pública

Pesquisa realizada a pedido do Correio constata que 42% dos alunos do sistema de ensino público deixaram de fazer as provas. Despreparo e falta de confiança são as razões para a evasão. A jovem Tainá Benjamim alegou “falta de experiência” para não realizar o teste. (Págs. 1 e 6)

Rolezinho fecha shoppings no Rio de Janeiro

Temerosos de transtornos com as manifestações, centros comerciais do Leblon interromperam as atividades. Em São Paulo, seguranças impediram a entrada de um grupo de adolescentes no Center Norte. (Págs. 1 e 5)

Fifa checa mais quatro estádios. Vai aprová-los?

Secretário-geral visita obras do Itaquerão (São Paulo), Pantanal (Cuiabá), Baixada (Curitiba) e Dunas (Natal). Desta vez, as surpresas não serão tão ruins. (Págs. 1 e Superesportes, capa)

Tropa de elite funcional

Eles já receberam do Palácio do Planalto a pecha de “sangue azul da administração pública”. Por isso, o Correio hoje mostra quem são e o que fazem profissionais que atuam em setores cruciais para a vida do país. (Págs. 1, 7 e 8)

Obama considera a maconha menos nociva que o álcool (Págs. 1 e 13)

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Estado de Minas

Manchete: Barulho acima da lei

Primeira legislação de silêncio de BH faz 65 anos hoje, mas reclamações continuam aos milhares A Lei do Sossego, pioneira na capital, foi regulamentada pelo então prefeito Otacílio Negrão de Lima em 1949, mas ainda não tinha parâmetros objetivos. Isso só aconteceu na legislação de 1988, que limitou o ruído durante o dia (das 7h às 19h) a 55 decibéis (dB), o equivalente à conversação num restaurante e recomendado pela OMS para áreas residenciais. Em 2008, o teto diurno foi elevado para 70dB, similar ao som de um aspirador de pó. Esse nível já é considerado insalubre, com aumento do risco de infarto, AVC e outros males. Mas nada disso adiantou, o barulho continua infernizando. No ano passado, foram 7.428 reclamações ao Disque-Sossego da PBH, com 491 autuações de janeiro a outubro, mais de 10 advertências e multas por semana. Os maiores vilões são bares, restaurantes, casas de shows, comércio, templos religiosos, clubes, academias de ginástica e construção civil. (Págs. 1, 15 e 16)

A multiplicação dos peixes

A criação de tilápias em tanques-redes no lago da Usina de Três Marias, na Região Central de Minas, é um exemplo da implementação de parques aquícolas, que fazem a produção de pescado no Brasil andar em sentido contrário ao da crise, com crescimento anual de 30% desde 2011. O país já produz perto de 1 milhão de toneladas por ano, com faturamento de R$ 5 bilhões e empregando 3,5 milhões de pessoas. (Págs. 1, 8 e 9)

Ditadura: Comissão da Verdade de BH fica travada

Bancada de ex-policiais militares e civis da Câmara Municipal emperrou a criação do grupo especial para investigar violações cometidas no regime militar. O projeto foi apresentado há um ano, mas está parado na Comissão de Legislação e Justiça. O grupo também impediu a mudança do nome do Elevado Castelo Branco para Helena Greco. (Págs. 1 e 2)

R$ 4 bilhões: É a verba deixada de lado por estados e municípios

Consulta do Estado de Minas a três pastas – Turismo, Cidades e Justiça – mostra que o dinheiro foi disponibilizado entre 2008 e 2012 a governadores e prefeitos que não apresentaram projetos para aplicar os recursos. (Págs. 1 e 3)

Prevenção: Shoppings fazem cerco a rolezinhos

Depois de o Minas Shopping barrar menor desacompanhado sábado, ontem o Pátio Savassi reforçou a segurança, com PMs no entorno e comissários de menores no interior. O rolezinho com 800 confirmações pela internet não ocorreu. Já o Itaú Power Shopping, em Contagem, é o primeiro em Minas a obter liminar contra os eventos, a exemplo de centros de compra de São Paulo. (Págs. 1 e 17)

Desistência do Enem é maior entre alunos da rede pública (Págs. 1 e 5)

Estados Unidos: Obama diz que maconha não é pior do que álcool (Págs. 1 e 13)

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Zero Hora

Manchete: Material escolar sobe três vezes acima da inflação

Levantamento de ZH mostra que, em um ano, o aumento médio em lista de 16 produtos básicos chegou a 18,87%. (Págs. 1 e 14)

Conexão NE: Deputados gaúchos “exportam” emendas

Alexandre Roso (PSB) e Darcísio Perondi (PMDB) destinaram R$ 3,5 milhões a hospital de Pernambuco. (Págs. 1 e 6)
Alerta: Nota baixa para obras em escolas estaduais

ZH visitou colégios onde, segundo o governo, há suspeitas, e constatou defeitos e até serviços desnecessários. (Págs. 1, 4 e 5)

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Brasil Econômico

Manchete: “Não tem muita gente produtiva dando sopa”

João Saboia, do Instituto de Economia da UFRJ, defende a qualificação técnica, com foco na indústria, como alternativa para o crescimento da economia. “A universidade não é para todos. O povo tem que concluir o ensino médio pronto para o mercado de trabalho”, acredita. Ele não compactua com os críticos que temem o impacto nas contas públicas com a revisão da legislação de correção do salário-mínimo. Saboia diz que a fome fiscal dos governos tem sido excessiva e que duvida dos efeitos da Selic no combate à inflação. (Págs. 1 e 4 a 7)

Tecnologia: Agricultura usa GPS e big data

Máquinas agrícolas com dispositivo para localização por satélite reúnem informações sobre as plantações, que são utilizadas para mensurar a produtividade e até modificar processos nas lavouras. (Págs. 1 e 15)

Petros vai com tudo na infraestrutura

Carlos Costa, diretor de investimentos do Fundo de Pensão da Petrobras, revela que a Fundação está de olho em debêntures incentivadas para ampliar participação além do que já detém pela Invepar. (Págs. 1, 20 e 21)

Copa do Mundo: Sites que oferecem imóveis trazem preços exorbitantes, mas aluguel alternativo não terá fiscalização (Págs. 1 e 18)

Mobilidade: Obrigatoriedade de exame toxicológico para motoristas de ônibus, vans e caminhões gera embate (Págs. 1 e 10)

IBGE: Nova pesquisa mostra taxa diferente para desemprego, que permanece estável (Págs. 1 e 8)

Eleições: PT pode quebrar aliança com o PTB na corrida ao Senado no DF (Págs. 1 e 3)

Energia: AES Eletropaulo investe R$ 44 milhões em novo call center (Págs. 1 e 14)

Informe NY: EUA buscam acordo similar ao Nafta, que favoreceu empresas e não cidadãos (Págs. 1 e 29)

Clipping Radiobrás

Edição:Equipe Fenatracoop

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