País tem recorde de morte violenta: 7 por hora
Foram 61.619 casos em 2016, de acordo com anuário; outros crimes, como estupro e roubo, também tiveram aumento. O País nunca registrou tantas mortes violentas intencionais: foram 61.619 casos em 2016, entre homicídios, latrocínios, mortes durante ações policiais e lesões corporais seguidas de morte. O número equivale a 168 assassinatos por dia, ou sete por hora. Os dados foram revelados pelo 11.º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado ontem. Em números relativos, são 29,9 mortos por 100 mil habitantes no País – em Sergipe, a taxa chega a 64 por 100 mil. Outros índices de criminalidade, como o de policiais assassinados, estupro e roubo e furto de veículo, também pioraram. Os investimentos em segurança, porém, caíram nos Estados. …
Abin poderá atuar contra ‘fake news’
O TSE coordena força-tarefa, com Exército, Abin e Polícia Federal, para reunir propostas a fim de combater a disseminação de notícias falsas durante a disputa eleitoral, no ano que vem. O texto-base deve sair em novembro…
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O Globo

Manchete : Governo prevê receita de R$ 30 bi com infraestrutura
Em meio a fragilidade política, ideia é acelerar projetos em 2018
Mudança de regra no pré-sal deve elevar arrecadação. Loteamento de cargos na Eletrobras pode dificultar venda da estatal
Fragilizado politicamente, o governo quer acelerar a agenda dos projetos de infraestrutura para reforçar a arrecadação e ajudar na retomada do crescimento. A estimativa de técnicos é levantar pelo menos R$ 30 bilhões no ano que vem com a privatização da Eletrobras, com o leilão de rodovias e ferrovias e com a venda de blocos de exploração de petróleo. No caso do pré-sal, o fim do atual regime de partilha, em debate, poderia provocar um salto na arrecadação. A estratégia é tentar levar adiante os principais leilões já no primeiro semestre de 2018, para evitar a proximidade com as eleições. Para técnicos, o loteamento político nas subsidiárias da Eletrobras deve dificultar a venda da estatal. (PÁGINA 17)

Brasil tem 7 mortes violentas por hora e plano que não sai do papel
O Brasil registrou números recordes de violência em 2016, com 61.619 mortes, ou sete por hora — aumento de 3,8% na comparação com 2015. Enquanto o crime se espalha por mais estados, o Plano Nacional de Segurança ainda é promessa do governo Temer, longe de ser cumprida. (PÁGINAS 3 e 4 e editorial “Violência se espalha pelo país e exige esforço conjunto”)

Previsão para salário mínimo é reduzida em 2018
A previsão para o mínimo caiu de R$ 969 para R$ 965 no Orçamento de 2018. Para fechar as contas, governo adiou reajuste de servidores. (PÁGINA 20)

Niterói diz ‘não’, e Rio discute armar Guarda
Os vereadores do Rio voltaram a discutir proposta de armar a Guarda Municipal. Em Niterói, a ideia foi rejeitada pelos moradores. (PÁGINA 16)

Juíza proíbe show de Caetano
Para a Justiça, não havia estrutura para show de Caetano em acampamento do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, em São Bernardo. (PÁGINA 5)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Servidor não terá reajuste e contribuição vai aumentar
Orçamento enviado ao Congresso em forma de MPs pretende garantir R$ 12,6 bilhões extras
O governo definiu a nova versão do Orçamento de 2018 e encaminhou ao Congresso um conjunto de medidas provisórias (MPs) de aumento de tributos e cortes de despesas que pretende garantir R$ 12,6 bilhões extras. Com medidas consideradas impopulares, o pacote foi apresentado dois meses e meio após seu anúncio e superada a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer. O reajuste salarial do funcionalismo foi adiado para 2019. A alíquota de contribuição previdenciária dos servidores subirá. A contribuição sobre o salário até o teto do INSS (R$ 5.531,31) continua em 11%. Os que ganham mais pagarão 14% sobre a parcela que excede o teto. Os servidores já se articularam para tentar barrar a proposta. Também com o objetivo de ampliar a receita o governo vai taxar fundos de investimento exclusivos fechados, para clientes de alta renda. Esses fundos são compostos por apenas um investidor e isentos de Imposto de Renda nas movimentações internas. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Reajuste do salário mínimo
Com a perspectiva de inflação menor em 2017, o governo reduziu de R$ 969 para R$ 965 a projeção para o salário mínimo a ser pago em 2018. Por lei, o valor é corrigido pela variação do INPC e do PIB de dois anos antes. (PÁG. B1)

País tem recorde de morte violenta: 7 por hora
Foram 61.619 casos em 2016, de acordo com anuário; outros crimes, como estupro e roubo, também tiveram aumento
O País nunca registrou tantas mortes violentas intencionais: foram 61.619 casos em 2016, entre homicídios, latrocínios, mortes durante ações policiais e lesões corporais seguidas de morte. O número equivale a 168 assassinatos por dia, ou sete por hora. Os dados foram revelados pelo 11.º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado ontem. Em números relativos, são 29,9 mortos por 100 mil habitantes no País – em Sergipe, a taxa chega a 64 por 100 mil. Outros índices de criminalidade, como o de policiais assassinados, estupro e roubo e furto de veículo, também pioraram. Os investimentos em segurança, porém, caíram nos Estados. (METRÓPOLE / PÁGS. A15 e A16)

Abin poderá atuar contra ‘fake news’
O TSE coordena força-tarefa, com Exército, Abin e Polícia Federal, para reunir propostas a fim de combater a disseminação de notícias falsas durante a disputa eleitoral, no ano que vem. O texto-base deve sair em novembro. (POLÍTICA / PÁG. A8)

Trânsito parado contra projeto de lei
Motoristas de Uber protestaram em SP contra o PL 28/2017, que regulamenta o transporte individual de passageiros. Entre outras determinações, o texto obriga que os condutores tenham licença da prefeitura. O presidente global da Uber, Dara Khosrowshahi, diz que não é contra regras, mas que elas têm de ser repensadas. (ECONOMIA / PÁG. B10)

Vice-reitor ganha eleição na USP (METRÓPOLE / PÁG. A17)

Doria tira o vice, Bruno Covas, da zeladoria (METRÓPOLE / PÁG. A18)

‘Vice é até interessante’, afirma Meirelles (POLÍTICA / PÁG. A8)

Eliane Cantanhêde
Há uma repetição enfadonha de pesquisas, mas, hoje, são nomes, nada mais que nomes. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Notas&Informações
O custo da governança – Michel Temer tem sido mais eficiente que seus antecessores petistas porque governa com o Congresso, e não comprando o Congresso. (PÁG. A3)
Formação de professores – Governo oferecerá bolsas para que estudantes de graduação estagiem na rede escolar. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Brasil tem média de sete mortes violentas por hora
País registrou 61.619 assassinatos em 2016,4,7% a mais que no ano anterior; crise reduz investimentos em segurança
O Brasil registrou 61.619 mortes violentas intencionais em 2016, 4,7% a mais que no ano anterior. Em média, sete pessoas foram assassinadas por hora no país. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou os dados nesta segunda-feira (30). A taxa média nacional de mortes violentas ficou em 29,9 assassinatos por 100 mil habitantes. São considerados nessa classificação homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais. As maiores taxas estão em Estados do Nordeste, como Sergipe, Rio Grande do Norte e Alagoas. No ano passado, em meio à crise, houve queda de 3% nos investimentos em segurança. “61 mil mortos é o que tem de mais obsceno”, afirma a diretora-executiva do Fórum, Samira Bueno. “Como a gente não priorizou essa agenda com tanta gente morrendo?”, questiona. Também houve aumento no número de enfrentamentos envolvendo policiais. Eles resultaram em 4.224 mortes, alta de 27% na comparação com 2015. (Cotidiano B1)

Meirelles diz que ser vice-presidente é ‘até interessante’
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), disse a empresários que não é pré-candidato a presidente em 2018, mas que “esse negócio de vice é até interessante”. Mais tarde, afirmou que a frase foi “mera brincadeira”. Aliados, porém, veem tentativa de manter seu nome em evidência. (Poder A6)

Temer estende por 2 semanas o prazo de adesão ao Refis
Por medida provisória, o governo prorrogará por duas semanas a adesão ao Refis, programa de refinanciamento de dívidas fiscais. Sancionado por Temer às vésperas da votação da segunda denúncia contra ele, o novo Refis dá mais vantagens ao contribuinte, como queriam os deputados. (Mercado A30)

Representantes de juízes defendem a Justiça trabalhista
Representantes de juízes rebateram estudo do Ipea que diz que a Justiça do Trabalho é cara. Para Guilherme Feliciano, da Associação Nacional dos Magistrados, deve-se considerar a pacificação promovida, e não a questão monetária. (Mercado A31)

Erradicar desmate custaria R$ 3,1 bi ao ano, diz estudo
Zerar o desmatamento no Brasil custaria R$ 46,5 bilhões até 2030. A cifra, parte de estudo do Instituto Escolhas lançado ontem, corresponde a R$ 3,1 bilhões anuais, menos de um terço do subsídio incluído no Plano Safra 2017/18. (Mercado A32)

Uber não afetou renda de taxistas, indicam estudos
A entrada de aplicativos de transporte no país não afetou a renda média por hora dos taxistas em sete capitais e foi benéfica para usuários, indicam estudo acadêmico e relatório do Cade (órgão de defesa da concorrência). Taxistas afirmam que a categoria teve perdas de até 70%. (Cotidiano B4)

Hélio Schwartsman
Com regulação de aplicativos, Senado destruirá riqueza
Aplicativos como Uber e Airbnb permitem à sociedade fazer mais com aquilo que já foi produzido (carros, prédios etc.). É claro que isso só dá certo se o poder público não estragar tudo, criando regulações desnecessárias. Lamentavelmente, é o que o Senado deve fazer. Dá para descrever isso como destruição de riqueza. (Opinião A4)

Editoriais
Leia “Decoro, senhores”, sobre entrevero entre ministros do Supremo, e “Tempestade perfeita”, acerca de insucesso do separatismo da Catalunha. (Opinião a2)

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