Manchete nos Jornais deste Domingo, 22 de Outubro de 2017

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Pré-candidatos à Presidência buscam agenda contra a crise
Presidenciáveis sabem que serão cobrados sobre temas espinhosos e discutem abordagem com economistas
Políticos que pretendem se lançar na corrida presidencial começam a moldar o discurso econômico e tentam atrair economistas de peso para dar consistência aos seus projetos. O tema deve prevalecer num pleito que ocorrerá em meio a uma das mais severas crises da história do País. Os presidenciáveis sabem que serão cobrados sobre temas como reforma da Previdência e cortes no funcionalismo, e ainda tateiam a abordagem a ser adotada. Mas há pistas sobre a visão econômica que vão tentar vender. Lula (PT) reuniu parceiros de governo num grupo de economistas para pensar o País e planeja crédito farto para incentivar o consumo e agradar a sua base. Ciro Gomes (PDT) aposta em juros baixos e estatais fortes. Geraldo Alckmin (PSDB) se aproxima de economistas liberais e quer ser o candidato da responsabilidade fiscal. João Doria (PSDB) bate na tecla das privatizações. Marina (Rede) retorna com antigos aliados. Jair Bolsonaro (PSC) diz querer um Estado menor e tenta moldar uma imagem de liberal…
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O Globo

Manchete : Violência paralisa metade das unidades de saúde
Atendimento foi suspenso este ano em 115 centros de atenção primária
Médicos denunciam falta de segurança em Clínicas da Família; maioria fica em áreas conflagradas

Além da crise fiscal, a violência debilita ainda mais a saúde no Rio. De janeiro a setembro, segundo a prefeitura, metade das 231 Clínicas da Família e dos Centros Municipais de Saúde teve de interromper o atendimento por causa de tiroteios e outras situações de risco, informa CARINA BACELAR. A maioria das unidades afetadas fica em favelas, e uma delas fechou 34 vezes este ano. Funcionários denunciam que traficantes entram a qualquer momento nos postos e chegam a exigir prioridade para consultas. Por causa da crise com as OS, que têm atrasado salários, ontem 58 profissionais faltaram ao plantão no Rocha Faria. (PÁGINA 12)

Crise da Oi pode causar ‘caladão’
Uma eventual falência da Oi pode deixar 2.051 cidades sem sinal em serviços de telefonia e internet, informa BRUNO ROSA. O risco de “caladão” é previsto em documento do governo sobre a situação da operadora. (PÁGINAS 33 e 34)

Sérgio Côrtes já admite propina
Em depoimento à Lava-Jato, Sérgio Côrtes, que foi secretário de Saúde no governo Cabral, admitiu ter recebido propina de empresário. Houve repasse de US$ 6 milhões para a mulher dele na Suíça. (PÁGINA 5)

‘Não há culpado’, diz pai de vítima
O pai de uma das vítimas do ataque a tiros feito por um adolescente de 14 anos em Goiânia disse não ver culpados na tragédia. O MP pediu a internação provisória do autor do crime por 45 dias. (PÁGINA 4)

Espanha anuncia intervenção
Na medida mais dura em 40 anos de democracia, Madri decidiu intervir na Catalunha, destituindo autoridades e restringindo o Parlamento. O ato será votado no Senado nos próximos dias. (PÁGINA 42)
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O Estado de S. Paulo

Manchete : Pré-candidatos à Presidência buscam agenda contra a crise
Presidenciáveis sabem que serão cobrados sobre temas espinhosos e discutem abordagem com economistas
Políticos que pretendem se lançar na corrida presidencial começam a moldar o discurso econômico e tentam atrair economistas de peso para dar consistência aos seus projetos. O tema deve prevalecer num pleito que ocorrerá em meio a uma das mais severas crises da história do País. Os presidenciáveis sabem que serão cobrados sobre temas como reforma da Previdência e cortes no funcionalismo, e ainda tateiam a abordagem a ser adotada. Mas há pistas sobre a visão econômica que vão tentar vender. Lula (PT) reuniu parceiros de governo num grupo de economistas para pensar o País e planeja crédito farto para incentivar o consumo e agradar a sua base. Ciro Gomes (PDT) aposta em juros baixos e estatais fortes. Geraldo Alckmin (PSDB) se aproxima de economistas liberais e quer ser o candidato da responsabilidade fiscal. João Doria (PSDB) bate na tecla das privatizações. Marina (Rede) retorna com antigos aliados. Jair Bolsonaro (PSC) diz querer um Estado menor e tenta moldar uma imagem de liberal. (ECONOMIA / PÁGS. B1, B3 e B4)

Partido muda estatuto para atrair Bolsonaro
Filiados do Partido Ecológico Nacional (PEN) estão proibidos de se coligar a siglas de “extrema esquerda”, devem ser contra o aborto e a legalização das drogas e a favor da redução da maioridade penal. A legenda ainda vai mudar de nome, para Patriota. Bolsonaro, porém, ainda não trocou de “casa”. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Pré-sal já se compara ao Oriente Médio (ECONOMIA / PÁG. B8)

Macri e Cristina medem força em pleito argentino (INTERNACIONAL / PÁG. A10)

Eliane Cantanhêde
O presidente Michel Temer parece estar cercado de inimigos e aliados infiéis. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Vera Magalhães
País é recessivo na economia, repulsivo na política e regressivo nos direitos. (POLÍTICA / PÁG. A8)

Notas&Informações
Erro de cálculo – Hoje, a única coisa que poderia melhorar a imagem dos parlamentares – e render os tão desejados votos – seria a conscientização de que o País não suporta mais tanta irresponsabilidade. (PÁG. A3)

O silêncio das ruas – Ele pode ser entendido como sinal de que a população já sente a recuperação econômica. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Lava Jato confirma ordens de pagamento ao PMDB
Arquivos da Odebrecht indicam repasses a Padilha, Geddel e Moreira Franco
A Procuradoria-Geral da República encontrou, no sistema eletrônico da Odebrecht, arquivos originais com ordens de pagamento ao ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e a Geddel Vieira Lima. Relatórios feitos de julho a setembro indicam que os nomes dos dois peemedebistas estavam em planilha que os associa a codinomes. A análise verificou ainda programações de repasses ao ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral) e a Eduardo Cunha e Henrique Alves, todos do PMDB e também identificados por apelidos. Investigadores dizem que os arquivos são importantes porque foram criados na época dos pagamentos delatados por executivos da empreiteira —e não após o acordo com o Ministério Público. Sua existência não comprova a entrega do dinheiro. Os cinco são apontados por sofia Borges/instituto Moreira Salles delatores como operadores da arrecadação para o PMDB. Os relatórios foram anexados à segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, que irá a votação na Câmara nesta semana. Padilha e as defesas de Geddel e Cunha não se pronunciaram. Alves e Moreira negam as acusações. (Poder A4)

Maia enfrenta Planalto e testa poder para 2018
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), testa seu protagonismo à frente da agenda de recuperação econômica do país. Ao sentir-se preterido pelo governo Temer, passou a se indispor com o presidente. Maia, porém, não se vê como problema para o Planalto. “Adoro ser elogiado, mas sei do meu tamanho”, disse a aliados. (Poder A13)

Incerteza política freia entusiasmo de estrangeiros
Investidores estrangeiros indicam que a incerteza associada às eleições de 2018 limita movimentos mais ousados em relação ao Brasil. A principal preocupação é que o próximo govermo não dê continuidade às reformas, principalmente às mudanças fiscais. (Mercado A23)

Sociedade se desinteressou do circo de Brasília, afirma executivo. (A27)

Decreto de Temer permite desconto de até 60% em multas ambientais (Mercado a28)

Eleição legislativa na Argentina hoje deve fortalecer Mauricio Macri (Mundo a18)

Editoriais
Leia “Quadro lamentável”, sobre as perspectivas de permanência de Michel Temer, e “Ambições chinesas”, acerca de congresso do Partido Comunista. (Opinião a2)
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