Tarso vai propor teto de R$ 17 mil – Legislativo: Fim do voto secreto fica só na promessa – Esplanada: Governo tem 10 intocáveis desde 2003 – Feriadão: Já são mais de 170 mortes nas rodovias – Dilma se volta para projetos de longo prazo – Perdão de dívidas fiscais – Substituição tributária na energia – Classe média expande fronteiras – Governo tem pressa em mudar Lei de Licitações – O desafio da convivência no trabalho – Visão Global: Intervir ou não na Líbia?…

O Globo

 

Manchete: Fora da disputa oficial, Ilha leva Estandarte de Ouro

Beija-Flor e Unidos da Tijuca são as favoritas ao título de 2011

Depois de ter vencido o fogo e incendiado a Avenida com o enredo sobre Charles Darwin e a teoria da evolução, a União da Ilha conquistou ontem o prêmio de melhor escola da 40ª edição do Estandarte de Ouro, do GLOBO. A agremiação só havia recebido a homenagem em 1977, no quesito samba-enredo. Este ano, e resultado do prêmio não será repetido na apuração por que a escola está fora da disputa oficial, por causa do incêndio que atingiu seu barracão. A ilha levou também os prêmios de melhor enredo e melhor puxador, com Ito Melodia. A Mangueira, que homenageou Nelson Cavaquinho, recebeu três Estandartes: o de bateria; comissão de frente e o de personalidade, dado a Beth Carvalho. (Pág. 1 e Caderno Especial)

Comissão da Verdade é alvo de militares

Em documento enviado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, as Forças Armadas criticam a Comissão da Verdade, que pretende esclarecer crimes da ditadura militar. Produzido pelo Exército, mas com adesão de Marinha e Aeronáutica, o texto diz que a comissão vai “abrir feridas”. (Págs. 1 e 3)

GVT Oi e Net travam briga de preços

A entrada da operadora GVT no mercado do Rio deflagrou um guerra com Oi e Net na telefonia fixa e na banda larga. A quada nos preços pagos pelos consumidores ultrapassa os 50%. (Págs. 1 e 15)

Filha de Roriz pode deixar comissão da reforma política (Págs. 1 e 9)

 

Ancelmo Gois

Promessa do Rei Roberto a Aécio: “Vou votar em você em 2014”. (Págs. 1 e 12)

Nas estradas, 166 mortos, mais que no carnaval de 2010 (Págs. 1 e 4)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchetes: Governo quer mudar Incra e frear indicação política

Documento propõe controle maior sobre superintendências, que são fontes de desvios

Documento preparado no Ministério do Desenvolvimento Agrário propõe mudanças na estrutura do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária para aumentar o controle de Brasília sobre as 30 superintendências regionais, comandadas, em sua maioria, por apadrinhados de políticos e fonte de denúncias de desvio de recursos. Hoje, cada uma das regiões define os planos da reforma agrária e a aplicação dos recursos. Com a preparação do programa nacional de combate à miséria, uma das prioridades do governo Dilma Rousseff, a eficiência do órgão também vem sendo questionada, informa o repórter Roldão Arruda. A proposta do ministério é vista com desconfiança por funcionários. “O Incra e suas superintendências são disputados por correntes do PT e setores do PMDB. Tudo indica que a corrente do PT que hoje domina o ministério quer centralizar em Brasília a chave do cofre”, diz o diretor da Confederação dos Servidores do Incra, Reginaldo Aguiar. (Pág. 1 e Nacional, A4)

Esvaziamento

Ganhou força nos últimos dias a versão de que o governo quer reduzir a área de ação do Incra, que presta assistência a quase 1 milhão de famílias assentadas. (Pág. 1 e Nacional, A4)

Tropas leais a Kadafi mantêm ofensiva

Hillary diz que zona de exclusão depende da ONU

Tropas leais a Muamar Kadafi mantiveram o avanço sobre rebeldes na Líbia. Impediram insurgentes de tomar BinJawad, a 625 km de Trípoli, avançaram para o centro de Zawiya, a 50 km da capital, e bombardearam o polo petroquímico de Ras Lanuf, informa o enviado Lourival Sant´Anna. A secretária de Estado Hillary Clinton disse que uma zona de exclusão aérea só será imposta por decisão da ONU, “não dos EUA”. (Págs. 1 e Internacional A8 e A9)

Manobra maquia contas públicas

A manobra do governo Lula, de adiar para este ao o pagamento de R$ 128 bilhões em despesas de 2010, maquia resultados e dificulta o ajuste de contas públicas (Págs. 1 e Economia B1)

Dissidente do Irã elogia nova postura brasileira (Págs. 1 e Nacional A7)

 

Celso Ming: 60 dias duros

O governo Dilma enfrenta problemas na economia com que não contava e que complicam a administração. O mais grave deles é a inflação. (Pág. 1 e Economia, B2)

Visão Global: Intervir ou não na Líbia?

Barack Obama analisa revoltas na Europa, Oriente Médio e Ásia para saber qual foi o papel dos EUA e suas consequências, escreve Mark Landler. (Págs. 1 e Internacional A10)

Notas e Informações: Mais dinheiro para o BNDES

Não se justifica repassar R$ 55 bi ao BNDES para manter o Programa de Sustentação do Investimento. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

 

Manchete: Conselho de ética no caminho da filha de Roriz

Deputados querem aproveitar o caso Jaqueline para aumentar poder de investigação e de punição do colegiado, desacreditado com as últimas pizzas na Câmara. (Págs. 1 e Brasília-DF 5 e 19)

O desafio da convivência no trabalho

Pesquisa mostra como mulheres de diferentes faixas etárias dividem o ambiente corporativo. A chamada geração Y, de 20 a 29 anos, detesta hierarquia e já não coloca a carreira em primeira lugar. (Págs. 1 e 9)

Planos de saúde terão reajuste (Págs. 1 e 11)

 

Kadafi ironiza ultimato rebelde (Págs. 1 e 14)

 

Dilma entre as mais inspiradoras (Págs. 1 e 2)

 

Sem fim

Correio volta a flagrar uso e comércio de crack na área central de Brasília, mesmo com segurança reforçada. (Págs. 1 e 24)

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Valor Econômico

 

Manchete: Governo tem pressa em mudar Lei de Licitações

O governo vai mudar as regras de Lei de Licitações para facilitar as obras da Olimpíada do Rio em 2016 e dos aeroportos das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. O plano é aprovar, no Congresso, uma emenda à Medida Provisória 510, que está em tramitação e regula “o cumprimento de obrigações tributárias por consórcios que realizem negócios jurídicos em nome próprio”.
Os objetivos das alterações, que são o primeiro passo para a “modernização” da lei nº 8666, de 1993, são a simplificação do sistema de recursos; a inversão da fase de habilitação nas licitações, que seria feita após o julgamento das propostas; e a realização de projetos executivos e obras pela mesma empresa, eliminando a necessidade de duas licitações para um mesmo empreendimento. (Pág. 1)

CSN aumenta investimento em Minas para R$ 15 bi

A CSN está revendo seu plano de investimento em Minas Gerias. Um novo protocolo de inteção deverá ser assinado com o govreno do Estado, aumentando os recursos aplicados e o peso da mineração nos negócios da empresa nos próximos aos. O valor passará de R$ 9 bilhões, anunciados em 2009, para R$ 15 bilhões. Em contrapartida, segundo fontes ouvidas pelo Valor, a empresa teria pedido a prorrogação dos benefícios fiscais por três anos, informação que CSN não confirma. (Págs. 1 e B7)

União tenta evitar derrota bilionária no Judiciário (Págs. 1 e A3)

 

Embraer fecha acordos na área de defesa com a Guatemala ( Págs. 1 e B6)

 

Classe média expande fronteiras

Nos últimos oito anos, os gastos com alimentos e bebidas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste aumentaram 525,6% e chegaram a R$ 64,7 bilhões em 2010, segundo levantamento da Data Popular, uma das principais consultorias do país na área de consumo.

O trabalho revela dados inéditos sobre o fortalecimento da nova classe média nos últimos anos, principalmente fora das áreas mais ricas do Brasil. “Está havendo uma reorganização dessa classe pelo país”, diz Renato Meirelles, sócio da consultoria. “Pequenas cidades se beneficiaram dessa mudança, ancoradas nos ganhos da agricultura e na chegada de novas fábricas a essas regiões”. (Págs. 1 e B1)

Concentração mantém taxa alta em fundos

As dez maiores gestoras de recursos do país são responsáveis por 77,6% do setor de fundos de investimentos. Essa concentração traz prejuízos aos investidores, que ficam à mercê de taxas de administração altas, mesmo em carteiras conservadoras, e têm poucas opções de aplicação. Para aplicações de R$ 100 em fundos de renda fixa e DI, por exemplo, os grandes bancos de varejo cobram, em média, taxas de 3,5% a 5% ao ano. Após a tributação, esses fundos chegam a render menos que a caderneta de poupança.

Os grandes bancos detêm 67,6% do patrimônio total dos fundos. Mas as “assets” independentes ganham espaço, ainda que lentamente. No fim de 2009, a participação das grandes instituições no mercado era de 70,2%. Líder, o Banco do Brasil tinha R$ 363,2 bilhões sob gestão no fim de janeiro. (Págs. 1 e D1)

Previsão é de clima bom para safras de 2011

O clima será bem mais favorável neste ano para a safra de grãos que começa a ser plantada a partir do fim do mês no Hemisfério Norte. A boa notícia se deve ao enfraquecimento do La Niña ao longo deste semestre – fenômeno climático que no ano passado provocou secas históricas em regiões produtoras importantes e contribuiu para quebras de safra que culminaram na recente escalada dos preços dos alimentos. (Págs. 1 e B10)

BCs devem ter outras metas além da inflação, diz Blanchard (Págs. 1 e C6)

 

Substituição tributária na energia

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou liminares de três comercializadoras de nergia contra a substituição tributária na atividade adotada pela Fazenda do Estado de São Paulo. (Págs. 1 e A2)

Setor têxtil antecipa compras

Até o fim do mês passado, a indústria têxtil do país já havia negociado a compra antecipaga de 370 mil toneladas de algodão em pluma para entrega na safra 2010/11, cuja colheita começa em agosto. (Págs. 1 e B10)

Petrobras perde força

Punidas pelo mercado desde meados de 2009 por conta da capitalização, as ações da Petrobras respondem hoje apenas por cerca de 130 dos 68 mil pontos do Ibovespa. Já a Vale é responsável por 5 mil pontos. (Págs. 1 e D2)

CVM mais rigorosa

As condenações e os acordos firmados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) durante o ano passado somaram R$ 238,8 milhões, mais que o dobro dos R$ 109,5 milhões de 2009. (Págs. 1 e D3)

Perdão de dívidas fiscais

O Superior Tribunal de Justiça vai definir os critérios que a Fazenda Nacional deve utilizar para o perdão de dívidas tributárias inferiores a R$ 10 mil previsto na lei que criuo o Refis da Crise. (Págs. 1 e E1)

Cristiano Romero

Recente aceleração inflacionária é resultado, também, da ação de grupos organizados pela reindexação da economia. (Págs. 1 e A2)

Carlos Lessa

Tudo leva a crer que assistiremos a mais um voo de galinha, porque a ideia de desenvolvimento permanece encabulada. (Págs. 1 e A11)

Dilma se volta para projetos de longo prazo

Após anunciar cortes de R$ 50 bilhões no Orçamento e assumir o compromisso de combater a inflação, a presidente Dilma Rousseff volta-se agora para os projetos de longo prazo que rendam dividendos em 2014 – ano da eleição presidencial. Provavelmente em abril, Dilma vai lançar o Plano Nacional de Erradicaçãp da Miséria, um de seus principais compromissos de campanha. Também vai cobrar agilidade nas obras do setor elétrico, nos investimentos do pré-sal e na preparação das 12 cidades-sede para a Copa do Mundo de 2014.
A presidente também quer pressa nas três principais obras de hidrelétricas no país – Jirau, Santo Antônio e Belo Monte. No caso das obras da Copa de 2014, ela já avisou aos governadores do Rio, Bahia e São Paulo, e ao prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab, que não vai tolerar adiamentos nos projetos de melhoria urbana. (Págs. 1 e A6)

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Estado de Minas

 

Manchete: Prepare o bolso: Gastos com saúde vão aumentar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anuncia até o fim do mês o reajuste dos preços de remédios. Especialistas calculam alta de 5% a 6% a partir da segunda quinzena de abril, quando também entram em vigor as novas tabelas dos planos de saúde. Nesse caso, devem encarecer de 6,5% a 8%, acima da inflação acumulada nos últimos 12 meses. (Págs. 1 e 10)

Feriadão: Já são mais de 170 mortes nas rodovias

Cinco pessoas morreram ontem na batida entre carreta e ônibus na BR-153, no Triângulo. Até a meia-noite de segunda-feira, a PRF registrou 166 mortes (em 2010 foram 143). A BR-381 teve movimento intenso na volta para casa. (Págs. 1 e 17)

Esplanada: Governo tem 10 intocáveis desde 2003

Os ministros Guido Mantega e Fernando Haddad e o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, estão entre os auxiliares do governo federal desde o início do primeiro mandato de Lula. (Págs. 1 e 3)

Kadafi recebe ultimato

Líderes da oposição deram 72 horas para o ditador líbio renunciar e se livrar de ser denunciado por crimes contra a humanidade. Trípoli reagiu com ironia à ameaça dos rebeldes. (Págs. 1 e 14)

Legislativo: Fim do voto secreto fica só na promessa (Págs. 1, 4 Editorial e 8)

 

Imposto de renda: Deputado contra inclusão de gay como dependente (Págs. 1 e 12)

 

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Jornal do Commercio

 

Manchete: A festa não para (Pág. 1)

Rede hoteleira registra 100% de ocupação (Pág. 1)

Igreja prega respeito ao meio ambiente (Pág. 1)

 

Confrontos cada vez mais perto de Trípoli (Pág. 1)

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Zero Hora

 

Manchete: Tarso vai propor teto de R$ 17 mil

No combate a supersalários, Piratini enviará à Assembleia emenda propondo que novos servidores ganhem, no máximo, vencimento de governador. (Págs. 1 e 6)

Clipping Radiobrás

Portal Cambé, site de informações e serviços de Cambé – PR.

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