Manchete nos Jornais para esta Quarta-Feira 28 de Dezembro de 2011

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Brasil prova que é possível preservar com crescimento – Minha Casa, Minha Vida beneficia idosos e planeja 1,4 mi de unidades – Doença chega à Casa Rosada: Cristina Kirchner tem câncer – SEC revela detalhes do concurso do magistério – Muitos talentos, poucas vagas – Nota do Enem gera distorção na UFMG – Maior venda de carros nas áreas agrícolas – Baixa oferta de etanol deve se repetir – Ministro do STJ vê “falta de argumento” na crítica ao CNJ…

O Globo

Manchete: Novo mínimo vai injetar R$ 41 bi na economia
Analistas dizem que país crescerá mais em 2012 com inflação menor

Com a entrada em vigor do novo salário mínimo de R$ 622, em janeiro, a economia brasileira receberá R$ 47 bilhões, segundo informou o Dieese. O aumento de 14,13% no piso salarial beneficiará 47,6 milhões de pessoas, movimentando principalmente os setores de alimentos e bens de consumo como calçados e vestuário. Para economistas, consultorias e bancos, apesar dos riscos da crise financeira internacional, o próximo ano deve ser de crescimento maior e inflação menor que em 2011 no Brasil. Eles estimam que a expansão ficará em, no mínimo, 3,1%, podendo chegar a 4,2%. A inflação deve recuar para 5,5% no ano que vem, porém ainda longe do centro da meta do governo, fixada em 4,5%. (Págs. 1, 17 e 18)

Campanha tira das ruas 37 mil armas
A novidade foi o número elevado de armamento de grande porte, como fuzis e metralhadoras

O Ministério da Justiça anunciou o recolhimento de 36.834 armas e 150.965 munições nos sete meses da Campanha de Desarmamento de 2011. Entre elas, 7.640 de grande porte, como escopetas, fuzis e metralhadoras. O Rio foi o estado com o maior número de armas pesadas entregues. O governo pagou R$ 3,5 milhões de indenização pelo arsenal. A campanha prossegue em 2012. Na campanha anterior, entre 2008 e 2009, foram recolhidas 32 mil armas. (Págs. 1 e 3)

Exército apura morte de jovem na Vila Cruzeiro
O Comando Militar do Leste abriu inquérito e afastou os oito militares envolvidos na morte de um jovem de 14 anos na Favela Vila Cruzeiro, anteontem à noite. As armas dos militares foram recolhidas para perícia. Segundo o Exército, houve confronto. Parentes da vítima negam que ele estivesse armado. (Págs. 1 e 12)

Tocando o barco
STF decidirá sobre CNJ, diz Britto

O presidente interino do STF, Ayres Britto, disse que aguardará a decisão do plenário da casa sobre o poder de investigação do Conselho Nacional de Justiça. E citou um samba “de Paulinho da Viola – “faça como o velho marinheiro, que durante o nevoeiro, leva o barco devagar” – para dizer que, nas turbulências, é preciso ter calma. (Págs. 1 e 5)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mantega anuncia proteção ao setor têxtil contra China
Mudança tributária visa a inviabilizar subfaturamento de mercadorias importadas, sobretudo chinesas

O governo prepara medidas para proteger a indústria contra práticas desleais na importação de produtos têxteis e de confecção vindos sobretudo da China. Será feita uma mudança tributária para cobrar valor fixo sobre as importações, o que inviabilizaria o subfaturamento das mercadorias. “Eu já vi terno importado com valor de US$ 3 e até US$ 1,5. Isso não paga nem o botão”, disse Guido Mantega (Fazenda). O ministro afirmou que o governo fará petição à Organização Mundial do Comércio para que essa proteção se torne salvaguarda provisória para o setor têxtil, que eventualmente pode durar 10 anos, como já ocorre com o segmento de brinquedos. Ele disse ainda que o governo vai continuar a proteger determinados setores produtivos ameaçados pela concorrência externa desleal. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Comércio internacional cai

Retração de 1,1% em setembro e em outubro foi a primeira desde 2009 e afetou as exportações de países emergentes. (Págs. 1 e Economia B3)

Dilma amplia entrada no Minha Casa em ano eleitoral
De olho no calendário eleitoral e em parcerias com prefeitos, o governo de Dilma Rousseff baixou portaria que facilita a inclusão de candidatos no Minha Casa Minha Vida. Além disso, criou cotas para idosos e deficiente na segunda fase do programa. Serão 110 mil unidades habitacionais em municípios com até 50 mil habitantes, que representam quase 90% do total do País. (Págs. 1 e Nacional A4)

Ministro do STJ vê “falta de argumento” na crítica ao CNJ
O ministro do Superior Tribunal de Justiça Gilson Dipp disse que comparar a ação do Conselho Nacional de Justiça a “ditadura”, como fez Ivan Sartori, que presidirá o Tribunal de Justiça paulista, é “argumento de quem não tem argumento”. Sobre juízes que omitem renda, Dipp afirmou que transparência é obrigação “do presidente da República ao mais humilde barnabé”. (Págs. 1 e Nacional A5)

Educação: Crianças reprovadas
Dados extraídos de censo do MEC mostram que o Brasil tem 151 cidades que reprovam 20% ou mais dos alunos da rede pública no 1º ano do ensino fundamental. Há municípios nos quais metade das crianças – que nessa fase da escolaridade têm cerca de 6 anos- repete. A maior parte dessas cidades se localiza no Nordeste. Para especialistas, a situação é alarmante. O MEC é contra a reprovação. (Págs. 1 e Vida A11)

Campanha para entrega de armas é renovada
O Ministério da Justiça e o Banco do Brasil assinaram ontem um termo de renovação da Campanha de Desarmamento, que será estendida pelo menos por todo o ano de 2012. O governo vai manter o anonimato na entrega e ampliar os postos de coleta. Neste ano, foram recolhidas 36.834 armas. As indenizações chegaram a R$ 3,5 milhões. (Págs. 1 e Cidades C3)

Rolf Kuntz
Um país quase sério

O sexto lugar entre as maiores economias é uma boa conquista para o Brasil, mas falta executar uma pauta enorme. (Págs. 1 e Economia B4)

Notas & Informações
O Brasil na corrida global

Serão necessários investimentos para o País conservar posição razoável na corrida internacional. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Fim da viagem
Acidente mata dois e fere oito na BR-020

Na pista, a faixa contínua indica com clareza que é proibido ultrapassar naquele trecho do Km 71, da BR-020, onde aconteceu a colisão, próximo a Vila Boa, em Goiás. Ainda não se sabe a causa do acidente. Mas, segundo relatos de agentes da Polícia Rodoviária Federal, um Fiat Siena com placa do DF cortava uma carreta, por volta das 8h30, quando bateu de frente com uma Parati, de Aparecida de Goiás, que seguia em direção à Bahia. Um Renault Logan, também do DF, não conseguiu frear e bateu na traseira da Parati, que capotou com o impacto da pancada. Paramédicos e bombeiros trabalharam três horas para retirar as vítimas das ferragens. Uma mulher morreu na hora. Dois feridos em estado grave foram trazidos de helicóptero para Brasília, a 160km do local da tragédia. Levado ao Hospital de Base, um deles não resistiu. (Págs. 1 e 21)

PIB: Dilma prevê crescimento acelerado
O Palácio do Planalto acredita que já superou os problemas herdados do governo Lula e vai investir forte em infraestrutura para garantir a alta de 6% do Produto Interno Bruto no segundo semestre do ano que vem. Otimista, o ministro da Fazenda diz que o país terá a quinta economia do mundo em 2015. (Págs. 1, 8 e Visão do Correio, 12)

Senado: Jader assume e fica com o bolso cheio
O fim de ano foi generoso com Jader Barbalho. Barrado pela Ficha Limpa, o político paraense recuperou no STF o seu mandato de senador e toma posse no cargo hoje com direito a ajuda de custo de R$ 26.723.13, parte dos salários de dezembro e os vencimentos integrais de janeiro, num total de R$ 57 mil. (Págs. 1 e 2)

Concurso: Senado mudará edital
Organizadora da seleção, a FGV vai corrigir o conteúdo das provas para o cargo de consultor. A publicação trouxe falhas, como a cobrança de leis revogadas. “Um simples erro na correção das provas pode ser decisivo”, teme Larissa Cortes, candidata a uma vaga. (Págs. 1 e 11)

Mega agita a cidade
A corrida às lotéricas para fazer uma fezinha é grande. O último sorteio do ano pode pagar R$ 200 milhões. Brasília está entre as cidades mais sortudas. (Págs. 1 e 28)
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Valor Econômico

Manchete: Receita dos Estados sente o golpe da desaceleração
A desaceleração da economia atingiu a arrecadação de ICMS nos Estados e pode frustrar as estimativas de crescimento de 10% a 15% no recolhimento de tributos em 2012. No primeiro trimestre, a alta real nas receitas com ICMS em todo o país foi de 6,7% em relação ao mesmo período de 2010. No terceiro trimestre, o aumento caiu para 3,4%, segundo dados organizados pela Secretaria da Fazenda paulista, corrigidos pelo IPCA.

Apesar da variação ainda positiva no ano em termos reais, há receio dos efeitos da crise sobre as receitas estaduais – e sobre o potencial de gastos – no próximo ano. Nos orçamentos enviados (e aprovados, na maioria dos casos) aos respectivos legislativos, os governos regionais previram aumentos de arrecadação de 10% a 15% em 2012 em relação a 2011, o que repetiria resultados uma ou duas vezes superiores aos do Produto Interno Bruto (PIB), como está acontecendo este ano. As projeções, contudo, foram feitas entre julho e agosto, quando a desaceleração da economia não era tão evidente. A nova “cara” das economias brasileira e mundial torna muito mais difícil que as previsões se tornem realidade. (Págs. 1 e A3)

Baixa oferta de etanol deve se repetir
O cenário de oferta estrita de etanol que marcou 2011 deve se repetir no próximo ano, na avaliação das empresas sucroalcooleiras. A oferta do produto não deve se elevar de forma expressiva pois a previsão do setor é de que apenas uma ou duas usinas serão inauguradas em 2012, número muito distante das 30 unidades que começaram a operar durante a safra 2008/09. A manutenção dos preços em patamares elevados – a cotação do etanol hidratado ficou 33% acima da verificada entre maio e dezembro de 2010 – não foi suficiente para estimular investimentos na ampliação da produção, como afirma, por exemplo, o vice-presidente da Raízen, Pedro Mizutani. “Esses preços remuneram quem já está no setor, mas não novos projetos”. (Págs 1 e B10)

Mantega quer controversa proteção para têxteis
O anúncio de aumento de tarifas de importação para produtos têxteis, feito ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, mais uma vez sem aprovação formal dos demais ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex), consolida duas preocupantes tendências na atual guinada protecionista do governo. É a Fazenda, e não o Desenvolvimento ou o Itamaraty, quem vem ditando cartas sozinho na política industrial e de comércio. E as decisões de proteção à indústria nacional passaram a desprezar os compromissos internacionais do país.

Se concretizada, a decisão de aplicar sobre produtos têxteis tarifas específicas, expressas em reais, e não mais “ad valorem”, em percentuais sobre o valor da mercadoria, jogará no lixo o compromisso brasileiro de praticar com os sócios do Mercosul uma tarifa externa comum (a TEC é fixada em percentuais ad valorem, hoje entre 18% a 26% para têxteis). Tarifas “ad rem” são uma excrescência nas listas de tarifas máximas acertadas na OMC, até porque é muito difícil fiscalizar sua execução. O anúncio ampliou inquietações dentro do governo de que outros setores pressionem para que o Brasil transforme todo seu regime tarifário junto à OMC. (Págs. 1 e A4)

Maior venda de carros nas áreas agrícolas
Os bons resultados da safra agrícola ajudam a explicar o aumento acima da média nacional das vendas de automóveis na região Sul do país. No Rio Grande do Sul, houve um avanço de 9,6% – o dobro do desempenho no país como um todo. Nos outros dois Estados da região, Santa Catarina e Paraná, o crescimento foi de 7,35% e 8%, respectivamente, segundo levantamento da consultoria Oikonomia. Outras regiões onde há predomínio do agronegócio também viram a demanda por carros subir mais acentuadamente. No Mato Grosso, maior produtor de soja do país, as vendas cresceram 11,7%. (Págs. 1 e B7)

Apesar do rodízio, empresas preferem o mesmo auditor
O rodízio de auditorias, tornado obrigatório pela Comissão de Valores Mobiliários para as empresas de capital aberto, pode não ter o efeito esperado pela autarquia de evitar que um período prolongado de relacionamento entre auditores e companhias auditadas comprometa a independência das análises. Neste segundo momento de grande rodada de auditorias, que se inicia em 2012, a maioria das empresas deve optar por voltar ao auditor com o qual mantinha relacionamento antes da primeira rodada de troca, em 2004, como mostra levantamento preliminar feito pelo Valor.

De um total de 24 grandes empresas (ou grupos) que já anunciaram o novo auditor, 12 delas retornaram ao antigo prestador de serviço de auditoria. Esse número equivale, portanto, a metade do universo. Mas se for considerado que seis das 24 empresas não eram companhias abertas em 2004 (e não participaram do primeiro rodízio), se chega à conclusão de que 12 empresas, de um total de 18, voltaram para o antigo auditor, ou dois terços da amostra. (Págs. 1, D1 e D3)

Fundo para servidores no RS
O governo do Rio Grande do Sul planeja a criação de um fundo de aposentadoria complementar para os futuros servidores que quiserem receber benefícios superiores ao teto de R$ 3.691,74 do Regime Geral de Previdência Social (INSS). (Págs. 1 e A2)

Salários no Nordeste
Salvador e Recife apresentam grandes diferenças na evolução do salário dos trabalhadores. O IBGE mostra crescimento de 33% na remuneração média em Salvador de 2002 e 2011 e de 11% no Recife. (Págs. 1 e A2)

Reforma agrária
O governo prepara uma ofensiva para driblar a má avaliação das ações para a agricultura familiar e a lentidão do processo de reforma agrária. Está pronto projeto para a ampliação das benefícios da Lei da Agricultura Familiar. (Págs. 1 e A5)

Mais renda para petróleo
A renda gerada pela exportação de petróleo atingiu pela primeira vez em 2011 mais de US$ 1 trilhão para os produtores da Opep, quando o preço médio bateu novo recorde no ano. (Págs. 1 e A9)

Cosméticos com ouro
Depois de se interessar pela utilização de nanopartículas de ouro na medicina, Luiz Ladeira, professor do departamento de física da Universidade Federal de Minas Gerais, desenvolveu um creme para pele a base de ouro e descobriu um nicho de mercado. (Págs. 1 e B5)

MPX começa a gerar energia
A MPX, empresa de energia do empresário Eike Batista, vai sair de sua fase pré-operacional e chegar a um faturamento de R$ 1 bilhão com o início da geração de 1.100 MW de energia. (Págs. 1 e B7)

Títulos brasileiros em alta
O processo de queda dos juros aumentou a procura e derrubou as taxas nas emissões de títulos de renda fixa no mercado brasileiro. O movimento beneficiou principalmente as empresas com boa classificação de risco. (Págs. 1 e C1)

Cruzeiro do Sul e Prosper
Com a aquisição do banco Prosper (com prejuízo acumulado de R$ 190 milhões), o Cruzeiro do Sul poderá tirar proveito de cerca de R$ 75 milhões em créditos tributários. O Cruzeiro do Sul comprou 88,7% do Prosper por R$ 55 milhões. (Págs. 1 e C6)

Ideias
Cristiano Romero

Crescer 3,5% em 2012 não será nenhuma tragédia. Nesse ritmo, a economia manterá baixa a taxa de desemprego. (Págs. 1 e A2)
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Estado de Minas

Manchete: Nota do Enem gera distorção na UFMG
Conversão dos pontos para o vestibular impede candidato de tirar total

Complexa fórmula usada pela universidade para classificar pelo Enem os estudantes para a segunda etapa do vestibular considerou a pontuação máxima do exame de 919,1475. Mas ela foi de 852,2. Com isso, quem acertou tudo, em vez de ficar com 64 pontos (máximo) na primeira etapa da UFMG, só chega a 61,3. E, assim, pode ser ultrapassado por quem tenha bônus de até 15% das cotas de escola pública e racial. A discrepância abre brecha a questionamentos e provoca reações nos cursos pré-vestibulares. A UFMG nega ter havido erro e defende a necessidade do cálculo em nome da transparência na seleção. (Págs. 1 e 21)

Muitos talentos, poucas vagas
Minas é um dos estados que mais formam profissionais de tecnologia da informação, como o estudante da UFMG Jeferson Moura. Mas o estado ainda não tem emprego para tanta gente. Quando Jeferson receber o diploma de engenheiro de software, em 2014, as empresas mineiras deverão demandar 3.775 profissionais de TI, enquanto 4.346 alunos chegarão ao mercado. (Págs. 1 e 13)

Habitação: Minha casa terá cota para idosos
Portaria do Ministério das Cidades reserva 3% das residências na faixa destinada a cidades com até 50 mil habitantes (são 787 municípios em Minas) para idosos e outros 3% para portadores de deficiência física. (Págs. 1 e 3)

Presidente Argentina está com câncer
Cristina Kirchner foi diagnosticada com a doença depois de passar por exames de rotina que revelaram tumor na tireoide, glândula localizada no pescoço. Ela será operada dia 4. (Págs. 1 e 19)
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Jornal do Commercio

Manchete: Réveillon e férias com mais policiais nas ruas
SDS anunciou reforço do efetivo e estrutura das Polícias Civil, Militar, Científica e Bombeiros. Somente na virada do ano o aumento é de 8,5% em relação a 2010, com 1.702 policiais mobilizados. (Págs. 1 e Cidades 5)
Vereadores do Recife se dão aumento (Págs. 1 e 5)

Presidente argentina será operada de câncer (Págs. 1 e 9)

Campanha já recolheu 36.834 armas este ano (Págs. 1 e 8)

Minha casa, minha vida tem regras novas (Págs. 1 e Economia 1)
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Zero Hora

Manchete: SEC revela detalhes do concurso do magistério
Com provas específicas por área, a Secretaria da Educação publica amanhã edital para selecionar 10 mil professores, informa a colunista Rosane de Oliveira. (Págs. 1 e 10)

Foto legenda: R$ 2,5 bi em perdas
Prejuízos já contabilizados nas lavouras de milho, as mais afetadas pela estiagem, vão repercutir em outros setores. (Págs. 1 e 16)

Doença chega à Casa Rosada: Cristina Kirchner tem câncer
Presidente argentina – a quinta líder sul-americana diagnosticada com tumor nos últimos três anos – será submetida a cirurgia no dia 4. (Págs. 1 e 26)

ONU questiona dados oficiais da Argentina. (Pág. 1)
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Brasil Econômico

Manchete: Minha Casa, Minha Vida beneficia idosos e planeja 1,4 mi de unidades
O programa habitacional do governo entra 2012 com planos de acelerar a construção de moradias, o que vai ajudar na retomada do crescimento econômico. Em sua nova fase, vai priorizar excluídos. As empresas do setor comemoram. (Págs. 1 e 4)

“A habitação entrou na agenda nacional como um instrumento importante da rede de proteção social. Além de gerar empregos e virar a economia, é um componente de inclusão.”

Inês Magalhães, Secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades

Dívida americana passa do limite de US$ 15,2 tri
Mais uma vez, o presidente Obama vai ter que pedir ao Congresso um novo teto. Agora de US$ 16,4 trilhões. (Págs. 1 e 30)

Depois da China, Brasil quer “descobrir” a Índia
Empresários de várias áreas se preparam para desbravar mercado de mais de um bilhão de consumidores. (Págs. 1 e 13)

Nova configuração do mercado de cimento depende do Cade
Expectativa é pela aprovação da venda de fatias da portuguesa Cimpor para os grupos Camargo Corrêa e Votorantim. Para evitar cartel, pode haver negociação de ativos. (Págs. 1 e 20)

Brasil prova que é possível preservar com crescimento
Com esta edição circula um suplemento sobre energia sustentável que mostra como o país vem se destacando por sua política ambiental. (Págs. 1 e Especial)

Em busca do capital
Um prêmio de R$ 170 milhões está despertando o sonho de milhares de brasileiros. Gente como Marcos Souza Cruz, que deseja ganhar na Mega-Sena e abrir um negócio. O sorteio é sábado. (Págs. 1 e 14)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop



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