Quer um projeto de lei?; É só comprar. Site de Campo Mourão(PR) oferece estoque de mil textos para vereadores em crise de criatividade… –Cooperativa Piá busca parcerias; A cooperativa Piá, de Nova Petrópolis (RS), decidiu apostar em parcerias para crescer… –  Governo define as categorias de servidores que vão ter reajustes; Com orçamento apertado, a questão fiscal orienta as escolhas da presidente Dilma Rousseff. Suas prioridades são professores universitários, militares e servidores com salários mais baixos, apurou o BRASIL ECONÔMICO. Os outros devem esperar…

O Globo

Manchete: Oi, TIM e Claro são proibidas de vender novas linhas de celular

Vivo escapa, embora seja a segunda em reclamações de ranking nacional

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mandou suspender a venda de linhas de telefonia móvel das operadoras TIM, Oi e Claro em vários estados a partir de segunda-feira. Por meio de cálculo que considera qualidade de serviços prestados e atendimento aos consumidores, a Anatel selecionou a operadora com mais deficiências em cada região. A TIM deixará de vender em 18 estados, inclusive Rio, e Distrito Federal. A empresa pode ir à Justiça. A Oi ficará fora de cinco estados, e a Claro, de três. Para não prejudicar o consumidor, a Anatel determinou que apenas uma empresa deixe de vender em cada estado. Em 30 dias, as operadoras devem apresentar medidas de curto prazo. Apesar de ser a segunda mais reclamada no ranking nacional de proteção ao consumidor, a Vivo não teve venda suspensa de linhas. (Págs. 1 e 19)

Palácio manda endurecer com grevistas

Empresas atingidas podem ir à Justiça do Trabalho pedindo dissídio coletivo

O governo federal vai endurecer com funcionários das estatais e servidores que exigirem reajustes salariais elevados. A orientação do Palácio do Planalto é repor só a inflação (sem aumento real), cortar ponto de grevistas e pedir dissídio em casos de radicalização do movimento. A Eletrobras se prepara para entrar com ação pedindo a ilegalidade da greve. Petrobras e bancos federais também podem ir à Justiça. Servidores em greve tomaram a Esplanada dos Ministérios e picharam o MEC. Devido à paralisação, a inscrição no Sisu foi estendida até amanhã. (Págs. 1, 11 e 21)

Fotolegenda: Servidores públicos durante manifestação em frente ao Palácio do Planalto: protesto de cerca de 30 mil pessoas terminou com pichação do MEC.

Um dia de atentados – Bomba no centro do poder sírio

Um atentado a bomba na sede do Gabinete de Segurança Nacional, em Damasco, abalou a estrutura do contestado regime de Bashar al-Assad, que perdeu três altos funcionários de seu governo, quase a metade do círculo de colaboradores militares. Entre os mortos estão o ministro da Defesa, seu vice, que era cunhado de Assad, e um ex-ministro. Há rumores de que o ministro do Interior teria morrido. Opositores do Exército Livre da Síria reivindicaram o ataque. (Págs. 1 e 26 a 28)

Ataque mata turistas de Israel

A explosão de uma bomba num ônibus com turistas israelenses, no aeroporto de Burgas, na Bulgária, matou pelo menos sete pessoas e feriu mais de 30 ontem. Israel acusou o Irã, que não se pronunciou. O premier Benjamin Netanyahu prometeu uma “reação poderosa”. (Págs. 1 e 29)

Autódromo em ‘campo minado’

O terreno em Deodoro escolhido para abrigar o novo autódromo do Rio foi campo de instrução de 1950 até este ano. Nele, soldados aprenderam a manusear minas e granadas até o mês passado, quando um militar morreu numa explosão que deixou outros dez feridos. (Págs. 1 e 12)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Atentado em Damasco mata dois generais de Assad

Rebeldes assumem ter colocado a bomba, que matou um cunhado do ditador sírio e o ministro da Defesa

Um atentado a bomba durante uma reunião da cúpula das forças de segurança da Síria matou ontem em Damasco quatro membros do alto escalão do regime de Bashar Assad. Entre as vítimas estão dois generais – o ministro da Defesa e o cunhado do ditador sírio. O grupo de oposição Exército Sírio Livre (ESL) assumiu a autoria do ataque, lançado no quarto dia de uma inédita ofensiva dos rebeldes contra Damasco. Até ontem, nenhum membro da cúpula do regime tinha sido morto nos 16 meses de levante e o ataque representou um duro golpe para Assad. O ESL disse que a bomba foi colocada na sala da reunião, no superprotegido prédio da Segurança Nacional. Dividido, o Conselho de Segurança da ONU adiou para hoje a votação sobre a prorrogação da missão observadora na Síria. (Págs. 1 e Internacional A12 e A13)

Explosão na Bulgária

Um atentado contra um ônibus de turistas israelenses no balneário de Burgas deixou ontem 6 mortos e 32 feridos. Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. (Págs. 1 e Internacional A14)

Anatel proíbe venda de novas linhas de Oi, TIM e Claro

A Anatel proibiu a venda de novas linhas de telefone celular pelas piores operadoras em cada Estado do País. A decisão afetará a TIM em 19 unidades da Federação, a Oi em cinco e a Claro em três, incluindo São Paulo. As constantes interrupções nas ligações de celulares e o crescente número de reclamações dos usuários de telefonia e internet móvel levaram à proibição. A medida entra em vigor à 0h de segunda-feira e diz respeito apenas à habilitação de novos números de telefone, incluindo os processos de portabilidade. A TIM informou que vai “tomar todas as medidas necessárias”. A Oi disse que a análise da Anatel está “defasada”. A Claro não se pronunciou. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

As medidas e o consumidor

Início da proibição: A partir da zero hora de segunda-feira.
Motivo: Queixas de usuários.
Chip atual: Não será afetado. Se tiver problema, o cliente pode reativar a linha.
Operadoras não atingidas: Vivo, Sercomtel e CTBC.

Filho de Paulinho deixa secretaria

Alexandre Pereira da Silva, filho de Paulo Pereira da Silva, candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo, deixou ontem a Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho. Conforme o Estado revelou ontem, Alexandre comandava um escritório paralelo sem que tivesse sido nomeado pelo governo do Estado para exercer oficialmente a função. (Págs. 1 e Nacional A4)

Jefferson acusa PT de ter tentado silenciá-lo (Págs. 1 e Nacional A7)

Número de mortes por aids cai 24% no mundo (Págs. 1 e Vida A20)

Plano de R$ 22,6 mi para Cumbica é engavetado (Págs. 1 e Cidades C1)

Defesa admite que Maluf tem conta em Jersey

Advogados da offshore Durant admitiram em documentos entregues à Justiça de Jersey que a família de Paulo Maluf controlava contas na ilha britânica, relata o enviado especial Jamil Chade. Os papéis foram anexados ao processo no qual a Prefeitura de São Paulo tenta recuperar US$ 22 milhões que diz terem sido desviados na gestão do ex-prefeito (1993-1996). (Págs. 1 e Nacional A6)

Celso Ming

Grande risco

Entre os riscos para a economia mundial está a falta de solução para a política orçamentária dos EUA. E o maior obstáculo é o Partido Republicano. (Págs. 1 e Economia B2)

Dora Kramer

Gente que enrosca

O PSDB tropeçou em pleno escândalo do mensalão. E agora os tucanos repetem o equívoco ao se perfilar em defesa do governador Perillo. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações

LDO mal remendada

Pode-se fazer pelo menos um comentário positivo sobre a lei aprovada: é ruim, mas podia ser pior. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Enfim, Anatel pune ‘caladão’ das teles

A partir da zero hora de segunda-feira, a TIM, a Oi e a Claro estão temporariamente impedidas de vender chips, habilitar celulares, tablets e até de participar de programas de portabilidade nos estados onde são os principais alvos de reclamações dos consumidores e de falhas na cobertura. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu 30 dias para que apresentem um plano de investimentos para melhorar a qualidade dos serviços, como ligações não completadas,queda de sinal e atendimento não satisfatório aos clientes. No Distrito Federal, a punida foi a TIM, a companhia que mais sofreu restrições. Além do DF, foi impedida de vender seus serviços em 18 estados. Maior operadora do sistema, a Vivo ficou fora do bloqueio por não figurar em primeiro lugar no critério de exclusão em nenhuma área de cobertura. A decisão da Anatel derrubou ações da TIM, da Oi e da Claro na bolsa de valores. (Págs. 1 e 10)

Um morto e muitas suspeitas

Wilton Tapajós, o agente da PF morto com dois tiros na cabeça no Campo da Esperança, foi um dos principais responsáveis pela identificação de dois colegas acusados de dar suporte ao esquema chefiado por Cachoeira. Para filho de Tapajós, a morte do pai tem a ver com a operação que levou à prisão do bicheiro. Mas a polícia, que ontem fez perícia no local do crime, também investiga as hipóteses de queima de arquivo, acerto de contas por causa de dívidas e, a menos provável, latrocínio.

Imagens do cemitério podem ajudar a identificar assassino.

Presidente de CPI pede que a PF acompanhe caso de perto. (Págs. 1, 3 e 21 a 23)

Sujeira e negociação

Em meio ao protesto de servidores na Esplanada, o governo sinalizou que pode conceder reajuste a militares e a funcionários do Incra, categorias com maior defasagem salarial. Após estudantes sujarem ministérios com tinta, houve duas prisões. (Págs. 1 e 11)

Saúde: Luta contra Aids reduz mortalidade

Relatório global da ONU registra uma queda de 24% no número de mortes entre 2005 e 2011, com destaque às políticas de prevenção e tratamento adotadas no Brasil. Mas o preconceito ainda é uma barreira no combate à doença. (Págs. 1 e 8)

Terror impõe duro golpe a ditador sírio

Atentado no centro de Damasco mata dois ministros, arquiteto da repressão e cunhado de Al-Assad. (Págs. 1 e 16)

Israel culpa Irã por atentado na Bulgária

Explosão matou sete israelenses que estavam em ônibus e iam passar as férias no Mar Negro. (Págs. 1 e 17)

Mensalão: Dirceu nega até influência sobre o PT

No memorial com a defesa do ex-ministro no caso do mensalão, advogados alegam não haver provas que incriminem José Dirceu,acusado de ser o chefe do esquema. O Correio teve acesso ao documento entregue ao STF. (Págs. 1 e 2)

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Valor Econômico

Manchete: Intervenção da Anatel em celulares surpreende setor

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fez ontem sua maior intervenção no mercado desde a privatização do setor, em 1998. De uma só vez, ela suspendeu as vendas de serviços de celular e internet de três das quatro maiores operadoras do Brasil. A mais atingida foi a TIM, que terá de interromper as vendas em 19 Estados. A Claro teve seus negócios afetados em três Estados e a Oi, em outros cinco. A Vivo não foi afetada. A proibição começa na segunda-feira e as empresas terão 30 dias para apresentar plano de melhoria do serviço.

A ação da Anatel surpreendeu o mercado. “A agência tem uma série de outros mecanismos administrativos que poderiam ser usados nesses casos. A suspensão é uma medida muito severa”, disse o advogado Rodrigo Pinto de Campos, especialista em direito regulatório e infraestrutura no Aidar SBZ Advogados. As ações do setor tiveram as maiores quedas do dia na Bovespa. As ações preferenciais da Oi recuaram 4,5% e as da TIM, 2,8%. (Págs. 1 e B1)

Mão de obra formal dobra na construção

Houve um boom de formalização do emprego na construção civil nos últimos nove anos – o número de trabalhadores com carteira assinada no setor cresceu 95,2% entre 2003 e 2011. No mesmo período, na média dos demais setores, os empregos formais aumentaram 48,2%, segundo o IBGE. A falta de mão de obra na construção levou as empresas a tomar iniciativas para reter seus trabalhadores. Estes, cientes de sua valorização, passaram a exigir maiores benefícios.

Em 2003, 4,8% dos trabalhadores com carteira assinada atuavam na construção civil nas seis regiões metropolitanas em que é feita a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Esse percentual havia subido para 6,3% no ano passado, indicando que 337 mil novos empregos formais foram abertos pelo setor no período. (Págs. 1 e A6)

Sob nova direção

Marcelo Martins assume o comando da divisão de alimentos da Cargill no México e deixa para o seu sucessor na presidência da empresa no Brasil, Luiz Pretti, pelo menos dois grandes projetos, que deverão absorver investimentos de quase R$ 600 milhões. (Págs. 1 e B14)

Senado não vai alterar as MPs do Brasil Maior

O Senado deve aprovar as medidas provisórias 563 e 564, que reforçam o Plano Brasil Maior, sem alterar o texto que a Câmara já aprovou, com grande ampliação de benefícios fiscais em relação ao texto original do governo. A estratégia foi traçada entre o Palácio do Planalto e o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), e tem por objetivo garantir que as medidas não percam a validade, uma vez que seu prazo final de apreciação é 15 de agosto. Qualquer alteração obrigaria o texto a retornar à Câmara e colocaria as MPs em risco.

Eventuais mudanças de conteúdo serão feitas por veto da presidente Dilma Rousseff. “A orientação é votar o texto integral que veio da Câmara, apenas com ajustes de redação para facilitar vetos”, disse ao Valor o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM). (Págs. 1 e A7)

Fundos creditórios atraem bancos de montadoras

Os bancos de montadoras encontraram no lançamento de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FDIC) uma forma de driblar o cenário menos propício a captações no exterior e aproveitar a redução dos custos das emissões no mercado de capitais doméstico. Para financiar as vendas nas concessionárias, o Banco Volkswagen acaba de encerrar a oferta pública de um fundo desse tipo de R$ 1 bilhão. O banco que financia as operações da General Motors, o GMAC, está com uma oferta com previsão de captação de R$ 250 milhões de um FIDC com lastro nos contratos de financiamento concedidos pelo banco às concessionárias para a aquisição dos automóveis que são vendidos aos clientes finais. O PSA Finance, que atende a Citroën e a Peugeot, faz novas emissões no mercado local.

Para esses bancos, os fundos de recebíveis têm a vantagem de contar com prazos maiores que os CDBs ou as letras financeiras, permitindo casamento melhor com os financiamentos de veículos, que são mais longos. (Págs. 1 e C1)

Escolher ações ficou muito mais difícil

Comprar ações na Bolsa de Valores de São Paulo tornou-se um verdadeiro trabalho de garimpeiro. Segundo os especialistas, não é possível hoje apostar nos papéis de um determinado segmento econômico, como se costumava fazer. Quem quer ficar na bolsa agora tem que analisar empresa por empresa.

O setor de consumo, que foi verdadeiro refúgio para os investidores, uma vez que estava menos exposto às turbulências globais, já não está tão atrativo por causa da desaceleração da atividade doméstica. O segmento das empresas de energia elétrica, tradicional porto seguro, agora provoca dúvidas. Para alguns especialistas, parte dos papéis estaria sob a sombra da revisão tarifária da Aneel. “O setor elétrico, teoricamente defensivo, perdeu um pouco de brilho”, diz Maurício Pedrosa, sócio da gestora Queluz. (Págs. 1 e D3)

“Indiana Jones” do café se aventura em busca de novas variedades para salvar cafeicultura (Págs. 1 e B11)

Ferrovias são o centro do novo pacote de concessões (Págs. 1 e A3)

Custo menor para investir

O custo do investimento no Brasil é o menor desde 1999. Segundo estudo do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, o preço relativo dos investimentos caiu 2,81% entre 2010 e 2011. (Págs. 1 e A4)

Custos das Olimpíadas

Pesquisadores da Universidade Oxford analisaram todas as Olimpíadas e jogos de inverno desde 1960 e concluíram que os eventos ultrapassam o orçamento com uma constância de 100%. (Págs. 1 e A14)

Produção da Vale

Depois de sofrer com as chuvas no primeiro trimestre, a produção de minério de ferro da Vale cresceu 0,4% entre abril e junho. Apesar disso, o total produzido nos seis primeiros meses do ano ficou 0,8% abaixo do primeiro semestre de 2011. (Págs. 1 e B6)

Disputa pela CSA

A CSN, um consórcio com Temium, Nippon e Usiminas à frente e a Gerdau não deverão deixar passar a oportunidade de ao menos avaliar a compra da CSA, colocada à venda pela ThyssenKrupp. (Págs. 1 e B8)

Cooperativa Piá busca parcerias

A cooperativa Piá, de Nova Petrópolis (RS), decidiu apostar em parcerias para crescer. A estratégia busca ampliar as margens por intermédio de ganhos de escala e diversificação de portfólio sem a necessidade de investimentos pesados. (Págs. 1 e B15)

Lavagem de dinheiro

O Estado americano de Massachusetts fechou uma brecha em suas normas bancárias que permitia que os dólares enviados por imigrantes brasileiros aos seus familiares no Brasil pudessem ser usados para a lavagem de dinheiro do crime. (Págs. 1 e C16)

Ideias

Ribamar Oliveira

Compromisso com subsídios do Minha Casa Minha Vida vai limitar o espaço fiscal do governo Dilma até 2014. (Págs. 1 e A2)

Simon Johnson

Os grandes enfrentamentos entre a democracia e os executivos dos principais bancos ainda estão por vir. (Págs. 1 e A15)

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Estado de Minas

Manchete: Quanto custa seu voto

Gasto por eleitor para se eleger prefeito vai de R$ 10,64 a R$ 184,43, dependendo da capital

A despesa prevista pelos 193 candidatos nas 26 capitais brasileiras é de R$ 1,2 bilhão, o que dá uma média de R$ 39,66 para conquistar cada um dos 30,2 milhões de eleitores dessas cidades. Em BH, os sete postulantes à Prefeitura pretendem despender R$ 60,7 milhões na campanha, o que aponta custo de R$ 32,63 pelo voto de cada um dos 1,9 milhão de eleitores. Em São Paulo, o custo unitário por voto é projetado em R$ 39,64. O mais caro, segundo as contas, é o de Palmas, mais de R$ 180 por eleitor. O voto para prefeito está mais valorizado que o de governador ou presidente. Em 2010, o custo foi de R$ 3,96 para chegar ao governo do Rio e de R$ 6,30 para o de Minas. A presidente Dilma gastou R$ 1,15 por voto para chegar ao Planalto. (Págs. 1 e 3)

Anatel barra vendas de linhas da TIM em Minas

A Agência Nacional de Telecomunicações proibiu a comercialização de novos chips da TIM, Oi e Claro em vários estados, a partir de segunda-feira, devido ao aumento do número de reclamações. Em Minas, medida é válida somente para a TIM. Quem não cumprir a decisão, que é passível de recurso, pode receber multa diária de R$ 200 mil. (Págs. 1 e 13)

Aeroporto engarrafado

Acesso a Confins vem tendo congestionamentos que atrasam a chegada ao terminal em até 20 minutos, num trajeto que não deveria levar mais que um minuto. Segundo taxistas, há cerca de duas semanas, as obras no estacionamento e a mudança numa das saídas dele, com fechamento de um lado da pista, estão provocando o gargalo. (Págs. 1 e 23)

Mercado reserva

Exportação mineira cresce em novos destinos para compensar perdas na China, EUA e Europa. (Págs. 1 e 12)

Violência: Jovens de MG morrem mais no trânsito

Estado foi o único da Região Sudeste a registrar aumento de mortes de pessoas com até 19 anos envolvidas em atropelamentos e acidentes entre 2000 e 2010, segundo o Mapa da Violência 2012. Crescimento dos óbitos foi de 23,2% nessa faixa etária. (Págs. 1, 21 e 22)

Gripe suína: Remédio à mão 24 horas todos os dias

Para evitar tratamento tardio da doença, que já matou 15 pessoas em Minas este ano, Secretaria de Estado da Saúde determinou que todas as cidades ofereçam o antiviral Tamiflu a qualquer hora nas unidades de pronto-atendimento ou por profissional designado. (Págs. 1 e 25)

Eleições em Minas: Falha abre espaço para ficha-suja voltar às urnas (Págs. 1 e 9)

Aids: Mortes caem 24% no mundo em seis anos (Págs. 1 e 11)

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Zero Hora

Manchete: Punida pela Anatel, Oi será impedida de vender chips no RS

Mais duas operadoras, TIM e Claro, sofrerão restrições em outros Estados a partir de segunda-feira. (Págs. 1 e 18)

O impacto para quem tem ações das empresas. (Pág. 1)

Crise na Síria: Atentado a generais abala cúpula de Al-Assad

Três integrantes do governo de Bashar al-Assad foram mortos. Itamaraty tem plano para retirar diplomatas. (Págs. 1, 26 e 27)

Benefícios para o campo

Piratini lança pacote contra o PIB negativo. (Págs. 1, 8 e Rosane de Oliveira, 21)

Jovens e violência: Taxa de homicídios cresce 33% no RS

Na faixa etária entre zero e 19 anos, assassinatos superam mortes no trânsito. (Págs. 1 e 30)

Imigração ilegal

Como os “coiotes” agem na fronteira do Estado. (Págs. 1, 4 e 5)

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Brasil Econômico

Manchete: Governo define as categorias de servidores que vão ter reajustes

Com orçamento apertado, a questão fiscal orienta as escolhas da presidente Dilma Rousseff. Suas prioridades são professores universitários, militares e servidores com salários mais baixos, apurou o BRASIL ECONÔMICO. Os outros devem esperar. (Págs. 1 e 6)

Anatel suspende vendas de três operadoras de celular

Tim, Claro e Oi não poderão comercializar novos planos em diversos estados, anunciou ontem o presidente da agência, João Rezende. Medida vale até empresas apresentarem planos de investimento. (Págs. 1, 16 e artigo de Ricardo Galuppona, 40)

FMI diz que Europa precisa apressar a união bancária (Págs. 1 e 37)

Morte de ministro pode acelerar solução da crise na Síria (Págs. 1 e 36)

Calote deve ser novamente o vilão nos resultados dos bancos

Custo com inadimplência afetará negativamente balanços, que começam a ser divulgados na próxima semana. (Págs. 1 e 30)

Gigante francesa Areva fornecerá usinas de energia solar no Brasil

Dona de faturamento global de € 8,8 bi, empresa inclui o ‘sobrenome’ Renewables para atuar na área. (Págs. 1 e 17)

Obras da Olimpíada do Rio já enfrentam primeiros obstáculos

Problemas com Jogos de Londres servem de alerta e prefeito revê decisão de construir novo velódromo. (Págs. 1 e 4)

Quer um projeto de lei?

É só comprar. Site de Campo Mourão(PR) oferece estoque de mil textos para vereadores em crise de criatividade. (Págs. 1 e 10)

IPO, só no ano da Copa

Copersucar adia abertura de capital, mas mantém investimentos, diz o CEO Paulo Roberto de Souza. (Págs. 1 e 18)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

Portal Cambé, site de informações e serviços de Cambé – PR.

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