A hora certa de “dar um tempo” na carreira – Água gera R$ 2 bi para estados e municípios – Greve na Bahia: Por que a rebelião de PMs assusta – Europa sob mau tempo: Portugueses enfrentam os altos impostos – Consumidor: Meia-entrada é assunto mal resolvido até hoje – Violência: Escalada de crimes passionais – PanAmericano na Justiça do Trabalho – O endividamento também é preocupação da classe A – Carne bovina perde mercado na Europa…

O Globo

Manchete: Estacionar fica até 300% mais caro no Rio

Tarifa por meia hora em shoppings e clínicas chega a variar 600%

Os preços cobrados nos estacionamentos privados no Rio explodiram, com aumentos de até 300% na hora adicional, sem qualquer regra ou fiscalização. Uma parada de meia hora, por exemplo, varia 600%, podendo custar de R$ 2, no Shopping Leblon, a R$ 14, no prédio do Instituto Brasileiro de Oftalmologia, em Botafogo. A hora adicional no shopping RioSul, que custava R$ 1, passou para R$ 4. A consultora jurídica do Procon-RJ Maria Rachel Coelho diz que a entidade está “engessada” desde abril, quando o Órgão Especial do TJ considerou inconstitucional a lei que há um ano proibiu a cobrança por tempo mínimo de permanência. (Págs. 1 e 12)

Aumenta a tensão em Salvador

PF chega à capital baiana para prender grevistas

Salvador vive um cenário de confronto iminente entre tropas do Exército, junto com agentes da Polícia Federal, e PMS em greve há seis dias. O presidente da Assembléia Legislativa, onde os grevistas estão acampados, pediu ao Exército a desocupação imediata do local, e um comando tático da PF chegou à capital baiana para prender 11 PMs com mandados e prisão expedidos. (Págs 1 e 3)

Dificuldades após leilão de aeroportos

Presidente da Odebrecht Infraestrutura, que disputa o leilão de aeroportos, Benedicto Junior diz que o setor privado terá dificuldades com as autarquias. Mas acredita no pragmatismo do governo. (Págs. 1 e 23)

Paraty teve mais 2 barcos assaltados

Os ataques, também violentos, ocorreram na virada do ano, mas as vítimas não registraram queixa por temer represálias. Empresários da região pediram ao estado rigor nas investigações. (Págs. 1 e 19)

Educação

Atraídas pelo mercado brasileiro, universidades estrangeiras firmam parcerias com escolas de negócios do Brasil. (Págs. 1 e 4)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Rendimento de outros Estados sobe e se aproxima do paulista

Renda média de SP foi a que menos cresceu entre 2006 e 2011: Rio deve assumir primeiro lugar

A diferença entre o rendimento médio real dos trabalhadores da Região Metropolitana de São Paulo ante o resto do País está menor. De 2003 a 2011, o salário dos paulistanos teve alta de 13,8% e foi o que menos cresceu entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE – quase nove pontos porcentuais inferior à total do País. Desde 2003, quando foi implementada a nova metodologia da Pesquisa Mensal de Emprego, o rendimento médio que mais cresceu foi o da Região Metropolitana do Rio (33,8%), seguida pelas de Belo Horizonte (32,1%) e de Salvador (30,9%). “É possível dizer que as demais regiões estão convergindo para onde está São Paulo”, diz Regina Madalozzo, professora de economia do Instituto de Pesquisa e Ensino. (Págs. 1 e Economia B1)

Veto na ONU sobre Síria foi ‘aberração’ diz Hillary

O veto da Rússia e da China a uma resolução contra o regime sírio no Conselho de Segurança da ONU, no sábado, irritou os EUA, seus aliados europeus, nações do Golfo do Pérsico e a Turquia. Esse bloco já busca alternativas para conter a repressão das forças de Bashar Assad aos opositores, no que está se transformando em guerra civil.
“O que aconteceu na ONU foi uma aberração”, disse a secretária dos EUA, Hillary Clinton. (Págs. 1 e Internacional A12)

Egito julga americanos

O Egito diz que julgará 44 pessoas – 19 americanos – por
“financiamento ilegal” de ONGs. (Págs. 1 e Internacional A13)

Foto-legenda: Massacre
Foto feita por morador mostra funeral de mortos por forças leais a Assad; para a oposição, ONU deu ao ditador sírio ‘licença para matar’

Petistas querem Kassab para ter voto estratégico

Líderes do PT veem em uma aliança com o prefeito Gilberto Kassab (PSD) a chance de romper o teto de votos do partido na capital paulista, estimado pelos próprios petistas em 30%. A intenção é quebrar a resistência à legenda em uma área que ocupa metade do mapa da cidade, nos extremos oeste e norte, onde vivem 44% dos eleitores e que normalmente derrota o PT. (Págs. 1 e Nacional A6)

Greve da PM adia volta às aulas na Bahia

Com a greve da Polícia Militar, o sindicato das escolas particulares da Bahia recomendou o adiantamento de volta às aulas marcada para hoje. Apesar da presença de mais de 1,5 mil militares e integrantes da Força Nacional de Segurança, houve 18 assassinatos entre 19h de sábado e 7h de ontem na Região Metropolitana de Salvador. (Págs. 1 e Cidades C1)

Foto-legenda: Reforço
Militares no Farol da Barra, em Salvador; vandalismo continua

Em alto-mar

Com a exploração do pré-sal virando realidade, cresce disputa por lugar entre os fornecedores. (Págs 1 e Negócios)

Anvisa discute veto a cigarro com aditivos (Págs. 1 e Vida A16)

Orçamento para limpeza em SP sobe R$ 200 mil (Págs. 1 e Cidades C5)

Onde de frio deixa mais de 250 mortos na Europa (Págs. 1 e Internacional A15)

Poupatempo agenda renovação de habilitação (Págs. 1 e Cidades C3)

Carlos Alberto Sardenberg

Na base do quebra-galho

Como não consegue reduzir o custo Brasil interno, o governo está empenhado em aumentar o custo mundo. Exatamente o que faz a Argentina. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações

Guerra às doenças tropicais

O ingresso de laboratórios internacionais na campanha deve dar grande impulso à pesquisa. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Falta remédio para doentes de chagas

Brasil é o único país que produz o medicamento. Indústria farmacêutica despreza a doença porque não dá lucro

Durante sete meses, entre abril e outubro de 2011, o laboratório brasileiro deixou de fabricar o benznidazol, fórmula usada no tratamento da doença em fase crônica e aguda. Apesar de o Ministério da Saúde garantir que “não há registro de falta localizada” do remédio, até hoje o abastecimento não foi de todo regularizado. Em Posse (GO), por exemplo, o posto de saúde não tem recebido o medicamento, como revela a série de reportagens que o Correio publica nesta semana. (Págs. 1, 5 e 6)

Tropa de elite da PF chega a Salvador para prender líderes da greve (Págs. 1 e 2)

Cinco candidatos a chefe de polícia

Mais dois delegados estão cotados para o cargo, além dos incluídos na lista tríplice apresentada pela categoria, que teme novas mudanças radicais nas chefias. Nome do diretor da Polícia Civil deverá ser anunciado até amanhã. (Págs. 1, 19 e 20)

Tablets vão à sala de aula

Alunos de três colégios de Brasília começaram o ano letivo com os aparelhos como material didático obrigatório. Pais, professores e especialistas, no entanto, ainda têm dúvidas quanto à eficácia pedagógica da ferramenta. (Págs. 1, 17, 18 e Visão do Correio, 10)

Aposentadoria: A bomba-relógio do sistema previdenciário

Apesar do aumento no número de empregos formais, o rombo no INSS vai ficar cada vez maior, por causa do envelhecimento da população e dos projetos de justiça social. (Págs. 1 e 8)

Outro bispo de Brasília no Vaticano (Págs. 1 e 21)

Mais de 100 mil advogados fazem o exame da OAB (Págs. 1 e 7)

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Valor Econômico

Manchete: Múltis brasileiras trazem US$ 21 bilhões das filiais

As boas perspectivas de crescimento do mercado doméstico em comparação ao cenário de crise nas economias desenvolvidas e o custo menor do crédito fora do país levaram as multinacionais brasileiras a trazer um volume substancial de recursos do exterior, nos chamados empréstimos intercompanhias. Em 2011, as entradas no país por meio desse canal superaram as saídas em US$ 21,2 bilhões, fazendo o saldo líquido dos investimentos brasileiros diretos no exterior ficar positivo em US$ 9,3 bilhões, uma vez que as operações para compra de participação em empresas fora do Brasil exibiram saída líquida de US$ 11,9 bilhões, segundo o Banco Central. O resultado causa alguma estranheza, porque o processo de internacionalização das companhias brasileiras está no início e, em tese, o natural seria que o fluxo líquido fosse de saída de dinheiro do país.

Voltados para atividades produtivas, os investimentos brasileiros diretos se compõem das operações de participação no capital e empréstimos intercompanhias, que envolvem transações entre a matriz no Brasil e a filial no exterior. (Págs. 1 e A3)

Licitação bilionária no pré-sal

A Petrobras vai receber amanhã as propostas das empresas interessadas na montagem dos módulos e integração das oito plataformas de produção, armazenagem e transferência que serão instaladas no pré-sal – montadas no Brasil com alto índice de nacionalização. O custo estimado pelo mercado para o total da encomenda varia de US$ 5 bilhões a US$ 7 bilhões. A compra é de cerca de 80 módulos, com a respectiva integração.

Os oito cascos já estão sendo construídos em Rio Grande (RS), no dique seco da Ecovix, do grupo Engevix Engenharia. O custo de construção dessas unidades é de US$ 3,46 bilhões. Para construir as oito plataformas, a Petrobras dividiu a licitação em fases. Primeiro licitou os cascos, já contratados, e depois colocou em licitação quatro pacotes de módulos e três de integração – serão para estes as propostas entregues amanhã. (Págs. 1 e B7)

Instituto Lula quer arrecadar R$ 70 milhões

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pouco tem frequentado o Instituto Lula desde outubro, quando teve diagnosticado um câncer, mas a articulação política mantém-se intensa no que tornou-se uma espécie de PT paralelo. No comando do instituto, Paulo Okamotto, ex-presidente do Sebrae, diz que a preocupação agora é arrecadar R$ 70 milhões entre empresários para manter a entidade, contratar mais 8 funcionários – hoje são 20 – e tirá-la do sobrado do bairro do Ipiranga. Lula disputará financiadores com quem concorrer na eleição municipal. Okamotto não diz quanto arrecadou para o instituto em 2011. Informa apenas que foi “um pouco mais do que o suficiente” para cobrir as despesas, estimadas em R$ 2 milhões. No instituto, há poucos projetos em andamento para a África e América Latina, apesar de esse ter sido o mote da sua criação. (Págs. 1 e A5)

Foto-legenda: Expansão global

O Citigroup vai centralizar no Brasil o comando das transações globais para a América Latina. O novo chefe da área, o argentino Fernando Iraola, chega com a responsabilidade de ganhar mercado para uma das divisões que mais crescem no banco americano. (Págs. 1 e C8)

Carne bovina perde mercado na Europa

No elegante açougue Jack O’Shea, em Bruxelas, o quilo de contrafilé importado custa € 37, o equivalente a R$ 84. Com as incertezas da crise na zona do euro, mesmo quem tem boa renda foge da carne bovina e prefere comprar carnes brancas mais baratas. O consumo de carne bovina caiu de 16 quilos para 14,4 quilos por habitante entre 2007 e 2011. Mas o de frango subiu de 19,4 quilos para 21,5 quilos.

Nesse contexto e com o embargo que houve ao produto brasileiro, as exportações de carne do Brasil para a UE caíram 68% de 2007 para 2011. O país chegou a fornecer 65% da carne importada pelos europeus. No ano passado, essa participação caiu para 39%. (Págs. 1 e B12)

Pressão da BDO contra grandes auditorias

Diretores da empresa britânica BDO estiveram pessoalmente no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para tentar convencer os conselheiros a tomar medidas urgentes para impedir as quatro maiores firmas de auditoria do mundo – KPMG, Deloitte, Price e Ernst & Young – de “adquirir” equipes inteiras de auditores de concorrentes menores no Brasil. Os executivos disseram que a Trevisan (aliada à BDO no país) é, hoje, um quarto do que foi no passado. (Págs. 1 e D4)

O endividamento também é preocupação da classe A

Entre as belas casas de um dos bairros mais nobres de São Paulo, um grupo se encontra semanalmente em um clima bem diferente das festas das redondezas. Duas das três reuniões dos Devedores Anônimos da cidade ocorrem nos Jardins e em Higienópolis. Já são comuns, seja nessas reuniões ou fora delas, casos de executivos e profissionais liberais que têm carreiras bem-sucedidas, mas enfrentam o descontrole das próprias finanças, ou de famílias inteiras da classe A que acabam se enredando em dívidas. O engenheiro Marco, que perdeu um salário fixo de R$ 20 mil, mas não conseguiu baixar o padrão de vida, e a aposentada Marley, que herdou dinheiro da família de fazendeiros e acabou gastando tudo cedo demais, são alguns exemplos.

O crédito farto, a perda súbita de um alto nível de renda e o consumo compulsivo estão entre os fatores que têm levado as classes mais altas a buscar ajuda. O problema também levou uma clínica particular a criar um programa especial para viciados em consumo. A reportagem está na revista ValorInveste, que circula hoje para os assinantes do jornal e venda em bancas. (Págs. 1 e Valor Investe)

Congressistas dos EUA apoiam proposta do Brasil de discutir cambio na OMC (Págs. 1 e A2)

Segurança pública é ponto fraco do governo Jaques Wagner (Págs. 1 e A6)

Eletrobras cobra devedores

A Eletrobras apertou o cerco aos devedores das distribuidoras federalizadas. Só no ano passado, a holding estatal conseguiu recuperar R$ 455 milhões de clientes inadimplentes com as contas de energia elétrica. (Págs. 1 e B1)

PanAmericano na Justiça do Trabalho

Pelo menos três ex-diretores do PanAmericano – todos citados no inquérito policial sobre fraudes no banco – ingressaram na Justiça reivindicando o pagamento de verbas trabalhistas. (Págs. 1 e C8)

Otimismo entre os ‘grafistas’

Depois de um 2011 ruim, a bolsa brasileira parece finalmente deslanchar – no ano, já acumula quase 15% de alta – e os adeptos da análise técnica não hesitam em afirmar que a tendência, agora, é de alta, rumo aos 70 mil pontos. (Págs. 1 e D3)

Idéias

Manuseto Almeida

A preocupação não é a sustentabilidade da dívida pública, mas o impacto dos gastos do governo na demanda agregada. (Págs. 1 e A10)

Idéias

Gustavo Loyola

Escalada protecionista é preocupante, principalmente por seus efeitos sobre o crescimento do país no médio e longo prazos. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Depois da tempestade, a bonança… Sem licitação

Além do sofrimento e do drama dos desabrigados e das famílias que perderam quase tudo, as enchentes trazem oportunidade para prefeitos mal-intencionados se aproveitarem. É o decreto de emergência. Ele permite que as compras mais urgentes e obras de reconstrução sejam feitas sem licitação. E a fiscalização é falha. A Controladoria Geral da União usa o método do sorteio e seus alvos, até agora, estão todos no Nordeste. Já no Ministério Público Federal apenas dois municípios mineiros estão sob investigação. (Págs. 1 e 3)

R$ 1,7 bi e 120 mil empregos

Estes são os números do mercado de aves, principalmente pássaros, equipamentos e acessórios necessários para a criação. O valor não inclui o contrabando, que tem forte atuação no setor. No mundo, os clandestinos movimentam de US$ 10 bilhões a US$ 20 bilhões. De acordo com a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, o Brasil responde por cerca de 10% deste valor, que inclui não apenas pássaros, mas também outros bichos. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) tem dados indicando que 90% das apreensões feitas são de aves. Não é para menos. Uma ararinha-azul, no exterior, vale US$ 50 mil. (Págs. 1 e 10)

Violência: Escalada de crimes passionais

Ataques contra mulheres marcaram o fim de semana. Em BH, um rapaz morreu após ameaçar a ex. Em Montes Claros, jovem foi mantida refém. O jogador Kleber também é acusado de agredir a esposa. (Págs. 1 e 19)

Estado retoma currículo completo (Págs. 1, 17 e 18)

Bahia: Tropa federal contra greve da polícia

A tropa de elite da Polícia Federal, 40 homens do Comando de Operações Táticas, chegou a Salvador para cumprir mandados de prisão contra os líderes policiais em greve. De terça até ontem foram registrados mais de 80 homicídios. (Págs. 1 e 7)

Consumidor: Meia-entrada é assunto mal resolvido até hoje (Págs. 1, 12 e 13)

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Jornal do Commercio

Manchete: Transposição parada, cidades na expectativa

Onde a obra foi interrompida, o boom econômico deixou saudades. Governo promete retomada. Esse é o tema da 2ª reportagem da série. (Págs. 1, 10 e 11)

Três aeroportos brasileiros vão a leilão hoje

Governo federal incluiu na rodada de privatização Guarulhos, Campinas e Brasília. (Págs. 1 e 9)

Criminalidade sem controle na Grande Salvador

Foram mais de 80 homicídios desde que a PM entrou em greve, dia 11. Rede privada suspendeu aulas e a Assembléia Legislativa foi ocupada por grevistas. (Págs. 1 e 5)

Mundo árabe no foco da Berlinale

Painel sobre a Primavera Árabe integra Festival de Berlim, que terá cobertura do JC. O brasileiro Xingu está na Mostra Panorama. (Págs. 1 e Caderno C, 1)

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Zero Hora

Manchete: Leilão abre hoje privatização de aeroportos

Concessão de terminais de Guarulhos, de Campinas e de Brasília atrai operadores internacionais. (Págs. 1 e 20)

A R$ 2,699: Gasolina tem preço igual em 73% dos postos

Levantamento da ANP, na Capital, mostra alinhamento até nos centavos. (Págs. 1 e 21)

Europa sob mau tempo: Portugueses enfrentam os altos impostos

No segundo dia da série que retrata a crise europeia, os desafios de Portugal. (Págs. 1 e 14)

Bem-vinda: Chuva traz alento à seca em Bagé

Cidade com estiagem mais duradoura registra mais de 100 mm de água. (Págs. 1 e 25)

Greve na Bahia: Por que a rebelião de PMs assusta

Depois de mais de 80 homicídios em seis dias, Polícia Federal entra em ação em Salvador. (Págs. 1, 4 e 5)

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Brasil Econômico

Manchete: Presidente da Câmara defende as MPs e o acordo para votar royalties

O deputado Marco Maia (PT-RS) afirma, em entrevista ao Brasil Econômico, que as medidas provisórias “não são uma limitação ao trabalho do Parlamento”. Ele vai lutar por consenso na votação da emenda que redistribui os royalties do petróleo. (Págs. 1 e 4)

Foto-legenda: Marco Maia
“A reforma política não morreu, mas tem enfrentado dificuldades”

Chefão da BlackRock manda investir em ações

Robert Doll, estrategista da gestora de fundos que administra US$ 3,5 trilhões, diz que neste ano dará ênfase a companhias que se aproveitam de retomada do crescimento americano. (Págs. 1 e 30)

ALE Combustíveis se prepara para o IPO

Para ganhar musculatura, rede de postos abrirá 200 novos pontos de venda neste ano. (Págs. 1 e 18)

Wickbold planeja faturar R$ 1 bilhão

A fabricante de pães amplia produção para ganhar mercado da Bimbo, dona da Pullman. (Págs. 1 e 22)

Água gera R$ 2 bi para estados e municípios

Valor foi distribuído em 2011 como compensação pela exploração dos recursos hídricos. (Págs. 1 e 8)

Tarifas mudam fluxo de Copasa e Sabesp

Valor da ação da empresa paulista se beneficia, enquanto o da concessionária mineira cai com a mudança no critério de revisão tarifária. (Págs. 1 e 32)

Regulação dos mercados volta a ser debatida (Págs. 1 e 36)

Ambientalistas em paz com petróleo na Amazônia (Págs. 1 e 40)

A hora certa de “dar um tempo” na carreira

Saiba como planejar um período sabático para reciclar seus conhecimentos, recarregar as baterias e, assim, dar um novo salto em sua trajetória profissional. (Págs. 1 e 34)

De olho nos editais

Para chegar a R$ 2 bi de receita, a CCE mira em vendas para governos e monta equipe especializada em licitações. (Págs. 1 e 24)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

Portal Cambé, site de informações e serviços de Cambé – PR.

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