Emprego formal subirá este ano na construção civil; Com a desoneração da folha e menores custos, a indústria prevê contratações e aumentos… – Peso no bolso: Com área menor na lavoura, feijão deve ficar mais caro; Consumidores sentirão o aumento do produto, que pode chegar a 8% nos próximos 30 dias… – Hospitais e planos buscam acordo; Um grupo de hospitais e planos de saúde inicia um projeto-piloto que prevê mudanças no modelo de remuneração de 27 procedimentos cirúrgicos, que passarão a ter preço pré-fixado…

O Globo

Manchete: A passos lentos – Só metade dos estados adere a plano anticrack

Apenas 13, mais o DF, seguem programa lançado em 2011, e metas estão distantes: 124 de 2.460 leitos até 2014 foram criados

Lançado em dezembro de 2011 pela presidente Dilma Rousseff, o programa “Crack, é possível vencer” só teve a adesão de 13 dos 26 estados, além do DF, e está longe de atingir suas metas: uma delas era, até o fim de 2012, ampliar para 24h o atendimento em 128 centros de atenção psicossocial existentes, mas só 37 cumprem essa determinação. O programa prevê investimentos de R$ 4 bilhões até 2014, quando deverão existir 2.460 leitos em enfermarias especializadas; mas só foram abertos 124. (Págs. 1 e 3)

Internet bem abaixo do esperado

O Plano Nacional de Banda Larga, projeto do governo para levar internet de 1MB por R$ 35 mensais, atendeu só 1,2 milhão de pessoas em um ano, um terço do esperado. A baixa presença de computadores nos lares do país e a concorrência dos celulares estão entre as razões. (Págs. 1 e 17)

Tarso: PT usou métodos que sempre criticou

Um dos principais dirigentes do PT, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, afirma que o partido usou “os mesmos métodos tradicionais” para formar alianças que antes criticava em outras siglas, ao analisar a origem do mensalão. Defensor de uma “profunda renovação” no partido, Genro diz que dirigentes petistas não podem, ao mesmo tempo, prestar consultoria privada. (Págs. 1 e 5)

Aplicação de receita de multas pode ser revista

A Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro vai discutir, em Brasília, alterações no Código de Trânsito. O objetivo é fixar um percentual mínimo da receita com multas para investir em ações educativas. Como O GLOBO mostrou, o Rio aplicou na educação de trânsito só 0,3% dos R$ 174 milhões arrecadados em 2012. (Págs. 1 e 9)

Oposição chavista critica ingerência de Cuba (Págs. 1 e 21)

Ditador do Egito terá direito a novo julgamento (Págs. 1 e 22)

Nova polêmica: Eike refaz projeto para a Marina

A empresa EBX, de Eike Batista, submeteu à análise do Iphan um novo projeto de revitalização da Marina da Glória. A proposta, uma versão simplificada da que foi descartada em 2011 pelo próprio Eike, tem aprovação da prefeitura, mas já causa polêmica. (Págs. 1 e 7)

Duas visões sobre a união gay

Milhares de pessoas saíram às ruas em Paris para protestar contra o projeto de lei do presidente francês François Hollande que legaliza o casamento gay e dá a casais do mesmo sexo o direito à adoção. Enquanto isso, no Vaticano, ativistas fizeram topless na Praça de São Pedro depois que o jornal da Santa Sé afirmou que crianças devem ser criadas apenas por famílias formadas por um pai e uma mãe. (Págs. 1 e 23)

Educação: Universitários retirantes

Sisu leva aprovados a optar por estudar em outros estados, onde a nota para ingressar nos cursos é menor. (Págs. 1 e 6)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: TSE gasta R$ 9,5 mi em 3 meses com hora extra

Servidor recebeu até R$ 64 mil; cúpula do tribunal suspeita de abuso e determinou averiguação

O Tribunal Superior Eleitoral gastou R$ 9,5 milhões com o pagamento de horas extras para funcionários entre setembro e novembro de 2012, informa a repórter Mariângela Gallucci. Somados aos salários, os valores adicionais fizeram com que os servidores recebessem mais do que os ministros. Em novembro, por exemplo, 161 funcionários tiveram vencimentos totais que variaram de R$ 26,7 mil a R$ 64 mil. Entre os beneficiados pelas horas extras estão 50 pessoas que, só naquele mês, receberam juntas R$ 907,8 mil – um acréscimo médio de R$ 18,1 mil por funcionário. Uma averiguação preliminar foi aberta por ordem da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia. Dois assessores próximos à presidente deixaram o cargo. Outros casos estão sob análise. O pagamento de horas extras a funcionários do TSE é autorizado no período eleitoral – entre julho e dezembro -, mas a partir de 2012 quem recebeu o adicional teve de justificar o adicional. (Págs. 1 e Nacional A4)

Inflação muda de patamar e previsão para ano é de 6%

Pressionada por alimentos e serviços, a inflação deve continuar em alta na maior parte de 2013. Até setembro, o IPCA em 12 meses deve ser igual ou superior a 6%, preveem economistas. A mudança de patamar do custo de vida no País é ratificada por investidores. A taxa de inflação embutida na remuneração de títulos do governo aponta para um IPCA superior a 6,5%. (Págs. 1 e Economia B1)

Fotolegenda: Casamento gay agita a França

Cerca de 350 mil pessoas marcharam ontem nas ruas de Paris em protesto contra projeto do governo que autoriza o casamento gay e – o que mais tem atraído oposição – permite que casais de pessoas do mesmo sexo adotem crianças. (Págs. 1 e Vida A13)

Trecho Norte do Rodoanel vai atrasar dois anos

A Dersa deve assinar, ainda neste mês, os contratos para a construção do Trecho Norte do Rodoanel. O BID identificou falhas na seleção dos consórcios. A promessa é que a obra fique pronta em 2016. (Págs. 1 e Cidades C1)

Corte egípcia julgará Mubarak novamente (Págs. 1 e Internacional A12)

PSD dará aval para Kassab apoiar Dilma (Págs. 1 e Nacional A7)

Desabastecimento ameaça abalar governo chavista

Com Hugo Chávez doente em Havana, o governo venezuelano declarou guerra ao desabastecimento de produtos, que ameaça corroer seu apoio popular, informa o enviado especial Roberto Lameirinhas. (Págs. 1 e Internacional A10)

Luís Eduardo Assis

Além da gratidão

Os investimentos recuam porque, independentemente dos favores e apelos oficiais, a indústria não enxerga perspectiva de ganhos. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações

O Congresso que temos

Com assuntos importantes pendentes, é o caso de perguntar: para que serve o Congresso? (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Polícia reforça o cerco a suplemento proibido

A venda de produtos sem registro na Anvisa, como o Oxy Elite Pro, está na mira da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf), unidade da Polícia Civil especializada no combate a esse comércio ilegal. A delegada titular, Cláudia Alcântara, afirma que, com as denúncias publicadas pelo Correio, será dada mais atenção aos casos registrados. Quem for flagrado vendendo tais substâncias vai responder por crime contra a saúde pública e ainda pagar multa de até R$ 1,5 milhão. A delegada alerta que a venda pela internet não está fora do alcance da polícia. (Págs. 1 e 17)

Topless no Vaticano

Quatro militantes do grupo feminista ucraniano Femen protestaram, ontem, tirando a blusa diante de fiéis durante a missa dominical rezada pelo papa Bento XVI na Praça de São Pedro, em Roma. A ação teve como alvo a oposição da Igreja ao casamento gay. (Págs. 1 e 13)

Eleições: Começa a corrida pela sucessão nos estados

Governadores impedidos de concorrer à reeleição se preparam para tentar eleger sucessores e garantir a continuidade no poder. Jogo político influencia a próxima disputa pela Presidência da República. (Págs. 1, 2 e 3)

Novo caso de estupro coletivo indigna a Índia

Mulher de 29 anos foi atacada por sete homens em um ônibus. Apesar dos avanços políticos, esse tipo de crime é comum no país. Em 2011, foram 2,2 milhões de vítimas. (Págs. 1 e 12)

Desconfiança na economia desafia ministro Mantega (Págs. 1 e 7)

Alerta contra tumor feminino

Estudo desenvolvido em Minas Gerais poderá ajudar no diagnóstico precoce de câncer no ovário, que mata 90% das pacientes antes do quinto ano de tratamento. (Págs. 1 e 15)

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Valor Econômico

Manchete: Bancos reveem a oferta de crédito à baixa renda

Os bancos tiveram que reformular os modelos de concessão de crédito e a estratégia de atuação com as classes de menor renda, recém-chegadas ao sistema bancário – 42,5 milhões de pessoas de meados de 2005 até o fim de 2012. A incorporação dessa multidão ao setor, uma das mais velozes no mundo, aumentou a inadimplência da pessoa física, que fechou novembro em 7,8%, só 0,1 ponto percentual abaixo da máxima histórica. Em reação, houve aperto nas condições de oferta do crédito. Até uma das “regras de ouro” do negócio, o teto informal de até 30% no comprometimento da renda mensal do tomador, foi revista.

“Há alguns anos, não havia histórico do comportamento desse cliente. Agora começamos a separar o joio do trigo”, diz Octavio de Lazari Junior, diretor da área de empréstimos e financiamento do Bradesco. O índice de inadimplência da pessoa física no banco encerrou o terceiro trimestre em 6,2%. (Págs. 1 e C1)

Créditos fiscais valem como capital

Um acordo entre Banco Central e Fazenda na virada do ano permitiu uma solução para a principal dificuldade que a adoção das regras de Basileia 3 imporia aos bancos brasileiros. Pelo acordo, ainda não oficializado, o enorme estoque de créditos tributários que os bancos carregam em seus balanços por conta das provisões para empréstimos de liquidação duvidosa poderá ser usado como capital. Só Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e Banco do Brasil têm R$ 94,4 bilhões em créditos tributários, a maior parte deles originada por provisões para créditos em atraso. Com Basileia 3, esses créditos teriam que ser em grande parte excluídos do Patrimônio de Referência, medida do capital usada pelo BC para calcular o limite para empréstimos. (Págs. 1 e C14)

Superávit com Venezuela é o terceiro maior

A Venezuela de Hugo Chávez proporcionou ao Brasil seu terceiro maior saldo comercial, só atrás de Holanda e China. Descontado do superávit da Holanda, porto de entrada de produtos para a Europa, o resultado do comércio do Brasil com outros países da União Europeia, os venezuelanos só perderam para a China entre os maiores superávits brasileiros.

A lista de principais produtos de exportação do Brasil à Venezuela deixa clara a importância das relações entre os governos no resultado comercial: dos pouco mais de US$ 5 bilhões de vendas ao mercado venezuelano, quase US$ 1,1 bilhão foi em bovinos vivos, carnes desossadas de bovino e carne de frango. Açúcar, bebidas e outros alimentos também estão entre os primeiros itens do comércio bilateral. Como as carnes, são comprados basicamente pelo governo e distribuídos a preços subsidiados em armazéns estatais. (Págs. 1 e A3)

Dilma terá de negociar com um Congresso mais arredio

O governo prevê negociações mais difíceis com o Congresso, a partir de fevereiro, quando o PMDB deve assumir as presidências da Câmara e do Senado – segundo e terceiro cargos na linha de sucessão presidencial. Do PMDB é também o vice-presidente, Michel Temer.

O Planalto espera encontrar dificuldades especialmente na Câmara, onde o novo líder da bancada do PMDB, provavelmente o deputado Eduardo Cunha (RJ), deve ter uma atitude mais afirmativa em relação ao governo. Há expectativa de que o PT também se torne mais exigente. O atual presidente, Marco Maia (PT-RS), integra a corrente majoritária do ex-presidente Lula e auxiliou o governo em situações críticas. No Senado, o candidato favorito a substituir José Sarney é o alagoano Renan Calheiros. Experiente, articula em silêncio e nunca deixa sem resposta o que o PMDB considera desfeitas do governo ao partido.

“Ou a presidente delega ou assume diretamente as negociações, ou vai sofrer derrotas”, diz Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, órgão de assessoramento parlamentar da CUT. (Págs. 1 e A8)

BC suíço faz uma arriscada aposta de US$ 540 bilhões para salvar exportações (Págs. 1 e B7)

Cresce nos Estados o interesse por Parcerias Público-Privadas, diz Pereira (Págs. 1 e A14)

Indústria inicia o ano em xeque

Redução da produtividade na indústria — que acumulava queda de 0,7% no ano passado até novembro —, falta de investimentos e custos elevados da mão de obra aumentam preocupação no setor. (Págs. 1 e A2)

Hospitais e planos buscam acordo

Um grupo de hospitais e planos de saúde inicia um projeto-piloto que prevê mudanças no modelo de remuneração de 27 procedimentos cirúrgicos, que passarão a ter preço pré-fixado. (Págs. 1 e B4)

Indústria calçadista ganha fôlego

Após dois anos de queda, prejudicada pelos importados e pelo câmbio, a produção nacional de calçados deve crescer 3,8% neste ano, para 835 milhões de pares — ainda assim inferior à de 2010. (Págs. 1 e B5)

Receita de sucesso

Como resultado da diversificação dos negócios do grupo Odebrecht, hoje 70% do faturamento de R$ 80 bilhões vem de negócios alheios à construção civil. A meta é ter receita de R$ 200 bilhões em 2020. (Págs. 1 e B8)

Zamin investe no Amapá

A mineradora suíça Zamin Ferrous vai investir US$ 120 milhões na construção de dois fomos, um de ferro-gusa e outro de aços longos, numa área que pertencia à Sólida Mineração, no distrito de Coração, em Macapá (AP). (Págs. 1 e B9)

Baram aposta na autogeração

O grupo gaúcho Baram, que produz equipamentos para a construção civil, cria uma nova empresa, a Baram Energy, para atuar na fabricação de painéis solares e geradores eólicos de pequeno porte para autoprodução de energia. (Págs. 1 e B9)

LH Colus entra no KC-390

A LH Colus, de São José dos Campos (SP), foi contratada pela Embraer para desenvolver o projeto dos assentos e das macas do futuro avião de transporte militar KC-390. Orçada em USS 2 bilhões, a aeronave deve fazer seu voo inaugural no fim de 2014. (Págs. 1 e B10)

Agronegócio deve exportar mais

Após um ano de estagnação, as exportações brasileiras do agronegócio tendem a ganhar força em 2013, segundo representantes do mercado e do governo. Carro-chefe das exportações, a soja deve puxar o crescimento, com alta superior a 15%. (Págs. 1 e B12)

Ideias

Sergio Leo

Para o governo brasileiro e um batalhão de analistas, novas eleições na Venezuela consagrariam os chavistas. (Págs. 1 e A2)

David Kupfer

Políticas de conteúdo local são ações centenárias de grande número de países que visam o desenvolvimento industrial. (Págs. 1 e A13)

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Estado de Minas

Manchete: Chuva põe em perigo 2,5 mil casas em BH

Os temporais trazem risco de morte a várias regiões na capital, como a Vila da Área, à beira do Ribeirão Arrudas, na Região Leste, onde vivem 95 famílias. Há duas semanas, pedras rolaram e um barraco foi levado, segundos depois de a dona de casa Sandra Izabel Cristina conseguir escapar com dois filhos pequenos. Como a casa de Sandra, há 56 com indicação de remoção pela prefeitura, dada a iminência de deslizamentos. Ao todo, são cerca de 2.500 domicílios ameaçados. Mas a evacuação desses locais não resolve o problema, já que logo eles são invadidos e surgem novas residências. Com as chuvas do fim de semana, pelo menos 10 árvores caíram. Faltou luz em 18 bairros, mas a Cemig não deu detalhes do problema. Foram registradas 20 mortes no estado desde o início da temporada chuvosa. (Págs. 1, 17 e 18)

Lei Seca prende 18 em 21 horas

Houve uma prisão em flagrante a cada uma hora e 10 minutos entre as 8h de sábado e as 5h de ontem na capital. (Págs. 1 e 18)

Preso rompe tornozeleira eletrônica com faca (Págs. 1 e 18)

Câmara de BH: Vereadores afrontam a Constituição

Parlamentares de Belo Horizonte apresentaram nos últimos quatro anos nada menos do que 184 projetos de lei, considerados inconstitucionais pela Comissão de Constituição e Justiça da própria Câmara Municipal. Mesmo assim, muitos deles avançaram e sete acabaram aprovados em plenário e viraram leis. (Págs. 1 e 3)

Campo: Dispara venda de máquinas agrícolas

Número de tratores e colheitadeiras comercializados no país saltou de 25,6 mil em 2006 para 69,3 mil em 2012, com alta de 6,2% em relação ao ano anterior. Grandes lavouras de soja, milho e feijão já têm 100% de mecanização, que avança nas culturas de cana e café, mudando o perfil dos trabalhadores rurais. (Págs. 1 e 10)

Justiça do Egito anula condenação de Mubarak (Págs. 1 e 15)

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Jornal do Commercio

Manchete: Insegurança no paraíso

Motoqueiro sem ser incomodado na areia da Praia de Serrambi, um dos destinos turísticos mais procurados do Estado. Além das motos, banhistas se queixam de quadriciclos, que também levam perigo pra quem tenta relaxar à beira-mar. (Págs. 1 e 8)

Multidão contra o casamento gay na França (Págs. 1 e 3)

Primeira chamada do Sisu sai hoje (Págs. 1 e 4)

Prefeitura vai revitalizar os parques do Recife (Págs. 1 e Capa Dois)

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Zero Hora

Manchete: Obras de barragens viram buracos sem fundo no RS

Projetadas para reduzir efeitos da estiagem, Taquarembó, em Dom Pedrito, e Jaguari, em São Gabriel, já gastaram R$ 143,5 mi e estão paradas por problemas de planejamento e falta de recursos. (Págs. 1, 4 e 5)

Ataque a turista: Brasileiros são suspeitos de morte na Ponte da Amizade

Jovem de Passo Fundo foi baleado por motociclista em assalto na fronteira do Brasil com o Paraguai. (Págs. 1 e 28)

Peso no bolso: Com área menor na lavoura, feijão deve ficar mais caro

Consumidores sentirão o aumento do produto, que pode chegar a 8% nos próximos 30 dias. (Págs. 1 e 15)

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Brasil Econômico

Manchete: “Indústria naval precisa ter mais qualidade e ser mais competitiva”

Em entrevista ao BRASIL ECONÔMICO, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, diz que o investimento de R$ 11 bilhões na renovação da frota fez os estaleiros renascerem. Falta agora ganhar produtividade para disputar o mercado mundial. (Págs. 1 e 4)

Classe C emergente puxa expansão da internet via rádio (Págs. 1 e 17)

Crédito melhor, mas lucros menores para bancos em 2013

Pesquisa da Febraban projeta avanço de 16,3% do crédito em 2013, pouco acima dos 16,1% previstos para 2012, mas com menos inadimplência. Os resultados, porém, não deverão manter os altos índices de expansão. (Págs. 1 e 30)

Emprego formal subirá este ano na construção civil

Com a desoneração da folha e menores custos, a indústria prevê contratações e aumentos. (Págs. 1 e 8)

Energia dificulta plano de expansão da rede 5 à Sec

Tempo de instalação do sistema que dá suporte à operação dobrou, segundo a empresa. (Págs. 1 e 19)

Novo marco da mineração está no fundo da gaveta

Diante de temas mais urgentes, Planalto não tem pressa em levar projeto de lei ao Congresso. (Págs. 1 e 10)

Clipping Radiobrás

 

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