Terceirização torna a União líder em reclamações trabalhistas – Governo estenderá concessões em troca de tarifa de energia menor – Combustíveis: O “milagre” do preço da gasolina – Onda de frio se iguala à mais longa da década – Ex-diretor do Dnit sai para o contra-ataque – Rei da soja cotado para comandar Transportes – Mais rigor na Lei Seca – São Paulo paga precatórios – Sem apagão de mão de obra …

O Globo

Manchete: PR veta preferido de Dilma, que convida Blairo Maggi
CGU apreende computadores em gabinetes nos Transportes, no Dnit e na Valec

O PR do ex-ministro Alfredo Nascimento, demitido sob suspeita de corrupção, vetou a efetivação do interino Paulo Sérgio Passos nos Transportes. Ele era o nome preferido da presidente Dilma Rousseff, que então sondou o senador Blairo Maggi (PR) para o cargo. Ex-governador de Mato Grosso, megaempresário do setor agrícola e padrinho de Luiz Antonio Pagot, afastado do Dnit no mesmo escândalo, Blairo pediu tempo para decidir. O gesto de Dilma foi visto como uma tentativa de “controlar” Pagot, que vai ser ouvido no Congresso e tem mandado recados de que agia sob ordens. A Controladoria Geral da União recolheu documentos e computadores em gabinetes do Ministério dos Transportes, do Dnit e da Valec, que cuida de ferrovias. (Págs. 1 e 3 a 11)

Nelson Motta

A surpresa é ver Dilma patinando na gestão, mas muito mais comprometida com a ética. (Págs. 1 e 7)

Foto legenda: Enfim, o teleférico do Alemão
Eduardo Paes, Sérgio Cabral e Dilma andam no teleférico de R$ 210 milhões do Complexo do Alemão, que será aberto ao público hoje. A tarifa de R$ 1 começa a ser cobrada no terceiro mês. (Págs. 1 e 17)

Mensalão: Gurgel livra Gushiken e acusa 37
Reconduzido ao cargo por dois anos, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu a condenação de 37 réus no caso do mensalão. Nas alegações finais, defendeu a absolvição de um envolvido: Luiz Gushiken, ex-ministro de Comunicação de Lula. Gurgel diz que não há provas para condená-lo. (Págs. 1 e 13)

Inflação dá trégua apenas temporária
A inflação oficial (IPCA) caiu em junho, de 0,47% para 0,15%, com recuo de preços de alimentos e combustíveis. Mas, em 12 meses, passou de 6,55% para 6,7%. Os alimentos devem voltar a subir. (Págs. 1 e 23)

Obras da Copa terão licitação
O Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) aprovado anteontem no Senado não inclui a dispensa de licitação, como informou ontem O GLOBO na primeira página e na página 31. Haverá dispensa apenas da apresentação de projetos básicos das obras. (Pág. 1)

Flip, uma cobiçada vitrine
A 9ª edição da Flip está mostrando aos visitantes de Paraty sua vocação de cobiçada vitrine para instituições públicas e privadas. Os patrocinadores da festa ganharam este ano um espaço mais organizado e visível, e a oferta de eventos culturais também cresceu muito além da programação principal, que ontem teve como grande destaque a conversa do cientista Miguel Nicolelis com o filófoso Luiz felipe Pondé. (Págs. 1, 20 e 21)
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O Estado de S. Paulo

 

Manchete: Transportes tinha comitê para administrar propinas

Planalto recebeu denúncias de que órgão criado para fiscalizar obras estava achacando empresários

O ex-ministro Alfredo Nascimento começou a cair em março, quando criou o Comitê de Acompanhamento de Gestão de Contratos, Obras e Serviços de Engenharia e Transportes. O órgão deveria aprimorar a supervisão ministerial, mas se transformou numa espécie de “comitê de arrecadação”, com poderes para aprovar contratos, acompanhar a execução das obras e a liberação de pagamentos. Desde então, a presidente Dilma Rousseff passou a olhar o Ministério dos Transportes com mais atenção. Um mês depois da divulgação da portaria, o Planalto começou a receber reclamações de empresários contra achaques, cobrança de propina e outras práticas do comitê. (Págs. 1 e Nacional A7)

Blairo é convidado para o ministério

O senador Blairo Maggi (MT) foi convidado pelo Planalto para substituir Alfredo Nascimento, mas o PR quer que a definição sobre o novo ministro só ocorra depois que o ex-diretor do Dnit Luiz Antonio Pagot for ouvido no Senado na semana que vem. O partido tenta reabilitá-lo. (Págs. 1 e Nacional A4)

Inflação recua menos que o esperado e juro deve subir

O recuo nos preços dos combustíveis e dos alimentos resultou em forte desaceleração da inflação oficial, medida pelo IPCA, mas os aumentos no setor de serviços pressionam o índice. O IPCA passou de 0,47% em maio para 0,15% em junho, acima do esperado. O resultado de 12 meses (6,71%) se distancia do teto da meta (4,5%) e leva o mercado a aumentar projeção de juros. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

0,6% foi a inflação de serviços registrada em junho

Marina deixa o PV e critica partidos

A ex-senadora Marina Silva anunciou ontem sua desfiliação do PV, pelo qual disputou a Presidência, com ataques à estrutura partidária do País. “A experiência no PV serviu para sentir até que ponto o sistema político está empedernido e sem capacidade de abrir-se para sua própria renovação”. (Págs. 1 e Nacional A9)

Marina Silva
Ex-senadora

“Os partidos se transformaram em máquinas obcecadas pelo poder em si” (Pág. 1)

Anvisa quer reduzir quantidade de iodo no sal (Págs. 1 e Vida A15)

 

Fraude em hospital pode chegar a R$ 30 milhões (Págs. 1 e Vida A16)

 

Fernando Gabeira

Estradas do subdesenvolvimento

Essa política de aliança não tem futuro. O caso do Ministério dos Transportes mostra como ela é um entrave ao desenvolvimento. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Dora Kramer

Um jeito no fisiologismo

A aprovação das regras para a Copa e a manutenção do PR nos Transportes dizem quase tudo sobre a promiscuidade entre Executivo e Legislativo. (Págs. 1 e Nacional A8)

Notas & Informações

Dilma diante da alcateia

Ao esperar que Alfredo Nascimento se enforcasse nas próprias cordas, ela foi criticada por aliados. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

 

Manchete: Blairo Maggi, o novo nome da crise nos Transportes

Senador do PR sondado pelo governo para assumir ministério está afogado em denúncias de corrupção. Entregue a Dilma, diagnóstico da rede ferroviária revela trens destruídos, estações invadidas e aponta: R$ 40 bilhões foram pelo ralo. (Págs. 1, 2, 3 e 8)

Marina, enfim, deixa PV e deve criar outro partido

Para aliados, a presidenciável que recebeu mais de 20 milhões de votos nas eleições de 2010 corre o risco de perder visibilidade política e estrutura partidária para a próxima disputa ao Planalto. Mas ela não parece preocupada. “Não é hora de ser pragmático”, disse. “É hora de ser ‘sonhático’ e de agir pelos nossos sonhos.” (Págs. 1 e 6)

Sarney afirma que o PT, sem Lula, não se sustenta

Personagem sempre presente na cena política brasileira desde o segundo governo de Getúlio Vargas, o senador diz em entrevista ao Correio que o PMDB é maior do que o PT. “Se tirar Lula, o partido se fragmenta”, vaticina. E prevê o fim da democracia representativa: “Quem não perceber isso ficará preso no tempo”. (Págs. 1, 4 e 5)

Foto legenda: Acredite: é uma universidade!

Cinco anos após anunciar com pompa e circunstância seu plano de expansão, a Universidade de Brasília (UnB) ainda não conseguiu oferecer infraestrutura básica para os 3,7 mil alunos que estudam nas unidades descentralizadas. Nos câmpus do Gama e de Planaltina, reinam o improviso e o descaso. Em Ceilândia, a maior cidade do DF, até hoje as aulas ocorrem em uma escola pública do GDF, enquanto equipamentos comprados por R$ 19 milhões continuam encaixotados. (Págs. 1, 19 e 20)

Em Brasília, bandidos assaltam até a polícia (Págs. 1 e 24)

 

Educação: MEC e OAB divergem nas avaliações

Ministro da Educação rebate críticas feitas pela Ordem dos Advogados do Brasil à qualidade do ensino jurídico no país. Para Fernando Haddad, entidade não usa critérios científicos ao analisar o desempenho dos alunos formados em direito. (Págs. 1 e 7)

Itamaraty vai abrir até 1.239 vagas para concurso (Págs. 1 e 9)

 

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Valor Econômico

 

Manchete: Cade estuda a proposta de intervenção na Sadia

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) discute a ideia de pedir a nomeação de um interventor para a Sadia. O objetivo é garantir a execução de eventuais restrições que o órgão antitruste imponha à BRF, caso não haja acordo nas negociações entre os conselheiros e os representantes da companhia até dia 13, quando o julgamento do caso será retomado no Cade.

Por enquanto, as negociações estão difíceis. A empresa ofereceu vender vários ativos, como marcas, fábricas, sistemas de abates e de produção, mas os conselheiros pedem mais. A maior dificuldade está nos mercados em que as marcas principais são Sadia e Perdigão e que a concentração supera 70%. Neles, a BRF insiste em manter as marcas principais. (Págs. 1 e D4)

O Brasil vai bem, mas há riscos, diz Bill Rhodes

O Brasil “aprendeu a lição” da crise da dívida. Mas “é preciso estar vigilante”. A advertência é de Bill Rhodes, coordenador do comitê de bancos credores que renegociou a dívida externa brasileira nos anos 1980. A atenção deve passar por “uma boa política fiscal e monetária”, disse em entrevista ao Valor, sintonizada com os riscos embutidos no “problema tremendo” do déficit público americano. Rhodes acha que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, “está fazendo um bom trabalho”.

A opinião favorável do atual conselheiro da alta direção do Citigroup estende-se ao controle da inflação. “Conheço a presidente Dilma desde quando ela era ministra de Energia. Quando ela diz algo, normalmente faz. Quando estive no Brasil recentemente ela disse que não vai deixar a inflação sair de controle”. (Págs. 1 e Eu& Fim de Semana)

Foto legenda: Do pragmático ao “sonhático”

Marina Silva, ex-candidata à presidência da República que obteve quase 20 milhões de votos, desfiliou-se ontem do PV com uma frase crítica a seus companheiros de partido: “Não é hora de ser pragmático; é hora de ser ‘sonhático’ e de agir pelos nossos sonhos”. (Págs. 1 e A8)

Petrobras cria plano para reter executivos

Um dos atuais desafios da Petrobras, maior empresa do Brasil, é a perda de pessoal com mais tempo de casa, alguns a poucos anos da aposentadoria. Para enfrentá-lo, ela está reformulando seu programa de retenção de funcionários. Embora os diretores da estatal administrem mais recursos e maior portfólio de ativos, eles recebem remuneração inferior aos seus pares em companhias no Brasil e no exterior.

Em 2010, a Petrobras pagou R$ 8,175 milhões para sua diretoria executiva. O maior valor em 2010 chegou a R$ 1,2 milhão, pagos ao presidente José Sergio Gabrielli. Cada diretor recebeu R$ 1,149 milhão. É bem menos do que faturaram diretores da OGX, HRT e executivos de algumas multinacionais do setor. Foi o que mostrou pesquisa do Valor com base nos salários, pagos em seus países de origem, à diretoria das grandes empresas que operam no Brasil. Na amostra, o principal executivo da OGX, Paulo Mendonça, ex-gerente executivo de exploração da Petrobras, recebeu R$ 19,7 milhões. O valor supera os rendimentos dos diretores da espanhola Repsol, das britânicas BG e BP e da norueguesa Statoil. (Págs. 1 e D10)

O futuro do etanol sem tarifa

Senadores americanos chegaram ontem a um acordo para extinguir os subsídios e a tarifa de importação do álcool combustível no fim deste mês, uma medida que poderá beneficiar a indústria brasileira de cana-de-açúcar. Ainda falta, porém, definir como isso será feito.

O fim das restrições trará dividendos a médio prazo. Hoje o Brasil tem pouco etanol para atender a própria demanda e o mercado interno paga melhor que o externo. Segundo levantamento da comercializadora Bioagência, o embarque de etanol neste momento resultaria em um preço 25% menor ao doméstico. As usinas sucroalcooleiras no Brasil acreditam que a queda efetiva da tarifa de importação trará novas perspectivas de investimentos no futuro. Em um horizonte de curto prazo, o Brasil ainda precisa plantar cana para superar a ociosidade de sua indústria, que nesta safra será de 80 milhões de toneladas, ou 13% da capacidade. (Págs. 1 e A12)

Metalúrgicos fazem greve contra desindustrialização

Metalúrgicos de São Paulo e das cinco grandes montadoras do ABC paulista (Volkswagen, Mercedes Benz, Toyota, Scania e Ford) cruzam os braços hoje de manhã. Os trabalhadores desta vez não pretendem cobrar reajustes salariais ou melhores condições de trabalho. Eles estão preocupados com o aumento da presença de veículos e de outros produtos industrializados importados no mercado brasileiro e reivindicam o fortalecimento da indústria nacional.

“O problema de competitividade, não só da indústria automotiva, é muito claro. Nosso medo é que as matrizes das montadoras deixem de produzir aqui e desloquem suas operações para a China, onde o custo é muito menor. Aí não sobrará sequer parafusos para a gente apertar”, avalia Sérgio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Nobre, que visitou recentemente a matriz da Volks, na Alemanha, teme que a montadora “invariavelmente passe a importar” itens produzidos por sua unidade na China nos próximos anos. “Um terço da produção mundial da Volks já está na China. Nos próximos cinco anos pode chegar à metade”, completa. Os sindicatos do setor formarão uma frente para levantar propostas para enfrentar a desindustrialização e dialogar com o empresariado e o governo. (Págs. 1 e A3)

BB reabilita 40 mil produtores do setor rural

O Banco do Brasil decidiu reabilitar 40 mil produtores até agora impedidos de contratar novos empréstimos de crédito rural por terem renegociado dívidas antigas em programas de investimento. Ao anunciar a destinação de R$ 45,7 bilhões ao setor na nova safra, o vice-presidente de agronegócios do BB, Osmar Dias, informou que a medida não seguiu orientação do governo, mas foi uma decisão interna do banco. A medida cria um “potencial” de R$ 3 bilhões de negócios com esses produtores, disse o diretor de Agronegócios do BB, Ives Fülber. (Págs. 1 e B12)

Captação externa do Tesouro tem demanda forte e o menor spread já pago pelo país (Págs. 1 e C1 )

 

Exigências ambientais custarão US$ 600 milhões a Jirau, diz Mestrallet (Págs. 1 e B1)

 

Importações da China

Sem os preços contidos, os importados vindos da China teriam valor muito maior do total desembarcado no Brasil. No primeiro trimestre, o desembarque físico aumentou 25,5%. (Págs. 1 e A3)

Inflação de serviços em alta

A aceleração nos preços dos serviços no IPCA surpreendeu o mercado, que esperava uma taxa menor do que 0,15% de junho, o que reduziu o efeito benéfico da deflação em alimentos e combustíveis. (Págs. 1 e A4)

Equipamentos para energia

Enquanto fecha fábricas na Europa por causa da crise econômica, o grupo espanhol Gamesa, de aerogeradores, inaugura uma nova unidade no Brasil. Em menos de nove meses, a companhia ergueu uma fábrica em Camaçari, na Bahia. (Págs. 1 e B1)

Sem apagão de mão de obra

A euforia da contratação de mão de obra na construção começa a dar os primeiros sinais de trégua, depois de 18 meses de falta contínua de profissionais. Para muitas empresas, a crise da escassez de mão de obra dá indícios de arrefecimento. (Págs. 1 e B9)

Açúcar pressiona preços

O índice de preços globais de alimentos da FAO subiu 1% para 234 pontos em junho passado, 39% mais do que no mesmo mês de 2010. De acordo com a FAO, a forte alta dos preços do açúcar explica grande parte da alta de junho. (Págs. 1 e B12)

Juros sobem na Europa

O Banco Central Europeu anunciou ontem o segundo aumento dos juros no ano, apesar da escalada da crise da dívida da zona do euro, mas não deu sinais sobre a possibilidade de um novo aumento. (Págs. 1 e C2)

São Paulo paga precatórios

O maior devedor de precatórios do país, o Estado de São Paulo, deve quitar boa parte deles ainda este ano. Segundo o Estado, serão 80% dos títulos até os valores de R$ 700 mil. Mesmo assim, restam a ser pagos perto de R$ 16 bilhões. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Teresa Ter-Minassian

Bons tempos durarão apenas se o Brasil resolver uma série de desafios cada vez maiores de política econômica. (Págs. 1 e A10)

Ideias

Márcio Garcia

Ao contrário de sua função original, a ação do BNDES hoje é alocar subsídios entre empresas escolhidas como vencedoras. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

 

Manchete: Mais rigor na Lei Seca

Blitzes para flagrar motoristas bêbados voltam a partir da próxima quinta-feira

Depois de apresentar resultados inexpressivos em três anos, operações com bafômetros serão retomadas simultaneamente em locais com grande concentração de bares e boates, nos acessos a BH, corredores e pontos com maior número de acidentes. Policiais militares e civis e guardas municipais farão fiscalização sistemática de quinta a sábado e eventual às quartas e domingos, dias de futebol. A prefeitura estuda alternativas para evitar punição a condutores que avançam semáforo de madrugada. Entre as opções estão sinais intermitentes ou não cobrar multa após determinado horário. (Págs. 1, 21 e Editorial ‘Lei Seca para todos’, 6)

Rei da soja cotado para comandar Transportes

Senador Blairo Maggi (PR-MT) foi consultado pela presidente Dilma para assumir a pasta, após a queda de Alfredo Nascimento por denúncias de corrupção no ministério, mas está disposto a dizer não. O motivo? Ele é dono de empresas financiadas pelo BNDES. Relatório da Controladoria Geral da União mostra que investigações no Dnit resultaram em 62 processos administrativos que terminaram em exoneração desde 2004. (Págs. 1, 3 e 4)

Minas: Empresas investem R$ 3,87 bi

A quantia faz parte dos planos de instalação de mina para extração de minério na Grande BH, pela BHP Billiton Brasil, e de fábrica em Montes Claros, pela Alpargatas, dona da marca de sandálias Havaianas. (Págs. 1, 12 e 13)

Alívio no ICMS

Minas muda regra do imposto recolhido nas fábricas para atrair mais investimentos e indústrias. (Págs. 1 e 14)

Sem partido

Marina Silva deixa PV sem definir nova filiação. (Págs. 1 e 9)
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Jornal do Commercio

Manchete: Ex-diretor do Dnit sai para o contra-ataque

Luiz Pagot, que ignorou a demissão, agora tenta intimidar o Planalto ao dizer que cumpria ordens do órgão. Blairo Maggi, convidado para os Transportes para “calar” Pagot, ainda não aceitou o cargo. (Pág. 1)

Acidente dramático em São Paulo (Pág. 1)

Fiat estuda transferir parte do investimento (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Onda de frio se iguala à mais longa da década

Até ontem, o Estado emendou seis dias com mínima abaixo de 0°C. Desde 2001, uma sequência dessas só ocorreu em 2009 – marca que pode ser quebrada hoje. (Págs. 1, 20, 30 e 42)

Investigação: Prefeitos se unem em reação a operação

Presidente da Famurs chama de “circo” a ação da polícia e do MP em oito municípios. (Págs. 1, 6 e Rosane de Oliveira, 10)

Combustíveis: O “milagre” do preço da gasolina

Às 12h, cinco postos da zona sul da Capital cobravam R$ 2,64 o litro e, às 15h, tinham mudado para R$ 2,79. (Págs. 1 e Paulo Sant’Ana, 55)
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Brasil Econômico

Manchete: Governo estenderá concessões em troca de tarifa de energia menor

Modelo em avaliação pretende exigir deságio nos preços cobrados pelas geradoras existentes nos leilões agendados para 2013

O governo federal estuda modificar o atual modelo de licitação de energia para equiparar os preços cobrados das usinas “velhas” com o das “novas”. A proposta prevê a imposição de deságio mínimo nos valores dos novos leilões de energia “velha”, já existente. Para isso, o governo federal estaria disposto a usar o prazo de 2015, quando vencem concessões do setor elétrico, para pressionar, especialmente, as empresas controladas pelos estados, como Cemig e Cesp. (Págs. 1 e 10)

As estatais estaduais prometem acirrar o debate em torno das mudanças gestadas no governo. (Pág. 1)

Terceirização torna a União líder em reclamações trabalhistas

Funcionários terceirizados nos ministérios e autarquias e escolha de empresas nem sempre idôneas são as principais causas do aumento do número de ações na Justiça. Levantamento divulgado desde 2003 pelo TST mostra melhora de posição das companhias privadas. (Págs. 1 e P4)

Maggi ganha força para assumir o Ministério dos Transportes (Págs. 1 e 12)

 

CSN quer mais 26% da Usiminas

Benjamin Steinbruch, um dos principais acionistas da siderúrgica de Volta Redonda, diz ter R$ 9 bilhões em caixa para investir. Para Wilson Brumer, presidente da Usiminas, o avanço de Steinbruch é apenas financeiro. (Págs. 1 e 16)

Novos emergentes começam a disputar capital com os Brics

Para o Tabb Group, investidores reavaliam oportunidades em emergentes, incluindo na carteira opções como Vietnã e Turquia. Sobre o Brasil, dividem-se entre espaço para alto retorno e país já com status de desenvolvido.(Págs. 1 e 30)

Carteira que levou Ibovespa ao pico reduziria perda do investidor

Para que o investidor fique ainda mais saudoso da carteira que levou o Ibovespa ao ápice em maio de 2008, a Economatica mostra que, se a composição do índice hoje fosse a mesma daquele período, a desvalorização cairia à metade. (Págs. 1 e 34)

Tesouro português pede ao mercado que ignore rating

O rebaixamento da nota de dívida de Portugal e de bancos do país provocou reação do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, que fez carta a investidores repudiando a decisão. (Págs. 1 e 32)

Clipping Radiobrás

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