Planos de saúde têm reajuste de até 7,69% – Mensalão corre o risco de nunca ser julgado – Metalúrgicos voltam às ruas – Cade negocia suspensão de produtos da Perdigão – Pagot: Paulo Bernardo recebia as empreiteiras – Procurador: mensalão foi pior ataque à democracia…

O Globo

Manchete: Procurador: mensalão foi pior ataque à democracia

Pena de Dirceu pode somar 111 anos de prisão, e a de Valério, 1.727 anos

Cinco anos depois do início da ação contra os envolvidos no mensalão do governo Lula, a Procuradoria Geral da República reafirma que uma quadrilha chefiada pelo então ministro da Casa Civil, José Dirceu, usou dinheiro público para comprar apoio no Congresso. “Foi um plano criminoso voltado para a compra de votos no Congresso. Trata-se da mais grave agressão aos valores democráticos que se possa conceber”, afirmou o procurador-geral, Roberto Gurgel, nas alegações finais ao Supremo Tribunal Federal. Gurgel pediu a condenação de 36 pessoas. A pena de Dirceu pode ir a 111 anos de prisão, e a de Marcos Valério, a 1.727 anos. (Págs. 1 e 3 a 13)

Enquanto isso …

Até hoje sem dono nem origem identificados, o R$ 1,7 milhão apreendido com os “aloprados” petistas poderá ter destino nobre: o Ministério Público Federal pediu à Justiça que o valor seja doado a uma entidade filantrópica. Na campanha de 2006, o dinheiro seria usado para comprar um dôssie contra tucanos. (Págs. 1 e 12)

Pagot: Paulo Bernardo recebia as empreiteiras

Luiz Antonio Pagot, um dos pivôs do escândalo no Ministério dos Transportes, diz ter provas de que empreiteiras eram recebidas pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT), antes de procurarem o ministério, conta Jorge Bastos Moreno. Pagot vai depor terça-feira no Congresso. Ontem, o senador Blairo Maggi (PT-MT), padrinho de Pagot, decidiu recusar o cargo de ministro dos Transportes alegando conflito de interesses. Uma das empresas dele, a Hermasa Navegação da Amazônia, recebeu R$ 113,5 milhões do Fundo de Marinha Mercante. O fundo é formado com recursos públicos, e o diretor que administra a liberação do dinheiro foi indicado pelo PR. (Págs. 1, 3, 14, editorial, 6, e Míriam Leitão, 30)

Foto legenda: Vistoria em 20 bueiros detecta sete altamente explosivos

Uma inspeção realizada ontem pelo Crea-RJ em conjunto com a Light teve resultado alarmante: de 20 caixas subterrâneas da concessionária de energia elétrica no Centro, 16 continham gás não identificado, sendo que, em sete (35% das vistoriadas), bastaria uma centelha para provocar uma explosão. A CEG, que não participou da inspeção, vai investigar se o gás é dela. (Págs. 1 e 16)

Gol compra Webjet e se fortalece para enfrentar TAM (págs. 1 e 29)

Planos de saúde ficarão 7,69% mais caros (Págs. 1 e 32)

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O Estado de S. Paulo

O ESTADO DE S. PAULO

Sem partido, Marina diz que torce por Dilma – trecho de entrevista
Marina Silva parecia tranquila e leve na sexta-feira, 8, pela manhã, no seu primeiro dia fora do PV – e ainda sem nenhuma inclinação por qualquer sigla partidária no atual cenário político. Em entrevista ao Estado, quando indagada sobre o que achava do fato de a presidente Dilma Rousseff ter convidado o senador Blairo Maggi (PR-MT)para o Ministério dos Transportes ela riu e disse: “Ainda bem que não foi para o Meio Ambiente.”

Apesar do riso, Marina disse que torce pelo governo de Dilma. Deixou claro que, embora afastada do guarda-chuva partidário, nem pensa em se distanciará da política. Ela já se prepara para as eleições de 2012, quando deve subir no palanque de candidatos a prefeito identificados com as propostas de sustentabilidade defendidas pelo movimento suprapartidário que irá organizar a partir de agora. Por outro lado, não nega totalmente, a possibilidade de voltar a concorrer à Presidência em 2014.

A senhora costuma dizer que é uma pessoa de processo, que leva tempo para se definir. Como foi o processo de saída do PV? Teve algum fato definidor, a chamada gota d’água?
Eu acho que teve uma pororoca, como disse o Ricardo Young (empresário que concorreu a uma cadeira no Senado e se desfiliou do PV com Marina). Foi essa mobilização que a sociedade fez nas eleições e continua fazendo. Tem algo mudando. As pessoas procuram uma forma de envolvimento que é diferente do engajamento da minha geração. Eu compreendo isso como um legado para a democracia brasileira, para o aperfeiçoamento das instituições. Toda essa mobilização, esses quase 20 milhões que votaram em nossas propostas em 2010, deveria ser recebida como um legado, para ser metabolizado pela sociedade, pelos partidos, organizações de governo. Ficou claro que a demanda da sustentabilidade é uma demanda da sociedade brasileira.

O PV foi um dos que não conseguiram absorver esse legado? Lamentavelmente o PV ainda não se dispôs a metabolizar o que nós suscitamos na sociedade. Lamentavelmente, não foi possível permanecer, porque não vou ser incoerente com aquilo que faço e o que falo. Entrei no PV porque o partido estava disposto a passar por um processo de revisão programática e reestruturação. A ideia era transformá-lo num partido atualizado e capaz de dialogar com a sociedade. Me animei com essa propostas, com a expectativa de tirar do papel de mero espectador as pessoas que são militantes, simpatizantes do PV e de outros partidos, com o objetivo de dar-lhes o papel de protagonistas. Eu esperava que o PV pudesse fazer isso, mas ele não fez.

Houve algum fato, algum momento no qual a senhor percebeu que as tentativas de negociação com a direção do partido não dariam em nada? Nós ficamos cinco meses depois das eleições sem uma reunião da Executiva Nacional do PV. Quando ela se reuniu, aconteceu o que vocês já sabem (o mandato da atual direção foi prorrogado). O que fizemos foi apresentar uma proposta, singela, de transição democrática, que incluía a escolha dos diretórios, a limitação dos mandatos de cargos de direção para dois anos, campanhas de filiação, recadastramento de filiados e um congresso para mudar o estatuto. Ao final haveria eleição para escolha de novos dirigentes do partido, deixando para trás a tradição de nomeação de pessoas. Era uma forma de intentar internalizar o legado das eleições.

Costa Neto diz ter pedido a Dilma diretoria de banco
O deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP) revelou em entrevista a uma rádio de Mogi das Cruzes (SP), seu reduto eleitoral, ter usado o então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento para pressionar a presidente Dilma Rousseff a entregar ao PR uma diretoria de banco estatal para obter o apoio do bloco liderado pelo partido no Congresso. O deputado explicou que a barganha tinha como objetivo abrir espaço no governo para o bloco de partidos nanicos que compõem, com o PR, um grupo de 65 deputados no Congresso – o PR conta com 41 e PRB, PRTB, PT do B, PHS , PSL e PRP têm 24.

“O nosso ministro chegou na Dilma outro dia e falou: ‘Olha, o Valdemar tá com um problema com o bloco. Ele fez o bloco, acertou com o (então ministro Antonio) Palocci pra aumentar o espaço do partido no governo. Nós (PR) já temos muito espaço. Mas precisávamos aumentar o espaço do bloco, porque são 24 deputados a mais”, contou Costa Neto à Rádio Metropolitana AM, na sexta-feira da semana passada. O deputado disse ter pedido uma diretoria na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil – nomeação que Dilma ainda não anunciou – para que prefeitos aliados possam liberar verbas federais mais rapidamente.

Blairo recusa assumir Transportes e enfraquece PR na disputa com Dilma
O senador Blairo Maggi (PR-MT) recusou o convite da presidente Dilma Rousseff para ser o novo ministro dos Transportes. Ele ainda vai procurar a presidente para formalizar a recusa, mas, ao fim de reuniões na sexta-feira, 8, em Cuiabá, a decisão estava tomada. Assessores de seu grupo empresarial vetaram a indicação e ele decidiu ficar no Senado. Com a recusa, volta ao topo da lista de ministeriáveis o preferido da presidente e ministro interino, Paulo Sérgio Passos.

Sem Blairo, um de seus principais líderes, dirigentes do PR já admitem no bastidor que, se não houver alternativa, o partido acatará a escolha presidencial, selando uma vitória do Planalto.

“O ideal para o partido é que o Blairo assuma, mas pessoalmente, como senador, acho que nós poderíamos caminhar para apoiar o Paulo Sérgio”, defendeu o senador Clésio Andrade (PR-MG). No mesmo tom, um influente deputado do PR revelou que está disposto a trabalhar a bancada da Câmara em favor da solução “técnica” de manter o interino e tirar o partido da “linha de tiro das denúncias de corrupção”.

Brasil avança contra impunidade, diz Alckmin sobre decisão do PGR
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta sexta-feira, 8, que o País está avançando contra a impunidade, ao ser questionado sobre o pedido de condenação de 36 dos réus do processo do mensalão enviado na quinta-feira, 7, ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel. “Eu acho que questão jurídica a gente não comenta, mas acho que o Brasil está avançando no sentido de não permitir a impunidade”, limitou-se a informar o tucano em evento em Santos, na Baixada Santista.

Já a respeito da crise no Ministério dos Transportes, Alckmin desconversou. Ao invés de responder sobre as decisões da presidente, Dilma Rousseff, respondeu sobre o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro. “O presidente do Santos está indo muito bem. Este é o ano do Peixe”, disse Alckmin, após participar de evento na Prefeitura de Santos que oficializou o lançamento do campus da Universidade de São Paulo (USP). Ele visitou o bonde turístico decorado com imagens do Santos Futebol Clube para homenagear a equipe pela conquista do tricampeonato da Libertadores da América.

Oposição vê ‘derrota de Lula’ em pedido de condenação a 36 réus do mensalão
A oposição enxergou na manifestação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pedindo ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação de 36 pessoas no processo do mensalão, uma derrota da teoria difundida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o esquema de compra de apoio político nunca existiu. Para os oposicionistas, uma condenação em massa no processo seria importante para reduzir qualquer sensação de impunidade.

O líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), foi um dos que viu na manifestação de Gurgel uma derrota de Lula. “A manifestação do procurador é a confirmação formal e material da existência do mensalão. Temos que esperar a decisão, mas isso derruba o que o próprio presidente Lula falava de que não existiu mensalão, que tudo era uma peça da oposição tentando desviar o foco.”

O presidente do DEM, senador José Agripino (RN), afirmou que Gurgel fez o “óbvio” ao confirmar a denúncia encaminhada pelo seu antecessor, Antonio Fernando de Souza. Ele ironizou tentativas do PT de reabilitar personagens denunciados no esquema, como José Dirceu e Delúbio Soares. “Quero ver o que o PT vai dizer dos filiados que tentou inocentar na marra.”

Para governistas, parecer é ‘só uma etapa do processo’
Parlamentares da base governista minimizaram o efeito da manifestação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pedindo ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação de 36 pessoas no processo do mensalão. Na interpretação desses congressistas, a manifestação de Gurgel é apenas mais um passo no processo judicial e não significa um atestado de culpa dos denunciados.

O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), procurou destacar que o fato não pode ser visto como atual. “Não há novidade. Essa denuncia já foi feita tempos atrás. Era um fato que o PT evidenciou em 2005. Não há fato novo. Os acusados poderão ainda se defender na Justiça. É um fato antigo”, argumentou o líder.

O senador Humberto Costa (PE), que lidera a bancada petista na Casa, destacou a exclusão do ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência Luiz Gushiken do rol de denunciados no escândalo do mensalão. Costa afirmou que há muito rigor na análise do Ministério Público sobre o caso e disse acreditar que o Supremo não vai acatar todas as acusações.

‘Não renuncio nem por reza braba’, afirma Valdemar
Em uma raríssima manifestação pública sobre o processo do mensalão, o deputado Valdemar da Costa Neto (PR-SP) rechaçou a possibilidade de renunciar ao mandato para retardar a tramitação das ações contra ele e outras 36 pessoas no Supremo.

Há algumas semanas, circularam rumores em Brasília de que ele poderia lançar mão da manobra em 2012 para fazer com que o processo fosse enviado à primeira instância. As ações correm no STF porque ele e o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) detêm mandatos parlamentares.

Cunha, no entanto, deve se lançar candidato a prefeito de Osasco no ano que vem, com chances de vitória. Costa Neto seria o único dos 36 restantes no processo com foro privilegiado no Supremo. Porém, ao menos por ora, ele resiste à ideia, sob o argumento de que já passou uma vergonha pública quando renunciou a outro mandato, em 2005.

PSD coleta assinaturas em fábrica de Ibitinga
Funcionários de uma fábrica em Ibitinga (SP) foram convocados pelo dono da empresa a assinar a lista de apoio ao PSD, partido em fase de criação pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. A coleta começou há dois meses pelo departamento pessoal da Andreza Enxovais, que tem cerca de 2 mil empregados, e já rendeu cerca de 300 assinaturas.

Um empregado, que pediu para não ser identificado, relatou ao Estado que muitos colegas assinaram a lista sem saber do que se tratava. “Eles passaram nos setores com essa folha (a ficha do PSD) perguntando quem estava com o título (de eleitor) ali na hora para assinar e quem não tivesse era para trazer depois”, contou o funcionário.

“Na verdade, o pessoal nem sabe por que está assinando. Disseram que o dono da empresa está se filiando a um partido. Mas aí a gente ficou se perguntando: ‘O que tem a ver o homem se filiar a um partido e a gente ter que trazer o título de eleitor’. Mas ninguém explica nada.” Outro empregado disse que no turno da manhã “o pessoal foi obrigado a trazer o título de eleitor para assinar a folha do PSD”. Segundo ele, o processo foi coordenado pelo departamento pessoal, mas foram os “encarregados” de cada setor que fizeram a convocação. “Pediram para a fábrica toda”, relatou.

Manchete: Blairo recusa ministério e PR admite escolha de Dilma

Pela primeira vez, partido cogita o interino Paulo Sérgio Passos no lugar de Alfredo Nascimento

O senador Blairo Maggi (PR-MT) recusou o convite de Dilma Rousseff para assumir o Ministério dos Transportes. A decisão ainda não foi formalizada, mas assessores do grupo empresarial de Blairo vetaram a indicação e ele decidiu ficar no Senado. Com a decisão, volta ao topo da lista o nome preferido da presidente, o ministro interino Paulo Sérgio Passos. A definição, no entanto, não deverá ocorrer antes de terça-feira, quando o diretor afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, vai depor no Senado. Dirigentes do PR são contrários à efetivação de Passos no ministério, mas já admitem que, se não houver alternativa, o partido acatará a escolha presidencial. (Págs. 1 e Nacional A4)

Expectativa no Planalto

O governo está preocupado com o que Luiz Antonio Pagot, do Dnit, dirá no Congresso. Suas declarações têm sido vistas como ameaças. (Págs. 1 e Nacional A4)

Foto legenda: Metalúrgicos voltam às ruas

Milhares de trabalhadores de montadoras e de outras empresas do ABC paulista ocuparam ontem de manhã uma faixa da Via Anchieta, em São Bernardo, em protesto contra o aumento das importações. (Págs. 1 e Economia B4)

Cade negocia suspensão de produtos da Perdigão

Medida é condição para aprovar fusão com a Sadia

Nas negociações para tentar aprovar a fusão de Sadia e Perdigão, na próxima quarta-feira, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Brasil Foods discutem a suspensão temporária da marca Perdigão nos segmentos em que existe maior concentração de mercado. Em alguns produtos, a participação das duas marcas chega a 90%. Ainda não está definido em quantos mercados seria suspensa a marca Perdigão. (Págs. 1 e Economia B1)

Gol compra Webjet por R$ 311 milhões

A Gol pagará R$ 96 milhões aos sócios da Webjet. O restante, R$ 215 milhões, é referente a dívidas contraídas pela empresa. Juntas, elas detêm 40% do mercado. (Págs. 1 e Economia B19)

Procurador vê Dirceu à frente de ‘suborno’

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que pediu a condenação de 36 pessoas no processo do mensalão, disse que o ex-ministro José Dirceu comandou o esquema para “subornar” parlamentares. Dirceu afirmou que provará inocência no Supremo. (Págs. 1 e Nacional A6)

Plano de saúde sobe 7,69%, mais que a inflação (Págs. 1 e Vida A24)

 

Notas & Informações

A desmoralização da ‘farsa’ de Lula

Agora, a “farsa” do mensalão volta a ser exposta em sua inteireza. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Mensalão corre o risco de nunca ser julgado

Ministros do Supremo Tribunal Federal ouvidos pelo Correio temem que o desfecho do maior escândalo de corrupção da história do país seja a impunidade. Isso pode ocorrer caso dois dos 38 réus — os deputados federais João Paulo Cunha (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) — renunciem ao mandato. A manobra empurraria o processo para a primeira instância, os crimes prescreveriam e todos ficariam impunes. No parecer em que pede a condenação de 36 dos acusados, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, descreve o mensalão como “a mais grave agressão aos valores democráticos”. E sobre o papel do ex-ministro José Dirceu no caso, chega à mesma conclusão do ministro Joaquim Barbosa, do STF. “Era o chefe da quadrilha”, diz. (Págs. 1 e 8)

Crise nos transportes

Blairo Maggi recusa convite para virar ministro. Agora o PR tenta emplacar o depútado Luciano Castro ou o ex-senador César Borges. (Págs. 1, 2 e 3)

Planos de Saúde têm alta de 7,69% (Págs. 1 e 14)

Aviação: Gol compra a Webjet e chega perto da TAM

A Gol anunciou ontem que vai pagar R$ 96 milhões pela Webjet. Com a aquisição, a empresa da família Constantino — que também herdará uma dívida de R$ 214,7 milhões — passa a deter 40,5% do mercado aéreo brasileiro, aproximando-se da líder TAM, que possui 44%. O negócio evita a entrada do grupo irlandês Ryanair no país. (Págs. 1 e 16)

5.147 vagas

Os concursos são do IBGE, do BRB e da Empresa Brasileira de Comunicação. Salários chegam a R$8 mil (Págs. 1 e 15)

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Estado de Minas

Manchete: Ladrões de café

O ápice da colheita nesta época do ano e o aumento de 68% no preço médio da saca de 60 quilos em 12 meses, em vez de comemoração, viraram motivo de preocupação para produtores do Sul de Minas. A região tem sido alvo crescente de ataques de quadrilhas especializadas. Patrulhas rurais da Polícia Militar e reforço da segurança nas fazendas com alarmes e cães tentam impedir assaltos praticados com caminhonetes e caminhões. Além das sacas, os criminosos furtam até grãos no pé. Em Paraguaçu, um produtor teve prejuízo de R$ 30 mil recentemente, depois que encapuzados renderam o caseiro e roubaram sua propriedade. (Págs. 1, 19 e 21)

Planos de saúde têm reajuste de 7,69%

Como a alta autorizada pela Agência Nacional de Saúde é retroativa a maio, aumento acumulado para os próximos três meses será superior a 15%. Inflação entre abril/2010 e março/2011 ficou em 6,3%. (Págs. 1 e 11)

Aviação: Gol compra a rival Webjet por R$ 96 mi

Companhia anuncia acordo de aquisição da concorrente, a quarta maior do mercado nacional, e aumenta a disputa pelo setor aéreo brasileiro. (Págs. 1, 12 e Editorial, 8)

Crise: PR indica dois nomes para Transportes

Partido fará sugestões na segunda-feira. Senador Blairo Maggi (MT) recusou o ministério, que enfrenta denúncias de irregularidades, como em obras em rodovia de Minas. (Págs. 1, 3 e 4)

Pensar Brasil

Sem espaço para inflação no país

Articulistas destacam nesta edição como a sociedade brasileira pode ou tem trabalhado para que a sombra do dragão seja dissipada sobre os debates econômicos e políticos no país. (Págs. 1 e Pensar Brasil)

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Jornal do Commercio

Manchete: Plano de saúde mais caro

ANS autorizou reajuste máximo de 7,69%, retroativo a maio, para ser aplicado nos planos individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999. Percentual atinge cerca de 8 milhões de usuários no País, sendo 385,8 mil apenas em Pernambuco. (Págs. 1 e Economia 1 e 2)

Pedida a condenação de 36 mensaleiros

Segundo procurador, José Dirceu chefiava quadrilha que saqueou os cofres públicos. Oposição vê derrota do ex-presidente Lula. (Págs. 1 e 20)

Números do crack no Recife são alarmantes (Pág. 1)

PR já admite efetivar interino nos Transportes (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Planos de saúde têm reajuste de até 7,69%

Aumento autorizado atinge 267 mil contratos individuais no Estado. (Págs. 1 e 22)

Duas forças na aviação: Gol compra Webjet e acirra concentração

Com o negócio anunciado ontem, 85% do mercado de voos domésticos fica nas mãos de duas companhias. (Págs. 1 e 20)

A caça a um submarino na costa de SC (Págs. 1 e 34)

Clipping Radiobrás

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