Copel troca 35 mil lâmpadas em 12,7 mil semáforos de dez municípios –

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A Copel vai ajudar a tornar mais eficiente e segura a sinalização luminosa de trânsito em 10 cidades paranaenses, substituindo em 12.765 pontos de sinalização as lâmpadas incandescentes comuns dos semáforos – normalmente com potência de 100 watts cada – por lâmpadas de tecnologia LED de apenas 15 watts, que fazem o mesmo trabalho mas consumindo bem menos eletricidade e com maior durabilidade.

A iniciativa, orçada em R$ 13 milhões, começará a ser implementada a partir deste mês através de convênios que serão assinados pelo governador Orlando Pessuti, representando o acionista controlador da Copel, e as prefeituras envolvidas. Serão modernizados 9.894 semáforos em Curitiba, 1.359 em Londrina, 323 em São José dos Pinhais, 285 em Maringá, 229 em Apucarana, 224 em Araucária, 174 em Cascavel, 106 em Foz do Iguaçu, 91 em Rolândia e 80 em Ponta Grossa.

Economia – Com essa medida, a Companhia espera proporcionar uma redução anual de consumo da ordem de 8 mil megawatts-hora aos municípios beneficiados e, também, a diminuição dos custos de manutenção do sistema de sinalização, em virtude da menor necessidade de intervenções para a troca de lâmpadas. A redução de gastos – tanto com o consumo de eletricidade quanto com a manutenção do sistema – permitirá à administração municipal redirecionar recursos a outros setores prioritários, tais como saúde e educação.

Além disso, a melhoria nos níveis de iluminação dos pontos de sinalização que serão modernizados, contribuirá para aumentar a confiabilidade do sistema de sinalização, a segurança e também as condições de tráfego nas ruas. “Isso é agir em favor da sustentabilidade, promovendo a preservação do meio ambiente e colaborando responsavelmente com a qualidade de vida dos cidadãos”, afirma o presidente da Copel, Ronald Ravedutti.

Critério – Para elaborar o projeto, a Copel valeu-se de informações do seu cadastro para identificar a quantidade existente em cada cidade de semáforos dos tipos capazes de proporcionar os melhores resultados, em termos de ganho de eficiência energética, com a troca das lâmpadas.

Esse levantamento revelou que existem no Paraná 61 cidades com sinalização semafórica de trânsito. “Selecionamos nesse universo as cidades com o maior número de equipamentos com capacidade de melhoria na eficiência, de modo a cumprir os requisitos mínimos de retorno, em termos de redução do consumo, exigidos pela Aneel”, disse o presidente Ravedutti. “Com a rápida disseminação da tecnologia de lâmpadas LED e a consequente queda nos custos dos equipamentos, esperamos em breve estender a mais municípios do estado convênios semelhantes a estes”.

Os tipos de semáforo contemplados pela Copel são os do tipo I (três lâmpadas com porta-focos de igual tamanho), GT (três lâmpadas, mas com o porta-foco vermelho em diâmetro maior) e T (quatro lâmpadas, sendo duas delas vermelhas). Em princípio, são estes os alvos preferenciais da ação da Copel, que prevê trocar 35 mil lâmpadas, ao todo. “Não descartamos, contudo, atuar sempre que possível na melhoria da eficiência dos semáforos que orientam a travessia de pedestres”, admite Ravedutti. “Nesses conjuntos, o ganho energético é um pouco menor, pois será trocada uma lâmpada incandescente de 60 watts por lâmpadas LED de 8 watts”.

Eficiência – O objetivo da Copel com este e outros projetos destinados a melhorar a eficiência no uso da energia elétrica está diretamente relacionado com a sustentabilidade. “Acreditamos que é necessário conscientizar a sociedade de que extrair o máximo rendimento de cada quilowatt-hora consumido é vital para preservar o meio ambiente e assegurar a qualidade de vida no futuro”, argumenta o presidente. “Combater o mau uso e o desperdício de eletricidade é contribuir para adiar a necessidade de novas obras, proporcionando ganhos ao meio ambiente e à coletividade”.

O Programa de Eficiência Energética da Copel prevê investimentos totais, neste ano, da ordem de R$ 49 milhões em 44 projetos. Conforme a legislação, todas as distribuidoras de energia elétrica do país devem destinar o equivalente a 0,5% da sua receita a ações e projetos destinados a promover o uso eficiente da eletricidade junto aos consumidores

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