Fêmeas do Aedes aegypti transmitem doenças como dengue e zika por meio da picada em seres humanos. Insetos geneticamente modificados podem reduzir a quantidade de larvas. Crédito: Divulgação / Portal Brasil/ em: http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/%E2%80%98aedes-do-bem%E2%80%99-liberado-pela-ctnbio-ajuda-a-combater-o-mosquito-da-dengue;jsessionid=1CD7C5D68ECE6E2EA95796A13A8E7405
A Secretaria Municipal de Saúde Pública divulgou o resultado do último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypt (LIRAa) realizado entre os dias 1º e 7 de julho em todas as regiões do município. De acordo com o levantamento, a cidade apresenta um total de 0,3% de infestação do mosquito, um número inferior ao último LIRAa realizado em maio, com 1%. No entanto, algumas regiões da cidade apresentaram índices preocupantes de infestação. A região do Ana Rosa registrou a maior incidência de focos do mosquito, com 4,54% dos imóveis, seguido pelo jardim Cristal com 4%. A área central da cidade também apresentou uma porcentagem acima do recomendado de imóveis com alguma infestação, 2,63%.
De acordo com a coordenadora do Departamento de Endemias, Nelci Mariano, as ações realizadas pelo mutirão de limpeza podem ter colaborado com a queda do índice, mas o estado ainda é de alerta. “Nós recolhemos uma quantidade enorme de lixo em Cambé com apenas dois meses de coleta. O grande problema é que é uma situação recorrente, todas as vezes que se faz o mutirão a quantidade recolhida é sempre assustadora. A população precisa colaborar e não acumular tanto lixo”, avisa a coordenadora. O mutirão foi encerrado no último sábado (20) e somente entre maio e julho foram recolhidos mais de cem caminhões de lixo. A região do Cristal foi a que mais chamou atenção, com 12 caminhões recolhidos.
Segunda dados da Secretaria de Saúde, foram registrados 885 casos confirmados de dengue nos últimos 11 meses. Para Bárbara Radigonda, coordenadora da Vigilância Epidemiológica, os números têm diminuído, porém o cuidado ainda deve ser rígido. “Nós percebemos que, mesmo no inverno, as pessoas continuam procurando os postos de saúde com sintomas da dengue”, alerta Bárbara.

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