Impunidade é regra em briga de torcidas em SP

Em 10 anos, 11 pessoas morreram após confrontos, e ninguém foi condenado.
Nos últimos dez anos, pelo menos 11 pessoas morreram em decorrência de brigas e confusões envolvendo torcidas organizadas de clubes paulistas de futebol. Não houve no período, entretanto, nem sequer uma condenação judicial por violência. Para especialistas, falta vigor. Ao deter o torcedor em uma briga, a praxe entre os policiais é fazê-lo assinar um documento e liberá-lo. Sem ser responsabilizado, ele “se sente livre para fazer o que quiser”, diz o pesquisador da Unicamp Felipe Lopes.
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O Globo

Manchete: Consumidor paga por linha não inaugurada

Concluída em outubro, ao custo de R$ 4,9 bilhões, a segunda linha de transmissão das usinas do Rio Madeira ainda não traz energia ao Sudeste. Mas as empresas responsáveis pela obra e pela usina de conversão vão receber R$ 400 milhões por ano, o que pressiona as tarifas, já que o custo é repassado ao consumidor, mesmo sem a energia ser entregue. (Pág. 17)

Petrobras nos tribunais – Processos somam US$ 528 milhões

Investidores que movem ações contra a Petrobras na Justiça dos EUA alegam ter tido prejuízo de US$ 527,7 milhões com os escândalos de corrupção da estatal. (Pág. 19)

SUS falha no sistema de dados

Criado em 2011, sistema de dados do SUS custou R$ 34,5 milhões, mas ainda está longe de prestar informações essenciais aos pacientes, como número de vagas, consultas e remédios. (Pág. 3)

Barbosa volta à carga

O ex-presidente do STF Joaquim Barbosa centrou fogo ontem em advogados que usam a política para resolver questões judiciais. “Eles buscam corromper” a Justiça, disse. A declaração gerou debate entre juristas. (Págs. 4)

Ilimar Franco

O Orçamento vai bancar

O Planalto abandonou a ideia da reforma política via Constituinte. O governo vai apostar no projeto da Coalizão Democrática, da OAB e da CNBB. Ele proíbe doação de empresas, limita a de pessoas físicas e cria o Fundo Democrático de Campanha. A eleição seria financiada com o Orçamento da União. A realização de consulta popular está ameaçada. Os eleitores poderiam rejeitar o financiamento público num referendo. (Pág. 2)

Míriam Leitão

Fora da rede

Um mistério ronda o comércio externo brasileiro. Por que as exportações não vão elevar o PIB, se o real está mais fraco e o mundo vai crescer mais? O ceticismo sobre o impacto positivo do câmbio e do crescimento mundial no comércio vem do fato de o Brasil ter poucos acordos bilaterais, continuar amarrado ao Mercosul e não participar das grandes cadeias mundiais de produção. (Pág. 18)

Editorial

Tema em discussão : Política de drogas no Brasil

A lei e a realidade

O Brasil precisa se alinhar com as novas abordagens na luta contra o flagelo dos entorpecentes (Pág. 14)

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Zero Hora

Manchete : Violência no RS – Homicídios aumentam 68,6% em uma década

Apesar de ter triplicado gastos com segurança entre 2005 e 2014, Estado teve crescimento nos assassinatos. Aumento estaria relacionado ao tráfico de drogas. (Notícias | 8 e 9)

Indonésia – Execução de brasileiro preso há 10 anos é adiada ( Notícias | 11)

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Brasil Econômico

Manchete : Correios pedem reajuste de 9,3%

O presidente da empresa, Wagner Pinheiro de Oliveira, vai encaminhar ao Ministério da Fazenda a solicitação de realinhamento das tarifas, que estão defasadas desde maio de 2013. No ano passado, a arrecadação chegou a R$ 18 bilhões, praticamente consumidos pelas despesas. O investimento realizado em 2014 foi de R$ 570 milhões, com ênfase em projetos de logística, novo foco dos Correios. (Págs. 4 a 6)

Reforma política cheia de arestas

Os líderes dos partidos não chegam a acordo sobre o que precisa mudar no sistema eleitoral e trocam acusações sobre o entrave na condução do projeto. O polêmico ponto da contribuição de campanha pode acabar inalterado. (Págs. 10 e 11)

Crédito retrai, mas receita de banco sobe

A alta dos juros no ano passado engordou as receitas de crédito dos bancos. Apesar da economia praticamente estagnada e o crescimento menor das carteiras, as receitas com crédito de 19 instituições subiram 18,2% em média. (Págs. 18 e 19)

Chineses no rastro da Lava Jato

Empresas do país asiático buscam oportunidades abertas pela investigação sobre corrupção na Petrobras, mirando projetos de infraestrutura. Mato Grosso do Sul fechou acordo para construção de esmagadora de milho. (Pág. 8)

‘Brasil não perderá o posto de 2º maior exportador de soja’

Para o diretor da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Helio Sirimarco, a fase crítica da seca já foi superada. (Pág. 9)

Mosaico Político

Gilberto Nascimento

ALÉM DO PERÍODO ELEITORAL

Para o procurador de Justiça de São Paulo Antonio Carlos da Ponte, a corrupção que contamina as eleições brasileiras é presente no dia a dia da sociedade e se repete fora do período oficial da disputa. Por isso, é necessário que a população discuta a influência do poder econômico na democracia não apenas na época das campanhas. (Pág. 2)

O mercado como ele é…

Luiz Sergio Guimarães

ANO ACABA DEPOIS DO CARNAVAL

O feriado bancário de segunda-feira transferiu para hoje, ao meio-dia, a divulgação do boletim Focus do Banco Central. Não há expectativa de que traga boas notícias. As projeções devem se deteriorar mais um pouco, consolidando dois alertas trágicos para o governo. (Pág. 20)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Impunidade é regra em briga de torcidas em SP

Em 10 anos, 11 pessoas morreram após confrontos, e ninguém foi condenado

Nos últimos dez anos, pelo menos 11 pessoas morreram em decorrência de brigas e confusões envolvendo torcidas organizadas de clubes paulistas de futebol. Não houve no período, entretanto, nem sequer uma condenação judicial por violência. Para especialistas, falta vigor. Ao deter o torcedor em uma briga, a praxe entre os policiais é fazê-lo assinar um documento e liberá-lo. Sem ser responsabilizado, ele “se sente livre para fazer o que quiser”, diz o pesquisador da Unicamp Felipe Lopes. (Esporte B9)

Inflação deve conter criação de vagas na área de serviços

O setor de serviços, que desempenhou o papel de motor da economia e puxou a geração de emprego no país nos últimos anos, registrou recuo de 11% na criação de vagas em 2014. A expectativa de analistas é que a situação se agrave neste ano. A inflação alta, que reduz o poder de compra e gera redução do consumo, é apontada como uma das vilãs nesse processo. (Mercado A10)

Para ministro, crítica a agenda com advogados é típica de ditadura

Após críticas de Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse que “só na ditadura” não se admite que um ministro receba advogados. Ele classificou como autoritários os que criticaram seus encontros com representantes de empreiteiras que viraram alvo da Operação Lava Jato. (Poder A6)

Matias Spektor

FHC e Lula tinham um roteiro para a política externa, Dilma não tem (Mundo A9)

Editoriais

Leia “CPI da ignorância”, sobre tentativa de censurar pesquisas eleitorais, e “Trote vicioso”, acerca de recepção violenta a calouros nas universidades. (Opinião A2)

EBC

Portal Cambé, site de informações e serviços de Cambé – PR.

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