Para ir além da mediocridade
Há um caminho a seguir na economia como na política com mudanças que resgatem o valor do voto e confiram ao Congresso autêntica capacidade de representação do eleitor…

Economista estudo custo de proibir drogas

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O Globo

Manchete: Aécio e Alckmin pressionam PSDB a ficar no governo
Reunião de hoje tem forte movimento pela manutenção da aliança com Temer
Enquanto o senador afastado luta por sua sobrevivência política e depende de votos do PMDB para não ser cassado no Conselho de Ética, governador de São Paulo tenta fortalecer sua candidatura em 2018
Em conversas com o Palácio do Planalto lideradas pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e pelo senador afastado Aécio Neves, o PSDB, pressionado pelos dois tucanos, mudou a tendência da última semana e pode permanecer no governo. Apesar da insistência de parlamentares mais jovens do PSDB e de parte significativa da bancada pelo desembarque completo da base do presidente Michel Temer, o partido caminha para concluir a reunião da Executiva, hoje, sem uma votação que exponha o racha na legenda. Segundo dirigentes do PSDB, os quatro ministros que ocupam as pastas de Relações Exteriores, Secretaria de Governo, Cidades e Direitos Humanos devem continuar, mas os parlamentares poderão, se confirmado o movimento, posicionar-se como quiserem sobre o governo no Congresso. Já existem, porém, articulações para substituir deputados que pensem em votar pelo acatamento da provável denúncia contra o presidente que a Procuradoria-Geral da República prepara. (Pág. 3)

RICARDO NOBLAT
É como se Temer fosse um alpinista com dificuldade de respirar: arrisca-se a morrer congelado ou por asfixia. (Pág. 2)

Planalto quer votação rápida de denúncia
Aliados planejam liquidar em dez dias a provável acusação do procurador Janot a Temer. Ministro da Justiça liga para Fachin e nega espionagem. (Pág. 4)

Secretário de Pezão aparece em planilha
PF encontra referências a Affonso Monnerat em contabilidade de operador. (Pág. 5)

Rio tem 3.161 agentes cedidos
Apesar da escalada da violência no Rio, mais de três mil policiais, bombeiros e agentes penitenciários estão cedidos a outros órgãos públicos. Só da PM, são 2.044 policiais longe dos quartéis. O número é 31% do efetivo que patrulha as ruas do estado a cada turno. (Pág. 7)

Economista estudo custo de proibir drogas (Pág. 19)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo apela a Doria e a Alckmin para manter PSDB
Temer pede tempo para mostrar que ainda pode aprovar as reformas; auxiliares avaliam que pretensões eleitorais da dupla tucana terão peso
O presidente Michel Temer apelou ao governador do Estado, Geraldo Alckmin, e ao prefeito de São Paulo, João Doria, para que evitem uma derrota do Palácio do Planalto na reunião da Executiva do PSDB marcada para hoje, em Brasília. O encontro pode definir a saída dos tucanos da base aliada. Para auxiliares de Temer, as pretensões eleitorais de Alckmin e de Doria favorecem um entendimento com o Planalto neste momento. A ambos interessaria manter Temer no cargo, porém com baixa popularidade, até 2018, quando um dos dois poderá ser o candidato a presidente. Até ontem à noite, Doria e Alckmin trabalhavam pelas pretensões de Temer dentro do PSDB. A dupla aceita dar mais um crédito ao presidente, mas com prazo de validade definido e sujeito a mudança de rumos, na dependência de eventuais “fatos novos” e das decisões da Justiça. (POLÍTICA / PÁG. A4)

‘Estamos otimistas’, diz empresário
O presidente Michel Temer está no papel correto, que é reorganizar a economia. A opinião é do empresário Carlos Jereissati Filho, presidente do Grupo Iguatemi, informam Mônica Scaramuzzo e Ricardo Grinbaum. “Há cenário momentâneo de incerteza, mas estamos otimistas”, declara. (ECONOMIA / PÁG. B5)

Gilmar reage à ‘tentativa de intimidação’
O ministro Gilmar Mendes criticou ontem a possibilidade de a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) ter investigado o também ministro do STF Edson Fachin. “A tentativa de intimidação de qualquer membro do Judiciário é lamentável e deve ser veementemente combatida”, disse Gilmar. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Coluna do Estadão
Contra crise, redução de IR
Para mostrar que não está paralisado pela crise, governo deverá adotar medidas com impacto na vida cotidiana, entre elas a revisão da tabela do IR, podendo reduzir a maior alíquota para pessoa física de 27,5% para 18%. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Venezuela: migração inclui classe média (Internacional / Pág. A9)

Cida Damasco
Encerrada a luta no TSE, Temer passa a depender dos votos do Congresso. (ECONOMIA / PÁG. B9)

Notas & Informações
Para ir além da mediocridade
Há um caminho a seguir na economia como na política com mudanças que resgatem o valor do voto e confiram ao Congresso autêntica capacidade de representação do eleitor. (PÁG. A3)

O custo do malfeito
Angra 3 é um caso paradigmático do quanto sai caro usar mal o dinheiro público. (PÁG. A3)

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