Por foro, parlamentares mudam planos para eleição
Senadores que tentariam governos estaduais já pensam em reeleição e deputados desistem do Senado
O avanço da Lava Jato vem obrigando parlamentares a repensar os planos para as eleições de 2018 e buscar “caminhos” para manter o foro privilegiado e continuar sob a alçada do Supremo Tribunal Federal, onde o ritmo é mais lento em comparação com a primeira instância. No Congresso, senadores que queriam disputar governos estaduais já pensam em tentar a reeleição. Há também senadores que cogitam disputar uma vaga para a Câmara. E deputados que pretendiam disputar o Senado refazem agora os planos para se manter no mandato após 2018…

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O Globo

Manchete: Apenas 10% dos brasileiros vão gastar dinheiro do FGTS, diz pesquisa
Os varejistas brasileiros não devem ver a cor do dinheiro das contas inativas do FGTS tão cedo. Uma pesquisa que será divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) estima que apenas 9,6% dos que vão sacar os recursos pretendem usá-los para comprar ou gastar com lazer. Por outro lado, chega a 65% os que vão usar o dinheiro para pagar dívidas ou poupar. Levando em conta os R$ 43,1 bilhões que serão sacados até julho, R$ 30,8 bilhões (71%) devem ser destinados a quitação de débitos ou poupança. Só R$ 3,7 bilhões, 8% do montante, serão usados para compras e lazer. Isso significa que o impacto esperado pelo governo com a liberação dos recursos será mais gradual. Primeiro, os trabalhadores devem se livrar das dívidas e refazer suas reservas. Depois, devem voltar a consumir, afirmam economistas…

Lava-Jato enfrentará fila de processos nos estados
Os 211 pedidos de Janot que serão remetidos aos estados se somarão a outros 23,7 mil

Ricardo Noblat: Só um expurgo político salvará o país
Governo refém do Congresso depende dele para aprovar reformas. Congresso refém de delatores não merece a confiança de ninguém

Crise eleva número de lixões de 17 para 29 no estado
Política Nacional de Resíduos Sólidos previa erradicação dos aterros irregulares até 2014

Professores da Uerj podem iniciar paralisação
Governador quer cortar 30% do salário de quem não está dando aulas

Policiais civis decidem hoje sobre rumo da greve
Paralisação, que dura desde janeiro, causa transtornos a vítimas de crimes que procuram delegacias no estado

Juiz solta os 3 últimos presos temporários da Carne Fraca
Os outros oito presos temporários, que também estavam na carceragem da PF em Curitiba, foram libertados na quarta

Suíça amplia veto à carne de 4 para 21 frigoríficos
Bloqueio passou de quatro para 21 frigoríficos

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O Estado de S.Paulo

Manchete:Previdências de 22 Estados e do DF operam no vermelho, aponta pesquisa
Em 6 anos, rombo foi de R$ 49 bi para R$ 77 bi; 3 Estados gastam mais de 20% da receitas com aposentados.
A decisão do presidente Michel Temer de excluir servidores estaduais da reforma da Previdência que está em discussão no Congresso vai exigir dos Estados um esforço político para alterar suas regras de aposentadoria nas Assembleias Legislativas. Se isso for não for feito, o rombo continuará crescendo e reduzirá drasticamente a capacidade financeira de quase todos os Estados do País. É o que mostra estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA): 22 dos 26 estados brasileiros operam com déficit na Previdência, além do Distrito Federal. (Economia/ Pág. B1)
Temer estuda estipular prazo – O presidente Michel Temer admitiu a possibilidade de incluir na reforma da Previdência uma emenda que dá seis meses para Estados e Municípios acertarem as contas. (Pág. B4)

País desativa 10,1 mil leitos pediátricos do SUS em 6 anos
Rede pública fechou 10,1 mil leitos pediátricos entre 2010 e 2016, de acordo com levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, obtido com exclusividade pelo Estado. O déficit, só de UTI neonatal, que recebe recém-nascidos em estado grave, é de 3,2 mil leitos – há apenas 2,9 leitos para cada mil bebês nascidos vivos, quando o recomendado são 4. O Ministério da Saúde diz que aumentou em 15% o investimento na área no período e atribui a redução a “mudança de perfil epidemiológico e tendência mundial de desospitalização”. (Metrópole/ Pág. A10)

Por foro, parlamentares mudam planos para eleição
Senadores que tentariam governos estaduais já pensam em reeleição e deputados desistem do Senado
O avanço da Lava Jato vem obrigando parlamentares a repensar os planos para as eleições de 2018 e buscar “caminhos” para manter o foro privilegiado e continuar sob a alçada do Supremo Tribunal Federal, onde o ritmo é mais lento em comparação com a primeira instância. No Congresso, senadores que queriam disputar governos estaduais já pensam em tentar a reeleição. Há também senadores que cogitam disputar uma vaga para a Câmara. E deputados que pretendiam disputar o Senado refazem agora os planos para se manter no mandato após 2018. (Política/ Pág. A4)

A leniência e a impunidade
Delação premiada e acordo de leniência só são úteis se contribuírem para o cumprimento da lei
Tanto a delação premiada como o acordo de leniência só são úteis na medida em que, auxiliando as investigações, contribuam para o cumprimento da lei. (Pág. A3)

Modernização e emprego
Estímulo à contratação é efeito óbvio das novas regras para terceirização. (Pág. A3)

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Folha de S.Paulo

Manchete: Atos a favor da Lava Jato levam menos gente às ruas
Para organizadores, difusão de pautas reduziu adesão; Planalto não comenta.
Enquanto políticos debatem maneiras de minimizar os efeitos da Lava Jato, as manifestações em defesa da operação tiveram pouca adesão neste domingo (26).
Os atos, que ocorreram em ao menos 21 capitais, foram convocados pelos grupos que encabeçaram, em 2016, as manifestações pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff.
Em São Paulo, 15 mil pessoas compareceram à av. Paulista, segundo os organizadores – a PM não divulgou números. Em 2016, 500 mil se reuniram no mesmo local, segundo o Datafolha.
A PM afirmou que em Brasília havia 500 manifestantes. No rio, organizadores não divulgaram números.
Segundo os grupos que coordenaram os atos, a adesão menor se deve à difusão de pautas dos protestos.
Além da defesa da Lava Jato, houve críticas à contribuição sindical compulsória, à proposta de reforma política e pedidos de intervenção militar. Estavam no protesto em São Paulo, entre outros, o Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e a atriz Regina Duarte.
O Palácio do Planalto não comentou os atos. (Poder A4)

Teste aponta que gestão Doria só atende 7 em 30 queixas
Em teste feito pela Folha, foram apresentadas queixas à Prefeitura de São Paulo sobre falhas de zeladoria na cidade, como lixo nas ruas. Dos 30 pedidos, feitos por meio do serviço 156, somente 7 foram atendidos no prazo. O combate a problemas de zeladoria foi marca do início de mandato do prefeito João Doria (PSDB). Questionada, a administração culpa pendências acumuladas pela gestão anterior. (Cotidiano B1)

Governo antecipa anúncio de leilão de óleo e gás
O ministro Fernando Coelho filho (Minas e Energia) afirmou que o governo quer anunciar no segundo semestre os leilões de óleo e gás de 2018 e 2019, para dar previsibilidade a empresas do setor.
Segundo o ministro, o preço da energia deverá subir neste ano devido ao custo da geração. (Mercado Aberto A16)

Ideal seria o PT apresentar uma nova liderança
Ex-ministro de Lula, Ciro Gomes (PDT-CE), diz que o ex-presidente petista pode “polarizar e perder” em 2018, ou ganhar e manter “essa confrontação odienta que está rachando o país”. Para ele, o ideal para o PT seria apresentar uma “nova liderança”.
Afirma que não será “vice de ninguém” e chama o prefeito de São Paulo, João Doria, de “farsante”. (Pág. A14)

Fracasso de manifestação é clichê anunciado
Por que me opus à manifestação? A pauta era ampla e confusa; o sucesso e o insucesso interessariam às esquerdas; mais uma vez assistiríamos à depredação da lógica. A Lava Jato nunca esteve e não está sob ataque.
Ouvi neste domingo um “não” a “mais dinheiro para os políticos”. É de uma alarmante irracionalidade. Nunca acreditei na demonização da política. (Poder A6)

“Chances trabalhistas”
Acerca de projetos no Congresso sobre terceirização,
“O preço da água”
Os custos do sistema de saneamento básico. (Opinião A2)

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