Paulinho perde direitos políticos
O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) teve os direitos políticos suspensos por determinação do Tribunal Regional da 3ª Região. Ele foi condenado por improbidade na utilização dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O parlamentar vai recorrer…
Prefeitura de SP quer cobrar taxa por jazigo familiar
A Prefeitura de São Paulo quer cobrar taxa anual de manutenção de quem possui jazigo familiares nos 22 cemitérios públicos da cidade. A taxa, similar á que existe nos particulares, está prevista no plano de desestatização de  João Dória (PSDB). …
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O Globo

Manchete: PSDB fica com Temer após ameaças do PMDB
Aliados do presidente falavam em votar a favor da cassação de Aécio
Decisão pode mudar se houver fatos novos, admitem tucanos; segundo Serra, apesar da manutenção da aliança, deputados do partido não serão obrigados a rejeitar a abertura de processo no STF contra presidente
Pressionado pelo PMDB, que ameaçou até votar a favor da cassação do mandato do senador Aécio Neves, o PSDB decidiu ficar no governo Temer, contrariando parte de seus deputados e senadores. Se houver fatos novos, os tucanos admitem mudar de ideia. Oficialmente, o motivo foi garantir a aprovação das reformas. Desde o fim da semana passada, porém, peemedebistas ameaçavam também impedir alianças para 2018. Segundo o senador José Serra, deputados do partido não serão obrigados a votar pela rejeição da denúncia da PGR contra Temer. (Pág. 3)

EDITORIAL
‘Temer usar Estado em sua defesa é atacar a democracia’ (Pág. 14)

MERVAL PEREIRA
PSDB comete um erro brutal de estratégia. (Pág. 4)

JOSÉ CASADO
Temer se armou para batalha política e judicial. (Pág. 15)

LYDIA MEDEIROS
Crise do governo passa a ser problema do PSDB. (Pág. 2)

Governo agora planeja corrigir o IR e o Bolsa Família (Pág. 18)

Donos da JBS venderam ações e evitaram perda de R$ 116,8 milhões
Em abril e maio, quando os irmãos Batista já negociavam sua delação premiada, os controladores da JBS venderam R$ 483,8 milhões em ações da empresa. Como os papéis caíram mais de 20% após a delação ser divulgada, esses papéis valeriam R$ 116,8 milhões menos hoje. Para especialistas, essas operações caracterizam o uso de informação privilegiada. (Pág. 17)

Temer defende independência dos poderes
Em vídeo nas redes sociais, o presidente Temer defendeu o respeito às leis e se disse vítima de acusações “artificiais e montadas”. Após a denúncia de que a Abin teria sido acionada para espionar o relator da Lava-Jato no STF, Edson Fachin, o que o Planalto nega, Temer disse que instituições públicas que praticam ilícitos aproximam o país da ditadura. Fachin deu prazo de cinco dias para a PF concluir o inquérito sobre Temer. (Pág. 6)

Funaro contrata especialista em delação (Pág. 8)

‘Lista paralela’ para lugar de Janot provoca reação (Pág. 5)

Paulinho perde direitos políticos
O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) foi condenado por improbidade na utilização de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Ele pode recorrer. (Pág. 8)

Dólar vai a R$ 3,31 com incertezas
A avaliação do mercado financeiro de que o presidente Temer saiu enfraquecido do julgamento do TSE, apesar da decisão favorável do tribunal à sua permanência no cargo, fez o dólar subir 0,63%, chegando a R$ 3,312. A Bolsa caiu 0,82%. Para analistas, Temer terá dificuldades para levar adiante a agenda de reformas. (Pág. 19)

O ódio petista a bordo
Míriam Leitão
“Foram duas horas de gritos, ameaças e xingamentos por parte de delegados do PT em um voo de Brasília ao Rio. Lula tem estimulado o ódio, citando meu nome com frequência em comícios.” (Pág. 18)

Febre amarela
Casos em Niterói e São Gonçalo (Pág. 10)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Temer define medidas para aliviar dívidas dos Estados
Presidente deve anunciar refinanciamento com o BNDES e a retomada de projeto de venda de créditos
O presidente Michel Temer deve anunciar hoje, em jantar com governadores, a regulamentação do refinanciamento de R$ 50,5 bilhões em dívidas dos Estados com o BNDES e a retomada do projeto de securitização, que permite ao setor público vender créditos de dívidas parceladas por contribuintes. As condições do refinanciamento incluem alongamento de 20 anos no prazo para o pagamento e carência de quatro anos. O Tesouro Nacional estima alívio de R$ 6 bilhões para os Estados em três anos. Em outra frente, com a retomada do projeto de securitização, os Estados têm, pelos cálculos da Procuradoria- Geral da Fazenda Nacional, potencial de venda de R$ 60,5 bilhões de dívidas parceladas. A “agenda positiva” é anunciada no momento em que o presidente busca apoio no Congresso para barrar denúncia do procurador-geral, Rodrigo Janot, que deve sair nos próximos dias. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Bolsa fecha em baixa
Em meio a incertezas no cenário político, a Bolsa fechou em baixa de 0,82%, aos 61.700 pontos. O dólar teve alta de 0,78%, atingindo R$ 3,3180, maior cotação desde 18 de maio, quando foi divulgada conversa entre Temer e Joesley Batista. (PÁG. B5)

Com apoio de Alckmin e de Doria, PSDB fica no governo
Principal fiador do governo de Michel Temer no Congresso, o PSDB decidiu ontem em reunião da Executiva Nacional e de líderes do partido que vai permanecer na base aliada. Os tucanos adotaram o discurso de que não podem desembarcar agora do governo, sob o argumento de que um eventual rompimento com Temer poderia prejudicar a aprovação das reformas da Previdência e trabalhista. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Paulinho perde direitos políticos
O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) teve os direitos políticos suspensos por determinação do Tribunal Regional da 3ª Região. Ele foi condenado por improbidade na utilização dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O parlamentar vai recorrer. (PÁG. A8)

Fachin amplia prazo de inquérito contra Temer (Política / Pág.. A6)

Eliane Cantanhêde
Grampo na PGR? Era só o que nos faltava. Em vez de saudáveis divergências, há espionagem e demonização generalizada. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Notas & Informações
A inflação no rumo certo
Inflação em queda deixa mais dinheiro no bolso dos consumidores e abre espaço para novos cortes de juros e mais estímulos à produção e à criação de empregos. (PÁG. A3)

Fabricação de crises
Cármen Lúcia, que deveria atuar como bombeiro, despejou gasolina no fogo no caso Abin. (PÁG. A3)

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Folha de S.Paulo

Manchete: PSDB decide ficar no governo e dá fôlego a temer
Presidente, que deve ser denunciado até a próxima semana, calcula vitória contra Janot entre deputados.
Maior aliado do Palácio do Planalto, o PSDB decidiu permanecer no governo do peemedebista Michel Temer. Nos bastidores, no entanto, tucanos reconhecem que novos fatos negativos contra Temer surgirão e que será necessário rever a posição. A possível denúncia do procurador-geral, Rodrigo Janot, contra Temer, na próxima semana, é vista entre os tucanos como novo marco. A abertura de processo contra o presidente por crime comum precisa do aval ao menos 342 dos 513 deputados para ser julgado pelo Supremo. Temer, que calcula vitória, quer que a votação ocorra até julho. (Poder AA)

Prefeitura de SP quer cobrar taxa por jazigo familiar
A Prefeitura de São Paulo quer cobrar taxa anual de manutenção de quem possui jazigo familiares nos 22 cemitérios públicos da cidade. A taxa, similar á que existe nos particulares, está prevista no plano de desestatização de  João Dória (PSDB). (Cotidiano B1)

Atos contra Putin levam milhares ás ruas na Rússia
A policia da Rússia deteve centenas de pessoas que foram ás ruas, em ao menos 180 cidades, para protestar contra a  corrupção no país. Na capital, Moscou, a multidão gritava “ Rússia sem Putin”, em referência ao presidente. Um dos presos foi o blogueiro e líder opositor Alexei Navalni. (Mundo A11)

Sistema eleitoral da França limita o avanço de Le Pen
Mesmo com 2,9 milhões de votos no primeiro turno das eleições, a Frente Nacional (direita ultranacionalista), de Marine Le Pen, deve levar no máximo cinco cadeiras na Assembleia. A França elege os deputados por distrito eleitoral, e não proporcionalmente ao total. (Mundo. A12)

Itaú sobe tom e ameaça deixar negociação sobre dívida da JBS. (Mercado A18)

Ministro do Supremo cobra afastamento de Aécio do Senado (Poder A8)

Cármen afirma que não vai tolerar ato irregular e cita PGR
Cármen Lúcia, presidente do STF, avisou que não tomará providência sobre suposto pedido de Michel Temer para investigar Edson Fachin, relator da Lava Jato. Disse ainda que não tolerará ato irregular de órgão estatal, incluindo a Procuradoria. (Poder A6).

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