Na Venezuela, 93% não têm dinheiro para comprar comida
Enquanto opositores de Nicolás Maduro brigam nas ruas com a polícia, nos bairros pobres de Caracas venezuelanos têm um problema mais urgente: a fome, informa Cristiano Dias, enviado especial. Meio quilo de macarrão custa cerca de 10% do salário mínimo, e 93% da população não ganha o suficiente para comprar comida. Nos hospitais, médicos improvisam para tratar doentes…
Dúvidas na estratégia de Trump para Síria
Após os EUA atacarem a Síria, surgem dúvidas se o governo do presidente Donald Trump tem uma estratégia definida para o conflito no país. Ontem, a cidade que sofreu o ataque químico na semana passada voltou a ser bombardeada, assim como áreas dominadas pelo Estado Islâmico….


O Globo

Manchete : Brasileiros pagaram uma Jirau com sobretaxa de luz
Em dois anos de vigência, bandeiras tarifárias somaram R$ 18 bilhões
Valor equivale a investimentos feitos em uma das maiores hidrelétricas do país

Desde que foram criadas, há dois anos, as bandeiras tarifárias, que aumentam a conta de luz quando há mais termelétricas em uso, já custaram R$ 18 bilhões aos brasileiros. O valor é quase igual aos R$ 19 bilhões investidos para construir a hidrelétrica de Jirau, uma das maiores do país. Com chuvas abaixo da média este ano, o governo estuda lançar campanha para o uso racional de energia ou importar do Uruguai, revelam BRUNO ROSA e RAMONA ORDOÑEZ. Segundo analistas, além da falta de chuvas, a redução nos projetos de novas usinas e a não conclusão de obras de transmissão levaram ao uso maior de energia termelétrica. (Págs. 31 e 32)

Estados rejeitam novos presídios
Sem apoio dos estados, o governo enfrenta dificuldades para levar à frente seu plano de construir 5 presídios federais. Quatro estados rejeitaram as unidades, e a União já procura terrenos próprios. (Pág. 3)

Cem dias de Crivella – Gestão ainda está por decolar (Págs. 14 e 15)

Tiros na educação
Com violência na Maré, Ciep perdeu 22 dias de aulas
Professores fazem curso de segurança em áreas de guerra

Com traficantes fortemente armados circulando pelas vielas do complexo, cerca de 15 mil estudantes vivem uma rotina de medo na Maré. São 44 escolas no meio do fogo cruzado da guerra incessante entre a polícia e bandidos. Das 12 escolas do Rio que mais interromperam aulas no ano passado por causa da violência, dez ficam na favela. São comuns as histórias de professores que desistem e pedem transferência para outras unidades e de crianças que aprendem mais sobre o terror, assistindo aos confrontos, do que nos livros, revela CAIO BARRETTO BRISO. Em 2016, foram 17 mortos em 33 operações policiais na favela. Até março, os confrontos já fizeram 14 vítimas, e o ano mal começou. (Págs. 12 e 13)

Escritório de Capriles atacado
O centro de campanha do opositor Henrique Capriles foi atacado com bombas durante confrontos na Venezuela, assim como o prédio do Tribunal de Justiça. A escassez de alimentos leva pessoas a recorrerem ao escambo, relata JANAÍNA FIGUEIREDO. (Págs. 37 e 38)

Dúvidas na estratégia de Trump para Síria
Após os EUA atacarem a Síria, surgem dúvidas se o governo do presidente Donald Trump tem uma estratégia definida para o conflito no país. Ontem, a cidade que sofreu o ataque químico na semana passada voltou a ser bombardeada, assim como áreas dominadas pelo Estado Islâmico. (Pág. 39)

Colunistas
LAURO JARDIM
Ibope: reforma da Previdência já é mais aceita (Pág.2)

MÍRIAM LEITÃO
Livro de FH tem ecos do futuro que não houve (Pág.32)

MERVAL PEREIRA
A história recente da política brasileira na ABL (Pág. 4)

ELIO GASPARI
Pesquisa faz PT entender o povo de que tanto fala (Pág. 6)

CACÁ DIEGUES
Dinheiro roubado poderia combater a desigualdade (Pág. 21)

FERNANDO GABEIRA
Prisão domiciliar de Adriana Ancelmo é armadilha (Segundo Caderno)

————————————————————————————

O Estado de S. Paulo

Manchete : Crise e Lava Jato elevam risco de calote no BNDES
Quase 60% da carteira do banco tem notas de B a H, que indicam algum atraso de pagamento; há dois anos, eram 30% A crise e a Lava Jato deterioraram a carteira de crédito do BNDES, maior fonte de empréstimos de longo prazo do País. Em 2014, 71% dos financiamentos do banco estavam na categoria AA ou A, notas que indicam pagamento praticamente certo. No ano passado, a situação mudou: quase 60% dos empréstimos passaram a ter risco entre B e H, informa Fernando Nakagawa. Isso exige que o banco reserve, em seu caixa, de 1% a 100% do total liberado para cobrir eventuais calotes de clientes. Assim, a quantidade de operações do BNDES com classificação pior dobrou em dois anos. Nos grandes bancos comerciais, o quadro é diferente, apesar da crise. O Safra tem a composição mais segura, com 89,5% das operações AA e A. Itaú e Santander têm mais de 70% das transações com as melhores notas, enquanto Caixa, Bradesco e Banco do Brasil operam na casa de 60% do crédito em AA e A. (Economia B4)

Problemas em série
Tropeços do mundo corporativo afetaram o BNDES. Um deles ocorreu no ano passado, quando a Oi entrou em recuperação judicial e interrompeu pagamento a credores – R$ 3,2 bilhões iriam para o banco. (B4)
Renan briga enquanto filho mantém apoio a governo Temer
Governador de Alagoas, Renan Filho tenta fugir da briga do pai, o senador Renan Calheiros, com o presidente Michel Temer e foca em tentar garantir verbas federais. “O Estado não pode prescindir de investimentos do governo federal. Por que eu deveria abrir mão de duplicar estradas, receber o Minha Casa, Minha Vida? Só pelo fato de o senador expressar pontos de vista?”, pergunta Renan Filho. (Política A4)

Na Venezuela, 93% não têm dinheiro para comprar comida
Enquanto opositores de Nicolás Maduro brigam nas ruas com a polícia, nos bairros pobres de Caracas venezuelanos têm um problema mais urgente: a fome, informa Cristiano Dias, enviado especial. Meio quilo de macarrão custa cerca de 10% do salário mínimo, e 93% da população não ganha o suficiente para comprar comida. Nos hospitais, médicos improvisam para tratar doentes. (Internacional A16 e A17)

Doria prepara Covas para a Prefeitura
Ao completar 100 dias de gestão, o prefeito João Doria (PSDB) mantém agenda acelerada. Acorda às 6h, vai à rua posar em obras, já soma 2,3 milhões de seguidores no Facebook e prepara o vice, Bruno Covas, para a Prefeitura. (Metrópole A18 e A19)

Endividado, PT de SP faz ajuste e encolhe (Política A8)

Modesto Carvalhosa, Flávio Bierrenbach e José Carlos Dias
Manifesto à Nação
Só poderemos fazer reformas estruturais com uma Constituinte composta por membros da sociedade civil que não ocupem cargos políticos. (Espaço Aberto A2)

Vera Magalhães
Autoritarismo midiático
Advertido por cuspir na cara de Jair Bolsonaro (PSC-RJ), Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse que faria de novo. Afinal, segundo sua lógica, Bolsonaro é um “fascista”. (Política A8)

Celso Ming
O mergulho da inflação
Em tendência de baixa, inflação não só aponta para a redução dos juros, como para o aumento da confiança na economia. (Economia B2)

Notas&Informações
Negociar não é recuar – Ao negociar a reforma da Previdência com o Congresso, Temer deve delimitar, para o bem do País, os pontos sobre os quais não cabe discussão (A3)

Nos preços, sinais alentadores – Lenta e de maneira esparsa, economia dá sinais de recuperação (A3)

————————————————————————————

Folha de S. Paulo

Manchete : Maioria em SP prefere que Doria não dispute outro cargo
Para 55% dos paulistanos, tucano deve terminar mandato; aprovação após três meses é recorde
A maioria dos paulistanos prefere que o prefeito João Doria (PSDB) continue à frente da cidade e não dispute outros cargos, mostra pesquisa Datafolha. Para 55%, o tucano deve concluir seu mandato. Apenas 13% defendem uma candidatura ao governo do Estado no próximo ano, e 14%, à Presidência da República. Essas hipóteses têm sido levantadas no meio político em razão da popularidade de Doria, que completa cem dias de prefeitura nesta segunda (10) com aprovação recorde na comparação com seus antecessores.
Segundo o levantamento, 43% dos paulistanos o consideram ótimo ou bom, 33%, regular, e 20%, ruim. A satisfação, porém, já foi maior. Em pesquisa de fevereiro, apenas 13% dos entrevistados o reprovavam. De zero a dez, o paulistano dá nota 6 ao tucano, contra 6,2 no levantamento anterior. O índice de ótimo e bom de Doria ê bem superior ao de 31% obtido por seu antecessor, Fernando Haddad (PT), em período equivalente. Mas o atual prefeito também ê mais rejeitado que o petista, que foi considerado ruim ou péssimo por 14% após três meses de mandato.

Para 67%, os feitos da administração municipal em seus bairros ficaram abaixo do esperado. (Cotidiano B1)

Doria terá que suar para esticar lua de mel com eleitores, escreve Rogério Gentile. (Cotidiano B3)

Justiça dá a Alckmin direito de reajustar tarifas e cria dilema
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) conseguiu no STJ o direito de reajustar as tarifas do transporte público em São Paulo. Mas a decisão cria dilema político. Apesar do aperto nas contas do Metrô e da CPTM, o governador não quer o peso do aumento que afetará um terço dos usuários da rede de transporte sobre trilhos da rede metropolitana. (Cotidiano B4)

Economista Marcelo Medeiros critica reforma da Previdência (Pág. 6)

Editoriais
“Tributar com justiça”, em defesa de medidas para que a receita pública dependa menos de impostos sobre o consumo e mais da taxação da renda. (Opinião A2)

————————————————————————————

Responda

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.