Vida militar vira opção anticrise
Kauê dos Santos vê na carreira militar um caminho na crise. Como ele, muitos jovens deixaram de enxergar o alistamento como obrigação…

Após decreto anti-imigração, EUA começam a barrar visitante
Pelo menos 12 estrangeiros foram detidos no aeroporto JFK, em Nova York, na sexta, dia em que Donald Trump assinou decreto que barra a entrada nos EUA de refugiados e de cidadãos de sete países de maioria muçulmana. Até residentes e trabalhadores com “green card” estão sendo barrados…

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O Globo

Manchete : Apenas 4% das fronteiras do Brasil são monitoradas
Sistema que deveria bloquear armas e drogas já custou R$ 1 bilhão
Plano do Exército prevê reforço de vigilância com equipamentos, como sensores e radares
Apontado como única alternativa efetiva para inibir a ação do tráfico internacional, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), iniciado em 2012, limita-se a um plano piloto em Mato Grosso do Sul, com despesas decrescentes, informa RENATA MARIZ.
O governo sustenta que o Sisfron não avança por falta de dinheiro, enquanto cresce o clamor por mais homens nos limites do Brasil para conter o avanço das organizações criminosas que atuam dentro e fora das prisões. O Ministério da Defesa anunciou que irá reavaliar o plano para definir um cronograma de conclusão do sistema. (Págs. 3 e 4)

Merval Pereira
Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. (Pág. 4)
Miriam Leitão
O risco para o mundo de uma guerra comercial. (Pág. 34)
Dorrit Harazim
Trump testa como fazer amigos e inimigos. (Pág. 10)
Ancelmo Gois
Mais uma ação contra Cunha vai para Moro. (Pág. 28)
Elio Gaspari
Prepotência embaça a visão dos corruptos. (Pág. 7)
Lauro Jardim
A Lava-Jato para Cabral ainda não acabou. (Pág. 2)

Reação unida contra Trump
A ordem do presidente Trump de barrar cidadãos de sete países islâmicos e refugiados causou protestos em Nova York, uma ação na Justiça dos EUA e condenações da ONU e de nações europeias. (Págs.39 e 40)

Venezuela deve US$ 6 bi no Brasil
A crise na Venezuela deixou para os exportadores brasileiros um calote de quase US$ 6 bilhões. Empresas agora exigem pagamento à vista ou garantia estrangeira. (Pág. 33)


O Estado de S. Paulo

Manchete : Safra recorde injetará mais de R$ 200 bi na economia
Produção de grãos no Centro-Sul do País deve superar 210 milhões de toneladas e reduzir preço de alimentos
Puxada por soja e milho, a safra de grãos deste ano deve bater recorde e render mais de R$ 200 bilhões aos produtores, informa Márcia De Chiara. Ajudada pelo clima, ela já começa a ser colhida no Centro-Sul.
A Confederação Nacional da Agricultura espera produção de 215 milhões de toneladas e projeta renda de R$ 237,7 bilhões, quase 14% mais que em 2016, descontada a inflação. Já o economista Fabio Silveira trabalha com projeção de 211,4 milhões de toneladas e receita de R$ 226,1 bilhões. O bom resultado deve impulsionar a economia e ser injeção de ânimo a comerciantes e prestadores de serviço de cidades do interior, por causa do aumento do dinheiro em circulação.
Segundo o IBGE, a agropecuária representou mais da metade da atividade econômica de 1.135 municípios do País em 2014. A safra recorde também deve reduzir preços de alimentos, que foram vilões do custo de vida no ano passado. (Economia / Pág. B1)

Realidade pé no chão
Cenário recessivo deixou o produtor mais realista e voltado para investir no próprio negócio. “Antes o agricultor trocava de carro a cada safra, agora não tem euforia”, diz Arthur Antônio Batistella, há 40 anos no ramo. (Pág. B1)

Contratos com a União ampliaram fortuna de Eunício Oliveira

Segundo senador mais rico no exercício do cargo, com patrimônio de R$ 99 milhões em 2014, Eunício Oliveira (PMDB-CE) ampliou sua fortuna em negócios com o governo federal enquanto exercia funções públicas. As duas principais empresas do favorito na eleição para a presidência do Senado têm contratos de R$ 703 milhões com bancos estatais. O valor corresponde aos pagamentos previstos para o período de 2011 a 2019. (Política / Pág. A4)

Matrizes enviam US$ 12 bilhões de socorro às montadoras
Montadoras brasileiras receberam no ano passado US$ 6,5 bilhões em injeção de capital de suas matrizes, o maior valor desde 2010. Somando o que entrou no País via empréstimo intercompanhia, a ajuda ao setor que teve em 2016 o menor volume de vendas em uma década foi de US$ 11,8 bilhões. Do lado oposto, a remessa de lucros totalizou US$ 86 milhões. Em anos de bonança, como 2008 e 2011, haviam superado US$ 5 bilhões. (Economia / Pág. B8)

Refugiados são detidos em aeroportos dos EUA. (Internacional / Pág. A14)

Reforma tributária será proposta em etapas. (Economia / Pág. B4)

Eliane Cantanhêde
Bandido ricaço da Operação Eficiência, Eike Batista foge e os mocinhos devem montes de explicações. (Política / Pág. A6)

Reconstrução do Brasil
A MODERNIZAÇÃO DOS SINDICATOS
Entre as várias reformas de que o País necessita, a sindical, uma das mais importantes, tem ficado à margem do debate. “Reforma trabalhista exige reforma sindical”, lembra o professor José Marcio Camargo. (Política / Pág. A12)

Vida militar vira opção anticrise
Kauê dos Santos vê na carreira militar um caminho na crise. Como ele, muitos jovens deixaram de enxergar o alistamento como obrigação. (Metrópole / Pág. A17)

NOTAS & INFORMAÇÕES
Atropelo da Constituição
A presidente do STF sustou efeitos de ato jurídico perfeito ao proibir o bloqueio de recursos do Rio. (Pág. A3)

Relutância irresponsável – Pág. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Inadimplência aumenta e lança alerta sobre Fies
A inadimplência no Fies cresceu em 2016 e reforçou as apreensões sobre a sustentabilidade do programa de financiamento estudantil. Dos 526,2mil contratos em fase de pagamento, 53% estavam atrasados em setembro, o mês da última atualização.
A inadimplência no Fies, bandeira de Dilma Rousseff (PT), era de 47% em 2014 e de 49% em 2015, segundo levantamentos da Controladoria-Geral da União e do Tribunal de Contas da União. A Folha obteve os dados via Lei de Acesso à Informação.
No Fies, os alunos fazem faculdade privada, e a União se responsabiliza pelas mensalidades. A quitação da dívida começa só um ano e meio depois da formatura. Auditoria do TCU, com dados de 2015, apontou R$ 625milhões em prestações atrasadas.
“Como o curso já foi feito e não há grandes penas para quem não paga, a pessoa não se vê obrigada”, diz Celso Napolitano, da FGV. O Ministério da Educação afirma que “medidas mitigadoras pretendem equacionar a sustentabilidade” do Fies. (Cotidiano B1)

Após decreto anti-imigração, EUA começam a barrar visitante
Pelo menos 12 estrangeiros foram detidos no aeroporto JFK, em Nova York, na sexta, dia em que Donald Trump assinou decreto que barra a entrada nos EUA de refugiados e de cidadãos de sete países de maioria muçulmana. Até residentes e trabalhadores com “green card” estão sendo barrados. (Mundo A13)

Cupido de “TRUMP
Há 19 anos, o italiano Paolo Zampolli apresentou uma modelo a Donald Trump. Hoje, Melania é primeira-dama dos EUA. Casado com uma brasileira, o empresário planeja construir universidade na Flórida, em sociedade com o brasileiro Mário Garnero. Seria, diz ele, “o primeiro passo” para aproximar Trump do Brasil. (Mundo A14)

Elio Gaspari
A prepotência de Eike Batista servia à corrupção. (Poder A12)

A presidente do STF, Cármen Lúcia, em seu gabinete, neste sábado; ministros avaliam que homologação da delação da Odebrecht sai até terça-feira (Poder A7)

Multa de teles irá para plano de R$ 30 bi para internet
O governo lançará um plano de expansão da internet cuja meta é fazer com que, em dois anos, 75% dos domicílios estejam conectados. Atualmente são 60%.
Estimativas apontam a necessidade de R$ 30 bilhões para o projeto. Desse total, R$ 10 bilhões virão de multas às teles e R$ 20 bilhões da mudança dos atuais contratos de concessão da telefonia fixa. (Mercado A23)

Se o Judiciário faz gestão, por que temos as eleições? :: Marcos Lisboa
Em decisão de prefeito e governador, SP reajustou as tarifas de integração entre ônibus, metrô e trem. Uma liminar cancelou o ato. Se o Judiciário delibera sobre a gestão pública, para que mesmo servem as eleições? (Opinião A2)

Editoriais
“Há pressões e pressões”, sobre a sucessão no Supremo, e “Grafite tem limite”, a respeito da regulamentação da prática em São Paulo. (Opinião A2)

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