O Globo

Manchete: Bolsonaro conquista votos em redutos do lulismo e do PT
Candidato do PSL ganhou 6 pontos entre eleitores mais pobres e no Nordeste, diz Ibope
Jair Bolsonaro (PSL) ampliou sua vantagem na corrida presidencial ao crescer nos redutos do lulismo e do PT, ganhando seis pontos no Nordeste e entre o eleitorado que recebe até um salário mínimo, segundo o Ibope. A subida de Bolsonaro também entre as mulheres sugere que ele está conseguindo mobilizar o sentimento antipetista para tentar conter o efeito das manifestações contra ele no fim de semana. Para Ciro Gomes (PDT), os atos de protesto foram “um grosseiro equívoco”. Ontem, o Datafolha também apontou crescimento de Bolsonaro, que aparece com 32%, ante 21% de Fernando Haddad (PT). A rejeição ao petista chegou a 41%; a do rival é de 45%. (PÁGINA 4)

Cenário eleitoral faz dólar cair 2,51% e Bolsa subir 3,78%
O dólar fechou a R$ 3,935 (queda de 2,51%) e o Ibovespa avançou 3,78%, refletindo o ânimo do mercado com a nova pesquisa Ibope, que apontou Jair Bolsonaro (PSL) abrindo dez pontos sobre Fernando Haddad (PT) na disputa presidencial. Papéis do “kit eleições”, ações de estatais e bancos, puxaram a alta. (PÁGINA 21)

Colunistas
MERVAL PEREIRA
‘Excesso de provas’ agora pode ser útil (PÁGINA 2)

ELIO GASPARI
Moro ofendeu a neutralidade da Justiça (PÁGINA 3)

MÍRIAM LEITÃO
PF tem que ir além na delação de Palocci (PÁGINA 20)

BERNARDO MELLO FRANCO
Ordem no PT é descer do salto (PÁGINA 6)

Queda de preço leva setor imobiliário a ensaiar retomada
Com o preço dos imóveis na Zona Sul do Rio em queda de quase 25% ante junho de 2015, época de maior valorização, o setor imobiliário ensaia recuperação. De janeiro a junho, o número de transações naquela região subiu 75%, e incorporadoras retomam lançamentos. (PÁGINA 19)

Prefeitura corta R$ 730 milhões da saúde em 2019
Os gastos da saúde caíram de R$ 6,01 bilhões para R$ 5,28 bilhões na proposta orçamentária da prefeitura para 2019. Já as despesas com pessoal do município passam de R$ 17,2 bilhões para R$ 18,2 bilhões. O secretário Paulo Messina diz que é um “freio de arrumação”. (PÁGINA 15)
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O Estado de S. Paulo

Manchete : A 5 dias da eleição, Alckmin perde aliados para Bolsonaro
Parlamentares e militantes de partidos ligados ao tucano manifestam publicamente apoio ao candidato do PSL
Aliados de Geraldo Alckmin (PSDB) passaram a manifestar apoio – explícito ou velado – à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas de intenção de voto na disputa pelo Planalto. A cinco dias do primeiro turno das eleições, a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) declarou oficialmente apoio ao deputado.
A responsável pela adesão foi a deputada Tereza Cristina (DEM-MS). Na Câmara, a bancada ligada à agropecuária reúne pelo menos 214 parlamentares, sendo 43% deles de partidos coligados à candidatura do tucano. Em vídeos que circulam nas redes sociais, candidatos do PSDB nos Estados apareceram ao lado de militantes da campanha de Bolsonaro.
Em Franca (SP), um apoiador pede voto para o presidenciável do PSL ao lado de João Doria, candidato ao governo paulista pelo PSDB. Alckmin criticou a FPA. Disse que deputados e senadores da frente não foram consultados e que a manifestação “foi até desrespeitosa”. “Eu também sou agricultor e não fui consultado”, afirmou. (Política / Pág. A4)

Bolsa sobe, dólar cai
O avanço de Bolsonaro e a estagnação de Haddad fizeram a Bolsa subir 3,80% e passar dos 81,6 mil pontos. O dólar recuou a R$ 3,93, cotação mais baixa em um mês e meio. (Economia / Pág. B1)

Campanha discute parcelamento de 13°
Um interlocutor de Jair Bolsonaro (PSL) diz que não há discussão na campanha para acabar com o 13.° salário, mas sim para parcelar seu pagamento durante os 12 meses do ano, informa a Coluna do Estadão. (Pág. A4)

Delação de Palocci vira arma contra Haddad
O depoimento do ex-ministro Antonio Palocci à Polícia Federal, relatando o suposto elo dos governos Lula e Dilma com corrupção na Petrobrás, virou arma de adversários de Fernando Haddad (PT). Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que a delação terá impacto já no primeiro turno e mostrou trechos da delação em seu programa do horário eleitoral.
Questionado se o depoimento de Palocci poderia ajudá-lo a chegar ao segundo turno, Ciro Gomes (PDT) disse que “não consegue ficar alegre com isso”. (Política / Pág. A9)

Petista muda estratégia
Fernando Haddad (PT) partiu para o ataque a Jair Bolsonaro (PSL), diante do temor de derrota no primeiro turno. “Parte expressiva da elite brasileira abandonou a social-democracia pelo fascismo”, disse. (Pág. A9)

Empresários do Sul tentam influenciar voto de funcionários
Depois de dois grandes empresários do Sul tentarem mobilizar funcionários em favor de Jair Bolsonaro (PSL), o Ministério Público do Trabalho disse que a iniciativa é ilegal. Dono da rede de lojas Havan afirmou que demitirá 15 mil se Bolsonaro perder. Supermercadista de rede com unidades em SC e no PR faz campanha pelo WhatsApp. (Economia / Pág.B3)

Vera Magalhães
Profecia autorrealizável?
Bolsonaro intensifica discurso pela vitória já no domingo. Adversários se mostram como baratas tontas diante do bonde do capitão. (Pág. A6)

Doria e gestão tucana são alvo em debate (Política / Pág. A10)

No sentido horário, Jair Bolsonaro (PSL) se recupera em casa, na Barra; Fernando Haddad (PT), também no Rio; Geraldo Alckmin (PSDB), no bairro paulistano de Perus, e Ciro Gomes (PDT), em São Caetano do Sul: candidatos intensificam campanha. (Págs. A4 e A9)

Venezuelanos deixam Brasil, mas dizem que vão voltar
Imigrantes pretendem usar o acordo de repatriação fechado entre o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a governadora de Roraima, Suely Campos (PP), para visitar parentes na Venezuela e depois retornar ao Brasil. Cerca de 800 venezuelanos entram no Estado todos os dias. (Internacional / Pág. A13)

Trump atuou em esquema de sonegação com o pai, diz jornal
O jornal The New York Times afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, e os irmãos teriam ajudado o pai a sonegar milhões em impostos. Com base em documentos do patriarca Fred Trump, o jornal estima que o esquema tenha rendido US$ 413 milhões ao republicano. (Internacional / Pág. A12)

Editorial
O aviso está dado
A disposição da atual gestão de entregar ao próximo presidente os dados para que ele saiba onde está pisando desmoraliza qualquer tentativa de alegar desconhecimento sobre a situação do País. (Pág. A3)

Protecionismo de lá e de cá
Com ou sem Trump, que tal uma revisão da política brasileira de comércio? (Pág. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Com voto feminino, Bolsonaro cresce; rejeição a Haddad sobe
Deputado, que ganhou 6 pontos entre as mulheres, tem 32%, diz Datafolha; Haddad oscila para 21%
Líder na corrida presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) ampliou a vantagem sobre os rivais ao ganhar apoio nos segmentos em que enfrenta maior rejeição: as mulheres, os mais jovens e os eleitores do Nordeste. É o que mostra pesquisa Datafolha. O deputado, que somava 28% das intenções de voto no levantamento anterior, está agora com 32%. Seu mais próximo perseguidor continua a ser Fernando Haddad, que oscilou de 22% para 21%. A rejeição ao petista disparou. Foi de 32% a 41%. A preferência das mulheres — que correspondem a 52,5% do total do eleitorado — por Bolsonaro saltou de 21% para 27% mesmo após, sob liderança feminina, milhares terem protestado no país contra o capitão reformado no sábado (29). Já entre os homens, a alta foi de um ponto (37% a 38%). Na pesquisa, Ciro Gomes (PDT), com 11%, está empatado tecnicamente com Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 9%. Nos cenários de 2o. turno, Ciro é o único a bater Bolsonaro. (Eleições 2018 / Pág. A4)

Mauro Paulino e A lessandro Janoni
Candidato precisa de 45% do total para vencer no lo. turno (Pág. A6)

Maioria quer Lula condenado e preso, aponta pesquisa (Eleições 2018 / Pág. A6)

Candidatas a vice elogiam banco de tempo em debate
Novidade no debate de Folha, UOL e SBT com candidatas a vice, o banco de tempo foi elogiado por Manuela DÁvila (PC do B), vice de Haddad (PT); Kátia Abreu, vice de Ciro (ambos do PDT); e Ana Amélia (PP), vice de Alckmin (PSDB). Cada uma tinha ao todo 22 minutos para falar. O PT foi o principal alvo no encontro. (Pág. A14)

Resistência de generais é vencida por Bolsonaro (Pág. A10)

Conheça os candidatos Boulos e Meirelles (Pág. A12)

Ruy Castro
Com esse cenário, passei a olhar guias de viagem ( Opinião A2)

Prefeitura de SP quer retomar obras paradas de 12 CEUs
A Prefeitura de São Paulo vai recuperar as obras de 12 CEUs (Centros de Educação Unificadas) paradas nas gestões Haddad (PT) e Doria (PSDB). A retomada, prevista para a próxima semana, representará investimento de R$ 456 milhões. (Cotidiano B1)

Bolsa dispara e dólar recua com influência de pesquisa
No dia seguinte à pesquisa Ibope que mostrou crescimento do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) para 31%, a Bolsa teve a maior alta diária desde novembro de 2016, e o dólar caiu.
O mercado considera o deputado um candidato mais inclinado que Fernando Haddad (PT) a promover as reformas necessárias para a recuperação da economia. (Mercado / Pág. 1)

EUA passam a negar visto a companheiro de diplomata gay
Os EUA passaram a negar, desde ontem, vistos diplomáticos a parceiros homossexuais de diplomatas e funcionários da ONU. Os que já estão no país devem se casar até 1° de janeiro ou achar outra forma de regularizar a situação.
Para associações de direitos humanos e de pessoas LGBT, a decisão é preconceituosa. (Mundo A16)

Maior pagamento a térmicas fará a conta de luz subir (Mercado / Pág. 3)

Editorial
Fantasmas petistas
Acerca de salto da rejeição a Haddad no Datafolha.

Universidades sob lupa
Sobre dados de ranking elaborado pela Folha. (Opinião A2)

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