O Globo

Manchete: Distribuição de fake news dispara na reta final
Apenas em uma rede social, 35 conteúdos falsos foram compartilhados quase 400 mil vezes
Na última semana de campanha antes do primeiro turno das eleições, as fake news se multiplicam nas redes sociais e aplicativos de mensagens. Desde sábado, quando aconteceram atos em todo o país, a equipe do Fato ou Fake, serviço de checagem do Grupo Globo, desmentiu 11 mensagens de grande repercussão, entre textos, vídeos e fotos. Só no Facebook, 35 publicações foram compartilhadas quase 400 mil vezes, atingindo milhões de eleitores. O WhatsApp é o mais usado para enviar notícias sobre política e eleições. Segundo o Datafolha, 66% dos brasileiros têm conta no serviço, que não permite medir o alcance das fake news. (PÁGINA 4)

Ministros do STF criticam ideia de nova Constituição
O presidente do Supremo, Dias Toffoli, e o ministro Gilmar Mendes refutaram propostas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) de elaborar uma nova Constituição.“Se a cada período de tempo quisermos reconstruir o pacto nacional, não conseguiremos ter estabilidade institucional”, disse Toffoli. (PÁGINA 5)

Candidatos a governador pegam carona com o líder
Candidatos ao governo em vários estados tentam colar sua imagem à do líder da disputa presidencial, Jair Bolsonaro (PSL), ignorando alianças. Nos debates da TV Globo nos estados,na terça-feira, políticos de diferentes partidos declararam voto em Bolsonaro, que,em nova pesquisa Ibope, foi a 32%. Haddad tem 23%. (PÁGINA 8)

Petista Wagner elogia Ciro por ser ‘mais aguerrido’ (PÁGINA 6)

O que eles pensam para a Cultura do estado e do país
O GLOBO procurou os cinco candidatos mais bem colocados nas pesquisas para o governo do Rio e a Presidência atrás de suas propostas para a Cultura. Lei Rouanet, Museu Nacional, Teatro Municipal e orçamento foram alguns dos temas abordados. Eles também contaram quais foram seus últimos programas culturais. (Segundo Caderno)

Colunistas
MÍRIAM LEITÃO
Mercado escalou Bolsonaro para papel reformista (PÁGINA 20)

ASCÂNIO SELEME
Haddad ou Bolsonaro deverá eleição a Lula (PÁGINA 3)

CORA RÓNAI
PT e PSDB têm culpa nessa gestação (SEGUNDO CADERNO)

Início do horário de verão é adiado para 18 de novembro (PÁGINA 27)

Hydro paralisa no Pará produção da maior refinaria de alumínio do mundo (PÁGINA 21)

Mulheres são apenas 8% entre os altos executivos de bancos brasileiros (PÁGINA 20)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Bolsonaro e Haddad ampliam vantagem sobre segundo pelotão
A 4 dias da eleição, candidato do PSL chega a 32% e petista tem 23%, 13 pontos porcentuais mais do que Ciro (PDT)
O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, aparece com 32% das intenções de voto na pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada ontem, a quatro dias da eleição. Em seguida aparecem Fernando Haddad (PT), 23%, Ciro Gomes (PDT), 10%, e Geraldo Alckmin (PSDB), 7%. Marina Silva (Rede) se manteve com 4%. Em votos válidos, o placar entre os dois primeiros colocados é de 38% a 28%. Como a eleição só é decidida no primeiro turno quando um candidato obtém 50% mais um dos votos válidos, os números indicam que haverá segundo turno. Nesse caso, o Ibope indica empate técnico: Haddad com 43% e Bolsonaro com 41%. Em relação à pesquisa divulgada na segunda-feira, os principais candidatos oscilaram na margem de erro: Bolsonaro e Haddad ganharam um e dois pontos, respectivamente. No quesito rejeição, 42% dos eleitores dizem que não votariam em Bolsonaro, e 37%, em Haddad. (POLÍTICA / PÁGS. A4, A6 e A7)

Doria sobe e vai a 24%, Skaf cai para 21% e França oscila para 14%
João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) estão tecnicamente empatados na disputa pelo governo de São Paulo, mostra pesquisa Ibope/Estado/ TV Globo. Doria, no entanto, oscilou dois pontos para cima e agora aparece com 24%, enquanto Skaf caiu três pontos e está com 21%. O governador Márcio França (PSB) oscilou dois pontos para cima, para 14%. No segundo turno, Skaf teria 37%, em empate técnico com Doria (36%). (PÁG. A13)

Bolsonaro traz risco, afirma Paulo Leme
Para o economista Paulo Leme, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) trazem riscos, mas o mercado financeiro subestima “grosseiramente os riscos futuros” e a falta de habilidade de Bolsonaro para aprovar reformas no Congresso. (ECONOMIA / PÁG. B4)

Colunistas
Vera Magalhães
Ibope joga água fria na tentativa de engrossar o caldo da terceira via. Vai se desenhando o temido segundo turno dos extremos. (PÁG. A4)

William Waack
O “nacional-desenvolvimentismo” do PT é parte de ideário quase, infelizmente, “atávico” e com raízes anteriores ao varguismo. (PÁG. A6)

Rombo do setor público deve ficar abaixo do previsto
As contas públicas devem fechar o ano com rombo abaixo de R$ 120 bilhões, apesar de a meta permitir resultado negativo de até R$ 161,3 bilhões. Despesas obrigatórias com pagamento de subsídios, seguro-desemprego, Previdência e pessoal devem ser menores que o previsto. Além do resultado melhor nos Estados, municípios e estatais, a União não vai conseguir gastar R$ 15 bilhões já liberados. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Justiça manda governo de MG devolver 564 carros
A 4.ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte concedeu liminar determinando que o governo de Minas pague o que deve à Toyota ou devolva 564 veículos Etios. Os carros foram entregues entre abril e maio, pouco antes do início da campanha de reeleição de Fernando Pimentel (PT). O lote faz parte de acordo de R$ 28,7 milhões com a montadora. O governo afirmou que o valor será quitado em até 15 dias. (ECONOMIA / PÁG. B5)

Candidato a governador sofre ataque e troca tiros (POLÍTICA / PÁG. A11)

Por Enem, horário de verão fica para 18/11 (METRÓPOLE / PÁG. A18)

Notas & Informações
Números do desastre petista
A trágica herança deixada pelos últimos anos da era lulopetista fica evidente nos dados do IBGE. Em 2016, o Brasil perdeu 70,8 mil empresas, o que resultou na demissão de 1,6 milhão de pessoas. (PÁG. A3)

O papel da universidade
É urgente desvencilhar o meio acadêmico, especialmente o das universidades públicas, das amarras com o lulopetismo. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Candidatos querem mudar regras do IR, plataforma comum
Bolsonaro, como Haddad, defende faixa de isenção maior, mas estuda alíquota única para pessoas físicas e empresas
Os quatro principais candidatos à Presidência prometem rever a cobrança do IR (Imposto de Renda). Jair Bolsonaro (PSL),Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) dizem que os lucros e dividendos pagos a empresários e acionistas deverão voltar a recolher IR. Em 1995, o governo FHC criou a isenção por ver bitributação nas empresas . Agora, 23 anos depois, o consenso vai na direção oposta. Os quatro candidatos, que vão da direita à esquerda, querem que as empresas paguem menos imposto, repassando a carga tributária aos donos. Bolsonaro e Haddad prometem isentar o IR de contribuintes com renda de até cinco salários mínimos (R$ 4.700)—a faixa atual é menos de dois (R$ 1.904). Haddad, porém, defende criar novas alíquotas de IR acima do atual teto de 27,5%, para taxar quem tem renda mais alta. Já Bolsonaro estuda cobrar a mesma alíquota de todos: 20% (pessoas físicas) e 15%(empresas), com o fim da tabela progressiva. As propostas dependem da aprovação do Legislativo. Iniciativas do gênero do governo Temer estão travadas no Congresso. (Mercado A23)

Doria tem 24%, Skaf, 21%, e França, 14%, aponta Ibope
Pesquisa Ibope para o Governo de SP aponta empate técnico entre João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB). O tucano oscilou dois pontos (22% para 24%), e o emedebista perdeu três (24% para 21%). O atual governador, Márcio França (PSB), que tinha 12%, está com 14%. (Eleições 2018 A10)

Presidenciáveis têm poucas metas para o ambiente
Programas de governo dos candidatos à Presidência abordam apenas sumariamente a questão ambiental. Líder na corrida ao Planalto, Jair Bolsonaro (PSL) já anunciou que, caso eleito, tirará o Brasil do Acordo de Paris sobre o clima, pois vê nele risco à soberania nacional. (Ambiente B7)

Toffoli faz crítica a quem propõe uma nova Constituição
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, criticou as propostas dos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) de fazer uma nova Constituição. Para ele, julgamentos do STF ao longo dos anos serviram para atualizar a Carta de 1988. (Eleições 2018 A7)

Eleições 2018
Bolsonaro usa táticas do fascismo, diz autor (A20)

Deputado destinou 0,3% de verba à segurança (A6)

Dallagnol defende Moro no caso Palocci (A15)

Fies de Haddad turbinou grupos privados (A9)

Campanha petista pagou R$ 8 mi a investigados (A9)

Presidenciáveis buscam convencer eleitorado na véspera do último debate antes do primeiro turno
Fernando Haddad (PT) 1, Geraldo Alckmin (PSDB) 2 e Ciro Gomes (PDT) 3 na reta final da campanha presidencial. Eles participarão nesta noite, na TV Globo, do último debate antes do primeiro turno. Sem aval dos médicos, Jair Bolsonaro (PSL) não irá. Segundo o Datafolha, 48% dos eleitores de Alckmin, 43% dos de Ciro e 62% dos de Marina Silva (Rede) ainda podem mudar sua escolha até domingo, dia da votação. Bolsonaro tem a fidelidade de 84% de seus apoiadores, e Haddad, de 82%. (Eleições 2018 A6 e A11)

Mariliz Pereira Jorge
O PT não entende que a elite está de saco cheio (A2)

Cristina Kirchner será julgada por lavagem de dinheiro
A Justiça argentina decretou julgamento da ex-presidente Cristina Kirchner e de seus dois filhos, acusados no caso “Los Sauces”. Segundo investigação, a locação de propriedades da família era forma de encobrir propina pedida por ela em licitações. (Mundo A19)

Editoriais
Constituição, 30
Sobre méritos da Carta e falhas a serem corrigidas.

Nobel de resultados
Acerca de premiações na área das ciências naturais. (Opinião A2)
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