O Globo

Manchete : Barroso ameaça tirar propaganda do PT do ar
Medida seria punição por insistência em apresentar Lula; partido pede ao TSE novo prazo para indicar substituto
O ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), advertiu o PT de que o partido poderá ter sua propaganda suspensa do horário eleitoral no rádio e na TV. A punição ocorrerá caso o PT insista em expressões como “vamos com Lula”, em referência ao ex-presidente, cuja candidatura foi barrada com base na Lei da Ficha Limpa. A defesa do PT disse que não recorrerá. O partido apresentou ao TSE pedido para adiar até o dia 17 a data limite para indicar um novo nome de candidato, em substituição a Lula. O prazo dado pelo tribunal vence amanhã. (PÁGINA 4)

Em debate, candidatos pedem pacificação do país
No terceiro debate entre os candidatos presidenciais, predominaram os apelos pela pacificação do país e do processo eleitoral. (PÁGINA 6)

Bolsonaro tem leve anemia, mas quadro evolui (PÁGINA 5)

UFRJ terá menos verba em 2019 por perda de prazo

O Ministério da Educação disse que, em 2019, a UFRJ terá apenas R$ 34 milhões em receitas próprias, que vêm de aluguéis, porque perdeu o prazo para enviar ao orçamento sua proposta de gastos. A UFRJ nega. A queda na média dos valores anuais deste item será de 42%. (PÁGINA 8)

Colunistas
Fernando Gabeira
Incêndio gerou em mim raiva e uma dose de culpa (PÁGINA 2)

Cacá Diegues
O Brasil parece querer disfarçar a sua história (PÁGINA 3)

Editorial
O inventário da violência na política (página 2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete : Presidenciáveis fazem debate com menos ataques e mais propostas
Candidatos pregam pacificação e condenam violência em primeiro encontro após ataque contra Jair Bolsonaro
No primeiro encontro após o ataque contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL), presidenciáveis usaram o debate promovido por Estadão, TV Gazeta, Rádio Jovem Pan e Twitter para condenar o ódio e a violência e pregar a pacificação do País. O radicalismo na política foi tratado como entrave ao desenvolvimento e foram lembrados a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e os tiros contra a caravana do PT. Internado no Hospital Albert Einstein, Bolsonaro não participou. Com poucos embates e mais propostas, de educação e segurança, por exemplo, o debate teve como outro destaque o combate à corrupção. No segundo bloco, Geraldo Alckmin (PSDB) falou sobre a ação de suposto caixa 2 da qual é alvo. “Estranho que isso ocorra a menos de 30 dias das eleições.” Já Henrique Meirelles (MDB) foi questionado sobre o dinheiro que tem no Caribe e afirmou que se destina a uma fundação para investir em educação no Brasil depois que ele morrer. (POLÍTICA / PÁGS. A4 a A8)

Marco Aurélio Nogueira
Debate mostrou que o fim do mundo não está chegando, que há um futuro possível mais à frente. (PÁG. A4)

Eduardo Grin
A moderação do debate é um bom indicador para uma campanha em que o enfrentamento subia o tom. (PÁG. A6)

Barroso ameaça vetar propaganda do PT
O vice-presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, proibiu a coligação PT, PCdoB e PROS de mostrar Lula como candidato, sob pena de suspensão da propaganda. (PÁG. A10)

Eólicas custam R$ 419 mi, mas não geram energia
A estatal Furnas Centrais Elétricas e dois sócios (J&F e Banco BMG) gastaram R$ 419 milhões em 16 centrais eólicas que não saíram do papel. Elas já deveriam estar funcionando, mas dinheiro não acendeu uma só lâmpada. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)

CGU aponta irregularidades no Mais Médicos
Uma auditoria da Controladoria-Geral da União apontou problemas no programa Mais Médicos, como a falta de comprovação do uso de recursos repassados pelo Ministério da Saúde para a Organização Pan-Americana de Saúde. (METRÓPOLE / PÁG. A14)

Tesouro Direto tem recorde de investidores (ECONOMIA / PÁG. B10)

Museus do interior paulista correm risco (METRÓPOLE / PÁG. A15)

Editoriais
A calmaria da inflação
Manutenção da taxa de juro dependerá em boa parte da evolução do cenário político e, em pouco tempo, do resultado da eleição presidencial. (PÁG. A3)

Os rejeitados
O que parece claro é que a maioria dos brasileiros sabe exatamente o que não quer a partir do ano que vem. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Em dois anos, infraestrutura do país perde R$ 40 bilhões
Investimentos em transporte, energia, telecomunicações e saneamento não compensam depreciação, diz estudo
A infraestrutura brasileira perdeu o equivalente a cerca de R$ 40 bilhões nos últimos dois anos. É como se o país tivesse jogado fora quatro linhas novas de metrô. Investimentos feitos em 2017 e previstos para 2018 não são suficientes para compensar a depreciação da infraestrutura existente, concluem cálculos da consultoria Inter.B. No período, os equipamentos de infraestrutura se desgastaram à taxa de 2,38% do PIB, segundo estimativa da consultoria. O fenômeno deixa o Brasil atrás da maioria dos países com nível semelhante de renda, de acordo com estudo do Banco Mundial. Em 2017, foram aplicados em transporte, energia, telecomunicações e saneamento R$ 110,7 bilhões, ou 1,69% do PIB (Produto Interno Bruto), ante 1,95% de 2016. Neste ano, o investimento deve ficar em 1,7% do PIB. Como o desgaste supera reposição, melhoria e construção, o estoque de investimentos no país, que correspondia a 36,2% do PIB em 2016, deve fechar 2018 em 35,6%. Nesse ritmo, só em 2076 haveria infraestrutura básica para toda a população, calcula a consultoria. A área de transportes é a que apresenta o maior déficit de investimento, com apenas um terço dos recursos necessários. (Mercado A23)

Uso de imagem de Bolsonaro internado divide seus aliados
Após o candidato ser vítima de facada na quinta (6), aliados vêm publicando nas redes imagens ao seu lado na UTI. Círculo imediato e seguidores criticam exposição, mas ferida já é explorada na campanha. (Eleições 2018 A14)

Análise – Sérgio Rodrigues
Contundência de candidatos saiu ferida do debate
O debate na TV Gazeta pareceu ter sido atingido pela mesma facada que vitimou Bolsonaro. Paira o temor de que o eleitor vá encarar negativamente toda agressividade. (Eleições 2018 A10)

Problemas estruturais ameaçam patrimônio público nos estados
O Solar Boa Vista, em Salvador, onde viveu o poeta Castro Alves, foi destruído por um incêndio em 2013 e segue em ruínas; também no Recife e em Porto Alegre, bens e equipamentos culturais têm problemas de estrutura e de segurança (Cotidiano B3)

Com incêndios e grileiros, floresta míngua em RO (Ambiente B6)

Sucessor de Cármen Lúcia no STF, Toffoli quer pacificar Corte (Eleições 2018 A15)

Celso R. de Barros
Atentado não deve render votos ao candidato do PSL
A facada vai render votos a Bolsonaro? Até agora, quanto mais foi exposto ao público, mais sua rejeição subiu. Hospitalizado, ele não poderá ser acusado de covardia por faltar aos debates. (Eleições 2018 A8)

Editoriais
Uma nova crise?
Sobre economia global, dez anos após derrocada (A4)

Avanço indiano
Acerca de descriminalização da homossexualidade (A4)
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