O Globo

Manchete: Bolsonaro é líder com 28%; Haddad sobe e chega a 22%
Ciro mantém 11%, e Alckmin oscila para 8%; no segundo turno, capitão só não perderia para Marina
O candidato do PT, Fernando Haddad, subiu três pontos na pesquisa Ibope divulgada ontem, enquanto Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança, estável em 28%. Desde que sua candidatura foi oficializada, em 11 de setembro, Haddad subiu 14 pontos percentuais. Ciro Gomes (PDT) manteve 11% das intenções de voto, e Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou positivamente um ponto, obtendo agora 8% das preferências. Marina Silva (Rede) foi de 6% para 5%. Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perderia de todos os principais adversários, menos de Marina, com quem estaria empatado em 39%. Rejeição a Bolsonaro subiu quatro pontos e chegou a 46%, maior índice entre os presidenciáveis. (PÁGINA 4)

Grupo de Alckmin suspeita de apoio de Doria a Bolsonaro (PÁGINA 6)

Editorial
É preciso não banalizar o risco de golpe (PÁGINA 2)

Colunistas
MÍRIAM LEITÃO
Abstenção é o imponderável que pode decidir (PÁGINA 18)

BERNARDO MELLO FRANCO
Terceira via virou miragem (PÁGINA 5)

Delator diz que Eunício recebeu propina em obra contra a seca
Em delação homologada pelo STF, ex-executivo da Galvão Engenharia disse que pagou a Eunício Oliveira (MDB-CE), presidente do Senado, R$ 1 milhão para liberar obras contra a seca. Eunício nega. (PÁGINA 9)

Greve geral deve parar Argentina pela 4ª vez no governo Macri
Enquanto o presidente Mauricio Macri pede mais US$ 5 bilhões de empréstimo ao FMI, greve geral deve parar a Argentina hoje, pela quarta vez em seu governo. (PÁGINA 17)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Bolsonaro estaciona em 28%; Haddad atinge 22%
Ciro tem 11%, Alckmin, 8%, e Marina, 5%; rejeição ao candidato do PSL passou de 42% para 46%
A menos de duas semanas da eleição, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, parou de crescer e se manteve com 28% das intenções de voto. Seu principal adversário, Fernando Haddad (PT), subiu três pontos porcentuais e chegou a 22%, aponta pesquisa Ibope/ Estado/TV Globo. A estabilização de Bolsonaro ocorre no momento em que se intensificam os ataques de adversários, principalmente de Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), e de grupos organizados em redes sociais. Desde o último dia 11, data em que Haddad foi oficializado candidato do PT, a vantagem do líder na corrida presidencial sobre ele caiu de 18 pontos porcentuais para 6. Ciro tem 11% das preferências, mesma taxa da pesquisa anterior do Ibope. Alckmin oscilou de 7% para 8%. Marina Silva (Rede) passou de 6% para 5%. A rejeição a Bolsonaro passou de 42% para 46% em uma semana. Depois aparecem Haddad (30%), Marina (25%), Alckmin (20%) e Ciro (18%). (POLÍTICA / PÁG. A4)

Cenários de 2º turno apontam derrota de Bolsonaro
Se um segundo turno fosse disputado hoje entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, o candidato do PT venceria por 43% a 37%, segundo a pesquisa. O presidenciável do PSL também perderia para Ciro Gomes (46% a 35%) e Geraldo Alckmin (41% a 36%). Haveria empate técnico apenas se a adversária fosse Marina Silva (39% a 39%). Na pesquisa anterior, Bolsonaro aparecia empatado tecnicamente com Haddad, Ciro e Alckmin, e à frente de Marina. (PÁG. A6)

Candidato fala sobre ataque
Bolsonaro disse à Rádio Jovem Pan considerar que ataque do qual foi alvo teve motivação política. E sugeriu que a PF pode estar abafando caso. (PÁG. A8)

PSDB vai reforçar sua campanha pelo voto útil
Apesar da apreensão com os números, tucanos viram na pesquisa um argumento para lutar pelo voto útil em Geraldo Alckmin. Para a campanha de Ciro Gomes, “o voto silencioso vai falar alto”. Marina Silva não quis comentar a pesquisa. (PÁG. A7)

Colunistas
Marcelo de Moraes
Com a possibilidade de vitória, a candidatura de Bolsonaro se tornou mais exposta e revelou fragilidades sérias do “mito”. (PÁG. A4)

Eliane Cantanhêde
Pesquisa não é boa para Bolsonaro. Os ataques dos adversários estão dando resultado, sobretudo das mulheres e de Alckmin. (PÁG. A6)

Abilio Diniz
Uma certeza eu tenho: seja qual for o resultado das urnas, nós, empresários, não vamos embora para Miami, Lisboa ou Londres. (PÁG. A10)

Há 4 meses falta remédio no SUS, dizem secretários
Há pelo menos quatro meses, faltam medicamentos em unidades do SUS de todo o País, segundo o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde. A entidade deve apresentar hoje um levantamento feito com 4 mil municípios mostrando os maiores problemas – entre os exemplos citados estão remédios para hepatite C e para transplantados e até anticoncepcionais. O Ministério da Saúde nega a falta de medicamentos. (METRÓPOLE / PÁG. A18)

Fraudes no cartão de crédito passam de 920 mil no ano
Com a popularização das transações com cartão de crédito via internet, subiu o número de fraudes envolvendo esse meio de pagamento. Entre janeiro e agosto foram detectados 920 mil golpes com objetivo de roubar dados financeiros de consumidores para clonar cartões – são 3,6 fraudes por minuto. Apesar de não haver comparação com anos anteriores, especialistas do setor, bancos e a polícia dizem que os golpes estão em alta. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)

Após 4 anos, barril de petróleo supera US$ 80 (ECONOMIA / PÁG. B6)

Notas & Informações
A insensatez das elites
Resta como explicação para a adesão a Bolsonaro a hipótese de que, para essa elite, a única coisa que interessa é evitar o retorno do PT ao poder. (PÁG. A3)

Ação perniciosa na rede
Fake news sobre saúde pública não é mero trote. Ela merece a repreensão do Estado. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Segurança é prioridade, mas ninguém sabe como pagar
Presidenciáveis reagem a índices de violência sem detalhar investimento na área
Ponto comum nos programas de governo, os candidatos à Presidência levam para a esfera federal o problema da segurança pública no país. Com os índices de violência em nível recorde e o registro de 64 mil assassinatos em 2017, o assunto se tornou central no debate eleitoral. É a principal bandeira do líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), que propõe a revisão do Estatuto do Desarmamento e reduzir a maioridade penal para 16 anos. O deputado e seus adversários afirmam ser necessário aumentar a inteligência das forças de segurança do país. Hoje, o grosso do trabalho é dos estados, com a gestão das polícias Militar e Civil. O petista Fernando Haddad projeta uma atuação efetiva da Polícia Federal contra o crime organizado. Ciro Gomes, do PDT, defende a implantação de uma Escola Nacional de Segurança Pública. O tucano Geraldo Alckmin quer uma Guarda Nacional, e Marina Silva (Rede), o aumento do efetivo militar. Nenhum deles diz de onde sairá a verba para os planos. Segundo o Fórum Brasileiro da Segurança Pública, o gasto na área em 2017 foi de R$ 84,8 bilhões. (Cotidiano B1)

Bolsonaro perde de principais rivais no 2º turno, diz Ibope
Pesquisa Ibope mostra que Jair Bolsonaro (PSL), com 28%, continua à frente na corrida ao Planalto, seguido por Fernando Haddad (PT), que foi de 19% para 22%. Nas simulações de segundo turno, o deputado perde para Haddad (43% a 37%), Ciro Gomes, do PDT (46% a 35%), e Geraldo Alckmin, do PSDB (41% a 36%). (Eleições2018 A9)

Eleições 2018
Bruno Boghossian
Semana começa com soluço inédito de Bolsonaro (A2)

Para 87%, Folha não deve apoiar candidato (A11)

Promotoria vai investigar decretos de Alckmin (A7)

Prefeito, Haddad descumpriu 9 de 10 metas para a saúde
Auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Município após o término da gestão Fernando Haddad (PT) mostra que o hoje presidenciável não cumpriu 9 das 10 metas para a saúde na capital paulista. Ex-chefe da pasta disse que o trabalho foi ótimo, dentro do possível. (Eleições 2018 A4)

Crédito imobiliário é metade do cedido quatro anos atrás
O total de financiamentos imobiliários novos em 12 meses é 50% menor que o visto em 2014, mesmo com o preço médio dos imóveis 19% mais baixo. Para o setor, os recursos ficam represados devido à falta de confiança no país. (Mercado A17)

Roberto Leher
Pequeno círculo celebrou o fogo no Museu Nacional
Pequeno círculo de poder viu chance de converter os museus científicos ao controle da indústria capaz de auferir lucros. (Cotidiano B4)

Editoriais
Como se fazem leis
A respeito de avaliação do trabalho de congressistas.

O arranjo da geringonça
Sobre melhora de Portugal na política e na economia. (Opinião A2)
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