O Globo

Manchete: País deve ter o maior número de falências em 10 anos
Fraca retomada econômica e incerteza eleitoral levam empresas à recuperação judicial
Com a economia em ritmo lento e os investimentos represados por causa da incerteza do quadro eleitoral, o país deverá ter aumento no número de empresas em recuperação judicial. A tímida retomada econômica, ainda dispersa em poucos setores isolados, e o fraco consumo das famílias dificultam que as companhias consigam sair dessa situação. Sem conseguir reestruturar suas dívidas, elas são levadas à falência, que deve ter, neste ano, o maior volume desde 2008. A tendência pode se prolongar em 2019, em razão da alta do dólar. Analistas preveem que o número de falências chegue a 948 empresas, 34% das quais seriam de médio e grande portes. (PÁGINA 19)

Colunistas
MERVAL PEREIRA
Pesquisa indica chance de uma terceira via (PÁGINA 2)

MÍRIAM LEITÃO
PT repete erros que levaram o país à crise (PÁGINA 20)

BERNARDO MELLO FRANCO
Ciro troca cores e adoça discurso (PÁGINA 6)

Caso Marielle pode passar para a esfera federal
Apontado como suspeito da morte da vereadora Marielle Franco, o miliciano Orlando de Curicica denunciou que está sob pressão da polícia do Rio para assumir a culpa do crime. O caso está na Procuradoria-Geral da República, que pode federalizar a investigação. (PÁGINA 15)

Holanda aceita adesões a ação contra Petrobras (PÁGINA 23)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Sem Bolsonaro, Haddad vira alvo em seu 1º debate
Candidato petista é confrontado por adversários sobre corrupção e crise no governo Dilma Rousseff
O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, foi o alvo principal dos adversários durante debate realizado ontem pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e transmitido pela TV Aparecida, na cidade de Aparecida (SP). Com a ausência de Jair Bolsonaro (PSL), o petista, estreante num encontro entre os presidenciáveis, foi questionado sobre denúncias de corrupção envolvendo governos do PT e a crise econômica originada no governo da presidente cassada Dilma Rousseff. Haddad, segundo as mais recentes pesquisas, está em segundo lugar nas intenções de voto, atrás de Bolsonaro, internado após ter sofrido ataque a faca. Em resposta a um questionamento do petista, Alvaro Dias afirmou que o PT distribuiu a “pobreza para todos e a riqueza para alguns”: “Haddad vem pra campanha como porta-voz da tragédia, do caos”, afirmou o candidato do Podemos. (POLÍTICA / PÁG. A8)

Ataques no horário eleitoral
Geraldo Alckmin (PSDB) vinculou eventual polarização entre Bolsonaro e o PT, de Fernando Haddad, ao risco de o Brasil se tornar uma Venezuela. Para ele, proposta de recriar modelo de CPMF representa um “tiro no pobre”. (PÁG. A4)

Em carta, FHC fala em deter ‘marcha da insensatez’
Em carta a “eleitores e eleitoras”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirma que a situação do País é “dramática” e, para deter a “marcha da insensatez”, propõe que os candidatos de centro se unam para “apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver”. “Não é o partidarismo, nem o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento”, afirmou. (POLÍTICA / PÁG. A9)

Polarização faz crescer uso de perfis robôs nas eleições
Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) têm o maior número de interações no Twitter e a maior porcentagem de perfis automatizados – os robôs – que fazem referência a eles: 43% e 28,4%, respectivamente, mostra estudo da FGV-Dapp. A presença de robôs nas redes, proibida por lei, chegou a 12,9% das interações. (PÁG. A10)

Colunistas
Eliane Cantanhêde
Enquanto Fernando Haddad reforça que é pau-mandado de Lula, Jair Bolsonaro põe nos seus devidos lugares o vice e Paulo Guedes. (PÁG. A6)

Fernando Gabeira
Polarização entre Lula e Bolsonaro mostra a força da comunicação oral. Eles transmitem a mensagem que outros não conseguem. (PÁG. A2)

Arma de guerra no morro do Rio
Capaz de furar a blindagem de carros-fortes e aeronaves, uma metralhadora antiaérea Browning .50, fabricada nos EUA, foi apreendida com traficantes de drogas da Rocinha, que tentavam vendê-la por R$ 200 mil. A arma, de 1,68 metro e 38 quilos, é a maior já apreendida pela polícia no Rio. (METRÓPOLE / PÁG. A15)

Ensino superior cresce com alta na modalidade a distância
O Brasil teve expansão de apenas 3% nas matrículas do ensino superior no ano passado, segundo o Censo da Educação Superior 2017. O crescimento foi puxado pelo aumento de alunos no ensino a distância, de 17,6% – o maior desde 2008. Na modalidade presencial, a queda foi de 0,4%, afetada pela redução na rede privada. (METRÓPOLE / PÁGS. A13 e A14)

Brasileiro está desistindo mais rapidamente de buscar emprego
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que nos últimos dois anos cresceu a proporção de trabalhadores que desistem de procurar nova vaga logo após perder o emprego. Em vez de entrar para a fila de desempregados – que soma 12,9 milhões de pessoas em todo o País –, eles passam a ser “desalentados”. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Preço do GNV sobe mais do que o da gasolina (ECONOMIA / PÁG. B5)

Suicídio aumenta 16,8% em dez anos no Brasil (METRÓPOLE / PÁG. A15)

Suicídio aumenta 16,8% em dez anos no Brasil (METRÓPOLE / PÁG. A15)
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Folha de S. Paulo

Manchete: FHC pede união do centro contra radicalização e crise
Sem citar Alckmin, ex-presidente diz que ‘é hora de juntar forças e escolher bem’
Em carta publicada nesta quinta(20), Fernando Henrique Cardoso disse que o país vive momento “decisivo”, com “radicalização dos sentimentos políticos” em um “pano de fundo sombrio”. Sem citar candidatos,o ex-presidente afirmou que, se um dos polos for vencedor, este “terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária” para superar a crise. Segundo FHC, a solução passa pela escolha de “uma liderança serena”, com “capacidade política para pacificar e governar o país”, entre os “candidatos que não apostam em soluções extremas”. Mais tarde, no Twitter, escreveu que, apesar desse figurino caber em Geraldo Alckmin(PSDB),do seu partido, “não se convida para encontro dizendo ‘só com este eu falo’”. (Eleições 2018 A4)

No Congresso, Bolsonarovotou contra reforma epor mais gastos
Apesar de ter a simpatia do mercado, o candidato Jair Bolsonaro(PSL)sustentou convicções diferentes das atuais em 27 anos como deputado, informam Raquel Landim e Flavia Lima. Ele votou contra tentativas de reforma da Previdência e privatizações. Também apoiou medidas que elevam gastos. (Mercado A19)

Eleições 2018
Infraestrutura será dada a militares, indica guru econômico de Bolsonaro (A6)

Nelson de Sá
Para Economist, deputado seria líder desastroso (A8)

Datafolha aponta que 43% consideram candidato a vice muito importante (A9)

Reinaldo Azevedo
Restará a quem perder irrelevância ou arruaça (A8)

Alvo da Lava Jato portuguesa vê semelhanças com caso Lula
Acusado em Portugal por corrupção, fraude e lavagem de dinheiro, o ex-primeiro-ministro José Sócrates disse ver semelhanças de seu caso com o de Lula, com a diferença de ter sido, diz, abandonado por seu partido. (Mundo A16)

Com 11 mil suicídios por ano, governo avalia novas ações (Cotidiano B4)

Diplomata suspeito de agressão perde cargo no Itamaraty (Mundo A16)

Editorial
O superimposto
Sobre tributo estudado pela equipe de Bolsonaro. (Opinião A2)
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