O Globo

Manchete: Governo acelera liberação de verba de emenda para aprovar reforma
Objetivo é apazuedes, da Economia, ganhou novo foco de tensão. O presidente da comissão especial, iguar ânimo de parlamentares e viabilizar votação antes do recesso do Legislativo
Enquanto o governo busca acelerar a liberação das verbas de emendas para votar a reforma da Previdência antes do recesso do Legislativo, em 18 de julho, o clima entre congressistas e o ministro Paulo GMarcelo Ramos, disse não ter mais “nenhum respeito” por Guedes, que passou o dia tentando acalmar os ânimos após declarações que irritaram os parlamentares. A negociação continua emperrada na inclusão de estados e municípios. O Planalto prometeu liberar R$ 10 milhões por deputado para aprovar o relatório e a mesma quantia na votação em plenário. (Página 21)

Para incentivar crédito, Guedes promete R$ 100 bi
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo vai injetar mais de R$ 100 bilhões na economia com a redução da alíquota do compulsório dos bancos, aparte do dinheiro que fica retida no Banco Central, para estimular o crédito. Em nota, o BC disse que não há prazo nem valores definidos. (Página 23)

Após prisões, cresce pressão por saída de ministro
A prisão de um assessor especial e de dois ex-funcionários do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, elevou a pressão para que o titular da pasta seja demitido. Eles são suspeitos de participar de um esquema de candidaturas laranjas no PSL mineiro. Para o vice Mourão, Bolsonaro deve analisar o caso ao voltar de viagem. (Página 4)

Bolsonaro reage a críticas de chefes de Estado
Ao desembarcar no Japão para encontro do G-20, o presidente Jair Bolsonaro rebateu as críticas à política ambiental brasileira feitas pela chanceler alemã, Angela Merkel, e pelo presidente francês, Emmanuel Macron. Ele pediu “respeito” e disse que não foi à reunião para ser “advertido” por outros países. (Página 26)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Guedes reage a Congresso e faz plano para reanimar economia
O ministro Paulo Guedes (Economia) discutiu com sua equipe medidas para reanimar a economia a ser tomadas assim que a reforma da Previdência seja aprovada em primeiro turno pela Câmara. A ação é contraofensiva à intenção de lideranças do Congresso de assumir o protagonismo da agenda econômica. Com a economia em risco de recessão técnica no segundo trimestre, o ministro aposta na redução dos juros básicos pelo Banco Central (BC) e em medidas de facilitação do crédito. O governo pretende liberar R$ 100 bilhões de depósitos compulsórios, recursos que os bancos são obrigados a depositar no BC. Em tese, esse dinheiro pode ser usado em empréstimos. Outras ações são o aluguel de imóvel pelo Minha Casa Minha Vida, o novo mercado de gás e liberação do PIS/Pasep e do FGTS. (Economia/ págs. B1 e B4)

BC prevê alta de 0,8% para o PIB
O Banco Central reduziu sua projeção para a alta do PIB de 2,0% para 0,8% em 2019. A estimativa é mais pessimista do que a do mercado financeiro, que prevê crescimento de 0,87%. (Pág. B5)

Encontro entre Bolsonaro e Macron no G-20 é cancelado
Reunião entre Bolsonaro e o presidente francês, Emmanuel Macron, marcada para hoje, foi cancelada. Eles discutiriam o pacto entre Mercosul e União Europeia – o francês havia dito que rejeitaria tratado se o Brasil deixasse o Acordo do Clima. Antes, Bolsonaro rebateu Angela Merkel, que criticou a política ambiental do País. General Augusto Heleno mandou críticos “procurar sua turma”. (Política/ pág. A4)

Conselho do MP arquiva apuração contra procuradores
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) arquivou ontem representação aberta contra Deltan Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato após vazamento de supostas mensagens trocadas com o ex-juiz Sérgio Moro. O corregedor nacional do MP, Orlando Rochadel Moreira, disse na decisão que não é possível comprovar a veracidade das mensagens nem se houve adulterações. (Política/Pág. A12)

Avaliação positiva de Bolsonaro cai para 32% (Política/Pág. A8)

Assessores do ministro do Turismo são presos (Política / Pág. A12)

Fernando Gabeira
Em seis meses de governo, a linha mestra do comportamento político de Jair Bolsonaro é flertar com a morte. (Espaço Aberto / Pág. A2)

Eliane Cantanhêde
Ex-ministro Santos Cruz foi generoso ao definir fatos do governo Bolsonaro como “show de besteiras”. Parece bem pior. (Política/ pág. A8)

Notas & Informações
Pior desempenho em três anos
A economia brasileira deve crescer 0,8% neste ano e entrar em 2020 com a indústria ainda muito fraca, segundo o Banco Central e o Ipea, dois órgãos oficiais. (Pág. A3)

Uma lei para as autoridades
Senado deu um importante passo para que todos estejam sob o império da lei. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: PF prende 3 por elo com caso dos laranjas do PSL
Um dos detidos é assessor especial do ministro do Turismo, Álvaro Antônio
A Polícia Federal prendeu ontem um assessor especial e dois ex-auxiliares do ministro Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), em operação que faz parte da investigação sobre candidaturas de laranjas do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, na campanha eleitoral de 2018.
A apuração da PF foi deflagrada após a Folha revelar, em fevereiro, que Álvaro Antônio, então presidente do PSL de Minas, patrocinou no estado um esquema que desviou recursos públicos por meio de candidatas de fachada, que tiveram votação insignificante.
As prisões ampliam a pressão sobre o Planalto quanto ao futuro do ministro. Presidente interino, Hamilton Mourão disse que Bolsonaro não hesitará em substituí-lo se for comprovada sua responsabilidade . Para a ala militar do governo, tal decisão já deveria ter sido tomada.
O ministério disse não haver relação entre a investigação e as atividades na pasta do assessor detido, Mateus Von Rondon. Álvaro Antônio nega irregularidade. (Poder A4)

Análise Leandro Colon
Prisões jogam outra crise no colo do presidente (Pág. A8)

Bolsonaro chega ao G20 irritado com cobranças
A estreia de Jair Bolsonaro na cúpula do G20, nesta sexta (28), no Japão, ocorre sob críticas de líderes europeus, como Angela Merkel e Emmanuel Macron, quanto à política ambiental do governo —o francês condicionou o pacto Mercosul-UE à permanência do Brasil no Acordo de Paris. O presidente disse não ter ido ao encontro para ser advertido. (Mundo A13)

Força Aérea não diz se sargento com droga foi vistoriado
A Aeronáutica se negou a dizer se Manoel Rodrigues, preso na Espanha com 39 kg de cocaína, passou por inspeção antes de embarcar em aeronave de apoio à comitiva de Bolsonaro. O presidente afirmou que o militar parece estar envolvido com tráfico há algum tempo. (Cotidiano B2)

Guedes fala em liberar R$ 100 bi de compulsório
Ministro disse que o governo vai liberar recursos do compulsório, parcela de dinheiro dos clientes que fica retida no Banco Central. Em aparente desencontro, o BC não confirmou a decisão. (Mercado A16)

Meta de inflação é reduzida para 3,5% em 2022
O Conselho Monetário Nacional decidiu ontem que a meta de inflação para 2022 será de 3,5%. O intervalo de tolerância foi mantido em 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. (Mercado A16)

Editorial (A2)
Gás para todos
Sobre plano do governo para a abertura do setor.
Vexame
Acerca de prisão de mili¬tar eom39 kg de cocaína.

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