O Globo

Manchete: Futuro governador do Rio enfrentará déficit de R$ 10 bi
Secretário de Fazenda prevê que a taxa de investimento pode até ficar abaixo de 2% da receita
O governador a ser eleito pelos fluminenses enfrentará, nos três primeiros anos de mandato, um rombo orçamentário de R$ 10 bilhões, segundo a LDO (Lei de Diretrizes e Bases Orçamentárias). A taxa de investimento já foi a menor entre todos os estados da Federação em 2017, de acordo com levantamento realizado pelo Insper com dados do Tesouro Nacional. O secretário estadual de Fazenda, Luiz Cláudio Gomes, diz que não vê o Rio com capacidade para ampliar investimentos nos próximos anos, e que a taxa pode ficar abaixo até do atual patamar de 2% da receita líquida. (PÁGINA 4)

Ciro Gomes: ‘Lula não é um deus nem satanás’
Primeiro candidato à Presidência entrevistado no Jornal Nacional, Ciro Gomes (PDT) criticou supostos excessos do Judiciário. (PÁGINA 7)

Agência ofereceu R$ 1,5 mil por posts elogiosos a ex-presidente
E-mail mostra que influenciadores digitais que replicaram posts a favor de Lula e de petistas tiveram oferta de R$ 1,5 mil de agência. (PÁGINA 6)

Colunistas
MÍRIAM LEITÃO
Bolsonaro e o uso da religião em campanha (PÁGINA 24)

CORA RÓNAI
Arrobas vendidas e a militância em ambientes virtuais (PÁGINA 26)

JOSÉ CASADO
O milagre da união entre PT e ‘golpistas’ (PÁGINA 3)

BERNARDO MELLO FRANCO
Alckmin deve liderar artilharia (PÁGINA 5)

Trump negocia acordo com México e isola Canadá
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou acordo preliminar com o México que visa a substituir o Nafta e isola o Canadá. Acerto pode atingir exportações do Brasil. (PÁGINA 23)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: MP acusa Haddad de enriquecimento ilícito por meio de caixa 2
Caso envolve dívida de campanha à Prefeitura; ex-prefeito nega irregularidade
O Ministério Público de SP moveu ação de improbidade administrativa contra Fernando Haddad (PT) na qual pede a condenação do ex-prefeito por enriquecimento ilícito no caso envolvendo o pagamento de dívida de R$ 2,6 milhões da campanha de 2012 à Prefeitura pela UTC Engenharia por meio de caixa 2. Na ação, o promotor de Justiça Wilson Tafner também pede bloqueio de bens, ressarcimento do dano causado e a suspensão dos direitos políticos de Haddad – candidato a vice na chapa do ex-presidente Lula na disputa pelo Planalto – e de outras seis pessoas. A acusação tem como base os depoimentos de Ricardo Pessoa e Walmir Pinheiros, ex-executivos da UTC. Ambos disseram que pagaram, em 2013, dívida da campanha de Haddad com duas gráficas por meio do doleiro Alberto Youssef e a pedido do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Em nota, Haddad afirmou que demonstrou com documentos que “todo o material gráfico produzido em sua campanha foi declarado”. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Com pouco tempo de TV, Amoêdo reforça equipe digital
Com cinco segundos de tempo no horário eleitoral de TV, João Amoêdo (Novo) triplicou o número de pessoas que cuidam de suas mídias sociais e tem investido R$ 4 mil por dia para impulsionar as publicações. Sua página em uma rede social viu o número de simpatizantes subir 26% em uma semana e seus vídeos já foram visualizados 25 milhões de vezes. Ele busca principalmente eleitores desencantados com o PSDB e os indecisos. (POLÍTICA / PÁG. A10)

‘Plebiscitos aprimoram a democracia’
Primeiro entrevistado do Estadão-Faap Sabatinas, Alvaro Dias (Podemos) defendeu a adoção de plebiscitos e disse que vetará indicações políticas. (PÁG. A8)

Marina reza com ativistas
Fora da agenda, a candidata da Rede rezou um pai-nosso com manifestantes na Secretaria de Justiça de SP. Eles pedem a adoção de cotas em concursos públicos no Estado. (PÁG. A9)

EUA e México fecham acordo e dão alívio a mercado global
Estados Unidos e México chegaram a um acordo na renegociação do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês). O anúncio foi considerado o maior avanço na área de comércio exterior durante a gestão do presidente Donald Trump. A renegociação do Nafta levou alívio ao mercado internacional, com impacto no Brasil. A Bolsa de São Paulo fechou em alta. O dólar caiu e terminou o dia cotado a R$ 4,08. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B5)

Sem a refinaria de Paulínia, Petrobrás vai importar diesel
Estatal comprará no exterior 1,5 milhão de barris de diesel e 300 mil de querosene de aviação para compensar a parada de produção da Replan, atingida por incêndio. O preço ao consumidor não mudará. (PÁG. B18)

A 40 dias das eleições, Jucá deixa o governo
Candidato à reeleição, o presidente do MDB, Romero Jucá (RR), deixou a liderança do governo no Senado. O motivo, segundo ele, é sua discordância com a “forma como o governo está tratando a questão dos venezuelanos em Roraima”. (POLÍTICA / PÁG. A9)

PGR denuncia Jefferson e mais 25 (POLÍTICA / PÁG. A11)

Coparticipação em planos motiva queixas (METRÓPOLE / PÁG. A15)

Colunistas
Eliane Cantanhêde
Enquanto Alckmin promete tratores para a agricultura, Bolsonaro acena com a liberação das armas. Tratores eles já têm. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Ana Carla Abrão
Crédito e spread entraram nos programas dos candidatos a presidente, com propostas louváveis e outras populistas. (ECONOMIA / PÁG. B6)

Notas & Informações
A encruzilhada nacional
Há quem considere desnecessárias as reformas que se impõem. Saber como se chegou à situação atual é o primeiro passo para evitar que charlatães triunfem. (PÁG. A3)

Incerteza medida em dólares
Como sólido quebra-mar, as contas externas continuam protegendo o País dos choques. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Políticos ricos e empresários bancam 93% das doações
De R$ 45,6 mi destinados para estas eleições, R$ 42,4 mi vêm dessas fontes
Balanço de prestações de contas dos candidatos mostra que empresários e políticos com patrimônio elevado são responsáveis pela quase totalidade do financiamento privado das campanhas. Dos R$ 45,6 milhões de grandes doações (acima de R$ 300 mil) até agora, 93% foram de concorrentes ricos (R$ 30,4 mi) ou grandes empresários (R$12 mi). Em 2015, o Supremo Tribunal Federal proibiu o financiamento por empresas sob o argumento de que viola os princípios democráticos da igualdade de forças. O fundador do grupo que comanda a Riachuelo, Nevaldo Rocha, aparece no topo da lista dos empresários financiadores, com R$ 2 milhões direcionados à campanha a deputado federal do neto Gabriel Kanner (PRB). Carlos Amastha (PSB), empresário no ramo de shoppings, tirou R$ 1,45 milhão do bolso para sua campanha ao governo do Tocantins. Um dos concorrentes à Presidência, Henrique Meirelles (MDB) foi bem além: destinou R$ 20 milhões de sua fortuna para se autofinanciar. (Eleições 2018 A4)

Candidatos elogiam a plataforma Match Eleitoral, da Folha (Eleições 2018 A9)

Prefeitura de SP convoca servidores para campanha
Funcionários da Prefeitura de São Paulo foram convocados a participar de evento da campanha eleitoral dos filhos do presidente da Câmara, Milton Leite da Silva (DEM). O vereador, que pediu votos no ato, disse que não houve pressão. (Eleições 2018 A11)

Pablo Ortellado
PT ainda acredita no funcionamento do sistema político
Pode parecer contraintuitivo, mas, se Bolsonaro é o candidato contra o sistema, o PT é o partido do sistema — não do socioeconômico, mas do de representação política. (Opinião A2)

Editoriais
Olho no Congresso
Sobre ferramenta que ajuda na escolha de deputado. (A2)

Brincando com ‘brexit’
A respeito de impasses no governo do Reino Unido (A2)

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