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Governo endurece regras para  benefício do trabalhador

O governo publica hoje medidas provisórias para tornar mais restrito o acesso a benefícios previdenciários. O prazo mínimo de trabalho para obter o seguro-desemprego pela primeira vez, por exemplo, passará de seis para 18 meses. Os critérios para pensão por morte ficarão mais rígidos e o valor por beneficiário será reduzido nos novos pedidos…

O Globo

Seguro-desemprego e pensão terão regras mais rígidas

Contas públicas registram pior resultado em 17 anos; gasto sobe mais que receita

Em medida provisória que será enviada hoje ao Congresso, Dilma vai restringir acesso a benefícios trabalhistas, incluindo o abono salarial, e de previdência. Objetivo é economizar R$ 18 bilhões a partir de 2015

O governo envia hoje ao Congresso medida provisória que reduz direitos de trabalho e de previdência, com restrições no acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial e a pensões, que deixam de ser vitalícias para cônjuges jovens. A economia prevista é de R$ 18 bilhões em 2015. É o primeiro corte de gastos para o segundo mandato de Dilma, num cenário em que as despesas têm crescido mais que as receitas. O setor público teve déficit primário de R$ 19.6 bilhões no ano — e não conseguiu economizar para pagar juros da dívida. O resultado foi puxado pelo governo federal, que em novembro teve o pior rombo em 17 anos. (Págs. 1, 17 e 19 e Merval Pereira)

MEC amplia exigência para crédito estudantil (Págs. 1 e 21)

Dilma anuncia mais 7 ministros e desagrada ao PT

Alvo de acusações é escolhido para os Transportes; 15 nomes ainda serão anunciados

A presidente Dilma anunciou mais sete ministros, sendo cinco do PT, mas a ala majoritária do partido não ficou satisfeita com a escolha de Pepe Vargas para Relações Institucionais. Para os Transportes irá Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), que já foi alvo de investigações sobre desvios. Escolha de ministro do Esporte foi criticada por atletas. (Págs. 1, 3 a 5 e Editorial)

Fundo ‘abutre’ faz pressão na Petrobras

O fundo ‘abutre’ Aurelius pediu que detentores de papéis da Petrobras nos EUA notifiquem a estatal sobre o atraso no balanço, o que pode levar a uma situação de calote técnico. (Págs. 1 e 20)

Ancelmo Gois – União deve royalties ao Rio

Os atrasos nus desembolsos do governo federal atingiram os cofres do Estado do Rio. Só ao Tesouro fluminense a União deve R$ 350 milhões da cota de royalties. Diante da ameaça de crise entre os governos Dilma e Pezão, o Planalto prometeu liberar o dinheiro hoje. (Págs. 1 e 10)

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Zero Hora

Noite do pó no central

Detentos promovem farra natalina, formando fila para usar cocaína em galeria do Pavilhão B. (Págs. 1, 6 a 8 e 22)

Um pacote para poupar R$ 18 bi

Seguro-desemprego e pensão por morte estão entre ajustes propostos pelo governo federal. (Págs. 1 e 118)

Dilma anuncia mais 7 ministros

Gaúchos Miguel Rossetto e Pepe Vargas, ambos do PT, estão na equipe. Falta definir 15 nomes. (Págs. 1 e 110)

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Valor

Crise fiscal preocupa novos governadores

Estragos nas contas foi ainda pior

Governo reduz benefícios sociais e adia correção do IR

E a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) deverá ficar para o ano que vem. o governo anuncia ontem uma série de medidas que vão restringir a partir do dia 1 de janeiro a concessão de benefícios sociais, entre eles o seguro-desemprego, abono salarial, pensão por morte, auxílio-doença e seguro-pescador. O futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, estima a redução de despesas em 18 bilhões em 2015. “É uma economia permanente e que aumenta a cada ano”, disse.

Petrobrás corre o risco de default parcial

Brasil Econômico

Minirreforma da Previdência vai economizar R$ 18 bi 

O governo publica hoje medidas provisórias para tornar mais restrito o acesso a benefícios previdenciários. O prazo mínimo de trabalho para obter o seguro-desemprego pela primeira vez, por exemplo, passará de seis para 18 meses. Os critérios para pensão por morte ficarão mais rígidos e o valor por beneficiário será reduzido nos novos pedidos. (Págs. 1 e 3)

Contas do governo têm o pior novembro

Com um déficit de R$ 6,711 bilhões, o Tesouro, o BC e a Previdência tiveram o pior resultado da série histórica. Apesar do saldo negativo em 2014, o Governo diz que fechará o ano com superávit de R$ 10,1 bilhões. (Págs. 1 e 3)

Crescimento menor nas franquias

Pela primeira vez em dez anos, o setor vai crescer abaixo de dois dígitos. A estimativa é de 7%, contra 11,5% de 2013. Mesmo assim, o desempenho é “respeitável”, diz Cristina Franco, presidente da ABF. (Págs. 1, 8 e 9)

Desigualdade no DF cresce na contramão dos demais estados brasileiros (Págs. 1, 4 e 5)

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Folha de S. Paulo

Governo endurece regras para obtenção de benefício

Meta é poupar R$ 18 bi ao ano para reequilibrar as contas

A três dias da posse da presidente Dilma, o governo anunciou regras mais rígi das para concessão de benefícios trabalhistas e pievi-denciários. A mera é econo i niv.ar RS 18 bilhões ao ano e reequilibrar as contas públicas para recuperar a credibilidade da política fiscal.

As medidas endurecem a concessão de abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte e auxílio-doença. Em geral, as mudanças elevam os prazos para obter o beneficio. No seguro-desemprego, o período de carência passa de seis para 18 meses na primeira solicitação.

Além disso, Dilma deve vetai mudanças na tabela do Imposto de Renda. Segundo o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), as medidas corrigirão distorções que existem nos programas. “Se não fizermos alterações, as futuras gerações pagarão um preço muito alto.”

As mudanças só valem para novos benefícios e ainda terão de ser aprovadas pelo Congresso. Integrantes da oposição criticaram as medidas e acusaram Dilma de mentir na campanha eleitoral ao negar que tomaria medidas contrárias aos trabalhadores. (Págs. 1 e Mercado A11)

Dilma anuncia 7 ministros, entre eles 5 filiados ao PT

A presidente Dilma anunciou mais sete ministros para seu segundo mandato, e cinco são de seu partido, o PT: Ricardo Berzoini (Comunicações), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral), Pepe Vargas (Relações Institucionais), Carlos Gabas (Previdência) e Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário).

O PR ficou com a pasta dos Transportes, e o PP, com a da Integração Nacional. (Págs. 1 e Poder A4)

 

EBC

Edição: Equipe Fenatracoop

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