A Podologia Cambé esta instalada no Centro Comercial Canadá Localizado na Rua Holanda, 263 esquina com a Av Canada, Sala 311 no centro de Cambé, telefone: (43) 3254-7433 e WhatsApp: (43) 9.9918-7889
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Com crédito e FGTS, comércio espera melhor Natal em 6 anos
Pesquisa indicam que 77% dos brasileiros pretendem ir as compras , empresas esperam vender itens de maior valor.

  • BC acredita em retomada gradual da economia
  • Zona Franca tem aumento de vendas
  • ‘Aquecimento não é voo de galinha’
  • 41% dos consumidores vão usar lojas online, mostra pesquisa
  • Projeto de lei quer atualizar regras da recuperação judicial

O Globo

Manchete: Violência Limita acesso a serviços em 80% dos bairros do Rio
Ação de milícia e tráfico cria zonas de exclusão em toda a cidade

  • Ajuste nas contas
  • Portugal economiza € 3 bi por ano com reforma
  • Búzios e Itapu devem gerar 50 mil postos de trabalho, diz consultoria
  • Programa do emprego pode desonerar folha em 50%
  • BRICS em descompasso

Folha de S. Paulo

Manchete: Bolsonaro e Lula partem para a troca de ataques
Chamado de canalha pelo presidente, petista diz que milicianos ameaçam país.

Descasamento entre formação e oferta de vagas acentua distorções no mercado.

Segundo Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, a situação de quem tem curso superior completo costuma não ser tão grave quanto a de trabalhadores menos qualificados, que tendem a ser empurrados para a informalidade.

“Quem tem nível superior completo acaba tendo uma reserva [de dinheiro] ou vive em um domicílio em que as condições são melhores, o que permite que fiquem subutilizados ou desalentados”, diz.

Bruno Ottoni, pesquisador do Ibre/FGV e da consultoria IDados, concorda que o trabalhador menos qualificado é mais vulnerável. Uma evidência disso é que, embora tenha aumentado em todas as faixas de escolaridade, a taxa de desemprego de quem tem ensino fundamental completo é o dobro de quem tem ensino superior (13,9% contra 6,1%).

Porém, ressalta Ottoni, é importante analisar as duas situações separadamente porque ambas demandam atenção. “A população brasileira fez um enorme esforço para aumentar sua escolaridade média nos últimos anos e os dados mostram que parte dele tem surtido pouco efeito.”

O descasamento crescente entre qualificação e ocupação, diz ele, é sinal disso. Um levantamento do IDados, com números do IBGE, aponta a mesma tendência identificada pela Folha, na Rais.

O estudo da pesquisadora Ana Tereza Pires aponta que “o percentual de indivíduos com diploma de nível superior ocupando cargos de nível médio ou fundamental cresceu de 25% em 2014 para 29,5% em 2019”.

Para Ottoni, deveria haver iniciativas no Brasil, similares às existentes em outros países, que ofereçam sinalização sobre a demanda do mercado por diferentes carreiras.

Outra prática que ajudaria o país, diz Ottoni, seria o acompanhamento por parte das instituições de ensino superior do desempenho de seus ex-alunos no mercado.

“Eu me surpreendo que as universidades aqui não façam isso e que os pais e alunos não cobrem isso delas”, diz.

A maior compreensão sobre a dinâmica do mercado de trabalho se torna mais premente à medida que novas tecnologias abrem espaço para novas ocupações e ameaçam carreiras antigas.

Segundo especialistas, parte desse processo pode estar por trás do que vem ocorrendo com parcela dos profissionais mais qualificados no Brasil.

“O Brasil tem falta de trabalhadores em diversas áreas, que normalmente requerem altíssima qualificação. Por isso não significa que basta ter ensino superior para se enquadrar na categoria de profissionais qualificados”, diz Cosmo Donato, economista da LCA Consultores.

Para ele, o fato de que muitos profissionais com ensino superior estão fora do mercado de trabalho ou em profissões que exigem menor ocupação agrava a falta de oferta de talentos no país.

“Você está desperdiçando capital humano. Essas pessoas não têm condições de se manter em um processo de contínua capacitação para se adequar às novas realidades”, diz Donato.

O custo para o país no futuro, alerta ele, pode ser alto. “No médio e longo prazo, o estoque de mão de obra qualificada pode cair e acabar afetando o potencial de crescimento da economia.

  • Quem tem menos qualificação é empurrado à informalidade
  • Bolsonaro já vendeu R$ 91 bi em ativos de BB, Petrobras e Caixa
  • Normas para operar empresas serão revistas
  • Atraso na promulgação da Previdência vai custar R$ 330 milhões
  • Dobra número de pessoas com faculdade em trabalho precário

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