O Globo

Manchete : Vaga formal para jovem só chega após os 28 anos
Entre 2006 e 2014, a idade média era de 25 anos. Ingresso tardio na formalidade prejudica financiamento da Previdência. O primeiro emprego com carteira assinada para o jovem brasileiro está chegando cada vez mais tarde. Entre 2006 e 2014, a idade média era em torno de 25 anos. Hoje, é aos 28,6 anos, segundo pesquisa do iDados com base em informações do Ministério do Trabalho. Estudiosos avaliam que esse acréscimo reflete o desemprego maior nesse grupo: em 2018, o índice era de 25,2% para a faixa etária entre 18 e 24 anos,e de 11,6% no total. A crise jogou no mercado um grande número de profissionais qualificados e experientes, que hoje aceitam trabalhar por salários menores e concorrem com os jovens. A entrada tardia na formalidade prejudica o financiamento da Previdência. (PÁGINA 33)

Decreto das armas dificultará solução de homicídios
Ao ampliar o porte de armas que são de uso restrito e facilitar a utilização de munições sem numeração, o decreto das armas proposto pelo presidente Jair Bolsonaro tende a dificultar a elucidação de assassinatos, alertam especialistas da área de segurança. As mudanças são questionadas no Congresso e no STF. (PÁGINA 4)

PAC das Cidades Históricas empaca
Só dois dos 20 projetos contemplados com programa federal para recuperar patrimônio de cidades históricas do Rio foram concluídos. (PÁGINA 14)

Defesa pede ida de Lula para o regime aberto (PÁGINA 6)

Juízes relutam em dar prisão domiciliar para mães detentas (PÁGINA 10)
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O Estado de S. Paulo

Manchete : Investimento em startups brasileiras cresce 51% em 1 ano
Com dinheiro e sem medo de errar, fundos aplicaram R$ 5 bi em 2018; valor deve subir
Aqui não há medo de errar: se uma ideia não der certo, outra certamente vai recompensar a perda e pode multiplicar em até 60 vezes o valor aplicado. Reunidos em fundos, investidores garimpam projetos com potencial de virar negócios bilionários e aplicam de R$ 100 mil a R$ 300 milhões nessas startups. Foi assim que brasileiras como Nubank, Movile, Stone, 99, PagSeguro e Gympass se tornaram “unicórnios”, como são conhecidas as empresas cuja cotação de mercado ultrapassa a marca de US$ 1 bilhão. À frente dos fundos há de ex-executivos de grandes corporações a diplomatas. Quase todo o dinheiro investido é captado no mercado internacional, sobretudo com fundadores de companhias de tecnologia e fundos institucionais. Somente em 2018, o aporte nesse tipo de negócio foi de R$ 5 bilhões (US$ 1,3 bilhão), 51% mais do que em 2017. E o montante deve crescer com a criação de um fundo de US$ 5 bilhões (quase R$ 20 bilhões) da japonesa Softbank para a América Latina.ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3

A cada 14 meses, Congresso muda lei para favorecer partidos
Uma mudança é feita pelo Congresso na Lei dos Partidos (de 1995) para beneficiar as legendas a cada 14 meses. Foram 19 alterações até agora. Uma nova proposta, para anistiar siglas que não aplicaram verba para participação feminina, foi enviada pelo Congresso para sanção de Bolsonaro.POLÍTICA / PÁG. A4

Fiscais de SP têm bancada para votar aumento salarial
Dois projetos de lei que tramitam na Alesp preveem o aumento do salário dos fiscais da Receita estadual paulista para valores acima do teto de R$ 23 mil. Entre os deputados que vão votar o tema, 29 receberam doações de fiscais.
POLÍTICA / PÁG. A10

Pedro S. Malan
A redução do peso dos insultos digitais no debate político ajudaria a mudar o País.ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2
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Folha de S. Paulo

Manchete : TCM vê excesso de gastos de Doria com publicidade
Tucano excedeu em 122% o permitido em 2018, quando se elegeu governador
Auditoria do TCM (Tribunal de Contas do Município) aponta que João Doria (PSDB), então prefeito de São Paulo, gastou com publicidade oficial no ano passado mais do que o permitido pela legislação. No primeiro semestre de 2018, desembolsou cerca de R$ 73,8 milhões com propaganda. O valor é 122% a mais do que o permitido pela lei federal 9.504/97, relata Rogério Gentile. Por ela, nos primeiros seis meses de ano eleitoral, o agente público não pode aplicar em publicidade mais do que o que foi gasto na média dos últimos três anos, considerando também o mesmo semestre. A Procuradoria Regional Eleitoral pediu abertura de investigação. (Cotidiano B1)

Governador negocia isenção fiscal para atrair empresas ao estado (A25)

Mentores de reforma trabalhista refutam fiasco
Aprovada há um ano e meio com a promessa de gerar milhões de empregos, a reforma trabalhista nem de longe cumpriu a expectativa, mas políticos que capitanearam o projeto atribuem o fiasco à economia em baixa e à instabilidade política de 2018. Para eles, o novo arcabouço trouxe segurança jurídica para empregadores e evitou um quadro ainda pior. (Mercado A23)
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